domingo, 21 de abril de 2013

DUQUE DE BRAGANÇA NO JANTAR COM UM GRUPO DE MONÁRQUICOS PORTUGUESES NOS ESTADOS UNIDOS


Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, presidiu quarta-feira à noite a um jantar organizado pelo grupo Monárquicos Portugueses nos Estados Unidos. O encontro, com cerca de meia centena de pessoas, decorreu no restaurante luso-brasileiro Ipanema, na 46ª Rua de Manhattan, do empresário de restauração e hotelaria português Alfredo Pedro.
Para além do Herdeiro da Coroa portuguesa, estiveram presentes o Bispo de São Tomé e Príncipe, D. Manuel António Mendes dos Santos, e ainda um primo direito luso-americano por via materna de Dom Duarte, Anthony Bragança Chanler.
O grupo Monárquicos Portugueses nos Estados Unidos é presidido por Olindo Iglésias, funcionário das Nações Unidas em Nova Iorque; antes de há 3 anos ter sido colocado na sede da ONU, Iglésias esteve afecto em Genebra ao Alto Comissariado dos Direitos Humanos.
Em declarações ao jornal LUSO-AMERICANO, o engenheiro de informática, que nasceu em Luanda, Angola, mas cresceu em Lisboa, revela ser monárquico “desde sempre.”
Da direcção do grupo fazem ainda parte o ex-jornalista da SIC Miguel Caldeira, igualmente ligado à ONU em Nova Iorque, que é vice-presidente, a tesoureira Susana Caldeira e a secretária Carolina Moscoso.
O grupo tem como lema “Divulgar Portugal e a sua Causa Real.”
No jantar com o Duque de Bragança esteve ainda Glória de Melo, presidente da Associação Real de New Jersey.
O chefe da Casa de Bragança aproveitou a ocasião para apresentar o livro ‘D. Duarte e a Democracia – Uma Biografia Portuguesa’, assinada por Mendo Castro Henriques, com o selo da Bertrand.

S.A.R., Dom Duarte de Bragança em Manhattan
A direcção do grupo Monárquicos Portugueses nos EUA: Carolina Moscoso, Olindo Iglésias, S.A.R., Dom Duarte Pio e Miguel Caldeira.
Carolina Moscoso, D. Manuel António Mendes dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe, S.A.R., Duque de Bragança, Glória de Melo, Olindo Iglésias e Miguel Caldeira.
Olindo Iglésias, Glória de Melo, S.A.R., Duque de Bragança e Miguel Caldeira
Anthony Bragança Chanler, primo de S.A.R., Dom Duarte, Duque de Bragança e Olindo Iglésias
S.A.R., O Duque de Bragança escreve uma dedicatória num exemplar do seu livro D. Duarte e a Democracia para o empresário de hotelaria e restauração, proprietário do Ipanema, Alfredo Pedro
Fotos: Henrique Mano
Jornal LUSO-AMERICANO

sábado, 20 de abril de 2013

EXCERTO DE "LIBERDADE 232", DE JOÃO TÁVORA


"(...) Acredito profundamente na Monarquia, na instituição real como a solução mais civilizada para a chefia dum Estado europeu e quase milenar como o nosso. Num tempo de relativismo moral, de fragmentação cultural e de enfraquecimento das nacionalidades, mais do que nunca há urgência numa sólida referência no topo da hierarquia do Estado : o Rei, corporização dum legado simbólico identitário nacional, garante dos equilíbrios políticos e reserva moral dum povo e seus ideais. O Rei, primus inter pares, é verdadeiramente livre e, por inerência, assim será o povo.
 
Sou modesto : espalhar a doutrina e fazer mais monárquicos é o meu único objectivo. Que floresça nas mentalidades o sonho duma nação civilizada e de futuro, ciosa da sua identidade e descomplexada da sua História. De resto, o seu curso é sempre imprevisto e, quem sabe, um dia, num instante, tudo poderá mudar.
- João Távora, in " Liberdade 232 ", Aldeiabook, Abril de 2013, p.104.
Luís Barata

sexta-feira, 19 de abril de 2013

FRANCISCA, HIJA DE LOS DUQUES DE BRAGANZA, COMPROMETIDA CON LA LABOR SOCIAL

Francisca de Braganza, hija de los duques Duarte e Isabel de Braganza está involucrada en numerosas actividades sociales. Sus padres afirman que están muy orgullosos de la generosidad que su hija a una edad en la que no suelen darse estas actitudes.

