terça-feira, 15 de Abril de 2014

DESMISTIFICANDO A MONARQUIA

A Causa Real tem vindo a desenvolver um trabalho de análise e divulgação de estudos e dados referentes às realidades sociais, políticas e económicas a nível mundial, tendo o cuidado de recorrer apenas a fontes fidedignas, apolíticas e de reconhecida credibilidade a nível internacional.
O objectivo principal destes estudos publicados pelo Economist Intelligence Unit, a OECD, as Nações Unidas, o Banco Mundial, e outras entidades, é realçar, da forma mais clara e objectiva possível, situações dramáticas de quem sofre pesadas restrições e violações aos seus direitos e liberdades elementares, dando assim maior visibilidade a estas tristes realidades. Consequentemente, temos hoje acesso a uma série de bases de dados independentes e actuais, quantificando e relativizando os níveis de desenvolvimento humano, económico, social e político de cerca de 190 países à volta da Terra.
O combate da Causa Real tem sido sempre em prol de Portugal, uma realidade que vemos maior do que qualquer regime, grupo ou ideologia. Não sendo uma solução ideal ou uma panaceia para todos os nossos males, estamos convictos de que a Instituição Real é a forma de Chefia de Estado que melhor serve os interesses de Portugal e dos portugueses. Sustentando esta convicção, para além da nossa profunda tradição monárquica e da riquíssima literatura publicada ao longo dos últimos 100 anos defendo o nosso ideal, temos os resultados visíveis da nossa infeliz experiência “republicana” e, cada vez mais, os exemplos claros de sucesso que vemos nas monarquias modernas.
“Monarquia e democracia é uma conjugação política de sucesso, de sucesso social, de sucesso democrático, de sucesso económico” escrevia Pedro Correia recentemente e reproduzido nestas páginas. Continuaremos a demonstrá-lo com factos e exemplos concretos, pois a tão necessária e urgente desmistificação do ideal monárquico passa por aqui.
Luís Lavradio, Causa Real

sábado, 12 de Abril de 2014

CAPELA DONA MARIA PIA ABRE AO PÚBLICO PELA PRIMEIRA VEZ

Foi a última grande encomenda da Família Real Portuguesa, e da Rainha, para a sua casa. Fechada desde a implantação da república, em 1910, a capela pode ser visitada a partir da próxima quinta-feira, dia 17 de Abril
É a última grande encomenda da rainha Maria Pia para o Palácio Nacional da Ajuda e foi fechada em 1910, com a implantação da República. Nunca foi vista pelo público em geral até agora. As portas abrem no dia 17 de abril, após trabalhos de restauro, investigação e musealização do espaço. O único El Greco em território nacional também vai ficar à vista.
A capela é uma "caixa de madeira", neomedieval, assinada pelo arquiteto modernista Miguel Ventura Terra, o mesmo que converteu o antigo convento de São Bento em Parlamento, à época (por volta de 1897) uma recém-licenciado arquiteto, bolseiro da Escola de Beaux-Arts de Paris, França, de onde trouxe este novo gosto, que já prenuncia o Arts & Crafts britânicos, como nota José Alberto Ribeiro, apontando as ferragens das portas. "Há um programa decorativo comum", acrescenta. Uma estética que vai dos pormenores das portas ao altar, aos genuflexórios passa ndo pelo arcaz da sacristia.
A Rainha era uma mulher "muito actualizada em termos de compras", frisa José Alberto Ribeiro. E já tinha feito uma encomenda no mesmo estilo para a sala de pintura no andar superior.
Os arquivos de inventariação de 1910 permitiram perceber o que fazia parte deste local e assim reconstituir o espaço, a começar pela Virgem e o Menino do pintor José Veloso Salgado que está no altar. As várias imagens de santos que aqui se encontram terão sido trazidas pela rainha de Itália, em 1862, quando se casou com o Rei Dom Luís, um monarca-artista interessado na cultura, melómeno, pintor e amante das artes em geral, um gosto que partilhou com Maria Pia e transmitiu aos filhos.

sexta-feira, 11 de Abril de 2014

COMUNICADO DA DIRECÇÃO NACINAL DA JMP (JUVENTUDE MONÁRQUICA PORTUGUESA)

Relativamente à notícia do jornal Público com o título “Dispensário criado por Dona Amélia em Alcântara à venda por 1,9 milhões de euros”, a Direcção Nacional da JMP toma a seguinte posição:
1. A JMP solicita urgência à Câmara Municipal de Lisboa na classificação deste edifício como Imóvel de Interesse Municipal, de forma a evitar que seja destruído ou alterado substancialmente, comprometendo-se, a Direcção Nacional da JMP, a interpelar o executivo camarário através de todos os meios disponíveis.

