sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

LANÇAMENTO DE EDIÇÃO EVOCATIVA"RAZÕES REAIS"


A Real Associação de Lisboa promove no próximo dia 21 de Janeiro, Sábado pelas 15:30, o lançamento de uma edição evocativa do livro “Razões Reais” de Mário Saraiva, que será apresentado pelo antigo Presidente da Direcção e actual presidente da Mesa da Assembleia Geral Dr. Nuno Pombo, no Auditório da Livraria Ferin na Rua Nova do Almada, 72 - Metro: Baixa-Chiado / Rossio.

A sessão contará com a presença de S. A. R. O Senhor Dom Afonso, Príncipe da Beira.

Com esta publicação que inclui um prefácio de S. A. R. O Duque de Bragança, queremos homenagear um dos doutrinadores mais persistentes da Causa Monárquica, que desdeClaro Dilema: Monarquia ou República?, publicado em 1941 pelas Edições Gama de saudosa memória, até Ideário, saído postumamente em 2000, dedicou atenção continuada à defesa do Rei como magistério supremo da Nação Portuguesa.

Para mais esclarecimentos e inscrições contacte-nos através do endereço secretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 21 342 81 15 ou presencialmente na nossa Sede nos horários habituais.

Contamos consigo!


CERIMÓNIAS DE NATAL

o passado dia 17 de Dezembro ocorreram as cerimónias de Natal da Assembleia Portuguesa da Ordem


No passado dia 17 de Dezembro ocorreram as cerimónias de Natal da Assembleia Portuguesa da Ordem Soberana Militar de Malta. Foi celebrada a Santa Missa de Natal na Igreja de Santa Luzia e São Brás, em Lisboa, presidida por S.E.R. o Bispo de Portalegre-Castelo Branco, Dom  Antonino Dias, Capelão Grã Cruz Conventual "Ad Honorem", e concelebrada por S.E.R. o Núncio Apostólico, Dom Rino Passigato, e outros Capelães Magistrais da Assembleia, estiveram também presentes Suas Altezas Reais os Duques de Bragança, S.A. o Duque de Viseu e S.E. o Embaixador da Ordem de Malta em Portugal.

Nesta ocasião fizeram a Promessa de Cavaleiros em Obediência os Confrades Exmo. Sr. Eduardo Augusto Rosa de Queiroz e o Confrade Exmo. Sr. Eng. José Manuel Soeiro do Nascimento Correia Alves.
À Cerimónia Religiosa seguiu-se um Cocktail de Natal no Turf Club em Lisboa.Militar de Malta. Foi celebrada a Santa Missa de Natal na Igreja d





e Santa Luzia e São Brás, em Lisboa, presidida por S

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

PORTUGAL TEVE UMA RAINHA FOTÓGRAFA E NINGUÉM SABIA












Exposição “Um Olhar Real” revela a faceta artística de D. Maria Pia, incluindo 30 fotografias cuja existência era desconhecida até agora. A mostra abriu ao público no Palácio Nacional da Ajuda.


A mulher que se casou com o rei D. Luís I teve a típica educação das princesas da época. Nascida em Turim em 1847, aprendeu gramática, geografia, história, desenho e música, ainda que não fosse uma aluna aplicada. “Tinha jeito para o desenho e para a música, mas dificuldade na aprendizagem de línguas estrangeiras”, lê-se numa nota biográfica divulgada pelo Palácio Nacional da Ajuda.


São conhecidas as suas aptidões artísticas, mas até agora desconhecia-se que D. Maria Pia de Sabóia também tivesse sido fotógrafa. Essa faceta é revelada na exposição “Um Olhar Real – Obra Artística da Rainha D. Maria Pia”, inaugurada  na Galeria de Pintura do Palácio da Ajuda.

A mostra reparte-se por dez núcleos, num total de 400 metros quadrados. São 30 as fotografias tiradas pela rainha, além de 234 obras originais de aguarela e desenho.

“Organizar a exposição revelou-se uma novidade para muitos técnicos desta casa, que conheciam algumas peças, mas não tinham a noção da dimensão e abrangência da obra”, revelou ao Observador José Alberto Ribeiro, director do palácio.

