sábado, 31 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009

Desta forma, o Brasil foi elevado à categoria de Principado e ganhamos nossa primeira bandeira particular.
Mesmo assim, não devemos ver essa bandeira como sendo a primeira bandeira de nossa nacionalidade, pois, não éramos uma nação soberana.

A Bandeira do Principado do Brasil tinha fundo branco com uma esfera armilar, encimada por um globo azul, com zona de ouro.
Sobre o globo aparecia a Cruz da Ordem de Cristo.
A esfera armilar que apareceu pela primeira vez na Bandeira Pessoal do rei D. Manuel I.
A esfera, é composta de dez círculos ou armilas.
O primeiro pavilhão elaborado especialmente para o Brasil.
D João IV conferiu a seu filho Teodósio o título de "Príncipe do Brasil", distinção transferida aos demais herdeiros presuntivos da Coroa Lusa.
A Esfera Armilar é muito mais antiga que o Astrolábio (precursor do sextante ), teve sua invenção atribuída a ANAXIMANDRO DE MILETO (611-547 .C.).
Fonte: DIRETÓRIO MONÁRQUICO DO BRASIL


A apresentação do relatório da Direcção pelo seu Presidente, Dr. Mendo Castro Henriques, constituiu o 2º ponto da Ordem de trabalhos. Na óptica constante de uma dimensão integrada entre o nível regional, nacional e internacional veio o IDP desenvolvendo várias iniciativas como a Wiki Constituição 2.0. Iniciativa cujos resultados foram pelo Presidente do Conselho de Foruns, Leonardo de Melo Gonçalves. Interviram Almeida Ribeiro e Armando Marques Guedes para falar no interesse da questão da justiça. Em debate sobre o lançamento do livro "A morosidade da justiça", ainda no prelo, e as iniciativas levadas a cabo pelo IDP, como o colóquio com o mesmo nome do livro. Para elaborar com maior detalhe a iniciativa "Perguntas à Democracia" sob o formato de Congresso discursou Francisco Cunha Rego. O interesse manifesto de entidades Camarárias para acolher o II Congresso Perguntas à Democracia é um manifesto registo da relevância dos temas tratados. Para falar sobre os meios de comunicação do IDP, nomeadamente o programa de rádio "perguntas proibidas" falou Paulo Rascão, um dos responsáveis pelo projecto. Frederico Brotas de Carvalho revelou o interesse que o IDP apresenta perante várias instituições, como representações dilomáticas de outros países (o caso da participação do IDP no colóquio realizado na embaixada do Brasil é um dos exemplos já existentes) e instituições nacionais. Realçando o carácter de parceria institucional que o IDP tem vindo a capitalizar. Mendo Castro Henriques finalizou a apresentação e debate do relatório de actividades com a reafirmação da importância estratégica das 30 NUT's (nomenclature d'unités territoriales statistiques) nacionais, como modelo mais relevante do que o conceito de município. O valor estratégico da divisão territorial permite a mais rápida identificação de uma rede coerente de cidades que permitam aumentar o desenvolvimento e coesão do território nacional diminuindo o hiato entre o litoral e o interior.

Após o fim dos trabalhos procedeu-se ao período de debate para os associados.
Fonte: http://www.somosportugueses.com/
segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Foi constituída, no passado dia 15 de Setembro, a Real Associação da Beira Litoral! A RABL representa a Causa Real no distrito de Aveiro e o seu objecto é a divulgação, promoção e defesa da Instituição Real, corporizada na Coroa e Tradição Portuguesas e a prossecução de acções e de projectos de interesse cultural, social, de assistência e de solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral, bem como a defesa do património nacional. A Real Associação da Beira Litoral reconhece que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa estão na pessoa de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, e em quem legitimamente lhe vier a suceder nos seus direitos.
Este sítio pretende estabelecer contacto com todos os militantes e simpatizantes da Causa Real, através do qual a RABL emitirá as posições e comunicados que entenderá oportunos, dando visibilidade às suas iniciativas sociais. Nesse sentido, desejamos que nos visite muito regularmente! Em breve teremos novidades!
Viva a Real Associação da Beira Litoral!
Viva a Causa Real!
Viva o Rei!
Viva Portugal!

domingo, 25 de outubro de 2009


“Por Portugal – e Mais Nada!”José Campos e Sousa - Lisboa, Outubro de 2009.
Este CD, só disponível em finais de Outubro, pode ser encomendado desde já, pelo email: largodocarmo@gmail.com . Agradeço que juntem a V. morada. O preço é de 15,00 Euros.
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009