2. Esta notícia, da venda do dispensário da Rainha Dona Amélia, vem provar que a república não descansa enquanto não apagar as nossas referências de pretensa comum, tentando eliminar, vergonhosamente, o facto da última Rainha de Portugal, entre outras Rainhas, sempre se ter preocupado com as classes desfavorecidas e com o proletariado, como prova, por exemplo, a construção de uma Padaria económica em Campo de Ourique, Lisboa, para além deste dispensário.
3. A JMP, no último Congresso, concluiu que existe uma agenda com o propósito de apagar a nossa História, principalmente a História dos Reis de Portugal, alertando para este tipo de atentados à Nossa Identidade.
4. As necessidades financeiras e a sobrevivência desta república mentirosa, não podem justificar ataques ao nosso património. Portugal, como qualquer outra nação, não sobreviverá se apagarem o nosso passado, base para o futuro.
A Direcção Nacional da JMP
Lisboa, 3 de Abril de 2014

quinta-feira, 10 de Abril de 2014

DUQUES DE BRAGANÇA VISITARAM O CENTRO HISTÓRICO DE GUIMARÃES

SEM POVO, O REI NÃO FAZ SENTIDO. SEM REI, O POVO NÃO TEM SENTIDO.
Percurso pelo Centro Histórico, onde a Família Real Portuguesa, e em muito particular SAR O Príncipe da Beira e Duque de Guimarães, D. Afonso de Santa Maria, foram presenteados por uma serenata da Tuna Feminina de Bragança
Tuna Feminina do Instituto Politécnico de Bragança
Momento em que vestem a capa de estudante a SAR O Príncipe da Beira e Duque de Guimarães, D. Afonso de Santa Maria
Visita de SS.AA.RR. à Academia de Música Valentim Moreira de Sá
SS.AA.RR. assinaram o livro de honra da Academia de Música Valentim Moreira de Sá
Momento musical no Auditório da Academia de Música Valentim Moreira de Sá
Programa Musical
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Assinatura do protocolo de cooperação “Prémio Príncipe da Beira à Investigação e Ciência":

Duques de Bragança em jantar solidário do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa I:

Duques de Bragança em jantar solidário do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa II:

Duques de Bragança visitaram centro histórico de Guimarães:

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NOTÍCIAS DOS JORNAIS: Clique aqui
Guimarães protocola prémio para melhor investigador de ciências (Diário do Minho):

Estímulo à investigação com "Príncipe da Beira e Duque de Guimarães" (Correio do Minho):

Prémio de 15 mil euros estimula investigação científica (Guimarães Digital):

Família Real em jantar solidário do Centro Social Pe. Manuel Joaquim de Sousa (Diário do Minho):

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quarta-feira, 9 de Abril de 2014

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA DESPEDIRAM-SE DE AUGUSTO DE ATHAYDE

No dia 26 de Março de 2014, SS.AA.RR. os Duques de Bragança despediram-se de Augusto de Athayde (http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=13040), numa cerimónia na Igreja das Mercês, em Lisboa. 

"É mais um amigo nosso que está lá em cima. Era uma pessoa extraordinária, muito culta, um diplomata. Podíamos passar um dia inteiro a falar com ele e parecia que tinham passado apenas 15 minutos", revelou S.A.R. a Duquesa de Bragança, acrescentando que estava "sempre muito atento e preocupado com o País, pois tinha alma de português."
Revista Lux

O REI E O POVO

" Tem sido este um dos pontos mais batidos por certa propaganda republicana, num esforço tenaz e persistente de incutir nos espíritos o preconceito de que o regime monárquico representa o domínio das classes poderosas em detrimento do povo. Nada mais infundado nem mais injusto!