O que se apresenta agora é completamente inédito, quem vê fica com uma visão completamente diferente desta rainha. O gosto pela prática do desenho e aguarela, e especialmente da fotografia, é uma grande novidade”, reforçou o mesmo responsável.

“Um Olhar Real” teve cerca de um ano de preparação e poderá ser vista até 21 de Abril, com entrada a 3,50 euros. Em Outubro do ano passado, o Palácio da Ajuda mostrou o trabalho fotográfico de uma outra rainha, D. Amélia (1865-1951).

O espaço expositivo é da autoria do arquitecto João Herdade e da designer Sónia Teixeira Pinto. Em fundo, soam as mesmas músicas que D. Maria Pia escolheu para um jantar em 1902 na Ajuda.

As fotos estavam guardadas no núcleo de fotografia do palácio. Todos estes materiais, incluindo as máquinas e utensílios da rainha, estavam em reserva e foram trazidos e estudados. Conseguimos produzir o primeiro estudo detalhado sobre a rainha enquanto fotógrafa e percebemos que ela não fez fotografia só por ser novidade ou moda na época. Estão expostas máquinas que lhe pertenciam e reproduções de facturas da Kodak e dos livros que encomendava ao estúdio Nadar, em Paris, sobre técnica e revelação”, explicou José Alberto Ribeiro. “Outro aspecto novo é saber-se que a rainha também experimentou a escultura. Mostramos uma única, um busto que é supostamente um auto-retrato.”

As 30 fotografias exibidas são reproduções e não originais, por motivos de conservação, de acordo com o diretor. Algumas são de pequeno formato.

“Para apresentar as originais teríamos de reduzir iluminação do espaço, para não prejudicar a conservação. Por isso, optámos por reproduzir as fotos, em sépia, como os originais, algumas em versão ampliada. Além disso, as imagens são também exibidas num grande ecrã, com as respetivas legendas”, pormenorizou o responsável.

As imagens revelam os locais por onde a rainha passava, muitas registam paisagens, outras retratam pessoas que posam de propósito para a câmara. Em alguns casos, a rainha fotografou temas que também desenhou ou pintou.

Quanto aos desenhos e aguarelas, são sobretudo registos de Cascais, local de veraneio da nobreza e da alta burguesia, do Bosque da Guia, do Paço da vila de Sintra, das praias da Ursa, Adraga e Maçãs.

Não são claras as razões por que se desconheciam até hoje os trabalhos fotográficos de D. Maria Pia. Questionado sobre o assunto, o director do Palácio da Ajuda sugeriu que se tratou de falta de investigação por parte de quem o antecedeu. Não haveria sequer uma catalogação completa.

“Enquanto técnicos, profissionais e dirigentes de museus devemos estudar, aprofundar e divulgar o conhecimento das colecções de forma mais sistemática junto do grande público, temos essa obrigação”, respondeu José Alberto Ribeiro, no cargo desde 2013, depois de sete anos à frente da Casa-Museu Anastácio Gonçalves, também em Lisboa.

“Quando começou a ideia de fazer esta exposição, pedi uma contagem das aguarelas da rainha no acervo do palácio. Aquilo que parecia ser uma obra com dezenas de exemplares chegou, afinal, às centenas. No início não sabíamos sequer que estaríamos a mostrar máquinas fotográficas ou material de revelação. Foi uma descoberta.”

Em termos estéticos, os trabalhos da rainha não assumem relevância de génio. “Há trabalhos desiguais”, resumiu José Alberto Ribeiro. “Mas temos desenhos da década de 1880 muito bons, com mão firme, se comparados com os primeiros desenhos da rainha, que eram meros exercícios. O que temos quase sempre é um olhar de enquadramento, mesmo na fotografia. Ela procura uma perspetiva que seja equilibrada em termos da composição da imagem. A sensibilidade é romântica, mas há já um pré-naturalismo. Se a alinharmos com a cronologia francesa, é uma naturalista. Em relação a Portugal, será um pré-naturalismo.”

