FILHO DE DOM DUARTE VAI ESTUDAR PARA INGLATERRA - Imprensa
sexta-feira, 25 de junho de 2010
LANÇAMENTO DO LIVRO "EU, MARIA PIA"
Fotos da revista "Lux"
«Eu, Maria Pia - A tragédia de uma Princesa italiana, Rainha de Portugal», de Diana do Cadaval, foi apresentado ontem por Marcelo Rebelo de Sousa, na Embaixada de Itália, num evento que reuniu figuras de renome e que contou coma presença de S.A.R., Dom Duarte de Bragança.
Fotos da revista "Lux"
DEMOCRACIA REAL
A Democracia Real é um movimento que se dirige a todo o Povo Português, a todos os partidos que pretendem defendê-lo e em especial a todos os verdadeiros Democratas defensores da autêntica Liberdade em Democracia. Chegou a hora de fazer em Portugal uma verdadeira Democracia. É necessário chamar a atenção de todo o Povo Português para os outros Povos em que a democracia é uma realidade e um exemplo. Quais os países que têm os Povos mais livres, de mais alto nível de vida e de maior justiça social? Quais os que na realidade se governam a si mesmos? Esses países situam-se na Europa, onde Portugal existe há mais de oito séculos. Esses Povos verdadeiramente livres escolhem o governo que entendem e que o seu chefe aceita. Esse chefe não vota. Não está comprometido com nenhum partido e limita-se a aceitar as decisões do Povo a que pertence, representa e defende. O chefe desses Povos é o Rei, que não se comprometendo com qualquer partido, somente pertence ao Povo. Nessas Monarquias, as democracias evoluíram e traduzem realmente a vontade e a força do Povo. Esse Rei-Povo é a união de todos os cidadãos, união sem a qual não é possível uma Democracia feita de Paz, Liberdade e Progresso. Que todos os Portugueses meditem nessas Nações e as comparem com as democracias das Repúblicas. Comparem esses Povos monárquicos e democráticos com tantos Povos republicanos, tão pouco livres. Os Reis dignos e honestos representantes do Povo, com os Presidentes da República, eleitos pelo partido a que pertencem, uns tantas vezes metidos em escandalosas desonestidades e injustiças para com o Povo que oprimem. Outros bem intencionados, mas impossibilitados de agir porque são o resultado da divisão do Povo e não da sua união.Os muitos milhares de emigrantes fugidos à República Portuguesa, assim como os refugiados políticos portugueses e de todo o mundo, que escolheram essas Monarquias europeias para viver livremente, nos mais civilizados e democráticos Povos da Terra, são as melhores testemunhas do que aqui afirmamos e estamos dispostos a defender, não pela força, mas pela razão. O Movimento da Democracia Real não defende um partido, defende todos. Não defende um Rei, defende um Povo. Defende a igualdade dos seres humanos. Defende a inteligência que há em todos, para que a ignorância diminua. Defende o Amor – lamenta o ódio, fruto da República. Defende a Paz, não a guerra. O Movimento da Democracia Real exige que seja contada ao Povo toda a verdade acerca da História de Portugal. Exige que seja desmascarada toda a República, e não só os últimos 48 anos. O Povo tem de ser esclarecido, em vez de lhe explorarem a ignorância e a boa-fé. Só assim se poderá chamar “política da verdade”. Que sabe o Povo de há 64 anos para cá? Que lhe ensinou a República?
Há que dar as mãos. Há que trabalhar juntos para que, unidos, se produza o bem-estar de todos. Há que estar ao lado, e não acima. Há que ser igual, e não superior ou inferior. Há que respeitar e não impor respeito. Há que dar em vez de tirar. Há que fazer pensar todos em vez de pensar pelos outros. Há que ouvir para poder falar. Há que amar. Há que entender. Há que atingir um fim comum. Há que refazer Portugal. Há que definir um Povo. Há que realmente unir em vez de separar para enfraquecer.Unido assim é que jamais será vencido.O mal não está nos partidos, está no sistema. Os partidos servem a República servindo-se do Povo. A República serve os partidos usando o nome do Povo. Quem serve o Povo, seja qual for o partido? Quem serve o Povo sem nome? Quem serve os que só trabalham sem perceber os políticos? Quando se ouve falar o Povo em seu próprio nome? Qual o Movimento do Povo? Qual a sua ideia? Quem o ouve e une melhor que as Monarquias? Qual o sistema das verdadeiras Democracias? Qual o sistema da liberdade, da igualdade, do progresso e da justiça? É a República ou a Monarquia? Qual o sistema dos Povos livres? Qual o sistema dos Povos mais civilizados do Mundo? Quais as melhores Democracias? Já viram as Monarquias da Europa? Já viram os resultados das Repúblicas?
