quarta-feira, 23 de Abril de 2014

LANÇAMENTO DE LIVRO SOBRE A RAINHA SANTA COM APRESENTAÇÃO DE S.A.R. A SENHORA DONA ISABEL, DUQUESA DE BRAGANÇA


Exmos.Senhores,

A Alêtheia Editores e a Confraria da Rainha Santa Isabel têm o prazer de convidar V. Exª para o lançamento do livro de José Miguel Pero-Sanz no próximo dia 7 de Maio (quarta-feira), pelas 18.30 horas, nos Claustros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.li
A obra será apresentada por S.A.R., A Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, e pela Prof. Doutora Maria Helena da Cruz Coelho.

Com os nossos cordiais cumprimentos,

António Rebelo
Confraria da Rainha Santa isabel
Igreja da Rainha Santa Isabel
Alto de Stª Clara

terça-feira, 22 de Abril de 2014

REAL FRASE DO DIA

Revista Caras

ABERTURA DO MADEIRA FILM FESTIVAL 2014 COM A PRESENÇA DO DUQUE DE BRAGANÇA

Foi nesta segunda-feira, dia 21 de Abril, que arrancou a terceira edição do Madeira Film Festival. Às 19 horas, destaque para o 'Sunset Cocktail', que acontecerá no Hotel Meliá Madeira Mare, onde vão estar presentes os convidados do festival, assim como no cocktail de abertura do festival, no Belmond Reid’s Palace Hotel, no dia 22 de Abril, pelas 18 horas.
Em ambos os eventos estará presente Dom Duarte Pio, Duque de Bragança. Recorde-se que, este ano, o festival tem o alto patrocínio da Casa Real Portuguesa.

segunda-feira, 21 de Abril de 2014

IMPRENSA: SS.AA.RR., DOM DUARTE E DOM AFONSO VISITAM A FEIRA INTERNACIONAL AGROPECUÁRIA DE ESTREMOZ (FIAPE)

Sua Alteza Real, O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Sua Alteza Real, o Príncipe da Beira estarão presentes, em visita, no último dia da Feira Internacional Agropecuária de Estremoz (FIAPE).
Como confirma fonte próxima de Sua Alteza Real, o herdeiro da coroa portuguesa, chegará ao evento pelas 11:30h da manhã de domingo, será recebido no stand da Câmara Municipal pelo autarca estremocense, Luís Filipe Mourinha, que acompanhará Dom Duarte na visita, que tem início no stand da Real Associação do Centro e Alto Alentejo. Haverá lugar a um almoço com simpatizantes e apoiantes, no recinto da FIAPE, para o qual os interessados deverão fazer as suas inscrições, que podem ser efetuadas via SMS, até ao dia 2 de Maio, para os números 964370614, 937026990 ou 912229115.
Cerca das 15 horas, terá lugar uma visita ao Museu Municipal Professor Joaquim Vermelho, onde D. Duarte será convidado a integrar a Comissão de Honra de apoio à candidatura dos Bonecos de Estremoz a Património Cultural Imaterial da Humanidade, pela UNESCO, a arte que se mantém inalterada desde o Século XVII.
Relembramos que a Real Associação do Alto Alentejo, que vai estar representada na FIAPE, tem sede em Vila Viçosa e trata-se do órgão local da Causa Real para os distritos de Évora e Portalegre, que tem como objetivo a divulgação, promoção e defesa da instituição real, corporizada na Coroa Portuguesa e a prossecução de ações e de projetos de interesse cultural, social, de assistência e solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral.
Foto: D.R.

sábado, 19 de Abril de 2014

SÁBADO DE ALELUIA: CRISTO RESSUSCITOU!

DESEJO A TODOS OS QUE VISITAM ESTE BLOGUE UMA SANTA E FELIZ PÁSCOA!

