sábado, 21 de janeiro de 2012

O REI COM O POVO E O POVO COM O SEU REI

A Monarquia Democrática não pode ser monopólio de uma elite sobre o todo, nem tem que ser forçosamente, do todo para a elite. A Monarquia Democrática, simplesmente, está ao serviço da Comunidade em geral.
Com base neste pressuposto, e tendo em conta o facto de que ainda vivemos em República, pergunto: onde posso ou devo propagandear, por exemplo, a Página do Chefe da Casa Real Portuguesa – seja o Site Oficial, seja a Página no Facebook?

- Faz sentido apenas estar em Grupos, Blogues e Sites Monárquicos?

Então mas o Rei é para os Monárquicos ou não deveria ser para toda a Nação?

Como se sabe, vivemos numa época muito dificil onde o que o Povo precisa é de ânimo vindo de alguém que lhes fale directamente ao coração e lhes diga para terem Fé e Esperança em dias melhores. Julgo que estarei certo, se disser que este deve ser o papel do Herdeiro dos Reis de Portugal, e este terá também que ser o papel fundamental do Rei reinante numa Monarquia Democrática.
Assim, entendo, como Monárquico Democrata, que o Rei à semelhança do que o faz constantemente pelo País, também deve estar perto do seu Povo em todos os meios possíveis. Muita gente pensa que o Senhor Dom Duarte não faz nada pelo País, ajuizando mal a seu respeito, precisamente por não saber a Verdade! E creio que a Verdade tem que ser transmitida por nós Monárquicos aos Portugueses. Mostrando à Nação que o Senhor Dom Duarte, Herdeiro dos Reis de Portugal, tem feito imenso por Portugal.
Assim julgo ser indispensável que seja formada uma equipa que fique responsável pelas Páginas do Senhor Dom Duarte, seja na parte fundamental da divulgação das suas actividades, como também em termos de segurança.
O Rei está com o Povo mas o Povo tem que estar com o Rei para haver Aclamação e Transição!
David Garcia