O Palácio da Ajuda foi residência oficial da corte portuguesa a partir de 1861, até à queda da monarquia, em 1910. D. Maria Pia casou-se com D. Luís I aos 15 anos e entrou no palácio em 1862. Ali nasceram os príncipes D. Afonso e D. Carlos, este último assassinado em 1908 no Terreiro do Paço. D. Maria Pia viria a morrer em 1911.

Fonte: Observador

domingo, 8 de janeiro de 2017

MARCELO VISTO POR DOM DUARTE: O PRESIDENTE COMPORTA-SE COMO REI E O "POVO APRECIA"

D. Duarte. Marcelo actua como um Rei

06 Jan, 2017 - 13:34

Entrevistado no programa Carla Rocha – Manhã da Renascença neste Dia de Reis, o Duque de Bragança equiparou o comportamento de Marcelo ao de um Rei e defendeu a tese de que esse é o segredo da sua popularidade.
"Quando o chefe de Estado actua como actuaria um Rei, o povo português gosta e quer”, argumentou.
D. Duarte apontou ainda a actuação do general Ramalho Eanes como aquela com mais se identifica, entre os antigos presidentes. “Conseguiu ser um chefe de Estado de forma isenta e independente. Felizmente, o professor Marcelo Rebelo de Sousa está a fazer o mesmo."

Para além “da simpatia e do carisma pessoal”, D. Duarte pensa, por isso, que a actuação do actual Presidente da República assemelha-se à de um monarca e “é isso que o povo aprecia e respeita” em Marcelo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

FELIZ DIA DE REIS

Dia de Reis, segundo a tradição cristã, seria aquele em que Jesus Cristo recém-nascido recebera a visita de "alguns magos do oriente" (Mateus 2:1) que, segundo o hagiológio, foram três Reis Magos, e que ocorrera no dia 6 de janeiro. A noite do dia 5 de janeiro e madrugada do dia 6 é conhecida como "Noite de Reis". A data marca, para os católicos, o dia para a veneração aos Reis Magos, que a tradição surgida no século VIII converteu nos santosBelchiorGaspar e Baltazar. Nesta data, ainda, encerram-se para os católicos os festejos natalícios - sendo o dia em que são desarmados os presépios e por conseguinte são retirados todos os enfeites natalícios.
Uma das tradições do dia de Reis, é o Bolo Rei.



O REI, O DIA DE REIS E O BOLO REI







segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

CONVENTO E IGREJA DA MADRE DE DEUS



Os nossos Roteiros Reais estão de volta em 2017 no próximo dia 7 de Janeiro, às 10:00 com uma visita ao Convento e Igreja da Madre de Deus (Rua Madre de Deus n 4, Lisboa, Xabregas). Esta visita visa proporcionar aos nossos associados acesso a lugares e monumentos de interesse histórico, arquitectónico e artístico pouco acessíveis ao público em geral.

Fundado pela Rainha D. Leonor, mulher de D. João II há mais de 500 anos, foi alvo de sucessivas campanhas de obras até o séc. XIX. A igreja resistiu ao Terramoto de 1755 o que a faz ser uma das mais belas construções barrocas de Lisboa e Portugal. Entre as obras em destaque, entre azulejos, pintura, talha dourada, está um monumental presépio de António Ferreira. Venha descobrir a fantástica história deste convento, da sua incrível fundadora e os tesouros artísticos nele escondidos.

Esta visita, que será guiada pelo nosso associado Joel Moedas Miguel, tem lugares limitados e um custo de € 10,00 por pessoa.

Para mais esclarecimentos e inscrições contacte-nos através do endereço secretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 21 342 81 15 ou presencialmente na nossa Sede nos horários habituais.

domingo, 1 de janeiro de 2017

FELIZ ANO NOVO

Que a paz, a saúde e o amor estejam presentes em todos os dias deste novo ano que se inicia. Feliz Ano Novo!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

