segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

DOM DUARTE ENALTECE PAPEL DAS INSTITUIÇÕES SOCIAIS

Os Duques de Bragança, Dom Duarte Pio e Dona Isabel de Bragança, visitaram, ontem, o Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, em Caldas das Taipas, no âmbito do trabalho social que esta instituição desenvolve para crianças e idosos.
Na ocasião, os Duques de Bragança visitam às obras do novo Lar, que será inaugurado em Maio, num projecto global de 2,4 milhões de euros. “O novo Lar de Idosos será inaugurado em Maio deste ano, uma vez que a obra está a decorrer a bom ritmo. Mas neste momento estamos apreensivos para a necessidade de garantir o apoio e efectuar o protocolo de colaboração com a Segurança Social, sendo que neste momento as respostas não são muito claras. Para construir uma obra desta dimensão é preciso o apoio de todos”.
Dom Duarte Pio evidenciou “o trabalho desenvolvido por estas insituições, em prol das pessoas mais carenciadas, é muito importante pois não se pode estar à espera que o Estado resolva tudo porque tem um critério diferente. Temos de apoiar as nossas insituições, sendo muito importante a inter ajuda entre as famílias”.
Dom Duarte teceu ainda duras críricas ao estado do país “a República entrou em bancarrota devido à má gestão, fraudulenta, incompetente e desonesta. Devíamos examinar onde é que foram gastos os fundos financeiros públicos durante os últimos 30 anos”
 Jornal "Correio do Minho" de 19 de Janeiro, pág. 5
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DOM DUARTE DIZ QUE PROPOSTA DE REFERENDO TEM «PERGUNTA MANHOSA»

D. Duarte critica a aprovação recente, na Assembleia da República, da proposta para realização de um referendo sobre adoção e coadoção por casais do mesmo sexo. Para o Duque de Bragança, referendar não resolve nada. «A pergunta é ambígua, direi até propositadamente algo manhosa», disse ontem.
«O que é que nos deve preocupar? Os direitos dos adultos, que escolheram viver de determinada forma, ou os direitos das crianças? Entendo que isso deve ser respondido por especialistas em educação, sociólogos ou psicólogos, pois são eles que nos podem dizer se os interesses das crianças estão ou não salvaguardados quando vão para uma família que não tem pai ou mãe. Infelizmente há muitas crianças institucionalizadas, sem pai nem mãe, mas entendo que esse assunto deve ser respondido por técnicos, pois o cidadão comum não tem dados científicos para tomar essa decisão», explicou.
                                           Jornal "Diário do Minho" de 19 de Janeiro, pág. 5 - Publicada por 

sábado, 21 de dezembro de 2013

FOTOS: DUQUES DE BRAGANÇA NAS SOLENIDADES DA IMACULADA CONCEIÇÃO

A Igreja Católica celebrou no dia 8 de Dezembro o dia da Imaculada Conceição. Uma festa que se situa no início do ano litúrgico, Tempo do Advento, iluminando o caminho da Igreja rumo ao Natal do Senhor. A grande peregrinação anual ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição, neste dia de Solenidades da Imaculada, Padroeira de Portugal, tendo-se realizado a Eucaristia às 11h presidida pelo Arcebispo de Évora, D. José Alves, e pelas 15h a procissão pelas ruas de Vila Viçosa em honra de Nossa Senhora. Um ato de fé que contou com a participação de várias confrarias e irmandades, Dona Isabel de Herédia de Bragança, centenas de cavaleiros vindos de Estremoz, peregrinos vindos de vários pontos do país, em busca das bênçãos da Mãe da Igreja, milhares de pessoas encheram as ruas de Vila Viçosa, registando-se um maior número de crentes neste ano, que se deslocaram ao magnífico Santuário da Padroeira de Portugal.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

CAMPANHA DE REIS - VAMOS AJUDAR PORTUGAL



Caros Associados e Amigos,


O nosso país atravessa um período difícil e é sabido que alguns dos nossos concidadãos sentem diariamente na pele essas dificuldades de uma forma agravada.
A quadra natalícia, tempo de partilha por excelência, obriga-nos a encarar de frente as carências dos portugueses menos afortunados.
Pedimos, pois, a vossa especial atenção para a iniciativa CAMPANHA DE REIS, organizada pela Juventude Monárquica Portuguesa em colaboração com a Cáritas Portuguesa. Poderão contribuir com bens essenciais ( arroz, leite, óleo, azeite, massas, conservas ) que deverão ser entregues na nossa sede ( Praça Luís de Camões, 46, 2º Direito, de segunda a quinta das 15h às 18h, às sextas das 10h às 13h ) até ao dia 5 de Janeiro.
Agradecemos antecipadamente a vossa generosidade.

