domingo, 18 de março de 2012

IMPRENSA: S.A.R., DONA ISABEL DE BRAGANÇA ENTRONIZADA NA CONFRARIA DO PÃO DE LÓ TRADICIONAL

S.A.R., Dona Isabel de Herédia de Bragança, Confrade da Confraria Gastronómica do Pão-de-ló Tradicional.
A esposa do Duque de Bragança, Dona Isabel de Herédia de Bragança, tornou-se ontem um dos mais recentes confrades da Confraria Gastronómica do Pão-de-ló Tradicional (CGPLT).
Além de Dona Isabel de Herédia de Bragança, foram entronizados mais seis novos confrades.
A cerimónia aconteceu ontem de manhã na Igreja de São Pedro do Toural, em Guimarães.
Para Dona Isabel de Herédia de Bragança, a entronização tem muito significado porque “a Confraria tem ajudado a preservar a identidade portuguesa, através da divulgação das tradições e da história. E um país tem de ter sempre referências históricas”.
A presidente da CG PLT, Fátima Salgado, referiu durante a cerimónia, que “o Minho é lambão. Vivemos na época da globalização, mas a humanidade está ávida do que é genuíno. Hoje há uma procura incessante do património local”.
Daí a importância, diz Fátima Salgado, de “uma boa promoção do produto regional de qualidade que é o pão-de-ló tradicional”.
Depois da entronização, foi feita uma cerimónia de boas-vindas, pelo presidente da Câmara Municipal, António Magalhães, que salientou a importância do património histórico. Nas cerimónias estiveram presentes 15 Confrarias vindas de várias partes do país.
Correio do Minho, 18 de Março de 2012

IMPRENSA: FUNDAÇÃO DA CASA DE BRAGANÇA RECUSA ACESSO A RELATÓRIO E CONTAS

"Expresso" de 17 de Março de 2012
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IMPRENSA: "MARCELO VAI TER DE RECONHECER A ACTUAL DINASTIA DE BRAGANÇA"

Jornal "Expresso" de 17 de Março de 2012
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sábado, 17 de março de 2012

VÍDEO: ENTRONIZAÇÃO DE S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL NA CONFRARIA GASTRONÓMICA DO PÃO DE LÓ TRADICIONAL

S.A.R., Dona Isabel de Herédia de Bragança foi entronizada pela Confraria do Pão de Ló Tradicional, este sábado em Guimarães. A cerimónia decorreu na Igreja de S. Pedro, no âmbito do segundo capítulo da Confraria.
Foram igualmente entronizadas outras cinco personalidades. Depois da cerimónia realizou-se um passeio pelas principais ruas da Cidade. No Paço dos Duques de Bragança, o Presidente da Câmara presidiu a uma sessão de boas vindas aos visitantes, finda a qual decorreu um almoço de confraternização num Restaurante do Centro Histórico.

ENTRONIZAÇÃO DE S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL, DUQUESA DE BRAGANÇA NA CONFRARIA GASTRONÓMICA DO PÃO DE LÓ TRADICIONAL

Conforme foi noticiado neste blog, foi hoje entronizada em Guimarães, na Confraria do Pão de Ló Tradicional.
Foto: Pão de Ló de Margaride (facebook)

PORQUE É QUE NÃO POSSO SER PORTUGUÊS?

Os artigos resultantes do inquèrito/ sondagem nacional, realizado pelo ABC.es, desmitificam claramente a propagana republicana portuguesa sobre o futuro da monarquia em Espanha.
Espanha...continua ainda, a chamar-se Espanha.
Aqui, em terras de jardim plantado à beira-mar, continuamos a ser por nascimento, imagine-se o excelso privilégio, de nos designarmos, perante o regime, republicanos portugueses.
Bonito...não é? Porquê? Porque nascemos na Républica Portuguesa, e não em Portugal.
Pois, então...o resultado dos inquéritos, ou sondagens, como queiram, concluem, que a Monarquia espanhola, como regime, ultrapassa a própria figura do Rei, é positiva para a sociedade espanhola e assume um compromisso mais forte com a democracia. Perante este facto, sete em dez espanhóis, escolhe a monarquia como regime ideal para o seu País.
O próprio ABC.es, continua e enuncia outros dados que convém, desde já, enunciar, sobre a monarquia espanhola, e que podem ajudar a compreender os portugueses da vantagem da monarquia versus républica:
1) A Monarquia representa a pluralidade da identidade e a constante renovação da continuidade;
2)  A Monarquia é um regime mais moderno;
3)  A Monarquia permite independência;
4)  O pior Rei é melhor;
5)  Não é o sistema perfeito; mas é o melhor possível.
Perante todos estes factos, muito simples, sem grande laço de pseudo-intelectual, que pessoalmente detesto - não é necessário discursos redondos, para justificar aquilo que é mais da mais elementar compreensão, caberá perguntar:
- Os espanhóis serão mais ou menos inteligentes que os portugueses? Serão, por acaso retrógados, nostálgicos e incompreensivelmente saudosistas? Duvido, porque a saudade é nossa e de mais ninguém.
- Será que em Espanha existe democracia? Então, se não existe, o que é existe?
- Porque é que, nós pedimos nos últimos quase 40 anos de "ditosa" democracia, três ajudas externas para podermos sobreviver, e em Espanha nenhuma ajuda foi pedida?
- Porque é que continuam a insistir que no meu País, terá que existir sempre uma Républica? De desgraça em desgraça, em prol de uma ética abstracta, que não é exclusiva de ninguém?
- Porque é que continuam a insistir na ditadura de regime, quando este colapsou?
- Porque é que eu não posso ser PORTUGUÊS?
José A. P. S. Bastos

