quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
NESTE NATAL PONHAM O MENINO JESUS EM VOSSAS CASAS!
Devido a algumas atitudes ligadas ao «politicamente correcto», verifica-se há muitos anos que nas ruas das cidades não as ornamentam com motivos alusivos ao Natal cristão.
Por outro lado, as pessoas saem à rua, vêem umas luzes, umas bolas, e não vêem um Menino Jesus, a Nossa Senhora, o São José, um pastorinho ...não vêem nada!!! O Natal acima de tudo, é uma festa cristã e celebra-se o nascimento de Jesus. Quem não festeja o seu aniversário? É mais Natal honrar o Menino do que honrar uma tradição pagã.
8 DE DEZEMBRO DE 2009 - DIA DA PADROEIRA DE PORTUGAL
Portugal celebra hoje o feriado da Imaculada Conceição de Maria Santíssima, Padroeira de Portugal. O dia, que representa o início do ano litúrgico, é assinalado pela Igreja Católica um pouco por todo o território nacional com procissões e eucaristias. O ponto alto da festa terá lugar em Vila Viçosa, no Santuário da Padroeira, onde são esperados muitos peregrinos este ano. No dia da Imaculada Conceição, o Santuário de Vila Viçosa reveste-se de festa e de gente. Muitos são os peregrinos vindos de vários pontos do país, mostrando a importância que o povo português dá à Imaculada Conceição. Esta data recorda o gesto de D. João IV, que em 1646, consagrou toda a Nação à protecção de Maria. É ainda esta protecção que “o povo procura”! O Santuário de Vila Viçosa foi o primeiro templo dedicado à Imaculada Conceição, na Península Ibérica. A imagem de Nossa Senhora da Conceição foi trazida de Inglaterra para Portugal há mais de 600 anos por D. Nuno Álvares Pereira, nobre guerreiro do século XIV, canonizado como São Nuno de Santa Maria em Abril pelo Papa Bento XVI, a imagem de Nossa Senhora da Conceição passou a ser objecto de culto por ordem de D. João IV, primeiro Rei da dinastia de Bragança.Mas a Imaculada ficou ligada a Portugal e a Vila Viçosa quando D. João IV, nesta vila e perante a imagem de Nossa Senhora da Conceição, depôs a coroa real a seus pés como reconhecimento pela protecção eficaz na libertação do domínio espanhol. A que era somente a padroeira de Vila Viçosa passou com aquele acto a ser a padroeira de todos os portugueses. Depois desse momento, os Reis seus sucessores nunca mais colocaram sobre a cabeça a coroa real.
Foi um momento muito importante na História de Portugal. Com a entrega da coroa, proclamou-se a Restauração da Independência de Portugal.
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Hoje dia 8, pelas 9h30, acolhimento aos Peregrinos e recitação do terço, a cargo das Confrarias de Nossa Senhora. Às 11h, Eucaristia da Solenidade da Imaculada Conceição, presidida por D. José Alves, arcebispo de Évora, e que será transmitida em directo pela TVI. Às 14h30, terço solenizado a cargo da Ordem do Carmo, seguido de Procissão em honra de Nossa Senhora da Conceição pelas ruas de Vila Viçosa com a presença de representantes de Paróquias, Movimentos, Associações, Irmandades e Confrarias e as Ordens de Santa Isabel e de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa com os Duques de Bragança. Às 17h, Eucaristia da tarde, no final da qual haverá um acto de investidura de novos cavaleiros da Ordem de Nossa Senhora da Conceição e acto de Consagração.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
A DOM DUARTE DE BRAGANÇA
Que o Bom Deus
conduza o barão assinalado
e ilumine o seu povo
querido
para a Batalha do Santo Espírito.
A escuridão desprendida
desde aquele Outubro
maldito
esconde o Reino
verdadeiro
de verdadeira gente.
O Anjo do Mal
roubou-lhe a alma
e de valerosa e esforçada
tornou-se fraca
estulta e venal.
Até os que inventaram
mentiras
por ordem do Demo
esqueceram que eram mentiras.
E assim o povo se quer
enganado com verdadeiras
mentiras mentirosas.
Lançada a mácula
do absolutismo
sobre a monarquia
por emissários funestos
de absurdidade,
que se instalaram sem Amor
e se apoderaram da alma
simples de Portugal
propragando repúblicas
e apagando da memória
genrosa da gente ilusa
a verdade
da sua História
não se estranha
a lei estranha que ditaram.
Deus os cure do mal
que mal herdaram.
Miguel José da Cunha Teixeira (Poeta Setubalense)
Que o Bom Deusconduza o barão assinalado
e ilumine o seu povo
querido
para a Batalha do Santo Espírito.
A escuridão desprendida
desde aquele Outubro
maldito
esconde o Reino
verdadeiro
de verdadeira gente.
O Anjo do Mal
roubou-lhe a alma
e de valerosa e esforçada
tornou-se fraca
estulta e venal.
Até os que inventaram
mentiras
por ordem do Demo
esqueceram que eram mentiras.
E assim o povo se quer
enganado com verdadeiras
mentiras mentirosas.
Lançada a mácula
do absolutismo
sobre a monarquia
por emissários funestos
de absurdidade,
que se instalaram sem Amor
e se apoderaram da alma
simples de Portugal
propragando repúblicas
e apagando da memória
genrosa da gente ilusa
a verdade
da sua História
não se estranha
a lei estranha que ditaram.
