segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O VÍRUS

Somos portadores de um vírus altamente perigoso para nós e para a sociedade. É o vírus da anti-solidariedade.
Quem o disse foi o cardeal Tettamanzi – um homem que sabe do que fala, porque foi arcebispo de Milão, uma das maiores dioceses do mundo. Esteve esta semana em Fátima para nos despertar para as coisas essenciais.
O virus da anti-solidariedade faz com que cada um viva como se estivesse numa ilha deserta, à maneira de Robinson Crusoé. Como se nunca tivesse sido gerado por ninguém e pudesse viver, crescer, aprender, trabalhar, amar e sofrer sem nunca fazer referência a outros.
Aliás, o cardeal Tettamanzi recordou com fina ironia que a aventura de Robinson Crusoé acaba mal, porque quando encontrou um seu semelhante fez dele escravo…
Numa sociedade em que as relações são cada vez mais inconstantes e superficiais, é pois indispensável reconhecer a objectiva interdependência entre cada um de nós e o outro. Sob pena de deixarmos de ser humanos.
Aura Miguel, 16 de Setembro de 2011
Fonte: Rádio Renascença

domingo, 18 de setembro de 2011

CARTA DE UMA CIDADÃ

Cavaleiros da Ordem do Infante Dom Henrique? Só nos faltava esta!!!  
Exmo. Sr. Presidente da.... etc. e tal...
O meu nome é Catarina Patrício, sou licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, fiz Mestrado em Antropologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sou doutoranda em Ciências da Comunicação também pela FCSH-UNL, projecto de investigação "Dissuasão Visual: Arte, Cinema, Cronopolítica e Guerra em Directo" distinguido com uma bolsa de doutoramento individual da Fundação para a Ciência e Tecnologia. A convite do meu orientador, lecciono uma cadeira numa Universidade. Tenho 30 anos.
Não sinto qualquer orgulho na selecção de futebol nacional. Não fiquei tão pouco impressionada... O futebol é o actual opium do povo que a política subrepticiamente procura sempre exponenciar. A atribuição da condecoração de Cavaleiro da Ordem do Infante Dom Henrique a jogadores de futebol nada tem que ver com "a visão de mundo" (weltanschauung) que Aquele português tinha. A conquista do povo português não é no relvado. Sinto orgulho no meu percurso, tenho trabalhado muito e só agora vejo alguns resultados. Como é que acha que me sinto quando vejo condecorado um jogador de futebol? Depois de tanto trabalho e investimento financeiro em estudos?!! Absolutamente indignada.
Sinto orgulho em muitos dos professores que tive, tanto no ensino secundário como no superior. Sinto orgulho em tantos pensadores e teóricos portugueses que Vossa Excelência deveria condecorar. Essas pessoas sim são brilhantes, são um bom exemplo para o país... fizeram-me e ainda fazem querer ser sempre melhor. Tenho orgulho nos meus jovens colegas de doutoramento pela sua persistência nos estudos, um caminho tortuoso cujos resultados jamais são imediatos, isto numa contemporaneidade que sublinha a imediaticidade. Tenho orgulho até em muitos dos meus alunos, que trabalham durante o dia e com afinco estudam à noite....
São tantos os portugueses a condecorar...
e o senhor "P. da R." condecorou com a distinção de Cavaleiro da Ordem do Infante Dom Henrique jogadores de futebol... e que alcançaram o segundo lugar... que exemplo são para a nação? Carros de luxo, vidas repletas de vaidades... que exemplo são?!
Apresento-lhe os meus melhores cumprimentos,
Catarina

REAL FRASE DO DIA


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sábado, 17 de setembro de 2011