sexta-feira, 16 de março de 2012

SINTRA - PROMOVER AS CAMÉLIAS


Camélia Rainha Dona Amélia

Palácio Nacional de Sintra – Exposição e Concurso de Camélias
A Parques de Sintra, o Palácio Nacional de Sintra e a Associação Portuguesa de Camélias apresentarão, a 17 e 18 de Março, a II Exposição de Camélias – Sintra 2012. Esta exposição e concurso, a ter lugar no Palácio Nacional de Sintra, contará com diversas quintas históricas e produtores de camélias, e incluirá a atribuição de prémios para os melhores lotes de flores apresentadas.
Assim, um júri composto por dra. Joana Andresen Guedes (presidente da Associação Portuguesa de Camélias), prof. António Lamas, (presidente do conselho de administração da Parques de Sintra), e dr. Inês Ferro (diretora do Palácio Nacional de Sintra), bem como diversos especialistas em camélias, irá avaliar a qualidade e beleza (como critérios de avaliação) dos lotes de flores apresentadas, atribuindo prémios não só para a Melhor Camélia como para a Melhor Camélia de uma variedade de origem portuguesa.
Até Abril, os parques, quintas e jardins de Sintra são animados pelas graciosas flores das “japoneiras”, sendo estas o ex-libris do Inverno sintrense, motivo para bailes e festas. A introdução de camélias em Sintra (Parque da Pena) e o gosto pelo cultivo de variedades no século XIX deveu-se fundamentalmente a Dona Maria II e a Dom Fernando II. Muitas destas variedades foram baptizadas com nomes de membros da Família Real, em reconhecimento e como forma de divulgação das camélias em todo o país, sobretudo no Norte, onde o clima era também favorável ao seu cultivo.
Em Sintra, a presença de camélias é ainda hoje muito importante, e esta exposição vem permitir a promoção científica da enorme coleção de camélias existente na área.
Horário: 17 de Março: 14h30 – 17h30 // 18 de Março: 10h – 17h30
Entrada livre nos jardins do Palácio Nacional de Sintra.
Ver mais no Jornal de Sintra, 15 de Março de 2012

quinta-feira, 15 de março de 2012

UM VINHO NA ROTA DOS DESCOBRIMENTOS

Garrafa em grés vulcânico (cerâmica feita com barro vulcânico, pedra pomes e caulino, cozida a 1200ºC, cujo vidrado é composto de pó de pedra e cinza de madeira) pelo artista Renato Costa e Silva, que assina e numera cada peça.
As 100 garrafas, editadas pela Casa Agrícola Brum em 1995, foram cheias com um generoso Verdelho dos Biscoitos, colheita de 1991, comemora “Um Vinho na Rota dos Descobrimentos Portugueses”. O formato foi inspirado nas garrafas daquela época.

quarta-feira, 14 de março de 2012

PORQUE...

- Porque o Rei sendo independente dos partidos se preocupa realmente com Portugal no seu todo e não apenas com os pequenos grupos influentes.
- Porque o Rei impõe respeito, ético e moral evitanto que a classe política se desacredite.
- Porque percebo a vantagem de o Rei ser preparado desde a infância para reinar. Não há improvisos e todos os portuguese podem acompanhar a Família Real e o futuro Rei.
- Porque na Família Real Portugusa vejo o culto do bem e do belo e acredito que nesta Família se cultiva de forma única um grande amor a Portugal.
- Porque de forma viva representam o maior símbolo humano da Família Real Portuguesa: honrando a herança dos nossos antepassados, apoiando a sua identidade única e dignificando os portugueses de hoje, sem abandonar as futuras gerações de portugueses ao egoísmo de alguns.
- Porque por um sentimento que não sei explicar, mas que me leva a defender a Família Real Portuguesa como se da minha família se tratasse, da minha e das famílias de todos os meus parentes e amigos que são todos os que amam Portugal.
- Porque Dom Afonso, 1º Rei de Portugal, como "humilde servo", com o consentimento do povo colocou o Seu Reino e a Sua Gente debaixo da protecção da Virgem Maria.
- Porque Dom João IV com a aprovação das Cortes entrega à Santíssima Virgem a Coroa Real, os reinos e o povo e pede-lhe amparo e a defesa de todos os inimigos.
- Porque no séc.XXI todos os anos, milhões de portugueses aclamam a Virgem Maria como Rainha de Portugal, e acredito que gostariam se os deixassem, de regressar à Tradição dos Reis de Portugal, sob a protecção da nossa Padroeira.
- Porque é mais barata a Monarquia. Não existem eleições presidenciais, que se repetem de tantos em tantos anos, cujos custos são enormes. Em Monarquia há apenas um só Rei enquanto no sistema republicano, um regime normalmente imposto pelas forças das armas, recebem do Estado o ordenado de presidente e mais benesses, à custa dos cidadãos.
 