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

ENTREVISTA DE S.A.R., DOM DUARTE À REVISTA "SIM" DO MINHO

Para ler
No dia de celebração de Reis, várias personalidades ligadas à Monarquia juntaram-se num jantar, com o objetivo de promover o produto português. E se voltássemos a ter um rei? Essa foi a pergunta que deixámos a Dom Duarte e Manuel Beninger, do PPM bracarense.
Dom Duarte
"Não faz sentido celebrar o 5 de Outubro" 
Celebrou-se, em 2011, o Centenário da República. Como vê estes 100 anos, em que metade foram de República e a outra metade de ditadura? Porque defende a Monarquia? - Eu acho que, se a Revolução do 5 de Outubro tivesse valido a pena para alguma coisa, não teria sido necessário fazer outra revolução em 1926, que deu a ditadura, e outra em 1974. Um regime que, em 100 anos, precisou de três revoluções para finalmente por Portugal num estado de falência como está hoje, não vejo grande méritos nem motivos para festejar. Estes 10 milhões de euros para festejar o Centenário serviram para esclarecer um pouco a realidade histórica, mas pouco mais. Acho muito bem que o feriado de 5 de Outubro tenha sido cortados, porque vamos festejar o quê? De qualquer forma, temos alguns exemplos na Europa em que se mantém a Monarquia Constitucional, mas a crise também afeta esses países…Todas as Monarquias actuais são democráticas, mais democráticas do que muitas repúblicas e são bons exemplos. Veja-se o caso do Japão, da Austrália, Espanha… Claro que a crise atinge muitos países e muitos regimes mas, se virmos a maneira como as Monarquias europeias reagiram à crise, creio que foram mais positivas que a forma como estamos a ultrapassar esta fase. Talvez a Espanha esteja a reagir menos bem, porque na verdade não é um país, são vários países.
Como pensa que vão ser os próximos anos em Portugal? - Curiosamente, há dias o nosso pároco dizia que esta é uma oportunidade para desenvolvermos as nossas potencialidades, desenvolver soluções e alternativas locais, a solidariedade. Quem pode, deve ajudar mais e não viver às custas dos outros. Infelizmente, há muita gente mais interessada em receber subsídios que em trabalhar e 30% das ofertas de emprego em Portugal não têm ninguém interessado. Chegou a ocasião para fazermos uma reforma profunda e distribuirmos os recursos de uma forma mais justa e equitativa. Por outro lado, o aspecto caritativo também será muito importante. Não se deve confundir caridade com solidariedade. Solidariedade tem a ver com as pessoas de quem eu gosto ou com quem simpatizo; para as pessoas que eu não conheço trata-se de uma questão de caridade, porque temos obrigação de ajudar as pessoas que precisam, mesmo que não conheçamos ou não gostemos deles.
Na sua opinião, a política a seguir deve ser de mais cortes ou de mais investimento? - Deve cortar-se onde se pode, no inútil ou supérfluo, e investir com cuidado. Por exemplo, todos nós pagamos milhões por cinema e teatro que ninguém vai ver. Não faz sentido. Gasta-se milhões a comprar tecnologia e até cerâmica para equipar hospitais públicos. Os automóveis são importados. Há muita coisa assim. Não somos coerentes com a necessidade de consumir português. Tem que haver uma mudança de atitude e combater vícios de novos-ricos, que fomos criando.
Como analisa a compra da EDP pelos chineses? - Se é preciso dinheiro, tem que se vender, mas preferia que essas grandes empresas continuassem controladas por nós. Temos um modelo de desenvolvimento errado. Venho defendendo isso há muitos anos: destruição da agricultura, da indústria, em troca de receber subsídios do estrangeiro.
Acha que a sociedade não leva os monárquicos a sério? - Eu acho que não. Numa sondagem da comissão dos 100 anos da República, perguntou-se às pessoas quem era republicano. 60% disseram que sim, o que quer dizer que 40% ou é monárquico ou anarquista, que são muito poucos. Os meios de comunicação não nos levam a sério, talvez por uma questão de preconceito e uma certa falta de conhecimento político. Pensam na Monarquia como uma coisa do passado, em vez de nos comparar com as Monarquias contemporâneas.
Estaria disponível para assumir o papel de rei? - Sempre disse que estou ao serviço de Portugal, seja na diplomacia, seja na promoção dos produtos portugueses. Se um dia os portugueses quiserem que eu assuma a Chefia de Estado, como uma pessoa completamente independente e apartidária, estarei disponível.
Manuel Beninger
"Já vivemos 100 anos de catequização republicana e os resultados estão à vista"
Faço-lhe a mesma pergunta que ao Dom Duarte. Monarquia porquê? - Os países mais desenvolvidos no mundo ocidental são monarquias. O curioso desses países é que têm a hipótese de referendar se os cidadãos querem manter este sistema político ou se querem mudar. Por exemplo, a Austrália fez esse referendo há 12 anos e o povo preferiu continuar com a monarquia, sendo o chefe de estado a Rainha de Inglaterra. É preciso perceber que a monarquia já não significa o rei em cima de um cavalo a correr atrás dos Mouros. É algo que é isento de partidos políticos, isento; representa a história de um povo e a tradição. Pode parecer estranho ter um filho a suceder a um pai, mas acaba por ser uma situação natural. Os casos de sucesso por essa Europa fora são a prova disso.
Qual acha ser a razão de tanta distância das pessoas em relação à monarquia? A hereditariedade? - Causa em Portugal, fruto de 100 anos de catequização republicana. Passa a ideia de que foi feita uma revolução para libertar o povo da opressão e dar-lhe a democracia e isso é completamente errado. A democracia já existia antes de 1910.
Acha que num período de crise como o que vivemos, as pessoas vão começar a pensar na monarquia? - Completamente convencido que sim. A república está a cair no pior que lhe pode acontecer, que é quando o Chefe de Estado começa a não ter o respeito dos cidadãos. Quando se comparam custos que a República portuguesa com os custos da Monarquia espanhola, por exemplo, a diferença é abismal. Nós gastamos em Portugal 16 milhões de euros, para 10 milhões de habitantes; a Espanha, 8 milhões, para 40 milhões de habitantes. Isto é o despesismo total e eu, como monárquico, até estranho que estes assuntos comecem a ser falados sem qualquer pudor, na praça pública.