Deus os cure do mal
que mal herdaram.
Miguel José da Cunha Teixeira (Poeta Setubalense)
domingo, 6 de dezembro de 2009
FOTOS DO JANTAR DOS CONJURADOS DE 2009 CONVENTO DO BEATO
S.A.R., Dom Duarte, durante o seu pequeno discurso no jantar.
SS.AA.RR., Os Duques de Bragança e Dr. Paulo Teixeira Pinto
S.A., O Infante Dom Dinis recebe como presente, um "capote", oferecido pela Real Associação de Lisboa. Na foto com João Mattos e Silva, Presidente da R.A.L. e Duarte Seabra Calado
Regressando à mesa.
Na mesa Real, estavam presentes para além do Presidente da Causa Real, representantes de algumas Reais Associações e José Cid.
Chegada à mesa de SS.AA.RR., Os Duques de Bragança.
No centro da sala, a mesa Real
Os Conjurados foram chegando...
Banca com artigos monárquicos para venda.
Cartazes de São Nuno de Santa Maria

OUTROS AMBIENTES DA FESTA
José Cid
José Cid animou a festa...
S.A.R., Dom Duarte, durante o seu pequeno discurso no jantar.
SS.AA.RR., Os Duques de Bragança e Dr. Paulo Teixeira PintoOUTROS AMBIENTES DA FESTA
João Ferreira Rosa, também abrilhantou o jantar com os seus bons fados.
Suas Altezas Reais, escutam os fados de João Ferreira Rosa
O nosso Príncipe da Beira muito animado...
Os Infantes com um grupo de jovens amigos.
S.A., A Infanta com Duarte Seabra Calado e uma amiga
(Clique nas imagens para ampliar)
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
500 ANOS DA FUNDAÇÃO DO MOSTEIRO DA MADRE DE DEUS
(Clique na imagem para ampliar)Inauguração a 9 de Dezembro, 4ª feira - 18h30. Por ocasião da comemoração do V Centenário da sua fundação, o Museu Nacional do Azulejo inaugura uma exposição dedicada ao edifício, às suas obras de arte e à sua fundadora, no próximo dia 9 de Dezembro, às 18h30. Patente entre 9 de Dezembro de 2009 e 11 de Abril de 2010, esta singular exposição oferece aos visitantes a oportunidade de conhecerem in loco a história de um dos monumentos mais marcantes da cidade de Lisboa.
Fundado em 1509 por iniciativa da Rainha D. Leonor (1458-1525), mulher de D. João II e irmã do Rei D. Manuel I, o Mosteiro da Madre de Deus cedo se afirmou como um espaço de excepção no contexto português. Imbuída do espírito da Devotio Moderna, ou da procura de uma relação mais directa com Deus, D. Leonor foi uma personagem ímpar do universo intelectual e mecenático da Europa do Renascimento. A sua actividade como mecenas, que permitiu tornar o Mosteiro da Madre de Deus num dos mais ricos de Lisboa e do reino, é relembrada nesta exposição que junta peças oriundas de várias partes do continente europeu. São peças de pintura, iluminura, cerâmica, têxteis e escultura, que aliam à qualidade técnica uma riqueza iconográfica e de sentido que importa revelar e analisar no entendimento que se pretende desenvolver da figura da própria Rainha e do lugar a que ficou associada.
Fundado em 1509 por iniciativa da Rainha D. Leonor (1458-1525), mulher de D. João II e irmã do Rei D. Manuel I, o Mosteiro da Madre de Deus cedo se afirmou como um espaço de excepção no contexto português. Imbuída do espírito da Devotio Moderna, ou da procura de uma relação mais directa com Deus, D. Leonor foi uma personagem ímpar do universo intelectual e mecenático da Europa do Renascimento. A sua actividade como mecenas, que permitiu tornar o Mosteiro da Madre de Deus num dos mais ricos de Lisboa e do reino, é relembrada nesta exposição que junta peças oriundas de várias partes do continente europeu. São peças de pintura, iluminura, cerâmica, têxteis e escultura, que aliam à qualidade técnica uma riqueza iconográfica e de sentido que importa revelar e analisar no entendimento que se pretende desenvolver da figura da própria Rainha e do lugar a que ficou associada.
Contactos: Museu Nacional do Azulejo
Rua da Madre de Deus, nº 4, 1900 – 312 Lisboa
Tel: (+351) 218 100 340 - mnazulejo@imc-ip.pt - http://mnazulejo.imc-ip.pt/
O JOGO DA RESTAURAÇÃO - (Pub)
(Clique na imagem para ampliar)
(Clique na imagem para ampliar)Produzido exclusivamente para a Real Associação de Lisboa, o Jogo da Restauração é um divertido e didáctico jogo de mesa para pais e filhos tipo jogo da Glória, constituído por seis peões, dado e um elegante tabuleiro ilustrado com os episódios decisivos que conduziram à aclamação de D. João IV, a casa de chegada.
Ajude a nossa causa e encomende o seu exemplar o Jogo da Restauração, o presente ideal para filhos, sobrinhos e netos a partir dos seis anos. AQUI
Ajude a nossa causa e encomende o seu exemplar o Jogo da Restauração, o presente ideal para filhos, sobrinhos e netos a partir dos seis anos. AQUI
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