COMEMORAÇÃO DA FUNDAÇÃO DA NACIONALIDADE - 5 DE OUTUBRO DE 2011, EM COIMBRA

A Causa Real e a Real Associação de Coimbra organizam no próximo dia 5 de Outubro nessa cidade um programa de comemorações da Fundação da Nacionalidade, decorrente da assinatura do Tratado de Zamora, um diploma resultante da conferência de paz entre Dom Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela a 5 de Outubro de 1143.
Do programa da efeméride consta uma Missa Solene seguida de homenagem ao Rei Fundador, pelas 11h00 na Igreja de Sta. Cruz, seguindo-se pelas 15.00hs na sala do capítulo uma alocução de S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança aos presentes, após a qual será recebido na Câmara Municipal de Coimbra.
A Real Associação de Lisboa disponibiliza transporte ida e volta, veja aqui
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TODOS A COIMBRA DIA 5 DE OUTUBRO PARA A COMEMORAÇÃO DA FUNDAÇÃO DA NACIONALIDADE

Com vista à participação nas comemorações da fundação da nacionalidade que decorrerão em Coimbra no próximo dia 5 de Outubro, a Real Associação de Lisboa disponibiliza a todos os interessados um autocarro para a respectiva viagem.

Reservas
Para reserva de lugar as inscrições na Praça Luís de Camões de 19 a 29 de Setembro das 15h00 às 18h00 ou através da loja online, seguindo estas ligações:
• Reservas/Adultos - €25,00
• Reservas/Jovens* - €15,00 (disponíveis 10 lugares para as primeiras 10 reservas) *até 20 anos.

Horários
Partida para Coimbra, da Praça Luís de Camões - 08h30
Regresso a Lisboa, Praça Luís de Camões (de local a indicar) – 18h00
*até 20 anos
Fonte: Real Associação de Lisboa

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

FOTOS: S.A.R., DOM DUARTE PARTICIPOU NA APRESENTAÇÃO DO LIVRO DE PAIVA COUCEIRO

Miguel de Paiva Couceiro, neto de Henrique de Paiva Couceiro, na sessão de autógrafos
Sala da Torre do Tombo
S.A.R., Dom Duarte com o Arq, Ribeiro Telles e Eng. José Lobo de Vasconcelos

ESPÓLIO DE PAIVA COUCEIRO EM ANÁLISE

O historiador Filipe Ribeiro de Menezes sobre o espólio de Paiva Couceiro. Ribeiro de Meneses escreveu um livro sobre o administrador colonial e político português. - 15.09.2011 -  22:53 - Jornal das 9 -  SIC NOTÍCIAS

VEM AÍ MAIS UM 5 DE OUTUBRO!

E não é o que alguns ainda celebram como o dia da Proclamação da República, ou da Instauração da Tirania, de uma ética, que não é de todo republicana, que de ditadura em ditadura, trouxe, exactamente o oposto, em total desequilibro, que nos levou à actual situação verdadeiramente alarmante que hoje vivemos.
Vale a pena comemorar a república de tudo isso?
Ou não valerá antes, a pena, celebrar algo que está acima de todos nós, que é a Liberdade, a Independência, e a nossa Herança Histórica Colectiva, que vem desde o 5 de Outubro de 1143, até à actualidade, apesar da república de hoje , estar a fazer tudo para renegarmos o que fomos e o que podemos ser!
Não! Portugal não é um País caloteiro!
Sim! Portugal é cumpridor!
Não! Portugal não precisa de uma classe política medíocre!
Sim! Portugal precisa de um sistema constitucional completamente novo, que a Constituição não seja o programa de um partido político, mas que seja a guardiã dos valores reconhecidos por todos nós, como a Democracia, a Liberdade, a Igualdade de oportunidades, não dando, lugar, obviamente, a oportunistas.
Portugal precisa de um Monarca Constitucional, independente dos Partidos, Livre e Independente, que coloque a Nação como ponto fundamental para o Serviço que cabe não só a ele, mas também a toda a Nação.
Antes de reclamar por direitos, é preciso cumprir com o nosso dever. E o nosso dever neste momento é só um:
- Apoiar o nosso Rei! Ir a Coímbra no próximo dia 5 de Outubro, bem equipado, com uma T-shirt a dizer “Quero um Rei… e Tu?”, uma Bandeira do Reino de Portugal, e uma voz bem afinada para gritar a plenos pulmões Vivas ao Rei e à Família Real e se possível trazer mais Portugueses para a Causa de Portugal.
A Monarquia não pertence nem ao Rei nem aos Monárquicos. A Monarquia é de todos os Portugueses. É o melhor bem que temos em reserva. É preciso restaurar o Trono, que é a garantia de um melhor futuro e não há dúvidas para ninguém, que o Senhor Dom Duarte de Bragança, está mais do que preparado para assumir essa alta responsabilidade.
Chegou a hora de reclamar pelo Direito Universal de se poder escolher o regime. Dizer claramente que o artigo 288b) da Constituição, ao consagrar a forma republicana de governo, é um atentado à liberdade de escolha de regime. É uma injúria às Monarquias Democráticas Europeias, e acima de tudo, renega uma forte percentagem de Portugueses que se revê na Monarquia e que tem direito a ter uma palavra a dizer!
Seja qual for o resultado de um referendo Monarquia ou República, acima de tudo, a primeira vitória do lado monárquico, será quando conseguirmos alterar a Constituição e é neste sentido que devemos todos lutar.
Depois desse passo, virão outros. Não é o Povo que tem que vir ter connosco. Somos nós que temos que ir ao encontro do Povo.
Fonte: PDR