A INTERVENÇÃO DE S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA NO JANTAR DE REIS - 7 DE JANEIRO DE 2012

A exaltação às tradições portuguesas com a defesa dos Produtos Regionais e Locais e do Comércio Tradicional, na voz a quem sempre defendeu a Cultura Portuguesa e os Portugueses, Sua Alteza Real, O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
Pela defesa dos produtos portugueses, pela defesa das micro, pequenas e médias empresas, pela defesa da promoção e comercialização dos nossos produtos, pela defesa da cultura e património nacional.
Num mundo em acelerada mutação, os valores e raízes tradicionais estão cada vez mais esbatidos na memória colectiva e no quotidiano de cada um de nós, apesar de já serem conhecidos alguns movimentos de retorno à terra e ao (re)descobrimento dos produtos regionais e locais, como forma de criar emprego e aumentar a coesão social e territorial, estes nunca serão satisfatórios se não existir por parte dos consumidores portugueses, uma excepção para os produtos regionais e locais, aumentando com isso a produção nacional e com ela, o Valor de Portugal.
Quando o Rei é aplaudido de pé. A “Aclamação” de Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança em Braga.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

MISSA EM MEMÓRIA D'EL REI DOM CARLOS E DO PRÍNCIPE REAL DOM LUIZ FILIPE

A Real Associação do Porto informa que no próximo dia 1 de Fevereiro será celebrada Missa, na Igreja de São José das Taipas, na Cordoaria, pelas 19,30 horas, em memória do Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Luís Filipe, sendo presidida pelo Reverendo Pe. Gonçalo Aranha, com a presença de Sua Alteza, O Senhor Infante Dom Henrique, Duque de Coimbra, convidando todos os associados e simpatizantes a nela participar.

GOVERNO ASSINA SENTENÇA DE MORTE

A aparente decisão do Governo de manter o feriado do 5 de Outubro foi, entre outras coisas, uma provocação, um insulto a milhões de Portugueses, uma ofensa da maior gravidade à história Pátria. É uma atitude sem perdão. É um comportamento ademais revelador de uma falta de inteligência governamental a toda a prova. Dela se podem retirar concusões importantes: a primeira relativamente à existência de uma "agenda" exterior à qual o Governo PSD-CDS está totalmente condicionado como nunca antes acontecera em Portugal, quer na 1ª República, quer nos trinta e oito anos pós 25 de Abril, nem mesmo nos diversos Governos do Partido Socialista. A outra, muito triste e mesmo penosa, porque demonstradora da total incapacidade de alguns ministros (sim, digo bem, alguns ministros em que os monárquicos, e os Portugueses em geral, em tempos depositaram confiança, até porque estes se diziam defensores dos mesmos princípios) em se oporem a esta iniciativa. Como haviam aliás de fazê-lo, se é que o fizeram, muito menos com sucesso, se têm os gabinetes "contaminados" ao mais alto nível e são políticamente incapazes de iniciativa autónoma? Se prometem coisas por sua própria iniciativa e, uma semana depois, os acontecimentos os desmentem de forma cruel? Também aqui tudo ficou esclarecido, se dúvidas houvesse, a bem da clarificação política dos próximos anos.
Que fiquem bem cientes: ou se ama a Pátria ou se faz pouco dela. O Governo fez a sua opção e deixou-a bem clara aos olhos dos Portugueses. Que se prepare para a resposta. Com juros. E estes doerão muito mais do que os da Troika
Pedro Quartin Graça
Estado Sentido

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

MISSA POR ALMA DE S.M.F., EL-REI DOM CARLOS E S.A.R., O PRÍNCIPE DOM LUIZ FILIPE

No próximo dia 1 de Fevereiro irão cumprir-se 104 anos sobre o Regicídio, quando perderam a vida por um bando de republicanos criminosos, El-Rei Dom Carlos I e Seu Filho O Príncipe Real Dom Luís Filipe que, na flor da juventude, personificava as Esperanças de Portugal.
Como escreveu Mouzinho de Albuquerque: “Os Portugueses viam no Príncipe Real o símbolo da unidade nacional que se impunha preservar. Viam nele um servidor idóneo e a garantia da continuação de um Portugal grande e respeitável.”
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Para assinalar a data do Regicídio, a Real Associação de Lisboa vai mandar celebrar, como habitualmente, Missa de Sufrágio por Sua Majestade, O Rei Dom Carlos e Sua Alteza Real, O Príncipe Dom Luís Filipe, no próximo dia 1 de Fevereiro.
A Eucaristia terá lugar na Igreja de São Vicente de Fora, pelas 19 horas, seguida de romagem aos túmulos d’El-Rei e do Príncipe Real. Será celebrante o Rev. Senhor Padre Gonçalo Portocarrero de Almada. Estarão presentes SS.AA.RR., Os Senhores Duques de Bragança.
A Direcção da Real Associação de Lisboa
Praça Luís de Camões, 46 2° Dto. - 1200-243 -  Lisboa - http://www.reallisboa.pt/ -Tel.: (+351) 21 342 81 15
Horário de atendimento: das 11:00 às 12:45 e das 15:00 às 17:30, de segunda a quinta-feira.