La joven Francisca tiene tan solo 16 años y ya participa activamente en diferentes proyectos solidarios. En el que actualmente está más implicada es en "Ayudemos", una institución que trabaja en la rehabilitación y reinserción de adictos a distintas sustancias.
Este ha sido el segundo año en el que la hija de los duques de Braganza participa como voluntaria en la cena anual que esta organización ofrece en el Convento do Beato, en Lisboa, con el objetivo de recoger fondos.
Francisca acude a diversos actos de este tipo acompañada de un grupo de amigos de su edad, que al igual que ella, dedican parte de su tiempo de ocio a ayudar a los más desfavorecidos.
Isabel de Braganza no quiso perderse la cena, y aprovechó la ocasión para reafirmar ante los medios un completo apoyo a su hija, así como para confesar lo orgullosa que como madre está de ella.
"Hemos tratado de inculcar a nuestros hijos la importancia de trabajar para ayudar a otros. Es bueno ver que ponen en práctica los valores que nos enseñaron. Ya Alfonso (su primogénito) viajó a Fátima durante las vacaciones de Semana Santa para apoyar a las personas con discapacidad", afirmó la duquesa de Braganza.

UM PRÉMIO QUE PODE MUDAR A VIDA

Diário Económico de 15 de Abril de 2013
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quinta-feira, 18 de abril de 2013

MADRID: SS.AA.RR., DOM DUARTE E DONA ISABEL ANFITRIÕES DE UMA GALA DE SOLIDARIEDADE

Revista "Caras" de 20 de Abril de 2013
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REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA ORGANIZA VISITA GUIADA À IGREJA DE SANTA CATARINA

No âmbito dos nossos " projectos de interesse cultural " ( art.2º dos Estatutos ), está programada uma VISITA GUIADA à Igreja de Santa Catarina, em Lisboa, uma jóia do Barroco português e monumento nacional ainda desconhecido de muitos portugueses e muitos lisboetas. 

É este SÁBADO, dia 20 de Abril, com início às 11 horas ( Calçada do Combro, 82 ). A visita é gratuita, mas sujeita a inscrição em secretariado@reallisboa.pt ou pelo telefone 21 342 81 15. 

( Metro : Baixa-Chiado. Existe um parque de estacionamento a 20 metros da Igreja. )

quarta-feira, 17 de abril de 2013

MONÁRQUICOS?

Muitos se perguntam porque continuam teimosamente alguns - mais do que pensam aliás, porque estranhamente ainda há quem não se assuma publicamente como tal - a ser monárquicos.

Começa quando nos olham. Estranham e não disfarçam o olhar de espanto quando não correspondemos aos estereótipos que ao longo dos anos foram insidiosamente desenhados pela sociedade republicana. Parece que temos forçosamente de ser uns ricaços, sempre em festa, possuidores de excêntricos bigodes, herdeiros de antigos títulos ou à espera deles. Alguém com tatuagens ou mal vestido não poderia nunca ser monárquico, foge à dita regra. O mesmo quando são intelectuais, professores ou então gente vulgar de Lineu. Assim, quando não reunimos qualquer das condições sine qua non para o tal padrão monárquico por eles criado, chega a fase da negação e passamos para a categoria extraterrestres.

Depois do choque inicial, tentam contrapor. A réplica mais ouvida é sem dúvida: Isso é coisa do passado! Como se não existissem monarquias no séc. XXI e até em vários formatos.

Outra muito comum costuma ser: Era o que mais faltava, voltar aos reis e rainhas! Ao menos o presidente escolhemos! Como se na realidade o presidente não fosse afinal escolhido pelos partidos.

Não, não somos seres de outro mundo. Existimos aqui e agora. Uns militam em partidos, outros não, exactamente da mesma forma que todos os outros. As visões que têm da sociedade, da política e do mundo são tão diversas quanto a variedade que se lhes apresenta. E são até bastante interventivos, porventura porque habituados há mais de cem anos a estar do lado desprezado da barricada.

Então porque somos monárquicos? Cada um terá com certeza as suas razões, mas algumas serão comuns.

Não há em República um órgão ou uma pessoa no poder verdadeiramente independente. Além disso, todos têm um horizonte limitado. Governa-se e tomam-se decisões essencialmente com os olhos postos nas eleições seguintes. O longo prazo simplesmente desapareceu. Existe o curto (muitas vezes curtíssimo) e raras vezes o médio.

Assim, para os monárquicos, só um rei preenche a necessidade absoluta de existir alguém que, quer tenha poderes ou não tenha quase nenhuns, seja independente de partidos e de grupos económicos podendo assim ter o bem do país como único objectivo. O horizonte de um rei nunca está limitado por eleições, corresponde ao horizonte infinito do país.