Precisamente a aliança tácita e leal entre os Reis e o Povo é uma das constantes da nossa História.
Das três classes, os três braços de que se compunha a Nação - Clero, Nobreza e Povo - é de notar que algumas dissenções se manifestaram entre os dois primeiros e os monarcas, mas que nenhuma questão digna de registo surgiu, através dos séculos, entre o Rei e o Povo.
Ao contrário, era na classe popular que os nossos Reis sempre se apoiavam contra as ambições poderosas. Por outro lado, o Povo apelava para o Rei como seu protector, e sentia na autoridade real a melhor garantia das suas liberdades e do seu próprio poder e engrandecimento. "
Mário Saraiva

Verifica-se, pelo contrário, que tal domínio das classes poderosas se tornou verdade com o aparecimento do sistema de partidos, em que o Povo deixou de poder contar com esse protector tradicional, pois que com a plutocracia e com a chamada " democracia " vieram ao de cima as insaciáveis clientelas partidárias e os políticos de profissão, os devoristas, em suma.

Cristina Ribeiro, Estado Sentido

terça-feira, 8 de Abril de 2014

DUQUES DE BRAGANÇA EM JANTAR SOLIDÁRIO DO CENTRO SOCIAL PADRE MANUEL JOAQUIM DE SOUSA

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Assinatura do protocolo de cooperação “Prémio Príncipe da Beira à Investigação e Ciência":

Duques de Bragança em jantar solidário do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa:

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Guimarães protocola prémio para melhor investigador de ciências (Diário do Minho):

Estímulo à investigação com "Príncipe da Beira e Duque de Guimarães" (Correio do Minho):

Prémio de 15 mil euros estimula investigação científica (Guimarães Digital):

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segunda-feira, 7 de Abril de 2014

ESTÍMULO À INVESTIGAÇÃO COM PRÍNCIPE DA BEIRA E DUQUE DE GUIMARÃES

«“Guimarães quer afirmar-se pelo conhecimento e pela ciência”. Foi a mensagem vincada, ontem, pelo presidente do município, Domingos Bragança, na cerimónia da celebração do protocolo “Prémio Príncipe da Beira e Duque de Guimarães à Investigação e Ciência”, englobando a Fundação Dom Manuel II, representada por Dom Duarte Pio, a Universidade do Minho, representada por Ana Rosa Vasconcelos e ainda o município de Guimarães.

Domingos Bragança fez alusão à marca histórica da cidade como Património da Humanidade e como referência cultural. Sublinhou que o caminho a seguir, numa estreita ligação com a Universidade, é a aposta no conhecimento com o objectivo de transmitir esse conhecimento para a sociedade e, também, para a economia.
Destacou o “reconhecimento mundial” pelos resultados do Grupo 3B's da UMinho, localizados no Avepark, e aproveitou a ocasião para frisar que os 6 quilómetros de estrada que faltam realizar na ligação deste pólo à auto-estrada é uma prioridade para a alavanca do potencial que ali se produz.
“A excelência da investigação” mereceu a atenção de Dom Duarte, registando que é o primeiro protocolo deste género realizado pela Fundação Dom Manuel II. Tudo começa em Guimarães, mas não descura a abertura a outras regiões e até aos países da Lusofonia.
O prémio, no valor de 15 mil euros, reconhecerá anualmente um plano de trabalhos a realizar por um(a) investigador(a), de nacionalidade portuguesa ou estrangeira, incluindo estudantes oriundos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e com idade inferior a 40 anos.
Visa igualmente promover o apoio à investigação básica e translacional na área das Ciências, contribuindo para o desenvolvimento de terapias avançadas, além de impulsionar o desenvolvimento de uma nova geração de investigadores multidisciplinares com formação focada nas áreas de Engenharia de Tecidos e Medicina Regenerativa, entre outras.
A atribuição desta bolsa tem ainda como objectivo fortalecer a capacidade de atrair recursos humanos altamente qualificados, a nível nacional e internacional, através de uma política de colaboração activa interinstitucional envolvendo diferentes instituições de investigação e entidades financiadoras.»
Correio do Minho, 7 de Abril de 2014