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Poupem-nos a sistemas falhados. Poupem-nos a ditaduras. Poupem-nos a fascismos. Poupem-nos a desigualdades. Poupem-nos a ódios. Poupem-nos a violências. Poupem-nos à República!
Não falem de fraternidade; façam-na.
Não falem de amor: amem!
Não falem de justiça; sejam justos!
Não falem de igualdade; sintam-se iguais!
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Poupem-nos a sistemas falhados. Poupem-nos a ditaduras. Poupem-nos a fascismos. Poupem-nos a desigualdades. Poupem-nos a ódios. Poupem-nos a violências. Poupem-nos à República!
Não falem de fraternidade; façam-na.
Não falem de amor: amem!
Não falem de justiça; sejam justos!
Não falem de igualdade; sintam-se iguais!
Há que deixar o Povo fazer a História, para que seja honesta e pura.Os Povos monárquicos não temem o Rei. Desejam-no. Têm nele a sua união. Têm no Rei o respeito que merecem. Têm no Rei a sua liberdade.Quais os políticos que não querem o Rei? Os que querem o Povo? O Povo Unido? Como é possível unir o Povo com um Presidente pertencente a um partido? Quem melhor que o Rei pertence ao Povo? Quem melhor que o Rei deixa o Povo livre para tudo escolher e decidir?Senhores políticos, a República em Portugal é sistema falhado. Quem quer a República? Quem se usa dela? A quem é que ela favorece? Todos sabemos, honestamente, que nunca serviu o Povo. Todos sabemos, honestamente, que serve de capa a quem se quer servir do Povo em vez de o servir. O Povo sente isso porque é a vítima maior da República. Há que contar a verdade toda. É o Povo que está inocente em Portugal. O Povo muito mais que ninguém. Em tudo! Basta do egoísmo de não aceitar ideias diferentes das nossas. Todos somos diferentes, mas iguais nos direitos de liberdade e justiça. Somos todos do mesmo País, temos de ser todos a tê-lo, para que seja realmente nosso. O Movimento da Democracia Real é uma ideia, não é um partido. Uma ideia para todos os partidos democráticos. Não tem cargos para dar nem elites para defender. Só pretende fazer pensar quem forma soluções que sirvam a todos. Defende a Paz, a Igualdade, a Unidade e a Liberdade. É um movimento reaccionário à República, na medida em que achamos que o Povo português nada de bom lhe deve. Não pretendemos impor nada. A Monarquia só vale quando aceite, nunca por imposição. Só aceite seria de todos. Os Povos mais livres do Mundo são os que mais evoluíram e que ao mesmo tempo mais respeitam as tradições que livremente quiseram manter.
Porque não fazer como eles?
João Ferreira Rosa
UM REI, UM EXEMPLO

Um dos maiores ‘pecados’ que uma pessoa pode cometer é viver conscientemente no erro! Pior ainda é permanecer nesse mesmo erro.
Há muitos anos que sou monárquico e foi com gosto que aprendi a ouvir o Senhor Dom Duarte (e mais tarde, com o Casamento Real, a Senhora Dona Isabel) com muita atenção. Os seus discursos contrastavam, pela sua coerência, sensatez e sentido de oportunidade, com os habituais discursos republicanos que, normalmente, eram muito fraquinhos (isto para ser educado). Na verdade este contraste é cada vez mais evidente e só não o vê quem não quer. Vê-se claramente que o Chefe da Casa Real sabe qual o caminho que Portugal deve seguir para que se fortaleça e recupere o vigor e prestígio de outrora! É claro como água que Sua Alteza Real se preocupa verdadeiramente com o futuro de Portugal, enquanto Nação independente e soberana. Se as pessoas deixarem de lado o preconceito, que ainda existe relativamente à Monarquia e à Família Real, verão com facilidade que temos um Rei à altura, pronto a servir o País.