SOBREVIVÊNCIA DAS MONARQUIAS, SIMPLICIDADE É O ÚLTIMO GRAU DE SOFISTICAÇÃO

Ninguém pode negar a atracção pelo barroco burocrático que o Positivismo trouxe, entre requerimentos, delegações, comissários, representantes, lobbistas, deputados, sindicalistas e demais representações das vontades de grupo as Repúblicas tendem a assumir a complexidade como objectivo a alcançar. Entre estruturas eleitorais que nem os eleitores percebem (a última moda nos EUA é discutir a relevância e de onde apareceu o colégio eleitoral,  não sendo despiciente a aversão de muitos burocratas ao comportamento das Democracias, é particularmente interessante que este assunto com alguns séculos seja discutido de 4 em 4 anos) e alterações legislativas que trazem os seus autores à praça a explicar o que lhes ocorreu na altura …como frequentemente acontece em Portugal com Jorge Miranda e anualmente (por vezes mensalmente) com o Tribunal Constitucional.
A Constituição Portuguesa é particularmente longa e aparte o facto do documento (que é a Lei fundamental)  nem se referir ao País que a maioria esmagadora dos portugueses julga viver (leia-se Portugal) não deixa de ser interessante que o corpo legislativo julgue ser perceptível ao cidadão comum um documento que eles próprios não compreendem na sua total extensão. O cidadão não compreende e assume estar-se nas tintas sempre que existe um sufrágio, reserva a sua opinião para si, assume o representante saber o que ele pensa…o que se vislumbrou no Brexit, um desastre democrático. 
É compreensível que suscite alguma falta de temperança e mesmo algum ódio que hajam países onde um senhor de bigode que representa uma linhagem dinástica com 800 anos ainda suscite uma discussão que já deveria estar enterrada há mais de um século (para alguns) ou que uma senhora de idade que fala pouco sem qualquer tese publicada , poderes públicos constitucionais, sufrágio garantido e que só está no posto por ter um certo sobrenome tenha mais influência do que o académico mais apoiado popularmente e com mais ideias de como alcançar o paraíso terrestre. A Monarquia parece uma negação ao racionalismo político e a mera simpatia por esta um indício de demência , a verdade não podia estar mais longe.
A actual discussão na GB assenta na possibilidade de o Brexit ter consequências ao nível do palácio de buckingham, mas poucos podemos discordar (na Europa) que o impacto político teria sido muito mais nefasto se em vez de o Referendo - ganho por um partido populista minoritário - ter ocorrido na GB, este tivesse ocorrido na Alemanha. Os impactos económicos não seriam a principal preocupação e este simples exercício arrasta a relevância de um regime onde o Chefe de Estado é escolhido por sucessão dinástica.
A Incerteza no futuro é maior num sistema onde um populista pode ser eleito a um cargo com poderes efectivos do que a residual certeza na bonomia familiar de uma Casa Real, onde o único Poder efectivo (hoje aceite nas Democracias) é a identificação nacional. O único atentado à racionalidade da “superioridade moral republicana”é a certeza do que a simplicidade é mais eficaz e de que o histórico devia ser um critério para avaliar o mérito de qualquer regime.
Contrariamente aos regimes republicanos, que nada mudaram desde o sec XVIII, mantendo o formalismo Institucional que vigorava nas Monarquias desse século (particularmente relevante para os EUA , Rússia e França) as Monarquias Democráticas mudaram e muito. Consoante as mudanças sociais e valores políticos, os monarcas passaram de indivíduos extraordinários para a pura normalidade partilhando os mesmos defeitos e expectativas que o cidadão médio. As pessoas estão interessadas nas suas vidas privadas e relacionam-se com eles ao nível individual percebendo que as suas expectativas não diferem grandemente das de todos e que o erro na simplicidade será sempre menor do que dar um salto no desconhecido. Os ingleses lembram-se de Cromwell, muito proveitoso seria para os portugueses lembrarem-se do que foi o último século
Ricardo Gomes da Silva - O Manto do Rei

VEJA NOVAMENTE: FAMÍLIA REAL PORTUGUESA: 20 ANOS DEPOIS



Jantar dos Conjurados de 2016
Fonte: Real Associação da Beira Litoral

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

PAZ E AMOR

Natal época de felicidade e paz. Esperamos que o Mundo dê conta do mal que está a fazer a si próprio. Pensemos na paz e tranquilidade dos povos.
A todos os que visitam este blog desejo-vos um Santo Natal e um Ano Novo cheio de realizações!