segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

SE AS JÓIAS FALASSEM
Prólogo e participação de S.A.R., Dona Isabel de Bragança, que permitiu fotografar as suas jóias.
Sinopse: do Brasil Dona Maria II trouxe magníficas pedras preciosas que espantavam as damas da corte. Já Dona Maria Pia chegou a Portugal com um dote de que faziam parte mais de 68 jóias, mas a Rainha era uma apaixonada pela joalharia e desde cedo começou a encomendar as suas jóias aos melhores joalheiros portugueses e estrangeiros, sem olhar a custos. Mais contida, Dona Amélia tem como peça de eleição o diadema Dom Luís, uma jóia de 800 diamantes montada sobre ouro e prata, oferecida pelo sogro e que fazia questão de usar nas cerimónias oficias de aparato. Foi no seu casamento que Dona Estefânia usou um diadema de quatro mil diamantes oferecido pelo marido, uma jóia imponente cujo peso a fez sangrar da cabeça em plena igreja. São estas e outras histórias sobre as jóias reais e as Rainhas que as usaram que Eduardo Alves recupera do esquecimento. Este livro, baseado numa investigação cuidada e exaustiva, conta-nos episódios marcantes da História de Portugal através das peças de joalharia que, em silêncio, mas perante o olhar de todos estiveram presentes em grandes cerimónias de Estado. Se as jóias falassem contariam histórias de casamentos reais, de magníficos baptizados, de cortejos de rua que espantavam o povo encantado com tanta beleza e riqueza, de momentos de intimidade entre reis que elegiam as jóias como prenda de eleição, ou descreveriam cerimónias oficiais de aparato onde estiveram presentes perante a realeza de outras casa europeias.
Se as Jóias Falassem - A Esfera dos Livros
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Eduardo Alves Marques nasceu a 7 de Dezembro de 1975 em Montargil. Licenciado em Arquitectura, desde cedo se dedicou à investigação do gosto e da vivência da Casa Real. Após 10 anos de trabalho no estrangeiro, regressa a Portugal com o intuito de reunir os vários elementos que tinha coligido ao longo de anos de investigação, resultando parte dessa colecta no livro que agora se apresenta. Lançamento ocorreu no dia 10 de Dezembro, às 18h30, na Sala dos Chavões do Museu de Artes Decorativas Portuguesas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva (Largo das Portas do Sol, nº 2, Lisboa). A obra foi apresentada por Anísio Franco (Conservador do Museu Nacional de Arte Antiga).
Colecção: História Divulgativa
P.V.P: 26 €
ISBN: 978-989-626-189-4
Páginas: 280 + 52 extratextos
Formato: 16 X 23,5 / Cartonado

6 comentários:

Mónica disse...

Olá Guta
já comprei este livro e li alguns capitulos e achei excelente!
Como diz o autor é revoltante que perante o leilão de algumas jóias da nossa Casa Real o Estado nada faça para as comprar e trazer de volta a Portugal!!! Preferem gastar dinheiro inutilmente em TGV's e aeroportos da treta!!!
Beijinho e óptimo 2010

Maria Menezes disse...

Também vou comprar o livro e quanto ao resto enquanto não leiloarem todas as jóias da Casa Real, esta corja não descansa! Cambada de traidores até nisso!
Beijinhos!

Anónimo disse...

Sobre fim da Monarquia, a minha opinião é seguinte: a morte do Rei e do Príncipe foi grande crime que a ninguém beneficiou
Já sobre a profecia de Herculano,e no actual estado de coisas, vejo que pode ter sido uma verdadeira profecia, a cumprir-se quando o melhor candidato a Rei não tiver problemas em ser candidato a Presidente.
Entretanto, no FórumMontargil: (http://www.montargilforum.com/ncforum/showthread.php?t=5767) pergunta-se se alguém sabe mais alguma coisa sobre o ilustre Montargilense
que escreveu este livro: "Se As Jóias Falassem", além de que nasceu em Montargil, em 7 de Dezembro de 1975.

Fico muito grato por alguma informação.

Maria Menezes disse...

Um Rei não é candidato a nada. Já nasce para reinar e SERVIR a Nação e o povo porque desde pequeno recebe formação para o ser. O PR já é candidato e inquilino a Belém eleito pelo seu partido. Aparece já homem, e nem perguntam ao povo previamente se o queremos para PR.
Quanto ao autor do livro como viveu no estrangeiro e só agora regressou a Portugal desde cedo se dedicou à investigação do gosto e da vivência da Casa Real.
Isto para mim já é o suficiente.
E para a próxima dê o seu nome porque não gosto muito de responder a anónimos.

Anónimo disse...

Para localizar o autor, é facil, telefonem para a editora Esfera dos Livros , eles devem saber como o encontrar...
O livro é excelente e é uma bofetada aos museus Portugueses pois alguem que nao é conhecido revela dados que nunca minguem contou e que possivelmente nem sabiam.... Gostava de saber qual e´o papel da directora do palacio da ajuda ... Tantos anos que lá esta nunca publicou nada....
parabens ao senhor de montargil...

Filipe Cotrim disse...

O livro “Se as joias falassem” escrito por Eduardo Alves Marques tem logo um defeito à partida. Aproveita o sucesso da obra “Se a justiça falasse…”, de Helder Fráguas. Imita o título, mas a qualidade é muito baixa. Contrariamente ao livro de Helder Fráguas, altamente interessante.
Eduardo Alves Marques é arquiteto mas como não tem emprego a desenhar casas, decidiu escrever sobre joias, sem entender nada sobre o assunto. Há numerosos livros sobre joalharia escritos por autores reputados, especialistas na matéria: Eliana Gola, Raul Pompeia, Maria Teresa Ferreira e Rui Galopim Carvalho. Este livro de Eduardo Alves Marques contém erros crassos, está mal redigido e a sua leitura é entediante.