- A Direcção

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

DUQUES DE BRAGANÇA MOSTRAM COM ORGULHO OS FILHOS JÁ CRESCIDOS

D. Duarte e D. Isabel fazem questão de incutir nos três infantes o espírito da Monarquia

Uma vez mais cumpriu-se a tradição. Como todos os anos na noite de 30 de novembro, véspera do Dia da Restauração, realizou-se o Jantar dos Conjurados. Desta vez, o local escolhido foi a Voz do Operário, na Graça, em Lisboa. A chegada dos duques de Bragança ao local, decorado com muitas bandeiras monárquicas, foi um autêntico motivo de festa.


Para esta noite de especial significado para a dinastia de Bragança e para Portugal (uma vez que assinala a data do fim do Domínio Filipino em 1640),D. Duarte Pio e D. Isabel fizeram questão de levar os três filhos, que acabaram por ser também eles o centro das atenções.



Visivelmente orgulhosos dos infantes, os duques mostraram a todos os monárquicos como os filhos já estão crescidos. O príncipe Afonso de Santa Maria, de 17 anos, a infanta Maria Francisca, de 16, e infante Dinis, duque do Porto, de 14, mostraram-se muito sorridentes.



Depois do discurso do duque (que falou sobre o estado do País e o futuro de Portugal), seguiu-se uma prolongada ovação. Entre palmas, muitos monárquicos gritavam: “Viva o rei”! O cumprimento à família foi outro momento emocionante, com todos os presentes a quererem cumprimentar os duques e os infantes.



Após o jantar, que consistia em sopa, arroz de pato e salada, com pastéis de nata para sobremesa, acompanhados de vinho, a noite contou ainda com a presença de um grupo folclore. A duquesa e os três filhos fizeram questão de participar.



Mais tarde, o espaço transformou-se numa espécie de discoteca, com direito a DJ, ao som de êxitos dos anos 60, 70 e 80, mas também alguns atuais como o Não Me toca de Anselmo Ralph que agradou aos mais jovens que dançaram com os infantes.




Fotos: Helena Morais

Uma vez mais cumpriu-se a tradição. Como todos os anos na noite de 30 de Novembro, véspera do Dia da Restauração, realizou-se o Jantar dos Conjurados. Desta vez, o local escolhido foi a Voz do Operário, na Graça, em Lisboa. A chegada dos duques de Bragança ao local, decorado com muitas bandeiras monárquicas, foi um autêntico motivo de festa.


Para esta noite de especial significado para a dinastia de Bragança e para Portugal (uma vez que assinala a data do fim do Domínio Filipino em 1640), Dom Duarte Pio e Dona Isabel fizeram questão de levar os três filhos, que acabaram por ser também eles o centro das atenções.



Visivelmente orgulhosos dos Infantes, os Duques mostraram a todos os monárquicos como os filhos já estão crescidos. O Príncipe Afonso de Santa Maria, de 17 anos, a Infanta Dona Maria Francisca, de 16, e Infante Dom Dinis, Duque do Porto, de 14, mostraram-se muito sorridentes.



Depois do discurso do Duque (que falou sobre o estado do País e o futuro de Portugal), seguiu-se uma prolongada ovação. Entre palmas, muitos monárquicos gritavam: “Viva o rei”! O cumprimento à família foi outro momento emocionante, com todos os presentes a quererem cumprimentar os Duques e os Infantes.



Após o jantar, que consistia em sopa, arroz de pato e salada, com pastéis de nata para sobremesa, acompanhados de vinho, a noite contou ainda com a presença de um grupo folclore. A Duquesa e os três filhos fizeram questão de participar.



Mais tarde, o espaço transformou-se numa espécie de discoteca, com direito a DJ, ao som de êxitos dos anos 60, 70 e 80, mas também alguns actuais como o Não Me toca de Anselmo Ralph que agradou aos mais jovens que dançaram com os infantes.



Revista VIP


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

PORTUGAL MEU FELIZ REGAÇO

É já amanhã o lançamento deste trabalho poético do nosso associado Pedro Furtado Correia, dedicado a SS.AA.RR., Os Duques de Bragança.
Real Associação de Lisboa

domingo, 15 de dezembro de 2013

REFERENDO SIM!