PORTUGAL COM ALZHEIMER

Muitos maridos sabem como é pesada a factura pelo esquecimento do aniversário da mulher. O cardeal Sean O"Malley, arcebispo de Boston, contava, a este propósito, que uma senhora, muito ofendida pelo facto de o cônjuge se ter esquecido do dia dos seus anos, exigiu, como reparação, uma prenda que a levasse dos zero aos cem em três segundos. Mas, em vez do esperado bólide, o desajeitado esposo ofereceu-lhe uma balança...
Talvez os homens subestimem os aniversários, mas as mulheres geralmente não pensam assim e num tal esquecimento lêem desconsideração pela aniversariante, ou pelo casamento. Ora casal que não festeja os anos e a data do casamento está, provavelmente, em crise.
As nações, como as pessoas, também nascem, crescem, definham e morrem. A memória dos povos é a sua história e, como não é possível recordar todas as datas memoráveis, comemoram-se ao menos algumas efemérides mais significativas. Os feriados nacionais não nasceram, portanto, para favorecerem o ócio, mas por imperativo da consciência colectiva, como uma necessidade de afirmação nacional. A preservação da língua, o respeito pelos símbolos nacionais e o culto dos heróis e dos santos não são questões decorativas, nem meros instrumentos de propaganda ideológica, mas meios indispensáveis para a coesão e sobrevivência da nação e para a preservação da sua memória colectiva.
Se em todos os momentos é oportuna a lembrança da história pátria, essa evocação é mais urgente numa crise. Portugal, para além da dificílima situação económico-financeira, também padece as investidas da globalização, que ameaça a nossa idiossincrasia, e sofre a pressão da vizinha Espanha, onde há quem gostasse de ver a nossa nação reduzida a mais uma região do seu problemático Estado plurinacional. Razões de sobra para que, sem hostilizar a Europa nem os outros povos ibéricos, se afirme, pela positiva, a independência e soberania nacional, nomeadamente festejando o seu dia, isto é, o 1.º de Dezembro.
A antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, quando se viu a braços com a ameaça germânica, apelou ao nacionalismo dos seus cidadãos, promovendo a figura de um seu herói nacional, por sinal um santo cristão. Data de então, com efeito, o magistral Aleksandr Nevski, de Serguei Eisenstein. A figura emblemática do patriótico guerreiro foi, no contexto da crise mundial, uma alavanca que motivou os cidadãos soviéticos para a defesa da independência. As autoridades políticas, não obstante o seu feroz anticlericalismo e o seu internacionalismo proletário, não tiveram pejo em recorrer a um bem-aventurado príncipe, herói da Rússia dos czares, para assim unirem a nação na luta pela sua ameaçada soberania.
Dói ver os feriados nacionais reduzidos a mero assunto económico. Tal como seria lamentável a família que, à conta da crise, desistisse de celebrar aniversários. A razão exige o contrário: precisamente por que há crise, mais necessário é unir a família nessas datas e que o país celebre, com moderação, as principais efemérides da sua história.
Talvez se pudessem vender, em hasta pública, o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre dos Clérigos: não faltaria quem quisesse adquirir essas jóias nacionais, para embelezamento dos seus ranchos no Novo Mundo. É verdade que, como diz o provérbio, mais vale perder os anéis do que os dedos, mas estes anéis são os dedos da nossa história, são as mãos que a fizeram e a exaltaram em cantos heróicos.
Sem a sua alma - a nossa língua e a nossa história - Portugal fica reduzido ao défice, ao lixo das agências de rating, a apenas mais um povo ibérico, à cauda da Europa. Sem os seus feriados nacionais, civis e religiosos, o nosso país será como um velho desmemoriado que, por ter perdido a consciência, perdeu também a sua identidade.
Público, 2012-01-14
Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada - Debate Os feriados nacionais.
Fonte: Povo

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

CELEBRAÇÕES DO CENTENÁRIO NATALÍCIO DE S.A., A INFANTA DONA MARIA ADELAIDE DE BRAGANÇA VAN UDEN


No dia 31 de Janeiro próximo,  celebra-se o 100º aniversário de S.A., A Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança van Uden, a única neta viva d'El-Rei Dom Miguel I.