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

FOTOS: ENTREGA DOS PRÉMIOS E ASSINATURA DO PROTOCOLO COM O PRÉMIO INFANTE D. HENRIQUE - FUNCHAL

(Clique na imagem para ampliar)

XIV TOURADA REAL EM VILA FRANCA DE XIRA COM A PRESENÇA DA FAMÍLIA REAL

(Clique na imagem para ampliar)
Na sequência da preparação para a XIV Tourada Real a realizar dia 30 de Setembro às 22.00h, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira com a presença da Família Real em Vila Franca de Xira, promove um conjunto de pequenos eventos inseridos nas festas da Cidade e num curto percurso pedonal na zona Histórica de Vila Franca de Xira.

A XIV Tourada Real comemorativa dos 110 ANOS DA INAUGURAÇÃO DA PRAÇA PALHA BLANCO, POR SUA MAJESTADE EL´REI DOM CARLOS I DE PORTUGAL

17h00 - Recepção e cumprimentos na Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
17h15 -  Visita à Igreja da Misericórdia e Museu
17h45 - Inauguração da Exposição de Pintura “Arte e Toiros”

Na casa Museu Mário Coelho
18h00 -  Visita a Tertúlias Taurinas de Vila Franca
18h30 -  Visita ao Celeiro Patriarcal de Vila Franca, inauguração de uma exposição.
21h30 -  Saída do cortejo em “carro de cavalos”

Da Praça do Município até Praça de Touros
22h00h -  XIV Tourada Real

No intervalo S.A.R., Dom Duarte descerá do Camarote para inaugurar uma placa alusiva ao evento que comemora 110 ANOS DA INAUGURAÇÃO DA PRAÇA PALHA BLANCO, POR SUA MAJESTADE EL-REI DOM CARLOS I DE PORTUGAL.

José Carlos Ramalho

O FIM DA ORTOGRAFIA

“O Fim da Ortografia. Comentário razoado dos fundamentos técnicos do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990)”, de António Emiliano, professor de Linguística na Universidade Nova de Lisboa, publicado em 2008 pela Guimarães, é uma segunda versão do texto apresentado nesse ano ao PR na audiência concedida aos signatários da petição “Em defesa da Língua Portuguesa contra o Acordo Ortográfico”.
É um livro implacável que desmonta, tecnicamente, ponto por ponto, o Acordo Ortográfico, concluindo que se trata de “uma reforma ortográfica inexplicável”. Para António Emiliano, esta reforma, “por atentar contra a estabilidade do ensino, a valorização da língua e a integridade do seu uso, valores que a Constituição consagra e protege, (...) não serve o interesse de Portugal e deve, em consequência, ser impugnada e rejeitada.”