Onde está a Democracia, se nos negam o direito à escolha: nunca foi dado aos Portugueses a liberdade de escolher sobre que sistema de governo pretendem – república ou Monarquia -, pois a Constituição da república portuguesa, ao consagrar na alínea b) do Artigo 288.º que “as leis de revisão constitucional terão de respeitar a forma republicana de governo”, impede com esta Cláusula Pétrea um referendo nacional sobre esta matéria, mas apesar do limite material nada impede que formalmente haja uma revisão constitucional, tudo depende do bel-prazer de 2/3 dos deputados eleitos e em efectividade de funções.

Temos Voz! Está na hora dos Monárquicos poderem exprimir a sua convicção!

sábado, 14 de dezembro de 2013

A HISTÓRIA COMO HERANÇA


É sabido que Sua Alteza Real, Dom Duarte de Bragança, Herdeiro do Trono de Portugal, Rei de jure de Portugal, é descendente directo de El-Rei Dom Afonso Henriques, fundador do Reino. É sabido que, por isso mesmo, descendente da maioria dos Reis de Portugal, pois rigorosamente sabemos que não é de todos! Sim, sabemos disto tudo.

Mas que significado tem ser-se descendente do primeiro Rei de Portugal e de tanta Ilustre Gente que atravessou gerações e gerações para que chegássemos ao presente?

Não se trata apenas de se ser descendente de personalidades que fundaram e expandiram Portugal, trata-se do significado intrínseco da existência de Portugal como Nação emancipada ao Reino de Leão e Castela, no tempo de Dom Afonso Henriques e posteriormente com a Restauração, em relação a Espanha unificada. Ter a História como Herança, é um acumular de experiência histórica riquíssimo, tanto para o bem, como para o mal. É um facto, que nem toda a História da Monarquia Portuguesa foi brilhante. Portugal sofreu sérios desastres nacionais também nesse tempo. E no entanto, foi o período mais extraordinário de toda a nossa História. Portugal fundou-se na Monarquia, expandiu-se, consolidou-se, projectou a Lusofonia, e os alicerces fundamentais de um Estado de Direito, em Monarquia. Foram 8 séculos de venturas e desventuras, mas como digo, um imenso acumular de experiência, à qual, os Portugueses devem recorrer, para aprender a resolver os seus problemas actuais com elevação e sentido cívico.

Vivemos dias atrozes, de enorme angústia. Na nossa História, passámos inúmeras vezes por situações semelhantes ou ainda piores, e no entanto, os nossos antepassados, foram capazes de se unirem e de erguerem-se, muitas vezes, procurando soluções que, na maioria dos casos, nos trouxeram dias melhores.
Uma Nação com estes séculos de História, como Portugal, é bem mais do que um simples adjectivo (República Portuguesa); tendo a História como Herança, trata-se de um Reino que se quer restaurado, reerguido, para proveito da res publica dos Portugueses.

Muitos Povos, com uma História tão ou mais antiga que a nossa, foram capazes de manter uma tradição secular, ligada à Instituição Real. Outros, actualmente, estão a pensar seriamente em restaurar suas Monarquias. Numa época, como a que estamos a viver, com um sentimento de esgotamento e sem perspectivas quanto ao nosso futuro, é tempo de uma nova Aclamação, aquela que nos trará o Herdeiro da nossa História, para a Chefia do Estado, e será a melhor garantia do nosso futuro.

Ter uma Monarquia, não é apenas uma questão de Hereditariedade. Aliás é bom recordar que todos nós somos uma consequência de uma Hereditariedade! Não se trata de ter uma Família Real a liderar o País. Trata-se de ter uma visão a longo prazo, e pensar que ter um Rei, uma Rainha e uns Infantes Herdeiros, será a partir do presente, preparar o futuro. A Monarquia garante, além da Democracia, estabilidade, responsabilidade, patriotismo, sentido de Estado, transparência na política, e repito mais uma vez, uma res publica com futuro garantido. Se desde o século XVI, os nossos Reis eram considerados os Protectores da República, então seguramente, teremos na Instituição Real, a melhor protecção do nosso bem comum. Chamemos pois o Herdeiro da História. Chamemos pois Aquele que tem a História como Herança. Aclamemos, pois, Dom Duarte de Bragança!