sexta-feira, 1 de agosto de 2008

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DA VISITA REAL A VISEU NO DIA 29 DE JUNHO DE 2008
- 1ª VISITA OFICIAL DO PRÍNCIPE DA BEIRA -
Às 11h00 do dia 29, houve uma missa na Igreja de Santo António, em Viseu
No dia 29, Domingo, pelas 12h00, SS.AA.RR., Dom Duarte e Dom Afonso visitaram o Lar Escola de Santo António, em Viseu.
Chegada de SS.AA.RR., ao Lar

S.A.R., Dom Duarte junto do quadro a carvão de artista viseense, com o retrato da Rainha Senhora Dona Amélia, existente nesse Lar Escola.

Actas de Fundação da Confraria de apoio à infância assinadas por Suas Majestades a Rainha Dona Amélia e o Príncipe Real Dom Luís Filipe.
No dia 29, pelas 16 horas, depois da recepção de Sua Alteza Real, pela Câmara Municipal de S. Pedro do Sul e antes da inauguração do Balneário Dom Afonso Henriques, (informação) :http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/2008/07/dom-duarte-visita-o-balnerio-dom-afonso.html, S.A.R., assistiu ao desfile que recriou historicamente a época em que o primeiro Rei de Portugal, Dom Afonso Henriques, esteve nas Termas de S. Pedro do Sul, antigas “Caldas de Alafoens”, a curar-se de uma perna em consequência de um desastre na Batalha de Badajoz. S.A.R., Dom Afonso não esteve presente nesta visita ao Balneário.
Indo para o local do desfile acompanhado pelo Presidente da Câmara e Vereadores
Assistindo ao desfile
Dom Duarte foi ao "palanque" onde se encontrava o jovem que interpretou a figura de Dom Afonso Henriques
Dom Afonso Henriques, talvez contando a história do acidente na Batalha de Badajoz e Dom Duarte ouvindo-o muito atentamente...
Dom Duarte recebe das mãos do Presidente da Câmara de São Pedro do Sul, uma réplica dum objecto que pertenceu a Dom Afonso Henriques. Será?
Saudações Monárquicas e Viva o Rei!
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segunda-feira, 28 de julho de 2008

1º MASTER DE VERÃO EM POLÍTICA - IDP
Teve lugar um curso livre de política no IDP - Instituto da Democracia Portuguesa, nos dias 25, 26 e 27 de Julho de 2008 no Centro de Formação Profissional de Pescas e Mar, em Pedrouços - Lisboa (situado entre a Docapesca e o restaurante Vela Latina, em frente à passagem para peões do CF Estoril), durante 16 horas lectivas e 12 horas de debate e confraternização, num total de 28 horas. Director Científico: Mendo Castro Henriques e Director do Curso: João Gomes.

No dia 27, às 13h30 houve um almoço para além do encerramento do curso e em homenagem ao Arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles que discursou sobre os problemas actuais do país.
Este 1º Master em Política, obteve larga participação com debates das camadas mais jovens partidárias e da Juventude Monárquica da Real Associação de Lisboa, onde imperou o interesse pelo futuro próximo do país numa conjuntura cada vez menos favorável.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Presidente Honorário do IDP esteve presente no almoço solene de homenagem ao Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles onde procedeu à entrega dos Certificados do Curso de Politica, realçando no seu discurso, uma especial referência à reacção da UE ao resultado do referendo ao Tratado de Lisboa e a ausência de debate sobre os porquês do "Não" irlandês, em deterimento de um imperativo cada vez menos democrático.

Fonte: http://idp.somosportugueses.com/site/

Dom Duarte de Bragança aplaude Master como meio de trazer Juventude ao Debate Político - Excerto do discurso de encerramento do I Master de Verão IDP em Política (25-27 Julho 2008).http://idp.somosportugueses.com/site/ - http://br.youtube.com/watch?v=qnzsp1eFcE4