terça-feira, 13 de março de 2012

RAINHA DONA AMÉLIA NO EGIPTO

Março de 1903 - S.M., A Rainha Dona Amélia em frente a uma das pirâmides em Gizé (Egipto), posando em cima de um camelo.
O Príncipe Real e o Infante Dom Manuel com Quediva Hilmi Abbas II

NÃO FUGIMOS PARA GIBRALTAR!

«Durante todos estes longos anos, nunca falei.
É verdade que ainda era vivo o Rei Dom Manuel, meu Filho, todo dedicado à causa portuguesa, e que tenho o orgulho de ter educado no culto da sua Pátria. E se agora vivo em França, depois de vinte e cinco anos passados em Portugal (...) as minhas afeições, e mesmo a minha tragédia, fizeram de mim portuguesa até à alma.
(...) Pedi que fosse desmentido um dos mais crueis boatos sobre a nossa partida de Portugal. Não fugimos para Gibraltar. Assim que embarcámos na Ericeira (...) tinhamos a intenção de nos dirigir para o Norte e desembarcar no Porto, que reclamava o seu Rei. (...) Quero desmentir aqui solenemente aqueles que ainda ousam dizer que nos dirigimos para o Sul porque, a bordo, havia duas raínhas em lágrimas. É mentira. (...)
Não chorámos, não nos queixámos, não tivemos medo. Chorei, sim, mais tarde, mas de pena e desespero. Nunca os Bragança foram cobardes! (...) mesmo na morte - amámos a Pátria distante».
Do livro «Eu, Amélia, Última Rainha de Portugal», pág. 224.

segunda-feira, 12 de março de 2012

O DISCURSO DO REI

A Voz de um Rei, é a Voz Inspirada na História de toda uma Nação, em cada momento, em cada geração, em nome da Esperança. Foi assim com Jorge VI, foi assim com Juan Carlos I, foi assim com outros Monarcas que se dirigiram aos seus povos e apelaram à resistência em nome da Liberdade dos mesmos sobretudo, no século XX, graças, obviamente, aos novos meios de comunicação que foram sendo criados e aperfeiçoados….
Poucos povos poderão se dar hoje ao luxo de dizerem que podem ouvir a voz de seus Reis. Poucos poderão dizer que ouvem neles, a representação, no presente, da História de um certo passado que vem das raízes dos princípios da nacionalidade.
Poucos poderão afirmar que percebem que a voz isenta e independente dos seus Reis, significam a formação de um consenso político generalizado a bem da governança da Nação.
Em comparação, a voz de um Presidente representa acima de tudo os interesses políticos partidários. É inútil seja qual for o Presidente que assuma o cargo para o qual foi eleito, que se afirme que este representa um todo, quando é só uma parte e sobretudo representa, claramente, os interesses partidários de uma certa elite partidocrática e não o todo nacional.
Ao ouvirmos um Rei, ou o Rei, estamos a receber de Sua Majestade, porque é a Dignidade que lhe conferida pela História, uma Mensagem de Esperança e de força para encararmos as dificuldades no presente para preparação de um outro futuro.
Tenhamos pois, os ouvidos bem abertos e ouçamos a Mensagem que a História nos transmite. Nenhuma República durará muito tempo e é inútil se pensar em fazer “colecções” de república como em Portugal, França, Alemanha, Itália, Brasil, etc… porque ao haver um acumular de república, acaba-se por se demonstrar que nenhum sistema republicano verdadeiramente consegue resultar e prevalecer e que só a Monarquia com a sua experiência adquirida pela História, é que é o verdade serviço da Nação e portanto é a melhor Voz, para reunir os consensos que a república não aprova.
Sejamos, pois capazes de ultrapassarmos os conflitos que a Democracia republicana é digna precursora e percebamos que só uma Democracia Real, pode ajudar à criação de consensos políticos e à permanência e desenvolvimento das diversas políticas governativas, mesmo se o Rei não governa, para bem de todos os Cidadãos. Daí os índices de desenvolvimento serem claramente maiores nas Monarquias do que nas Repúblicas.
Somos Cidadãos, sim. Mas não podemos ter tudo e não podemos escolher tudo. Mas mesmo assim, é a República que nos impede de escolher a Monarquia. Sejamos, pois corajosos em enfrentarmos os interesses partidocráticos republicanos que impedem a livre expressão de qualquer cidadão de um dia poder escolher, se for sua legítima vontade democrática, a Monarquia.