PROGRAMA - 31 de Janeiro de 2012

- 18h45m - Missa de Acção de Graças na Igreja do Bom Sucesso, Rua Bartolomeu Dias, 53 - Pedrouços. A Santa Missa é presidida pelo Senhor Bispo de Beja;

- 20h15m - Jantar de Homenagem no Centro Cultural de Belem;

Inscrições: Envio de comprovativo de Transferencia Bancária para o NIB 0007 0023 0057 6270 00796 para o seguinte endereço de e-mail : commenda.ccb@cerger.com até ao dia 27 de Janeiro às 12.00h mencionando o nome das pessoas a que correspondem.

Informações: 21 362 75 27 ou 92 597 98 36

Atenção : Face à limitação do espaço será respeitada a ordem de inscrição.

Preço do Jantar: 20,00 €

Programa e reservas aqui

2012: O ANO DO ADEUS...

Normalmente no fim de um ano começa-se a procurar o acontecimento mais marcante desse ano. É certo que 2012 ainda há pouco começou mas perante o desnorte que esta republica tem mostrado parece que já se pode antecipar o grande marco do ano que agora se está a iniciar. A menos que Portugal mude radicalmente o percurso (errado) que tem vindo a trilhar. 2012 será, sem dúvida, o ano do adeus. Se o caro leitor não acredita, então veja algumas das coisas a que virá a ter de dizer adeus:
Adeus ao subsídio de férias;
Adeus ao subsídio de Natal;
Adeus a bens de primeira necessidade com taxas de IVA reduzida ou até média;
Adeus à segurança;
Adeus à equidade aquando do pedido de sacrifícios;
Adeus ao poder de compra;
Adeus ao emprego;
Adeus à estabilidade das famílias;
Adeus à paz social;
Adeus ao aumento da natalidade;
Adeus à justiça social;
Adeus à independência nacional;

E a lista continua …

Será esta a ética republicana que tanto se falou/fala?
Com tanto adeus que Portugal vai ter de dizer em 2012 bem que se podia aproveitar para dizer adeus à república de modo a poder mudar de rumo e dizer:
Olá Monarquia;
Olá esperança.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

JANTAR DE REIS EM BRAGA EM SITES ESTRANGEIROS

Le 13 janvier, Dom Duarte du portugal a fêté les rois.- Fonte: Royautes
Plus de photos sur: http://ppmbraga.blogspot.com/
 “Jour des Rois en présence du duc de Bragance à Braga. C'était le 7 janvier 2012Sous le signe de la défense des produits régionaux et locaux et du commerce traditionnel.
Dom Duarte Pio, Duke of Braganza: In Defense of Regional and Local Products and Tradicional Trade. - The Royal Representative 

IGREJA DE SÃO PEDRO DE LOUROSA FAZ 1100 ANOS

É uma das mais antigas de Portugal e a «única» do período moçárabe
A igreja de São Pedro, em Lourosa, com 1100 anos, é uma das mais antigas de Portugal e é a «única igreja moçárabe em Portugal», afirmou o pároco, padre Higino Tchikala, em declarações à Renascença.
O espaço, caracterizado pela quase total ausência de imagens e pinturas, tem arcadas de pedra e a pia batismal original ainda se pode ver. No interior os arcos em ferradura recordam que os árabes dominaram a região entre o século XVIII e XI. Uma inscrição numa pedra remete para o ano 912. No exterior as sepulturas nas rochas também chamam a atenção.
«São vários os pontos de interesse desta igreja», monumento nacional, assinala o site do Igespar.

O início das celebrações jubilares ocorreu este domingo, 15 de janeiro, com uma missa às 11h00 presidida pelo bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes. Antes houve uma arruada e às 15h30 realizou-se um concerto.
O programa comemorativo inclui eventos religiosos e culturais, como a celebração de uma “missa gregoriana”, ciclos de conferências, concertos de música medieval, exposições de pintura e fotografia, além de uma “feira moçárabe”, entre outras atividades.(...)
Ler o artigo todo na snpcultura