terça-feira, 5 de janeiro de 2010

CASAMENTO COM HISTÓRIA (Clique na imagem para ampliar)

7 comentários:

António Lemos Soares. disse...

Eu estive lá, com o meu bom amigo e colega Pedro Paiva Aráujo.

De comboio desde Braga, a «faltar» à Queima, de bandeira Azul e Branca na mão para todos verem, a aplaudir Portugal e toda a sua História que, nesse preciso momento, se renovava...!

Um grande dia!

Pedro Paiva Araújo disse...

...e sem combinarmos nem termos sido "alistados" por ninguém. Motivo: apenas ver o futuro de Portugal personificado. Rei e Monarquia.
Encontramo-nos em Lisboa naquele dia, por acaso, no meio daquela multidão toda, de bandeira numa mão e de máquina fotográfica noutra. Ficará para sempre aquele momento...mesmo porque está registado em foto.
Daqui, um forte abraço ao meu grande e estimado amigo António, o maior monárquico que conheci até hoje. Livre-pensador, forte carácter, cultura rara, amante e defensor da família, e possuidor de um fortíssimo pensamento democrático.
Post Scriptum: Como não existe a perfeição terrena, teve o meu caro António de ser benfiquista. Paciência…

António Lemos Soares. disse...

Meu caro Pedro:

Gostaria muito que as tuas amabilíssimas palavras fossem mesmo verdade. Se não fossemos amigos há já tantos anos, quase que acreditava no que escreveste.
A teu respeito, nem me atrevo a tecer quaisquer elogios: não tenho aqui espaço para escrever todos os que tens direito.

Sobre o Casamento Real de Maio de 1995, posso afirmar o seguinte: foi uma festa muito bonita e verdadeiramente popular. Valeu mesmo a pena ter faltado a dois dias de Queima, perante o ar estupefacto de muitos dos nossos colegas de curso.
Senti-me orgulhoso por ter ido! Não por ser monárquico; mas por ser Português.
Ali encontrei muitos compatriotas e amigos como tu: de todos os estratos sociais; de todas as raças e credos; de todos os lugares do Continente; dos Açores e da Madeira; dos Países que têm o Português como idioma oficial; unidos numa ideia comum que partilhamos até hoje e que sei bem, comungaremos para sempre: Portugal!
Foi precisamente Portugal que ali esteve, naquele esplendoroso dia de sol...! Um sol muito nosso, só nosso, como os Duques de Bragança que se casavam nesse dia, diante do seu Povo.

Nossos e só nossos!


PS- Ainda recordo as gargalhadas que demos, quando vimos um cavalheiro, muito atarefado, a tentar vender bandeiras da República! Como é óbvio, não vendeu uma que fosse. Continuo a pensar que se deve ter enganado na festa...

Maria Menezes disse...

Caros Amigos
Foi mesmo um dia histórico! Eu também lá estava com a T-shirt, aquelas brancas com as letras D e I e uma coroa no topo das letras. Ainda a tenho e está muito bem guardada e conservada.
Foi um dia bastante emocionante para nós. Nunca vi tantas bandeiras azuis e brancas e até parecia que a Monarquia tinha sido reinstaurada.
Afinal o povo é ou não monárquico? SAR Dom Duarte é que tem razão quando afirma que o povo é monárquico só que não sabem porquê.
Bem haja pelos vossos belíssimos comentários que são sempre bem vindos ao blogue FRP.

Pedro disse...

Cara e estimada Maria Augusta, coração bravo da Monarquia portuguesa, eu também tenho uma t-shirt da que mencionou. Inclusive, na foto que referia atrás, aparece. Um dia mostro-lhe. O mais interessante é que ela já tem quase 15 anos e continua "nova". É treinos de ténis, é praia, enfim...Qualidade excelente...aliás como a Monarquia. Bem-haja. Vá também aparecendo no blogue.
Quanto ao Dr. António, benfiquista, só digo isto: é por sermos amigos que enunciei aqueles adjectivos. Por outras palavras, para ser meu amigo tenho de reconhecer a efectiva existência daquelas prorrogativas. E isto não é algo que se analisa em horas ou dias, mas sim em anos. Por fim, faltou acrescentar um elemento fundamental, talvez o mais importante: ser verdadeiro amigo do seu amigo. Abraço e bjnhs à Princesinha S. sua filha.

ELEMENTOS disse...

Já desde longo tempo que venho lendo nobre Blogue e, o que me apraz dizer à sua Autora, Excelentíssima Senhora D. Maria Menezes é um enorme BEM HAJA, pois são estas Origens que nos Alentam para prosseguir…face à Tristeza em que o nosso País se encontra….em que eu e milhares de portugueses se encontram! OBRIGADA.

António Lemos Soares disse...

Nós, que nos batemos pela reinstauração (aprecio bastante o termo utilizado, pela Sr.ª Dona Maria de Menezes, que prefiro ao mais comum «restauração»)
da Monarquia, temos, nos dias que correm, um valor que é, infelizmente, muito raro encontrar.
É o altíssimo valor da coerência.
Ser Monárquico em Portugal nos séculos XX e XXI, foi e é uma luta de resistência, quase sempre pessoal e solitária, pela Liberdade do Povo.
A Liberdade do Povo poder escolher a forma de regime que melhor lhe aprouver.
Numa hora de desânimo colectivo como a que vivemos, num tempo em que a ideia de Portugal parece perder-se todos os dias, olhemos para o nobre exemplo dos que, antes de nós, em circunstâncias bem mais difíceis, sem nada pedirem em troca, quando tudo parecia esvair-se, nunca se renderam!
Aqueles que jamais viraram a cara à luta!
Os que preferiram perder tudo, menos a sua honra!
Dirão os mais cépticos que foram derrotados... Eu digo que, com o seu exemplo:

Venceram!