terça-feira, 6 de julho de 2010

REAL FRASE DO DIA Entrevista à Elite Negócios & Lifestyle de Maio de 2010
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CERTIFICAÇÃO DE OVOS-MOLES DÁ NOVA VIDA A UM SECTOR QUE VALE MILHÕES
Os ovos-moles de Aveiro são, desde o dia 1 deste mês, o primeiro produto de pastelaria certificado em Portugal. O doce tradicional passa a ser vendido com um selo de qualidade, ao qual todos os produtores locais deverão aderir. Nove fabricantes estão já certificados e outros cinco estão na calha, revelou José Francisco Silva, presidente da Associação de Produtores de Ovos-Moles de Aveiro (APOMA). A totalidade (32) dos associados desta instituição acabará voluntariamente por se candidatar, acredita o responsável. Aliás, acrescenta o empresário, só quem estiver certificado pode vender ovos-moles. Caso contrário, os produtores terão de escolher outra designação para os seus produtos. A certificação foi obtida uma década volvida desde o início do processo. “Foi uma batalha longa e complexa, mas valeu a pena”, afirmou ao Diário de Aveiro.(...)
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Ovos moles é um doce típico da cidade de Aveiro.
Trata-se de um doce regional, tradicional da pastelaria aveirense, cuja fórmula e método de produção original se deve às freiras dos vários
conventos aqui existentes até ao século XIX - dominicanas, franciscanas a carmelitas. Extintos os conventos, o fabrico dos ovos moles manteve-se, graças a senhoras educadas pelas referidas freiras. Desde o início da linha de caminho de ferro Porto-Lisboa que é tradicional a sua venda durante a paragem dos comboios na estação de Aveiro, feita por mulheres usando trajes regionais(...) - Wikipédia
UMA CAUSA NACIONAL
Por mais que tal seja silenciado pelos grandes meios de comunicação do regime, suspeito que o sistema duma chefia de Estado monárquico constitucional atrai muitas mais simpatias em Portugal do que nos querem fazer crer. Para além daquelas elites e quadros que se escondem mais ou menos envergonhados nos diversos partidos e órgãos de poder da república, basta puxar a conversa na rua ou nas escolas, percorrer os mais influentes blogues e redes sociais para obter consciência de que a Causa Monárquica tem adesão e muitos simpatizantes. E aqui refiro-me a “simpatia” com o seu significado intrínseco e distinto de “militância”: para descanso dos mais empedernidos republicanos, a questão da chefia do Estado está longe de ser prioritária para a frágil classe média portuguesa, para quem são decisivas as contas da governança corrente de que depende a subsistência material duma família portuguesa.
De resto, como eu previ há algum tempo, desconfio que o que prevalecerá nas comemorações do
Centenário da República por este País que se arrasta acabrunhado na História e no fundo de quase todas as tabelas de indicadores de bem-estar e progresso, é a brutalidade e infâmia do regime antidemocrático que sobreveio em 1910, sujo de sangue e que degenerou no regime de Salazar. O que sobrará destes festejos inusitados, é o reconhecimento e a divulgação duma outra bandeira que foi portuguesa e de liberdade.Aqui chegados, acredito constituir o próximo dia 5 de Outubro, que está já aí na curva do calendário a seguir às férias, uma oportunidade ímpar na História para uma pacífica mas categórica mobilização de muitos portugueses monárquicos ou simples simpatizantes. Julgo que esta será uma ocasião preciosa para se prescindirem de divisões, comodismos ou egoísmos e sairmos à rua para restaurarmos a Esperança no Ideal que tem que voltar a ser Portugal. Não constando ainda nenhum programa ou acção para a efeméride que se aproxima, cabe à direcção nacional da Causa Real em consonância com as Reais Associações locais, assumirem com ambição o protagonismo que o calendário e a História este ano nos oferece de mão beijada. E cabe decididamente a todos os simpatizantes desvanecerem as suas dúvidas e hesitações e prepararem-se para assumirem o protagonismo que a ocasião exige.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

"VAI CUSTAR A TODOS..."
Revista "flash" de 05-07-2010
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BANDEIRA DO REINO DE PORTUGAL HASTEADA NO CASTELO DE ALMOUROL

Castelo de Almourol acordou com a verdadeira bandeira de Portugal, em memória da partida para a pátria celeste D'el-Rei Dom Manuel II, que se encontrava exilado em Inglaterra.- Real Associação do Médio Tejo, no Facebook.