Desde há uns tempos para cá, no entanto, tenho ouvido vozes críticas à Família Real, nomeadamente a S.A.R., Dom Duarte (enquanto Chefe da Casa Real Portuguesa).
Convém esclarecer, antes de prosseguir, que a critica é um elemento saudável em qualquer democracia. É bom e positivo que a critica (construtiva, entenda-se) exista pois ela promove o desenvolvimento e, consequentemente, o crescimento. Existem, contudo, limites para o ridículo.
A crítica desgovernada à Família Real, por tudo e por nada, parece, contudo, não pesar na consciência daqueles que a proferem. De facto, frequentemente esses ‘críticos’ permanecem no mesmo erro ‘ad eternum’ sem que estejam minimamente preocupados se a sua critica faz sentido e/ou é oportuna ou não. Perante qualquer chamada de atenção, por mais educada e bem intencionada que seja, reagem violentamente quais cães enraivecidos. Chegam inclusivamente a tentar inverter a situação. Tentam desesperadamente transformar a sua mentira em verdade universal. Querem ter razão a todo o custo.
É isto que vejo ultimamente nas críticas à Família Real. As vozes criticas que se levantam (que tendem a ser mais ou menos as mesmas e num número infimamente ridículo) não se importam com o que criticam e/ou se a critica que fazem tem alguma razão de ser. O importante, para essas ‘pessoas’ é criticar. Tudo o resto não interessa. Pobres pequenos de espírito! Apetece ter pena mas deles nem pena se pode ter! Se, num gesto de boa vontade, se lhes tenta dar a mão para os ajudar a sair do buraco que eles próprios cavaram, puxam-nos para esse buraco para que também nós nos afundemos. Essas ‘pessoas’, ao contrário dos monárquicos verdadeiros não procuram elevação (moral, intelectual, ética). Antes pelo contrário: ambicionam somente destruir!
Estas situações fazem-me admirar cada vez mais a paciência e a hombridade da Família Real e principalmente (por ser o mais visado) de Dom Duarte. Outros haveria que, caso estivessem na situação do Duque de Bragança, logo ameaçariam com processos. Logo as vozes maledicentes (sempre prontas a deturpar palavras alheias) dirão que, se Sua Alteza Real não actua, é porque teme alguma coisa. Sabem que mais? Quem é grande (em termos de moral, dignidade, ética, honra e intelecto) de facto não se deixa atingir por golpes tão mesquinhos, tão pequeninos. Este facto mostra claramente a grandeza (nos termos já referidos) da Família Real. E não se confunda grandeza com arrogância. Os ‘pequenos’ (os tais dos golpes mesquinhos) é que dão ares de arrogantes. Aqueles que realmente são grandes, são de uma simplicidade absolutamente desconcertante e é isto que acontece com a Família Real. Este é o comportamento de um Rei. Este é o comportamento de uma Família Real. E é este exemplo que se deve seguir. Um exemplo de elevação sem arrogância.
Não se pretende aqui fazer uma tese a defender a Família Real. Ela não precisa e caso disso necessitasse, certamente teria pessoas muito mais habilitadas dispostas a o fazer.
Simplesmente não é possível que os verdadeiros monárquicos permaneçam calados enquanto a Casa Real é criticada por tudo e por nada. Estou certo que as críticas serão bem vindas e até apreciadas pela Família Real desde que sejam sérias, coerentes e intelectualmente honestas.
Por isso, quem quiser voltar a criticar desonestamente, por ventura com o intuito de iludir as mentes mais desprevenidas, fique a saber que há monárquicos esclarecidos e honestos dispostos a repor a verdade. Esses esforços para denegrir a imagem da Família Real serão, portanto, vãos.
Viva Dom Duarte!
Viva a Família Real Portuguesa!
Viva Portugal!