sexta-feira, 25 de julho de 2008

FOI HÁ 900 ANOS QUE O 1º REI DE PORTUGAL NASCEU
El-Rei Dom Afonso Henriques nasceu no dia 25 de Julho de 1108, segundo a tradição, ou seja, há precisamente 900 anos! 25 de Julho é o dia litúrgico em que se comemora São Tiago Maior, “patrono na reconquista”, cuja devoção, a partir da Galiza, marcou a conquista cristã da Península e a formação do Reino de Portugal. O nascimento de Dom Afonso é indissociável do de Portugal. Sem a vontade expressa deste Rei, motivada pela sua Fé, nunca teria existido Portugal, tal como nós hoje o conhecemos. Pensando no Fundador de Portugal, pensa-se naturalmente na fundação de Portugal, no seu passado, no seu presente e qual será o seu futuro. De facto a História de Portugal está marcada por um série de acontecimentos que foram marcando um caminho, um destino ao nosso país. A memória colectiva ficou indelevelmente marcada pela efeméride dos “Descobrimentos”. A partir desse período, que constituiu o apogeu de Portugal, desde a cultura à economia passando pela afirmação religiosa e politica, a fasquia ficou muito elevada. A herança deixada parece ter-se tornado não um bem mas antes um mal a suportar, um peso-morto constrangedor e castrador do nosso futuro. Mais nenhum período da história nacional conseguiu alcançar o mesmo nível, realizar os mesmos feitos, atingir os mesmos fins. No fundo é o “falta cumprir-se Portugal” de Mensagem, de Fernando Pessoa, que continua a dominar o subconsciente colectivo. É o “Quinto Império” profetizado pelo Padre António Vieira que deve ser construído e ainda não foi. É El-Rei Dom Sebastião que está para chegar e não chega… A glória do passado obriga a uma glória do presente e do futuro, que parece nunca mais se alcançar e que por essa razão nos faz passar de um “determinismo religioso” para um fatalismo do “não voltar a conseguir”. Construiu-se uma desesperança no futuro com base em falhas sucessivas no passado a pós Alcácer-Quibir, e que se repetem no presente. Contudo o nosso destino nunca foi algo predeterminado de forma irremediável, talvez por uma entidade superior ou pelo peso do passado, mas esteve sempre nas nossas mãos a sua construção, à força da nossa vontade, esta orientada para um fim, e animada por uma referência. A vontade é resultado da conjugação da razão e do pensamento com a liberdade que leva à acção. A vontade é fazer o que se quer, racionalmente, e não o que apetece, emocionalmente. Como refere o Papa Bento XVI, “ a liberdade do ser humano é sempre nova e deve sempre de novo tomar as suas decisões. Nunca podem ser tomadas por outro em nosso nome – neste caso, de facto, deixaríamos de ser livres. A liberdade pressupõe que, nas decisões fundamentais, cada pessoa, cada geração seja um novo inicio”. Na verdade cada geração deve ter a liberdade de decidir o seu presente e apesar de carregar consigo um passado, este deve ser condutor, impulsionador, e não castrador. De facto, na História de Portugal, vemos que as grandes realizações, desde a Fundação à Restauração, passando pela Expansão, foram acções pensadas destinadas a um fim, tomadas livremente pela geração de então. Talvez o que nos falta hoje é esta conjugação do pensamento à acção com vista a um fim. Ou talvez o fim que nos norteou sempre não seja o mesmo que nos norteia hoje. O Rei, a Monarquia, foi quem ao longo da nossa história sempre O Rei, a Monarquia, foi quem ao longo da nossa história sempre soube interpretar, da melhor forma, essa vontade de todo um povo. O Rei foi quem tomou a dianteira, foi a referência, no trilhar de uma caminho com vista à felicidade do seu Povo. Portugal encontra-se alienado, confuso, indeterminado. Cabe a esta geração demonstrar a sua vontade, escolher o caminho que marca a nossa identidade e dá sentido à existência de Portugal, cabe a esta geração dizer que Portugal sem Rei não é Portugal, porque sem Rei não se cumpre Portugal!
VIVA EL-REI DOM AFONSO HENRIQUES!

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Digitalizações do livro "A Monarquia Portuguesa"

terça-feira, 22 de julho de 2008

VISITA REAL AO ESTADO DE MINAS GERAIS - BRASIL
Entrega de medalhas marca Dia de Minas em Mariana
No dia 16 de Julho de 2008, o Governador Aécio Neves participou, às 11h, na cerimónia oficial do Dia do Estado de Minas Gerais. Neste dia, a capital de Minas Gerais foi transferida para Mariana, primeira cidade e primeira capital mineira. Durante o evento, que acontece na Praça Minas Gerais, realizou-se a entrega da Medalha do Dia de Minas Gerais. Neste ano, a comenda foi entregue a 47 personalidades e instituições e entre os agraciados deste ano estava S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança. Durante a solenidade, O Duque de Bragança ofereceu ao Município de Mariana um quadro de Dona Maria Ana Josefa de Áustria, Mulher de Dom João V, e cujo nome deu origem ao nome da cidade. A obra é do século XIX. A
solenidade de comemoração do Dia de Minas começou com a sinerata, quando os sinos das Igrejas de Mariana tocaram por 15 minutos em comemoração ao Dia de Minas Gerais. Em seguida, o Governador passou revista à tropa da Polícia Militar e cumprimentou as autoridades que o aguardavam na Praça Minas Gerais. Além do presidente do Congresso Nacional, estavam presentes o Prefeito de Mariana, Celso Cota Neto, O Duque de Bragança, Dom Duarte, e os Secretários de Fazenda, Simão Cirineu, de Defesa Social, Maurício Campos Júnior, do Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Dilzon Melo, da Cultura, Eleonora Santa Rosa e da Juventude e Desporto, Gustavo Côrrea. Logo após os cumprimentos, o governador assinou o acto de transferência simbólica da capital do Estado para a cidade de Mariana, que no dia 16, completou 312 anos. A Medalha Comemorativa do Dia do Estado de Minas Gerais foi instituída por Decreto Municipal, em 1980.