INAUGURAÇÃO DAPLACA COMEMORATIVA DA PASSAGEM POR LISBOA DE CRISTÓVÃO COLOMBO

Realizou-se, no passado dia 12/03/2014, no Hotel Altis Belém, um evento comemorativo do desembarque de Cristóvão Colon em Lisboa, na tarde do dia 04/03/1493, quando do regresso da sua primeira viagem. Foi descerrado, no exterior do hotel, uma placa metálica assinalando essa efeméride, tendo participado nesse acto S.A.R. o Senhor D. Duarte de Bragança, o Embaixador do Panamá e o Embaixador Interino dos Estados Unidos da América, acompanhados pelo Eng.º Raúl Martins (Presidente do Grupo Altis) e pelo Eng.º José Mattos e Silva que, com o seu irmão António, foi um dos organizadores do evento. A placa, com versões em português e inglês, refere que “CRISTÓVÃO COLOMBO DESEMBARCOU EM LISBOA, NA TARDE DO DIA 4 DE MARÇO DE 1493, QUANDO EFECTUAVA O REGRESSO DA SUA PRIMEIRA VIAGEM À AMÉRICA,COMO ELE REFERE NO SEU DIÁRIO. PARTIU DE LISBOA, PARA ESPANHA, NA TARDE DO DIA 13/03/1493. NO ENTANTO O APELIDO QUE CONSTA DOS DOCUMENTOS OFICIAIS SEMPRE FOI COLON E NÃO COLOMBO, DADO ESTE
ÚLTIMO NOME TER RESULTADO DUMA TESE ERRADA QUE DEFENDE QUE ELE TERIA
NASCIDO EM GÉNOVA. DE ACORDO COM A TEORIA QUE VEM SENDO DIVULGADA
PELOS IRMÃOS JOSÉ E ANTÓNIO MATTOS E SILVA, CRISTÓVÃO COLON SERIA UM NOBRE PORTUGUÊS, DENOMINADO SALVADOR ANES DA SILVA, FILHO DA INFANTA D.
LEONOR DE AVIZ (QUE DEPOIS CASARIA COM O IMPERADOR ALEMÃO FREDERICO III)
E DE D. JOÃO MENEZES DA SILVA (QUE DEPOIS DA MORTE VIRIA A SER CONHECIDO
POR BEATO AMADEU). COLON NASCEU NA VILA ALENTEJANA DE CUBA, CERCA DO
ANO 1450, E VIRIA A CASAR, PELO ANO DE 1479, COM FILIPA MONIZ, FILHA DE BARTOLOMEU PERESTRELO, O 1.º CAPITÃO-DONATÁRIO DE PORTO SANTO (ARQUIPÉLAGO DA MADEIRA)”. Depois do descerramento da placa passou-se ao interior do hotel onde se desenrolou a sessão solene e os mais de oitenta convidados presentes puderam assistir às intervenções orais dos seis membros que integravam a mesa de honra: ao centro, o Eng.º Raúl Martins tendo, sucessivamente à sua direita, o Embaixador do Panamá D. Frederico Umbert, o Almirante Alexandre da Fonseca e o Eng.º António Mattos e Silva. À esquerda do Eng.º Raúl Martins, sentaram-se, sucessivamente, o Embaixador Interino dos E.U.A. Mr. John Olson e o Eng.º José Mattos e Silva. A sessão foi iniciada pelo Eng.º Raúl Martins que deu as boas vindas aos presentes e referiu o interesse do Hotel Altis Belém em se associar às comemorações dos 521 anos da passagem de Colon por Lisboa, não só por se
tratar dum marco histórico importante para a cidade, mas também pelo facto do hotel, desdeque iniciou a sua actividade, ter vindo a manter, como sua temática principal, a divulgação dos feitos dos navegadores portugueses. Seguidamente falou o Eng.º José Mattos e Silva que apresentou uma resenha sobre o tema da placa, evidenciando o papel de Colon como agente secreto do Rei de Portugal, D. João II, o que justificaria que o navegador tenha vindo a Lisboa receber instruções daquele rei (com quem se reuniu em Vale do Paraíso, perto da Azambuja, de 09 a 11/03/1493). Depois falou o Almirante Alexandre da Fonseca que fez uma intervenção sobre o tipo de embarcações usadas na 1.ª viagem de Colon ao continente americano,
apresentando também informação relativa ao regime de ventos que o navegador enfrentou no seu percurso.Usou depois da palavra oEng.º António Mattos e Silva que referiu as possíveis cumplicidades de Colon com alguns dos seus companheiros de viagem, nomeadamente com Juan de la Cosa (proprietário e mestre da Nau “Santa Maria”) e com os irmãos Martim e Vicente Pinzón (que comandavam, respectivamente, as caravelas “Pinta” e “Niña”, sendo que foi a bordo desta última que Colon chegou a Lisboa). Falou do facto da “Pinta” ter aportado ao porto galaico de Baiona e ali se ter recebido a notícia da chegada da “Niña” a Lisboa, referindo ter sido possivelmente D. Pedro de Noronha e Menezes, 3.º Conde e 1.º Marquês de Vila Real (que esteve presente na audiência que a Rainha de Portugal, D. Leonor, concedeu a Colon no Convento de Santo António da Castanheira, perto de Vila Franca de Xira), quem terá enviado essa notícia, dada a sua relação de amizade com os Senhores de Baiona, da família Sotomayor. Falou depois o Embaixador do Panamá, D. Frederico Umbert, que abordou a temática da importância de Colon na História do Panamá, cujo território o navegador descobriu durante a sua 4.ª viagem ao continente americano. A sessão foi encerrada pelo embaixador interino dos E.U.A., Mr. John Olson, que realçou o significado de mais esta evocação da passagem de Colon por Portugal.

terça-feira, 15 de Abril de 2014

DESMISTIFICANDO A MONARQUIA

A Causa Real tem vindo a desenvolver um trabalho de análise e divulgação de estudos e dados referentes às realidades sociais, políticas e económicas a nível mundial, tendo o cuidado de recorrer apenas a fontes fidedignas, apolíticas e de reconhecida credibilidade a nível internacional.
O objectivo principal destes estudos publicados pelo Economist Intelligence Unit, a OECD, as Nações Unidas, o Banco Mundial, e outras entidades, é realçar, da forma mais clara e objectiva possível, situações dramáticas de quem sofre pesadas restrições e violações aos seus direitos e liberdades elementares, dando assim maior visibilidade a estas tristes realidades. Consequentemente, temos hoje acesso a uma série de bases de dados independentes e actuais, quantificando e relativizando os níveis de desenvolvimento humano, económico, social e político de cerca de 190 países à volta da Terra.
O combate da Causa Real tem sido sempre em prol de Portugal, uma realidade que vemos maior do que qualquer regime, grupo ou ideologia. Não sendo uma solução ideal ou uma panaceia para todos os nossos males, estamos convictos de que a Instituição Real é a forma de Chefia de Estado que melhor serve os interesses de Portugal e dos portugueses. Sustentando esta convicção, para além da nossa profunda tradição monárquica e da riquíssima literatura publicada ao longo dos últimos 100 anos defendo o nosso ideal, temos os resultados visíveis da nossa infeliz experiência “republicana” e, cada vez mais, os exemplos claros de sucesso que vemos nas monarquias modernas.
“Monarquia e democracia é uma conjugação política de sucesso, de sucesso social, de sucesso democrático, de sucesso económico” escrevia Pedro Correia recentemente e reproduzido nestas páginas. Continuaremos a demonstrá-lo com factos e exemplos concretos, pois a tão necessária e urgente desmistificação do ideal monárquico passa por aqui.
Luís Lavradio, Causa Real