Há muitos anos que sou monárquico e foi com gosto que aprendi a ouvir o Senhor Dom Duarte (e mais tarde, com o Casamento Real, a Senhora Dona Isabel) com muita atenção. Os seus discursos contrastavam, pela sua coerência, sensatez e sentido de oportunidade, com os habituais discursos republicanos que, normalmente, eram muito fraquinhos (isto para ser educado). Na verdade este contraste é cada vez mais evidente e só não o vê quem não quer. Vê-se claramente que o Chefe da Casa Real sabe qual o caminho que Portugal deve seguir para que se fortaleça e recupere o vigor e prestígio de outrora! É claro como água que Sua Alteza Real se preocupa verdadeiramente com o futuro de Portugal, enquanto Nação independente e soberana. Se as pessoas deixarem de lado o preconceito, que ainda existe relativamente à Monarquia e à Família Real, verão com facilidade que temos um Rei à altura, pronto a servir o País.
Desde há uns tempos para cá, no entanto, tenho ouvido vozes críticas à Família Real, nomeadamente a S.A.R., Dom Duarte (enquanto Chefe da Casa Real Portuguesa).
Convém esclarecer, antes de prosseguir, que a critica é um elemento saudável em qualquer democracia. É bom e positivo que a critica (construtiva, entenda-se) exista pois ela promove o desenvolvimento e, consequentemente, o crescimento. Existem, contudo, limites para o ridículo.
A crítica desgovernada à Família Real, por tudo e por nada, parece, contudo, não pesar na consciência daqueles que a proferem. De facto, frequentemente esses ‘críticos’ permanecem no mesmo erro ‘ad eternum’ sem que estejam minimamente preocupados se a sua critica faz sentido e/ou é oportuna ou não. Perante qualquer chamada de atenção, por mais educada e bem intencionada que seja, reagem violentamente quais cães enraivecidos. Chegam inclusivamente a tentar inverter a situação. Tentam desesperadamente transformar a sua mentira em verdade universal. Querem ter razão a todo o custo.
Estas situações fazem-me admirar cada vez mais a paciência e a hombridade da Família Real e principalmente (por ser o mais visado) de Dom Duarte. Outros haveria que, caso estivessem na situação do Duque de Bragança, logo ameaçariam com processos. Logo as vozes maledicentes (sempre prontas a deturpar palavras alheias) dirão que, se Sua Alteza Real não actua, é porque teme alguma coisa. Sabem que mais? Quem é grande (em termos de moral, dignidade, ética, honra e intelecto) de facto não se deixa atingir por golpes tão mesquinhos, tão pequeninos. Este facto mostra claramente a grandeza (nos termos já referidos) da Família Real. E não se confunda grandeza com arrogância. Os ‘pequenos’ (os tais dos golpes mesquinhos) é que dão ares de arrogantes. Aqueles que realmente são grandes, são de uma simplicidade absolutamente desconcertante e é isto que acontece com a Família Real. Este é o comportamento de um Rei. Este é o comportamento de uma Família Real. E é este exemplo que se deve seguir. Um exemplo de elevação sem arrogância.
Não se pretende aqui fazer uma tese a defender a Família Real. Ela não precisa e caso disso necessitasse, certamente teria pessoas muito mais habilitadas dispostas a o fazer.
Simplesmente não é possível que os verdadeiros monárquicos permaneçam calados enquanto a Casa Real é criticada por tudo e por nada. Estou certo que as críticas serão bem vindas e até apreciadas pela Família Real desde que sejam sérias, coerentes e intelectualmente honestas.
Por isso, quem quiser voltar a criticar desonestamente, por ventura com o intuito de iludir as mentes mais desprevenidas, fique a saber que há monárquicos esclarecidos e honestos dispostos a repor a verdade. Esses esforços para denegrir a imagem da Família Real serão, portanto, vãos.
Viva Dom Duarte!
Viva a Família Real Portuguesa!
Viva Portugal!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
DIA DA BATALHA DE SÃO MAMEDE - INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL
Faz hoje, dia 24 de Junho, 882 anos que se deu a batalha de S. Mamede em Guimarães, em 1128. Esta é a data que nos deu identidade e independência. Esta data deu-nos identidade e define-nos como povo. Não menosprezemos uma data tão relevante!Movimento 1128
UM FELIZ DIA DE SÃO JOÃO PARA TODOS!