Condecoração de S.A.R., Dom Duarte de Bragança pelo Governador

SS.AA.RR., Os Duques de Bragança e Dom Afonso, na tribuna de honra, ouvindo o discurso do Senador.

Discurso do Governador: (...) Devo ao final, um agradecimento especial em nome de todos os mineiros das várias Minas, a Sua Alteza Real Dom Duarte de Bragança e a toda a sua família. Costumo dizer, Dom Duarte, que triste é aquele povo que não conhece a sua história porque ele, certamente, terá maiores dificuldades para construir o seu futuro. Sua Alteza, hoje, com extrema generosidade, em nome da Casa Real Portuguesa, nos entrega um retrato de Dona Maria Ana D’Austria. Quero dizer, neste instante, Sua Alteza Real, nos permite um reencontro com a nossa própria história. Não são apenas os mineiros de Mariana que levam o seu nome. São os mineiros de todas essas Minas Gerais, que se sentem hoje mais valorizados e, certamente, mais fiéis à belíssima construção que assistimos neste país para a contribuição dos portugueses.

O Duque de Bragança, Dom Duarte, acompanhado da Duquesa Dona Isabel de Herédia e dos Filhos, Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, Infante Dom Dinis de Bragança e Infanta Dona Maria Francisca de Bragança, entregou à cidade de Mariana um quadro com o rosto de Dona Maria Ana D´Austria, esposa de Dom João V, e cujo nome deu origem à cidade. A obra de arte, do século XIX, incorpora-se ao Património Histórico de Mariana.

O quadro foi transferido para o Rio de Janeiro através de um navio e posteriormente levado a Mariana. Em 1998, durante a visita à cidade, Dom Duarte de Bragança havia assumido o compromisso de doar o quadro.

Mariana. Em 16 de julho de 1696, bandeirantes paulistas encontraram ouro no ribeirão Nossa Senhora do Carmo. Às suas margens, nasceu o arraial de Nossa Senhora do Carmo, que logo se transformou em um dos principais fornecedores deste minério para Portugal e, pouco tempo depois, tornou-se a primeira vila criada na então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro. Lá foi estabelecida também a primeira capital. Em 1745, por ordem do rei D. João V, a região foi elevada à cidade e nomeada Mariana – uma homenagem à rainha Maria Ana D’Austria, sua Mulher. Transformando-se no centro religioso do Estado, nesta mesma época a cidade passou a ser sede do primeiro bispado mineiro. Actualmente, Mariana guarda relíquias e casarios coloniais que contam parte da história do país. A cidade, integrante da Trilha dos Inconfidentes e do Circuito Estrada Real, foi tombada em 1945 como Monumento Nacional.
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segunda-feira, 21 de julho de 2008

A RAINHA DO FADO

A Família Real esta em gozo de merecidas férias que bem as merecem como todos nós precisamos delas. Vai haver um "interregno" neste blog porque não vão haver por mais alguns dias, notícias actuais das acitividades da Família Real sobretudo de S.A.R., O Senhor Dom Duarte.

Já aqui foi noticiado uma tourada Real em Requengos de Monsaraz presidida por S.A.R., A Senhora Dona Isabel de Bragança.