Aulas de etiqueta na apresentação de «Saber Ser, Saber Estar». A Texto vai organizar uma «aula de etiqueta ao vivo» e danças de salão por pares de crianças (alunos da bailarina Alexandra Cunha, na Associação de Dança de Moscavide) na apresentação do livro, «Saber Ser, Saber Estar», texto de Elisabete Vieira Canha de Andrade e ilustrações de Raquel Pinheiro. Serão dois dias para apresentar «Saber Ser, Saber Estar»: 27 Outubro (16h30, Colégio da Fonte, em Porto Salvo) e 29 Outubro (16h00, Externato S. Miguel de Arcanjo, no Olivais Norte).
Ambas as ocasiões terão as presenças de S.A.R., Dona Isabel de Bragança, Manuela Eanes, Elisabete Vieira Canha de Andrade (autora) e Raquel Pinheiro (ilustradora).
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=188&id_news=416904 - http://raquel-pinheiro.blogspot.com/2009_09_01_archive.html
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Aquele militar não era uma pessoa qualquer, mesmo que o ti António o houvesse mandado para Angola como mais um e não como alguém que mereceria outras honras se estivesse inserido num outro sistema governativo que não uma república, pois era apenas e tão só o HERDEIRO DA COROA PORTUGUESA!
Sei que a Causa Monárquica não estava aqui em "causa", mas o que é verdade é que aquele jovem Oficial Piloto era nem mais nem menos que D. Duarte Pio de Bragança, o Princípe da Beira e Duque de Bragança, que havia levado o seu portuguesismo ao ponto de se oferecer para servir em África, no combate ao terrorismo que havia deflagrado em Angola, Guiné e Moçambique.
Talvez a contragosto, Salazar acabou por autorizar que ele viesse para Angola... mas com expressas ordens para não ser exposto às agruras do combate e ao perigo de captura por parte do inimigo, para que não houvesse exploração do facto por parte das facções partidárias da Monarquia, como se compreenderá.
No dia da sua chegada foi um espectáculo a subserviência patente no comportamento de alguns Oficiais do AB3, que em grandes reverências, quase tocando o nariz no chão, o tratavam por "Sua Alteza", "Majestade", "Senhor D. Duarte" e outras coisas do mesmo jaez, até que o Comandante Gião colocou um ponto final no caso! O jovem piloto era o Alferes Bragança e mais nada!
Como por magia, o herdeiro da Casa de Bragança simpatizou comigo, talvez por saber que também eu tinha alguma simpatia pela Causa, passando a ser o seu confidente, o seu amigo, o seu conselheiro e tudo o que se possa dizer numa situação em que alguém confia na nossa maior experiência das coisas do Negage e nos pede que lhe sirvamos de cicerone, o que fiz com toda a boa vontade.
Pela minha mão conheceu a Vila do Negage, algumas das pessoas mais antigas da terra, como o velho Ginja, o Fernando Santos, o João Ferreira, os Padres Prosdócimo de Pádua e Fortunato da Costa, o Manuel Manso, o Professor Carvalhosa... enfim: as pessoas que havia feito o Negage, que lhe deram um estatuto, uma história capaz de não envergonhar aquele que bem podia ter sido o seu Rei.
Chamo a D. Duarte Pio o Rei Soldado sem ironia, pois Rei deveria ele ser, pela graça de Deus, e soldado era-o na realidade, porque foi nessa condição que o vimos um dia chegar às terras mártires de Angola.
Ainda hoje me pergunto se alguma vez Portugal se poderá perdoar por não ter aproveitado a circunstância de ter no seu seio um homem bom que nasceu para ser Rei... mas a quem a tacanhez de espírito dos homens resolveu recusar o lugar que a história, por direito inalienável, lhe outorgou, que é o de REI DE PORTUGAL!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Tomando as palavras da nossa Lex Fundamentalis, e comparativamente ao Reino da Holanda, então onde se encontra o substrato dos ditames acima expressos? Porque é que no nosso Portugal tão “evoluído” democraticamente, não se progride para uma possibilidade de abarcar outras formas de representação de Estado?
Publicada por Acção 288 b
domingo, 18 de outubro de 2009
(Clique na imagem para ampliar)

Contudo, para muitos, a Monarquia é apenas a vaga memória, ou a saudade, de um tempo que terminou com o assassínio do Rei e do Princípe Herdeiro. Para outros, é uma instituição ultrapassada que teria entravado o progresso da sociedade e limitado a liberdade dos cidadãos, sendo mesmo acusada de todos os males presentes e passados --chegando-se a incluir nesses males até a criação de um Estado Português... Quando muito, a Monarquia teria existido para propiciar, com o seu desaparecimento, o advento de uma nova sociedade, um final de história, em que a razão e a ciência imperariam e a soberania do povo se manifestaria em plenitude.
Não parece que a realidade, histórica ou actual, confirme tal perspectiva.
Para contrariar a ideia - generalizada, é certo, mas inconsistente - de que a Monarquia não é compatível com a Democracia, haverá apenas que observar a maioria dos países onde esta forma de chefia do Estado pemanece (como em boa parte dos nossos parceiros da União Europeia) ou onde foi restaurada (caso de Espanha). Facilmente se reconhecerá que esses povos constituem sociedades onde a Democracia melhor é entendida e mais eficazmente é posta em prática. Também em Portugal, a Monarquia Parlamentar permitiu um grau de democraticidade e de liberdades públicas, de imprensa e sindicais que o nosso país só voltou a encontrar em 1976. (...)
Gonçalo Ribeiro Telles - "A Monarquia Portuguesa"
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Sarau Operático no Hotel Infante de Sagres, no Porto 3 de Outubro de 2009. Um sarau que abrilhantou um Jantar de Gala em Homenagem ao Professor Francisco Lázaro. Com a presença de ilustres convidados, num evento presidido por Sua Alteza Real, Duque de Bragança e esplendidamente organizado pela Direcção do Hotel, foi uma noite em que se abordou também a necessidade de apoio aos artistas portugueses. Solistas Sopranos: Maria João Matos, Maria Serra, Marina Pacheco, Sara CláudioMezzo. Sopranos: Alexandra Calado, Ana Rosa Santos. Tenor: Luís Pereira. Pianista: Joana David.