Já agora, alguém sabe quem é o primeiro-ministro holandês? Com raras excepções, não. Mas a rainha Beatriz quase todos conhecem. E sabem quem é a rainha Margarida da Dinamarca, pese embora a actual primeira-ministra que dá nas vistas mas não a sabemos nomear.

Está na moda a palavra global. E o global fascina mas tem a iniquidade de afogar o particular. Uma monarquia confere e reforça a identidade de um país. Dá-lhe tudo o que precisa para se salvar do afogamento: continuidade, presença, visibilidade, independência, horizonte, ligação entre passado e futuro.

E ainda nos perguntam porquê?

Cuidado connosco, os extraterrestres. Vemos muito bem ao longe…

Leonor Martins de Carvalho

* Nota: o texto publicado é da exclusiva responsabilidade do autor.
Texto publicado no Diário Digital a 15-Abr-2013

q u i n t a - f e i r a . c o m
A MONARQUIA EM PORTUGUÊS NA INTERNET

segunda-feira, 15 de abril de 2013

EL PERCANCE DEL DUQUE DE BRAGANZA EN ESPAÑA: LE PERDEN LAS MALETAS.

El duque de Braganza, en el Liceo de Barcelona. IC
Sin embargo, la organización les tuvo que esperar durante más de 45 minutos ya que al noble le habían perdido las maletas en el aeropuerto de El Prat, donde llegó procedente de Lisboa, lo que ocasionó su retraso a tan distinguido almuerzo.

 A pesar de este pequeño incidente, el duque de Braganza se mostró muy simpático, amable y cercano. Tanto él como su esposa, Isabel Inês de Castro, son una de las parejas más queridas del país. Son padres de tres hermosos niños, Alfonso, príncipe de Beira y duque de Barcelos; María Francisca Isabel, infanta de Portugal y Dionisio, infante de Portugal y duque de Porto.

Durante el almuerzo, don Duarte confesó que sus hijos “están aprendiendo catalán y castellano porque van a esquiar mucho a Andorra”. Él, por su parte, suele aprovechar esos días para irse a África: “¿Por placer? ¿A cazar?”, le preguntaron en clara alusión a la afición de don Juan Carlos. “No, no, voy por asuntos políticos y para impartir conferencias”.

Además, el duque de Braganza quiso mostrar a los presentes su recién otorgado pasaporte de Timor, una de las islas del archipiélago malayo. “Indonesia invadió el país durante casi 25 años y hace diez años consiguió su independencia. Viajo muchísimo a la zona, me quieren, les doy a conocer mis costumbres, les ayudo en lo que puedo y, en señal de agradecimiento, me han dado el pasaporte”, relató a los presentes. También es íntimo amigo del rey de los zulúes.


Heredero al trono portugués


Oficiosamente, que no oficialmente, el estado portugués le reconoce ciertos privilegios, por ser el heredero al trono portugués. De ahí que haya asistido a las últimas cenas oficiales durante la visita del príncipe de Gales y Camila o los Grandes Duques de Luxemburgo.

Curiosamente, no se le vio con los príncipes de Asturias en su última visita al país luso y eso que mantiene una gran amistad con el rey Juan Carlos. De hecho, el primer acto de adulto al que asistió –tenía 17 años- fue a la boda real de don Juan Carlos con doña Sofía en Atenas: “Como no podía ir en representación de Portugal tuve que ponerme el uniforme del colegio en el que estudiaba. Me sentí algo incómodo porque todo el mundo iba muy puesto”, cuenta.

El duque de Braganza ha heredado la gran religiosidad de sus padres, de ahí que en cuanto puede acude a misa. Tras el almuerzo, y poco antes de asistir a una cena que realizó en su honor la heredera de una antigua familia histórica catalana del interior de Girona en su casa pairal catalana, asistió a una misa al Monasterio Cisterciense de Santa maría de Solius (Girona). Su tía, la princesa Teresa de Brasil solía decir que su hermana “tenía vocación de santa”.

Actualmente, don Duarte está preparando un libro didáctico lleno de anécdotas y datos históricos para dar a conocer su país al mundo, que verá la luz próximamente.

El duque de Braganza  y Ricardo Mateos Sáinz de Medrano,  autor del libro  ‘Estoril, los años dorados'

sexta-feira, 12 de abril de 2013

DONA ISABEL DE BRAGANÇA DIZ SER UMA MÃE "MUITO ORGULHOSA"

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Revista "Caras" de 13 de Abril de 2013
O jantar do "Let´s Help Vele do Açór, este ano, foi no Convento do Beato no dia 6 de Abril de 2013 - Vale do Açór - Projecto Homem
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Voluntária no jantar solidário da Associação Vale de Açór, Infanta Dona Francisca deixa os pais orgulhosos

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Revista "Lux" de 15-04-2013
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