Além das touradas, os fados também fazem parte das tradições portuguesas. E espero que não acabem também com elas!
Amália Rodrigues, continua a ser a voz inesquecível do fado. Amália já cantava sempre com saudades de "Lisboa de outras eras" e numa entrevista num programa do Herman José, que por acaso assisti, foi-lhe perguntado se era republicana, ao que ela respondeu apenas: "Ah, eu sou mais pela Monarquia"...
O Fado. Surgiu como uma forma de arte boémia nas classes trabalhadoras de Lisboa, nos bairros mais antigos da cidade - Alfama e Mouraria, nos finais do século XVIII. Com temas de fatalidade e conflito, sendo frequentemente cantada em tom de sofrimento e esta música tradicional conseguia ser partilhada por nobres, pedintes e marinheiros. O Fado tornou-se popular desde o séc.XVIII e com a Amália Rodrigues no século XX que tornou o Fado conhecido além fronteiras, actuando durante 4 meses seguidos no “La vie en Rose” nos anos 50. Amália como Monárquica cantava este fado "Lisboa Antiga" em que recorda as Touradas Reais, os 5 Reis das esperas e Lisboa como "linda Princesa"!
Senti uma tristeza profunda quando os desgovernantes deste país resolveram colocar no Panteão Nacional um bombista/terrorista/regicida ao lado de Amália Rodrigues! Isto realmente só lembra ao diabo! Será um caso para entrar para o Guinness?....

VIVER PORTUGAL! VIVER AS TRADIÇÕES!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

TERRAS AGRÍCOLAS DESTRUÍDAS PELA CONSTRUÇÃO CIVIL
Revista "Magazine Grande Informação" - Julho/Agosto 2008
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quinta-feira, 10 de julho de 2008

DOM DUARTE DIZ QUE HÁ CADA VEZ MAIS PESSOAS COM FOME
Visita. Representante Monárquico no Fundão.
O Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte de Bragança, defendeu ontem que o Estado se deve preocupar em dar formação às famílias sobre a forma de gerir a economia doméstica, no contexto presente de crise alimentar."Há cada vez mais pessoas a passar fome em Portugal e isso é grave. Mas há também um problema de formação", disse aos jornalistas, à margem da sessão de abertura do colóquio "Crise Alimentar nos Centros Urbanos", que decorre no Fundão."Há muitas pessoas em situação difícil porque não sabem gerir a economia doméstica", refere. Dom Duarte mostrou-se ainda contra a atribuição de subsídios sem que quem os recebe "dê uma contrapartida" e defendeu uma aposta em "melhor educação"."Por exemplo, muitas pessoas não sabem planear uma dieta equilibrada, gastando menos. Pensam que todos os dias têm que pôr um bife à mesa", referiu Dom Duarte, considerando que o Estado tem um papel "fundamental" em fazer chegar formação a estas famílias."É para isso que pagamos impostos. Não é para construir auto-estradas inúteis e estádios de futebol, mas sim para educar e evitar que cheguemos a situações sociais como as que temos hoje", realçou."Não vejo que se fale de fome na Alemanha ou na Áustria, só aqu
i é que oiço isso", acrescentou. A iniciativa de ontem no Fundão foi organizada pelo Instituto da Democracia Portuguesa (de que Dom Duarte de Bragança é Presidente de Honra) em parceria com a Associação de Regantes da Cova da Beira e a Câmara do Fundão. Dom Duarte alertou ainda para a dependência alimentar de Portugal do estrangeiro, que só pode ser limitada "com uma revolução completa da política de planificação do território", destinando mais terras à agricultura. "A agricultura tem sido injustamente perseguida em Portugal", referiu. "Os agricultores portugueses recebem 40 por cento dos apoios que recebem os do resto da Europa." "E daquilo que vendem só retiram 15 a 20 por cento", concluiu. Ontem, no Fundão, não foi a primeira vez que Dom Duarte levou a cabo aquilo a que os seus apoiantes gostam de chamar "Monarquias Abertas". Já tinha estado no Alentejo, e o tema principal tinha sido a saúde. Além do colóquio sobre a "Crise alimentar nos grandes centros urbanos", Dom Duarte de Bragança tinha na agenda a assinatura de vários protcolos com instituições do distrito de Castelo Branco.































quarta-feira, 9 de julho de 2008

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DA REAL VSITA A MACEDO DE CAVALEIROS NO DIA 03 JULHO 2008S.A.R., O Senhor Dom Duarte, quando se deslocou a Macedo de Cavaleiros para participar na Feira de São Pedro, logo pela manhã, visitou a Associação de Defesa do Património Arqueológico do Concelho de Macedo de Cavaleiros - Terras Quentes. Aconselhou e acompanhou obras de reestruturação, manutenção e consolidação que se operam no Património do Concelho, de forma a tentar minorar os efeitos negativos das mesmas. http://www.terrasquentes.com.pt/ . Na foto, Dom Duarte na oficina de conservação e restauro em Vale da Porca.
Depois de ter visitado a Oficina de Restauro, S.A.R., Dom Duarte almoçou no restaurante/bar da Praia da Fraga da Pegada, no Azibo. A Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo, é uma área protegida de âmbito regional que tem como objectivos a conservação da natureza e a valorização do seu património natural, como pressuposto de um desenvolvimento sustentável e ainda a promoção do repouso e do recreio ao ar livre em equilíbrio com os valores naturais salvaguardados. - http://www.azibo.org/Sua Alteza foi entrevistado na Associação Comercial e Industrial de Macedo de Cavaleiros (ACIMC), pela rádio da região. Depois de longos anos sem uma estrutura associativa, após a extinção do Grémio do Comércio, os empresários do Concelho de Macedo de Cavaleiros sentiram necessidade de criar a Associação Comercial e Industrial. - http://www.acimc.pt/
À noite, realizou-se um Jantar Real no restaurante "O Montanhez"
Depois do Jantar Real, S.A.R., Dom Duarte, foi visitar a Feira de São Pedro.

terça-feira, 8 de julho de 2008

DOM DUARTE RELANÇA "MONARQUIAS ABERTAS"
Fundão. Chefe da Casa Real volta ao terreno para debater a crise alimentar. Dom Duarte Pio de Bragança vai voltar amanhã ao terreno, desta vez no Fundão, para debater o tema "Crise alimentar nos centros urbanos". O Chefe da Casa Real Portuguesa participa e encerra uma jornada de reflexão sobre os efeitos da crise na alimentação nas cidades e o desenvolvimento do mundo rural, organizada pelo Instituto da Democracia Portuguesa (IDP) em parceria com a Associação de Beneficiários da Cova da Beira e com o apoio da Câmara Municipal do Fundão, liderada por Manuel Frexes, eleito pelo PSD, presidente dos Autarcas Sociais-Democratas (ASD) e conhecido "santanista". Esta não é a primeira vez que Dom Duarte se lança numa iniciativa que muitos consideram uma "marcação à linha" às chamadas "presidências abertas" que o Chefe do Estado normalmente empreende - com Cavaco Silva chamam-se "roteiros". No Alentejo, e com a Saúde como tema principal, o assunto foi alvo de debate aceso, inclusivamente entre Monárquicos, na imprensa e na blogosfera nacional. Nestas autênticas "Monarquias abertas", como lhes chamam os indefectíveis de Dom Duarte, participa um batalhão de especialistas em várias áreas, como: Canaveira Campos (presidente do Instituto Cooperativo António Sérgio), Campos Neves (Instituto Superior de Fafe), general Rodolfo Bacelar Begonha (antigo director da Polícia Judiciária Militar nos governos de Cavaco), Manuel Pereira Barrocas, Gonçalo Ribeiro Telles, Manuel Ferreira dos Santos, Frederico Brotas de Carvalho (um dos autores do "Erro da Ota), Fernando Paulouro, Mendo Henriques e António Gomes. Como fazem os chefes de Estado, há também lugar para a assinatura de protocolos com associações de agricultores de Castelo Branco, de beneficiários de regadios da Idanha e da Cova da Beira, UBI, Escola Superior Agrária de Castelo Branco, Universidade de Badajoz e a Direcção Regional de Agricultura.
Fonte: Diário de Notícias de 08-06-2008
S.A.R., DONA ISABEL ESTEVE PRESENTE NA CORRIDA DE GALA À ANTIGA PORTUGUESA


Realizou-se no passado dia 10 de Junho de 2008, Dia de Portugal, a Corrida de Gala à Antiga Portuguesa - Séc. XVIII , em Homenagem a El-Rei Dom Carlos I, presidida pr SS.AA.RR., Os Duques de Bragança, na praça de toiros de Reguengos de Monsaraz.
No intervalo, S.A.R., Dom Duarte de Bragança entregou ao Lar Nossa Senhora de Fátima da Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz, o prémio generosamente cedido para o efeito pelo Sr. António Vozone, obtido no último Concurso Hípico Internacional de Reguengos de Monsaraz.
Perante toiros da ganadaria de Murteira Grave, perfilaram-se os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Luis Rouxinol, Vitor Ribeiro, Pedro Salvador, Manuel Telles Bastos e Taigo Carreiras e ainda os grupos de Forcados Amadores de Montemor e Amadores de Vila Franca capitaneados por José Maria Cortes e Vasco Dotti, respectivamente.
VIVER PORTUGAL! VIVER AS TRADIÇÕES!
Fotos de: João Costa Pereira (Repórter Fotográfico)