DOM CARLOS I, FOTÓGRAFO AMADOR
Rei Dom Carlos I e a sua máquina fotográfica
Museu-Biblioteca da Casa de Bragança. Exposição de Fotografia "Dom Carlos I, Fotógrafo amador". Irá realizar-se na Sala de Exposições Temporárias do Castelo de Vila Viçosa, uma exposição de fotografia, designada “Dom Carlos I, Fotógrafo amador”. Esta mostra estará patente de Junho a Setembro de 2010. O Arquivo Fotográfico do Paço Ducal de Vila Viçosa é constituído por um núcleo de cerca de cinquenta álbuns de família (cerca de 2000 fotos), muitos deles organizados pelo próprio Rei a bordo do Yacht Amélia. Deve mencionar-se ainda um conjunto de maços com fotografias de Dom Carlos I, perto de mil, em que muitas são idênticas, com o objectivo de serem oferecidas, pois estão coladas no cartão, identificadas, datadas e assinadas. Além disto, existem os álbuns e os maços das visitas reais, das fotografias oficiais e das cerimónias protocolares (cerca de 7000), oferecidas pelos melhores fotógrafos da época. De todo este vasto conjunto, decidimos expor a reprodução de sessenta espécies, principalmente da autoria de Dom Carlos I, e distribuí-las por quatro temas: as mais antigas (1887), as experiências (1888) e as ofertas, as fotografias para apoio à pintura e que servem de modelo ao quadro que surgirá mais tarde, as reportagens, cujos títulos ilustram o tema tratado, uma família de fotógrafos. A designação indica a influência que o Rei teve sobre os outros membros da família Real e que aqui se observam excelentes resultados. Dom Luís Filipe foi provavelmente o mais dotado de todos.
A ampliação de muitas fotografias, insertas nas páginas dos álbuns, às vezes resistem bem e com nitidez, outras vezes isso não sucede e o resultado torna-se pior que o original, no entanto, vale como documento. Nas vitrinas estarão expostos alguns jornais e revistas da época, assinados pelo Rei, bem como dois álbuns, um de Dom Luís Filipe e outro de Dom Carlos I. Por último, gostaríamos de chamar a atenção para uma lanterna mágica, antecessora do nosso projector de diapositivos e um estereoscópio que permite ver em simultâneo duas imagens para se obter uma única. A mostra que aqui se apresenta, evitando os aspectos técnicos, pretende dar nota de um arquivo que é desconhecido da maioria dos investigadores, mas constitui uma nova perspectiva sobre a vida e os interesses da Família Real, nos últimos anos da Monarquia.
A ampliação de muitas fotografias, insertas nas páginas dos álbuns, às vezes resistem bem e com nitidez, outras vezes isso não sucede e o resultado torna-se pior que o original, no entanto, vale como documento. Nas vitrinas estarão expostos alguns jornais e revistas da época, assinados pelo Rei, bem como dois álbuns, um de Dom Luís Filipe e outro de Dom Carlos I. Por último, gostaríamos de chamar a atenção para uma lanterna mágica, antecessora do nosso projector de diapositivos e um estereoscópio que permite ver em simultâneo duas imagens para se obter uma única. A mostra que aqui se apresenta, evitando os aspectos técnicos, pretende dar nota de um arquivo que é desconhecido da maioria dos investigadores, mas constitui uma nova perspectiva sobre a vida e os interesses da Família Real, nos últimos anos da Monarquia.quarta-feira, 23 de junho de 2010
INAUGURAÇÃO DA NOVA SEDE DA JUVENTUDE MONÁRQUICA DE LISBOA
(Clique na imagem para ampliar)
ALTERAÇÃO: foi alterado o Local da Recepção, Actuação do Rancho e Jantar de Fados, para o belissimo Jardim do Torel. O programa da inauguração da nova sede mantem-se:
25 de Junho de 2010, às 19horas: Rua do Carrião, Nº 9, com a presença de S.A.R., O Senhor Duque de Bragança. NÃO FALTEM!
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