domingo, 4 de julho de 2010

HOJE É DIA CONSAGRADO À RAINHA SANTA ISABEL

Fonte: adoromusicaportugues

DONA ISABEL, A RAINHA SANTA DE PORTUGAL
Isabel de Aragão (Saragoça, 1271 - Estremoz, 4 de julho de 1336), foi uma infanta aragonesa e, de 1282 até 1325, rainha consorte de Portugal. Passou à história com a fama de santa, tendo sido beatificada e, posteriormente, canonizada. Ficou popularmente conhecida como "Rainha Santa Isabel" ou, – "A Rainha Santa". D. Isabel era a filha mais velha do rei Pedro III de Aragão com Constança da Sicília. Por via materna, era descendente de Frederico II, Sacro Imperador Romano-Germânico, pois o seu avô materno era Manfredo de Hohhenstauffen, rei da Sicília, filho de Frederico II.
Teve cinco irmãos, entre os quais os reis aragoneses Afonso III e Jaime II, para além de outro monarca reinante, Frederico II da Sicília. Para além disso, sua tia materna foi Santa Isabel da Hungria, também considerada santa pela Igreja Católica. D. Dinis tinha 19 anos quando subiu ao trono e, pensando em casamento, convinha-lhe Isabel de Aragão. D. Dinis enviou, por isso, uma embaixada a Pedro de Aragão em 1280. Quando lá chegaram, estavam ainda à espera de resposta enviados dos Reis de França e de Inglaterra, cada um desejoso de casar com Isabel um dos seus filhos. Aragão preferiu entre os pretendentes aquele que já era rei.A 11 de fevereiro de 1288 com 17 anos, Isabel casou-se, por procuração com o soberano português Dom Dinis em Barcelona, tendo celebrado a boda ao passar a fronteira da Beira, em Trancoso, em 26 de junho do mesmo ano. Por esse motivo, o rei acrescentou essa vila ao dote que habitualmente era entregue às rainhas (a chamada Casa das Rainhas, conjunto de senhorios a partir dos quais as consortes dos reis portugueses colhiam as prendas destinadas à manutenção da sua pessoa.
Em 1281 D. Isabel de Aragão recebeu como dote as vilas de Abrantes, Óbidos, Alenquer, e Porto de Mós. Posteriormente deteve ainda os castelos de Vila Viçosa, Monforte, Sintra, Ourém, Feira, Gaia, Lamoso, Nóbrega, Santo Estêvão de Chaves, Monforte de Rio Livre, Portel e Montalegre, para além de rendas em numerário e das vilas de Leiria e Arruda (1300), Torres Novas (1304) e Atouguia da Baleia (1307). Eram ainda seus os reguengos de Gondomar, Rebordões, Codões, para além de uma quinta em Torres Vedras e da lezíria da Atalaia.
Do seu casamento com o Rei D. Dinis teve 2 filhos:
Constança (3 de janeiro de 1290 - 18 de Novembro de 1313), que casou em 1302 com o Rei Fernando IV de Castela.
D. Afonso IV (8 de Fevereiro de 1291 - 28 de Maio de 1357), sucessor do pai no trono de Portugal.
Rainha. Na década de 1320, o Infante Dom Afonso, Herdeiro do Trono, sentiu a sua posição ameaçada pelo favor que o Rei Dom Dinis demonstrava para com um seu filho bastardo, Afonso Sanches. O futuro Dom Afonso IV declarou abertamente a intenção de batalhar contra o seu pai, o que quase se concretizaria na chamada peleja de Alvalade. No entanto, a intervenção da Rainha conseguiu serenar os ânimos – pela paz assinada em 1325 nessa mesma povoação dos arredores de Lisboa, foi evitado um conflito armado que teria instabilizado o reino. Dom Dinis morreu em 1325 e, pouco depois da sua morte, Isabel recolheu-se no então Convento de Santa Clara-a-Velha em Coimbra, vestindo o hábito da Ordem das Clarissas mas não fazendo votos (o que lhe permitia manter a sua fortuna usada para a caridade). Só voltaria a sair dele uma vez, pouco antes da morte, em 1336. Nessa altura, Afonso declarou guerra ao seu sobrinho, o rei D. Afonso XI de Castela, filho da Infanta Constança de Portugal e portanto neto materno de Isabel, pelos maus tratos que este infligia à sua esposa D. Maria, filha do Rei português. Não obstante a sua idade avançada e a sua doença, a Rainha Santa Isabel dirigiu-se a Estremoz, cavalgando na sua mula por dias e dias, onde mais uma vez se colocou entre dois exércitos e evitou a guerra. No entanto, a paz chegaria somente 4 anos mais tarde, com a intervenção da própria Maria de Portugal, por um tratado assinado em Sevilha em 1339.
Morte. Isabel faleceu, tocada pela peste, em Estremoz, a 4 de julho de 1336, tendo deixado expresso em seu testamento o desejo de ser sepultada no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, onde em 1995 foi iniciada uma escavação arqueológica, após ter estado por 400 anos parcialmente submerso pelo rio Mondego.
Segundo uma história hagiográfica(*), sendo a viagem demorada, havia o receio de o cadáver entrar em decomposição acelerada pelo calor que se fazia, e conta-se que a meio da viagem debaixo de um calor abrasador o ataúde começou a abrir fendas, pelas quais elas escorria um líquido, que todos supuseram provir da decomposição cadavérica. Qual não foi, porém a surpresa quando notaram que em vez do mau cheiro esperado, saía um aroma suavíssimo do ataúde. O seu esposo Dom Dinis repousa no Mosteiro de São Dinis em Odivelas. Isabel foi uma Rainha muito piedosa, passando grande parte do seu tempo em oração e ajuda aos pobres. Por isso mesmo, ainda em vida começou a gozar da reputação de Santa, tendo esta fama aumentado após a sua morte. Foi beatificada pelo Papa Leão X em 1516, vindo a ser canonizada, por especial pedido da dinastia Filipina, que colocou grande empenho na sua santificação, pelo Papa Urbano VIII em 1625.
É reverenciada a 4 de Julho, data do seu falecimento. Com a invasão progressiva do convento de Santa Clara-a-Velha de Coimbra pelas águas do rio Mondego, houve necessidade de construir o novo convento de Santa-Clara-a-Nova no século XVII, para onde se procedeu à transladação do corpo da Rainha Santa. O seu corpo encontra-se incorrupto no túmulo de prata e cristal, mandado fazer depois da transladação para Santa Clara-a-Nova. No século XVII, a rainha D. Luísa de Gusmão, regente em nome de seu filho D. Afonso VI, transformou em capela o quarto em que a Rainha Santa Isabel havia falecido no castelo de Estremoz. Actualmente, inúmeras escolas e igrejas ostentam o seu nome em sua homenagem. É Padroeira da cidade de Coimbra, cujo feriado municipal coincide com o dia da sua memória (4 de Julho).
Fonte: Reinos encantados