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No dia 17 de outubro de 2009, um dia após o casamento de Dona Isabel e do Conde Alexander, celebrar-se-à no Rio de Janeiro, às 10 horas, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, missa solene em homenagem aos 180 anos do matrimónio do Imperador Dom Pedro I com a Imperatriz Dona Amélia, bem como, em intenção dos 190 anos do nascimento da Rainha Dona Maria II. A missa foi encomendada pelo Círculo Monárquico do Rio de Janeiro, será celebrada por Sua Excelência Reverendíssima Dom José Palmeiro Mendes OSB, Abade Emérito do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, juntamente com vários sacerdotes.
SS.AA.RR., Os Duques de Bragança, estarão também presentes nesta cerimónia religiosa.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Vários cientistas com diversas actividades receberam dezenas de jovens na Noite Europeia dos Investigadores, no Jardim Tropical, do IICT. Uma Iniciativa que acolhe cada vez mais interessados e curiosos. É no Jardim Tropical em Lisboa que quando cair a noite, a investigação começa. A actividade no interior deste edifício é grande, através de microscópio, jovens de várias idades observam. Procuram o que não é visível a olho nu.
Fonte e vídeo: http://www.tvciencia.pt/tvcnot/pagnot/tvcnot03.asp?codpub=21&codnot=37
A exposição integra-se no ciclo de exposições “Um Olhar Sobre o Palácio” que o Palácio Nacional da Ajuda iniciou, há já alguns anos, convidando artistas contemporâneos a produzir obras inspiradas nas suas colecções ou ambientes e, assim, criar uma ligação entre o Palácio e a arte contemporânea, procurando cativar e diversificar públicos. Esta exposição tem como tema a infância e, neste contexto, encontra a sua inspiração nos Príncipes que habitaram o Palácio – Dom Carlos e Dom Afonso – filhos de Dom Luís e Dona Maria Pia.
terça-feira, 13 de outubro de 2009

Num segundo tempo - que vai da aprovação referendária da Constituição de 1978 até à chegada de Aznar ao governo -, a consolidação democrática perturbada é apenas pelo golpe militar de 1981 (que, aliás, serviu para mais prestigiar o Rei) e pelo endémico terrorismo da ETA. Um terceiro tempo teve início com a subida de Aznar ao poder. Representa ele as novas gerações, que memória presidencial não guardam do franquismo, que pouca memória conservam da transição e, portanto, do papel do Rei, da Instituição Monárquica nesse difícil processo. Mais grave, no entanto, é que parte do povo espanhol, empenhado na virulenta luta PSOE-PP, parece não compreender bem o papel da Monarquia, ao querer arrastar para esse combate o Rei, situação a que este tem, com prudencial inteligência, respondido, sublinhando o papel que a Constituição lhe atribui.
Significa esta posição que nem toda a Espanha política e civil terá interiorizado, como se esperaria e desejaria, que, como disse Herrero de Minon, "o Monarca vitalício e hereditário está melhor colocado que qualquer magistrado electivo para ser absolutamente neutral e independente", para estar acima de todas as segmentarizações políticas e ser garante da continuidade e unidade nacional, indispensável, esta, até para manter os militares democraticamente nos quartéis.»
General António Ramalho Eanes
in Expresso, Primeiro Caderno, página 39, 05 de Janeiro de 2008.
Publicada por Acção 288 b
segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Por isso o (a) convidamos a aderir à iniciativa do “cruzeiro contra a indiferença”, que partirá no próximo dia 17 de Outubro (sábado) às 10,00h. da Marina do Parque das Nações (até Valada e às Caneiras) de acordo com o programa que lhe apresentamos no cartaz em anexo. Os participantes devem concentrar-se às 9,30h. no restaurante Imperial, junto da Marina.
Sabemos hoje que um novo concurso público para transvases já foi publicitado em Espanha. A notícia saiu no El País, aí se dizendo que a Junta de Extremadura contratou um Estudo de viabilidade para um possível transvase no Médio Tejo até ao Segura e ao Guadiana – conforme se pode comprovar na Folha Informativa anexa.
Por todas as razões que estamos a invocar, vale a pena participar neste Cruzeiro contra a indiferença e pela proposta de uma nova cultura da água, que respeite as populações, as actividades económicas e as culturas ribeirinhas de Portugal e de Espanha.
Os Organizadores:
Projecto de candidatura dos Avieiros a património nacional
Movimento ProTEJO - Nota: Veja a Folha Informativa Nº10 (PDF 1MB)
Fonte: IDP