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

PEREGRINAÇÃO AO TÚMULO DO BEATO CARLOS D'AUSTRIA - S.A.R., DOM DUARTE APRESENTOU CUMPRIMENTOS AO BISPO DO FUNCHAL

Familiares e descendentes do Imperador/Beato Carlos d’ Áustria, falecidono Funchal em 1922, virão em peregrinação à Madeira para celebrar o 90.º aniversário da sua morte, confirma Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, em declarações ao JM.
O Imperador Carlos d´Áustria viveu apenas cinco meses entre nós, mas grangeou a simpatia e o respeito de todos os madeirenses que, ainda hoje, se orgulham da sua presença para além da morte, a partir igreja do Monte, onde está sepultado, e cujo túmulo é muito visitado por peregrinos de todo o mundo, principalmente desde a sua beatificação em 2004, em Roma.
Para assinalar o 90.º aniversário do seu falecimento, a 1 de Abril de 2012, está prevista uma peregrinação à Madeira com cerca de uma centena de pesoas, entre descendentes e familiares . «Espero que isto seja uma maneira de lembrar a figura do Imperador, da sua vida e valores que defendeu», disse ao Jornal da Madeira o Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, que ontem apresentou cumprimentos ao Bispo do Funchal.
Carlos d’ Áustria, referiu, «foi um dos últimos governantes cristãos da Europa; inclusivé, sofreu o exílio e a perseguição porque seguiu o pedido do Papa para acabar rapidamente com a Grande Guerra (1914-18), contrariando assim os planos de guerra de vários países».
Entretanto, o túmulo do Beato Carlos d’ Áustria deverá continuar na nossa Diocese, conforme decisão da família. «O arquiduque Otto (recentemente falecido) achava que devia ficar na Madeira, até pelo apoio e acolhimento dispensados pelos madeirenses»; além de que, «segundo a tradição da Igreja Católica, um santo é da terra onde morreu e onde nasceu para o céu», explicou Dom Duarte Pio.
Ainda em relação à peregrinação em 2012, a família do Imperador manifestou o desejo de ter a presença do Bispo do Funchal, mas tudo dependerá da agenda pastoral, pois, essa data coincide com as celebrações do Domingo de Ramos. D. António Carrilho destaca desde já a importância de «fazer memória viva de alguém que se distinguiu em termos de santidade e que, pela beatificação, é para todos nós referência, modelo e estímulo».
Fonte: Jornal da Madeira, 14 de Setembro de 2011

PORQUE NÃO SE SEGUE ESTE EXEMPLO? DE QUE ESTAMOS À ESPERA?

A iniciativa abrangeu todas as famílias do Porto Santo assinantes da Portugal Telecom. 65% dos porto-santenses favoráveis ao Rei. Inquérito da Real Associação da Madeira revela apoio à Monarquia. 'Ouvido' o Porto Santo, segue-se agora a freguesia do Monte, "lugar de referência no turismo da Madeira.
Mais de metade dos porto-santenses inquiridos pela Real Associação da Madeira vêem com agrado o regresso da Monarquia a Portugal. Num inquérito realizado, em Setembro, a título experimental, na ilha sobre a chefia de Estado, 65 por cento das respostas foram favoráveis ao Rei.
A iniciativa abrangeu todas as famílias do Porto Santo assinantes da Portugal Telecom (PT). No total foram distribuídos 1.136 envelopes, nos quais constava uma carta sobre os objectivos do inquérito, um desdobrável com pontos de reflexão sobre a monarquia, um envelope-resposta pago e ainda um boletim de inquérito com as fotografias de todos os presidentes da República e as fotos da Família Real portuguesa.
Dessas cartas, 39 foram devolvidas por insuficiência de morada. Outras 88 foram respondidas, sendo 20 a favor do presidente da República e 57 a favor do Rei.
Ou seja, 8 por cento dos inquiridos responderam ao inquérito, o que, segundo o presidente da Real Associação da Madeira, João Paredes, é um indicador positivo: "Para os especialistas de marketing é um bom resultado, uma vez que as médias nacionais de respostas aos inquéritos se situam entre os 6 por cento e os 10 por cento".
De acordo com o monárquico, a intenção de lançar este inquérito "não foi de ganhar ou perder, mas sim comunicar e esclarecer a sociedade civil, quer através da comunicação social, quer pelo debate público, quer pelos elementos enviados por correio".
Nesse sentido, "os objectivos foram completamente atingidos", pelo que a iniciativa terá continuidade em todas as freguesias da Região. 'Ouvido' o Porto Santo, segue-se agora a freguesia do Monte "lugar de referência no turismo da Madeira, que pela primeira vez na história criou um Santo a partir dum ex-imperador", lembrou João Paredes.
Para o presidente da Real Associação da Madeira é "inaceitável que num país democrático como o nosso não seja permitido pela alínea b) do art. nº 288 da Constituição escolher a chefia do Estado". E é tendo em vista a alteração deste artigo que a associação centra a sua luta, organizando debates para promover o esclarecimento público. "Não podemos deixar de lembrar que os países mais desenvolvidos da Europa são representados por Reis, que pelo seu prestígio pessoal, pela sua independência política e pela afectividade com que se relacionam com o povo, representam superiormente o país e permitem um desenvolvimento económico equilibrado e a longo prazo", disse.
Data: 09-12-2006
Fonte: Única sempre Avis
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1136 cartas enviadas aos assinantes das Páginas Amarelas;
39 cartas devolvidas por erros ou insuficiência de endereço;
77 respostas (até 09-12-2006):
20 a favor do PR;
57 a favor do Rei.
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Dom Duarte 'um bom Rei' excelente Chefe de Estado
Daria Dom Duarte Pio um bom Chefe de Estado? A pergunta foi feita e a resposta, com justificações, pertence a João Paredes, presidente da direcção da Real Associação da Madeira: "O Senhor Dom Duarte é uma pessoa superiormente inteligente e bem formada, independente e justo, com profundo e actualizado conhecimento da realidade politica nacional e internacional e um grande amor a Portugal, militante na defesa do ambiente e da integridade fisica do nosso país, lutando para defender a identidade nacional quer no plano politico, quer no plano cultural e social, quer no plano paisagistico e arquitectónico. O Duque de Bragança, como descendente de Dom Afonso Henriques, representa os reis que ao longo de 760 anos serviram os Portugueses. Não existe na Europa nação de fronteiras consolidadas tão antiga como a nossa nem uma familia real que reinasse por tantos anos. Daí que não se possa estudar a história de Portugal sem estudar a história dos Bragança, de cuja iniciativa e cultura familiar resultou uma parte significativa do nosso património. Dom Duarte de Bragança é uma pessoa afável, de requintada sensibilidade e grande cultura. Trabalha imenso para dar resposta a todos os que o procuram, mostra-se sempre disponivel para apoiar as causas verdadeiramente importantes para o futuro do nosso país e as instituições que actuam nos países mais pobres e esquecidos de Lingua Oficial Portuguesa, como São Tomé e Principe. Através da Fundação Dom Manuel II, divulga a cultura e a lingua portuguesas no mundo. A expensas próprias, representa Portugal em grande parte dos eventos sociais mais significativos das Casas Reais europeias, na qualidade de parente de diversos Reis e Principes, bem como de Chefe da Casa Real Portuguesa. É recebido com grande dignidade e consideração por Monarcas e governantes em todo o mundo. Por tudo isto, julgo que Dom Duarte de Bragança seria certamente um excelente chefe de Estado.".
Real Madeira