sábado, 3 de julho de 2010

XIII TOURADA REAL - ÉVORA
Dom Duarte congratula-se com Homenagem à Amália.
S.A.R., Dom Duarte de Bragança, redigiu o texto que divulgamos em primeira mão e onde se congratula com o facto de a empresa "Terra Brava" prestar homenagem à memória de Amália na próxima Tourada Real na (sexta-feira, 9 de Julho de 2010, às 22h00) que se realiza na Arena D'Evora:
"Assinala-se este ano os dez anos da sua morte, mas Portugal sempre recordará a sua memória e o legado cultural que nos deixou. Esta grande artista foi uma das maiores referências de uma das canções mais portuguesas e mais tradicionais de sempre. O Fado confunde-se com Amália e Amália com o Fado.
Não quero deixar passar esta data sem prestar o meu reconhecimento e admiração por esta figura ímpar de Portugal, com quem tive o prazer de conviver em várias ocasiões, nomeadamente, quando foi coroada 'Rainha do Fado'.
A XIII Tourada Real em Évora presta-lhe uma homenagem".
Dom Duarte de Bragança
Pedro Teixeira em
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A ACTUALIDADE DO PENSAMENTO DO REI DOM PEDRO V " Soluções que ainda hoje serão fundamentais para a continuação de Portugal..."
OLIGARQUIA - «De que valem as medidas, se os grandes figurões são os primeiros que as infringem? Não creiam que eu não vejo o luxo de certas pessoas; não creiam que eu pense que esses luxos caem das núvens; não creiam que eu pense que a maior parte dos objectos de que usam pagaram os direitos legais. Creiam pelo contrário que sei donde lhes vem o luxo; que sei que vivem de contrabando; por que só os pequenos e os pobres hão-de sofrer o rigor das leis, que nãoforam feitas pelos figurões. Esses estão muito acima das ideias de moralidade; são coisas que os abaixam, deitam-nas aos pequenos, que devem gemer enquanto eles riem.»
MORAL- «O espírito utilitário do nosso século abaixa o nível das ideias do homem, e produz a infeudação do espírito à matéria.»

