sábado, 8 de outubro de 2011

SS.AA.RR., OS SENHORES DUQUES DE BRAGANÇA ASSISTEM À MISA DE SUFRÁGIO PELOS REIS DE PORTUGAL NO MOSTEIRO DE SANTA CRUZ EM COIMBRA - 05 DE OUTUBRO DE 2011

 Coroa de flores colocada pelo Presidente da Causa Real no túmulo de Dom Afonso Henriques
Ramo de flores depositado pelo Presidente da Juventude Monárquica no túmulo do Rei Dom Sancho I
à saída da Missa
Fotos de Joana Dias Pereira, Manuel Beninger e Real Associação de Lisboa

DISCURSO DE S.A.R., O DUQUE DE BRAGANÇA NA SALA DO CAPÍTULO DO MOSTEIRO DE SANTA CRUZ - 05 DE OUTUBRO DE 2011

Sala do Capítulo, no Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra

Fotos de Joana Dias Pereira e Real Associação de Lisboa

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O REI E O SEU POVO - À SAÍDA DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA, 05 DE OUTUBRO DE 2011

Fotos de Joana Dias Pereira, Mónica Calado e Manuel Beninger

FOTOS: RECEPÇÃO DO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA A SUAS ALTEZAS REAIS, OS DUQUES DE BRAGANÇA - 05 DE OUTUBRO DE 2011

Recepção do Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Dr. João Paulo Barbosa de Melo, a SS. AA. RR., Os Duques de Bragança, no Salão Nobre dos Paços do Cconcelho de Coimbra, evocando igualmente o 9.º centenário da Concessão de Foral à cidade pelos Condes D. Henrique e D. Teresa.
Fotos de Manuel Beninger, PPM e Joana Dias Pereira

MENSAGEM DE S.A.R., DOM DUARTE ALUSIVA AO DIA DA FUNDAÇÃO DE PORTUGAL, COIMBRA - 5 DE OUTUBRO DE 2011

Mensagem proferida por S.A.R., O Senhor Dom Duarte na Sala do Capítulo do Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra. (5 de Outubro 2011)

5 DE OUTUBRO DE 1143: FUNDAÇÃO DA NACIONALIDADE - 5 DE OUTUBRO DE 1910: SÍMBOLO DA DIVISÃO DOS PORTUGUESES

Assinalou-se ontem, mais um aniversário da Implantação da República, a 5 de Outubro de 1910. Uma vez mais, esta data foi comemorada apenas por algumas figuras do Estado e assinalada oficialmente com o discurso do Presidente da República.
De referir que, ano após ano, o 5 de Outubro, continua a ser comemorado em cerimónias oficiais que não despertam qualquer interesse, entusiasmo, nem tão pouco adesão da sociedade civil aos ideais republicanos.
A razão para esta falta de adesão aos pretensos ideais republicanos deve-se, por um lado, à enorme distância histórica que nos separa dos factos ocorridos a 5 de Outubro de 1910, e sobretudo, pela forma conturbada e violenta que caracterizou os 16 anos da 1ª República e o descalabro económico a que o novo regime imposto pela força das armas em 1910 conduziu o país, factos sobejamente confirmados e conhecidos e que não são passíveis de duplas interpretações.
É de referir de modo particular a entrada de Portugal na 1ª Guerra Mundial onde perderam a vida milhares de nossos concidadãos e os custos avultadíssimos desse conflito para o erário público.
Acresce ainda o facto de os ideais republicanos que foram proclamados solenemente a 5 de Outubro de 1910 na Praça do Município em Lisboa, terem rapidamente começado a ser defraudados pelos mentores do recém-implantado regime.
Recordando aqui o que afirmei em 5 de Outubro de 2010 no Discurso, pelo Grupo Parlamentar do CDS-PP, na Sessão Solene extraordinária da Assembleia Municipal de Vila Real: É com um sentimento de profunda reprovação que constatamos que o Estado Português, no dia 5 de Outubro, insiste em não comemorar a data que assinala o momento fundacional de Portugal como Nação, ou seja o dia em que foi reconhecida a soberania portuguesa e quando o título de “rex” usado por Dom Afonso Henriques desde 1140 foi confirmado pelo Tratado de Zamora.
É, pois, totalmente inaceitável, que, num país como Portugal, com mais de oito séculos de História de Monarquia, e apenas 101 anos de República, as entidades oficiais teimem em não celebrar o dia 5 de Outubro do ano de 1143 como a data que assinala a Fundação de Portugal como Nação independente, dando-lhe o destaque que a mesma mereceria.
Terão os actuais responsáveis pelo sistema Republicano vergonha ou receio em dar o devido destaque a uma data que é sinónimo de união de todos os Portugueses, ou seja a data que assinala a nossa independência e a nossa identidade como portugueses?
Será esta atitude, reflexo de uma falta de visão histórica?
Ttalvez o reflexo de um enviesamento ideológico, dominado por uma certa mentalidade jacobina que teima em afirmar-se até aos nossos dias, impondo a sua visão exclusivista e distorcida da História e, desse modo, exercer influência em inúmeras instituições do Estado e, através do Estado, na sociedade, contra aquilo que é a forma natural e autêntica de sentir e de agir do povo português, em tudo contrária a essa mesma mentalidade jacobina?
Pense nisto.
José Filipe Sepúlveda da Fonseca

IMPRENSA: LIMITAÇÃO DE MANDATOS PODERÁ PROVOCAR "DECAPITAÇÃO DAS LIDERANÇAS LOCAIS"

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Diário de Coimbra de 06 de Outubro de 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

IMPRENSA: CAUSA REAL COMEMOROU A FUNDAÇÃO DA NACIONALIDADE

A Causa Real comemorou a fundação da nacionalidade, ontem, em Coimbra, com um conjunto de iniciativas que funcionaram como “um contraponto às comemorações republicanas”.
O Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, proferiu uma alocução na Sala do Capítulo do Mosteiro de Santa Cruz, onde estão os restos mortais dos Reis fundadores (Dom Afonso Henriques e Dom Sancho I).
Foi ainda celebrada uma “missa de sufrágio pelos reis de Portugal” e realizada uma “cerimónia evocativa” da fundação da nacionalidade portuguesa, “decorrente da assinatura do Tratado de Zamora, um diploma resultante da conferência de paz entre Dom Afonso Henriques e o seu primo, Afonso VII de Leão e Castela, a 5 de outubro de 1143”.
Dom Duarte Pio participou também, nos Paços do Concelho, numa sessão promovida pela Câmara Municipal, para assinalar os 900 anos da concessão do foral de Coimbra, pelo Conde D. Henrique.
Fonte: CNOTÍCIAS.NET - 06 DE OUT. DE 2011

IMPRENSA: S.A.R., ADMITE QUE O PAÍS VAI TER DE "CEDER ALGUMA SOBERANIA" - 5 DE OUTUBRO DE 2011

O Herdeiro do trono admitiu esta quarta-feira (5), em Coimbra, a necessidade de Portugal ter de ceder, temporariamente, alguma soberania. É a consequência da “incúria e má governação que nos levou a ficar na total dependência do estrangeiro”, lamentou.
Em dia dedicado à República, a causa monárquica “inundou” Coimbra. A cidade foi palco da comemoração nacional dos 898 anos do Tratado de Zamora, em 5 de outubro de 1143 – uma das datas mais consensualmente aceites como momento fundador de Portugal como novo país independente.
Fonte: Diário As Beiras - 06-Out. de 2011
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TVI: "DEPENDÊNCIA DE PORTUGAL É «HUMILHANTE»


Vídeo:
Mensagem de S. A. R., O Senhor Dom Duarte, na Sala do Capítulo do Mosteiro de Santa Cruz, alusiva ao Aniversário de Portugal.

Duque de Bragança celebrou o Tratado de 1143
Longe da festa da República, D. Duarte Pio celebrou, em Coimbra, o dia da Independência Nacional. «Já não faz tanto sentido assim comemorar-se com grande honra uma data em que portugueses andaram a matar portugueses», apontou.
O Duque de Bragança relembrou o tratado de 1143 e disse que é «humilhante» que Portugal esteja a depender das vontades de outros países.
«Perguntavam-me há tempos se eu achava humilhante que as nossas decisões sejam ditadas pelo estrangeiro e é de facto humilhante, perigoso, e pode ser prejudicial. É o que acontece quando entregamos as nossas decisões a outros», avisou.
Fonte: tvi24

ENTREVISTA À SIC DE S.A.R., DOM DUARTE - COIMBRA, 5 DE OUTUBRO DE 2011

Vídeo:
Monárquicos estiveram em Coimbra para celebrar Fundação de Portugal. Reportagem transmitida a 05-Out-2011 na SIC Notícias, na sequência dos 868 anos da assinatura do Tratado de Zamora.

CELEBRANDO A REPÚBLICA?

Hoje o país "celebra" a República. Uma chuva de BMWs, Mercedes, Audis, invadem a Praça do Município, contrastando com discursos do "temos de poupar mais". Parece irónico que o regime que levou o país à bancarrota seja celebrado dentro do luxo mas com o discurso do coitadinho.
Hoje fala-se do que se tem passado há 101 anos. Floreia-se, "emboneca-se", porque se falarmos verdade temos de sentir vergonha. Se reflectirmos um pouco percebemos que nada há a celebrar. Celebramos um regicídio? Celebramos a expulsão de uma família que nos servia e representava? Celebramos a perseguição aos opositores do regime da primeira república? Celebramos a noite sangrenta de 1921? Celebramos a imposição de uma ditadura por 48 anos? Celebramos a 3ª república falida? O que é tão digno de gastarmos o que gastamos a celebrar numa altura em que não temos o que gastar?
As celebrações da república, com direito a Audis, BMWs, Mercedes, segurança privada, discursos, palácios são, na verdade, uma ofensa a um povo que está a ser perseguido pelos impostos, que não tem emprego, que passa fome.
Celebramos para recordar algo que tentamos mostrar como algo positivo. Tentamos, há 101 anos colocar na memória colectiva uma recordação positiva de um acontecimento que, se reflectirmos bem, verificamos ser negativo. E no entanto esquecemos... Não só esquecemos que não temos nada para celebrar com o nome da data assinalada, como esquecemos aquilo que, de facto, merecia ser celebrado que é a Fundação do nosso país.
Portugal foi fundado a 5 de Outubro de 1143. A partir dessa data crescemos. Com orgulho nos tornámos portugueses e alargámos as nossas fronteiras. Somos o país europeu que mais cedo ficou com as fronteiras definidas. Somos um país ancião, com uma bela história que começou a 5 de Outubro de 1143. Que cresceu e se expandiu pela mão dos reis. Que foi diplomata, que fez cedências e tentou manter-se orgulhoso. Tornámo-nos um império, dentro da monarquia, aquela que hoje esquecemos para celebrar a república que acabou com o império e arrisca a acabar com Portugal. O que temos, de facto, para celebrar?

Opinião de Sara Jofre in Notícias do Ribatejo, 05 de Out. de 2011