POLÍTICA - «Cumpre que as medidas administrativas de que o país carece possam satisfazer a uma condição essencialíssima, a necessidade de moralizar os serviços públicos, de dar à autoridade a respeitabilidade que lhe falta e sem a qual os administrados vêem no governo o pior dos impostos, imposto que se traduz na perda de tempo, de trabalho, e dos bens de fortuna.»
REALEZA - «Sabemos que os reis são homens como os outros, que eles têm desejos, paixões e defeitos; que eles têm os meios naturais de satisfazer a esses desejos, de ceder ao império dessas paixões, e de seguir a via errónea dos seus defeitos; mas devemos também lembrar-nos que existe para eles uma lei moral muito mais severa do que para os outros, porque quanto mais elevada é a posição tanto maior é a influência do exemplo.»
OPINIÃO PÚBLICA - «O erro tem sido o tomar por opinião pública os gritos de alguns poucos, e por tendências da nossa época os seus desvarios.»
INSTRUÇÃO - «Um dos fins, e certamente um dos mais importantes, que se devem procurar obter numa organização da instrução pública, é fechar a porta aos imbecis e extirpar os parasitas que não só são pouco económicos mas para ssim dizer embrutecem o Estado.»«O problema da instrução contém-se quase todo no cuidado da composição do professorado »
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Há já alguns meses que publiquei um postal com reflexões de D. Pedro Vtendo o mesmo suscitado o interesse e mesmo entusiasmo de alguns leitores. No seu blogue, prometi ao estimado
JM que voltaria a reproduzir mais reflexões do infortunado esposo de D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen. Penitencio-me desta demora perante o fiel leitor boavisteiro e monárquico, com a certeza de que o que se segue não deixará de espantar pela sua actualidade. Retomando então a obra de Augusto Reis Machado, “O Pensamento do Rei Dom Pedro V” (Livraria Avelar Machado, Lisboa, 1941), do capítulo “Pensamento Político e Social” leiamos então o que o jovem soberano tinha a dizer sobre:
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«GOVERNANTES E GOVERNADOS» - Os olhos já vão rompendo a núvem de poeira que se tem levantado diante deles; e o povo algum dia declarar-se-á solenemente contra o escárnio que há 20 anos todos os governos em Portugal dele têm feito. E fatal e tremendo será esse desagravo. Ainda é tempo de remediá-lo, mas não há tempo a perder. Infelizmente, na nossa terra, conserva-se demasiadamente a lembrança da desordem e dos maus costumes, porque há cinquenta anos que Portugal está sem Governo, verdade que parece um pouco dura, e talvez mesmo que um pouco exagerada, mas que nem por isso deixa de ser uma verdade. Há cinquenta anos que não há autoridade, e que as coisas conservam um resto de ordem que vem do movimento imprimido pelas tradições, que não se podem destruir, e que o acaso, graças a Deus, tem querido prolongar até que as circunstâncias permitam restabelecer as coisas nos seus eixos, e fazer funcionar regularmente o mecanismo constitucional, que por falta de engenheiros, está muitíssimo deteriorado... É preciso um engenheiro hábil, quer ele se chame Rei ou Presidente, Assembleia Nacional ou Governo, porque seja qual for a forma de Governo para ele durar é preciso que governe uma pessoa moral. Se os governos quiserem hoje ser úteis à sociedade, se eles não quiserem adiantar a época do terrível cataclismo que espera um estado de coisas factício em que o dolo e imoralidade e o ludíbrio do povo ocupa uma parte tão considerável, eles terão que olhar mais pelo povo que padecia em silêncio sem se queixar porque já nem mesmo se sabe queixar. Para Portugal o mesmo sono forçado dura ainda e as imoralidades dos homens públicos contribuem para o prolongar. Nada há mais fatal que o cepticismo do povo.»
Cristina Ribeiro - Estado Sentido

sexta-feira, 2 de julho de 2010

ACÇÃO DE RUA NAS CALDAS DA RAINHA
Portugal anseia pela alternativa que representa uma Monarquia Constitucional e vê no trabalho desempenhado pelos Monárquicos e pela Causa Real um sinal de inequívoca esperança. Venha pois, com alguns jovens caldenses, participar na primeira acção de rua deste género em toda a região Oeste, conheça outros monárquicos e a...jude a causa! É através deste tipo de iniciativas, concertadas e organizadas a nível nacional que os Monárquicos Portugueses podem mostrar que, indubitavelmente, a causa está hoje mais forte que nunca.
Junte-se a nós! Viva o Rei! Viva Portugal!
Foi transferida para Sábado, 10 Julho, das 10:30 às 12:30 - Rua das Montras, Caldas da Rainha

quinta-feira, 1 de julho de 2010

FESTAS RELIGIOSAS DA RAINHA SANTA ISABEL
Prezados Amigos,
Temos o prazer de remeter em anexo o programa das festas religiosas da Rainha Santa para divulgação. Gratos pela vossa colaboração.
Confraria da Rainha Santa Isabel
Mosteiro da Rainha Santa Isabel
Alto de Sta. Clara
3040-270 Coimbra
VISTA A CAMISOLA!
Neste Verão vista a camisola e ajude a nossa Causa - T-Shirt Monarquia Portugal Compre aqui
Fonte: REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA