quinta-feira, 9 de abril de 2009

SEMANA SANTA: QUINTA-FEIRA DA SANTA EUCARISTIA

Hoje celebra-se o dia da Santa Eucaristia, e a liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no misterio da Paixão de Cristo, já que quem deseja seguí-Lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-Lo. Por outro lado, o mesmo Senhor Jesus, dá-nos um testemunho idóneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis, quando decide lavar os pés dos Seus discípulos. Nquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se Sacramento permanente em um pão e em um vinho que convertem em alimento, Seu Corpo e Seu Sangue, para todos os que queiram recordá-Lo e esperar a sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristía. A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor na qual Jesus, um dia como hoje, na véspera da sua paixão, "enquanto ceava com seus discípulos tomou pão e o vinho: "Fazei isto em memória de mim". Antes de ser entregue, Cristo entrega-se como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra a Sua morte: o que fez, como anúncio profético, o oferecimento antecipado e real da Sua morte antes da Sua Paixão. Por isso "quando comemos deste pão e bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte"!

BEATO NUNO EM MESA REDONDA (Clique na imagem para ampliar)

quarta-feira, 8 de abril de 2009

A AVENIDA RAINHA DONA AMÉLIA
Na imagem, a moderníssima avenida Rainha D. Amélia tal como surgia em 1908. Após a golpada terrorista do 5 de Outubro, rebaptizaram-na com o glorioso nome de um pateta, cujo único feito digno de nota consistiu em introduzir um pedaço de chumbo no encéfalo. No entanto, há males que valem por bem, pois dada a fauna - vendedores de drogas e de zonas médias - e o tipo de comércio que nesta avenida Almirante Reis se faz, merece bem o nome do "herói" da república. Para não falarmos da constante depredação dos belos edifícios que por lá existiam e que vão sendo substituídos por mamarrachos, decerto também muito republicanos.
Fica para a pequena história o episódio ocorrido durante a visita de D. Amélia a Portugal (1945). Um dos antigos motoristas da casa real, conduziu-a numa visita à Lisboa que a soberana tão bem conhecera, mas que entretanto tinha crescido em direcção ao norte, "marreca", segundo a feliz expressão de Ribeiro Telles.
Em dado momento e percebendo muito bem em que ponto da cidade se encontravam, a Rainha ardilosamente perguntou:


"- Diz-me lá uma coisa... Como é que se chama esta avenida?"
-" Saiba Vossa Majestade que esta avenida chama-se... Rainha D. Amélia!"
Os monárquicos são na verdade, o mais antigo, teimoso e permanente movimento de resistência da nossa história.

*Post dedicado ao blog Família Real Portuguesa
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Por esta é que eu não esperava! Um post que o Nuno Castelo-Branco do blogue "Estado Sentido - De Um Sentido de Estado", dedicou ao blogue da Família Real Portuguesa. Obrigada Nuno, grande presentão para o 1º aniversário deste blogue. Bem haja!

terça-feira, 7 de abril de 2009

"AS CRIANÇAS OFERECEM SACRIFÍCIOS"
(Clique nas imagens para ampliar)
Revista "Flash" de 07-03-2009 a 13-04-2009

segunda-feira, 6 de abril de 2009

QUAL O PROGRAMA MONÁRQUICO? - MÁRIO SARAIVA
Insistentemente interroga-se de vários lados, até de onde menos seria de prever, sobre o programa político, económico e social da Monarquia. Pede-se a modos que a redacção de um estatuto constitucional a adoptar numa futura Restauração. Isto revela um grande equívoco que é necessário desfazer.
O que caracteriza a forma política monárquica é confiar a chefia do Estado a uma Dinastia, na pessoa de um Rei.
A essência da Monarquia é a Realeza.
É esta a sua base imutável, o seu princípio indiscutível.
Os sistemas, em seus vários aspectos, têm sido e são mutáveis e variados com os tempos. Vão evolucionando, vão-se adaptando às exigências de cada época. Nem poderia ser de outra maneira.
O sistema é, portanto, discutível, o que equivale a dizer que não há um sistema único e pré-determinado. Compete à Nação, em qualquer altura, escolhê-lo e conservá-lo ou modificá-lo, conforme as circunstâncias e o interesse comum o ditarem.
O Rei ouve a Nação e, como seu mais fiel intérprete e primeiro servidor, guarda e defende a legitimidade constitucional.
É esta uma das liberdades que a Monarquia como regime nos assegura. Só os ditadores ou os déspotas impõem um sistema segundo a sua vontade.
O Poder Real, porque é independente e superior às discussões dos sistemas, porque é estável e contínuo, permite como nenhum outro as maiores liberdades, as mais arrojadas experiências administrativas, sociais e económicas, sem prejuízo da ordem e da autoridade.
Exposta nestes termos a verdade da doutrina monárquica, compreende-se que o Rei seria a última pessoa a pronunciar-se por um determinado sistema concreto e que, nem os responsáveis pela causa monárquica, nem ninguém, podem sobrepor-se ao que é um direito inalienável da Nação.
Cada um de nós, como cidadão português, pode, e deve, naturalmente, formular as suas opiniões e pugnar por elas; o que não é lícito é identificar a Realeza com o sistema da sua preferência.
O Rei é de todos, repete-se.
Numa restauração do Poder Real, só um caminho haveria a seguir: convocar Cortes Gerais, amplamente e autenticamente representativas, e adoptar-se a Constituição que nesta fosse escolhida.
Não temos, portanto, que antecipadamente falar de um sistema político, económico e social como programa de uma futura Monarquia e ainda menos como condição do Rei. Temos, sim, de reclamar o Poder Real como a mais segura fiança de um regime nacional.
Mário Saraiva, Razões Reais, Lisboa, Universitária Editora (3ª ed. revista e aumentada), 2002, p. 87.
Em 1978, recebeu de Dom Duarte Pio de Bragança a missão de constituir e secretariar o seu Conselho Privado, cargo que manteve até à sua morte.

Mário Saraiva, situando-se no desenvolvimento da Media via entre Liberalismo e Absolutismo aberta pelo Integralismo Lusitano, apresentou em «Razões Reais» um contributo inovador que é de justiça reconhecer como uma doutrina neo-integralista dos poderes do Rei: enquanto na teoria monárquica do constitucionalismo liberal-cartista se dizia que “o rei reina mas não governa” e o Integralismo Lusitano havia inicialmente retomado a fórmula de Gama e Castro segundo a qual o “o rei governa, mas não administra”, Mário Saraiva vai adiante afirmar que o Rei não deve governar nem administrar, mas deve chefiar tudo o que não seja discutível no plano nacional – a Diplomacia, as Forças Armadas, a Justiça.


[Palavras de apresentação da 3ª edição da obra «Razões Reais» de Mário Saraiva, em 2 de Abril de 2003, no Salão Nobre do Palácio da Independência, em Lisboa]

domingo, 5 de abril de 2009

UM ANO NA BLOGOSFERA!
No dia 5 de Abril, foi colocado o meu 1º post neste blogue, a notícia da visita de S.A.R., Dom Duarte Pio à Guiné e no dia seguinte, 6 de Abril, dediquei-o à Família Real Portuguesa. Logo de imediato, foi comunicado à Casa Real a abertura do blogue e O Senhor Dom Duarte apreciou-o muito com a excepção dos textos que estavam escritos em azul. Preferia que fossem de cor preta porque faziam lembrar os boletins das paróquias... pois, sou monárquica demais, realmente...
Comecei mesmo do a,b,c! Uma verdadeira aventura na "blogosfera", para quem só visitava sites, blogues e participação em alguns foruns. Participar é uma coisa, mas construir um espaço na net, é mais trabalhoso, mas não é complicado. Foram muitas horas de estudo e de aperfeiçoamento, eu e o meu PC, pedindo “socorro” a algumas pessoas que me ajudassem em certas tecnologias cibernautas.
O blogue esteve sem contagem até quase fins de Maio porque também não conseguia colocar o contador das visitas no final da página... etc., etc..
Quero agradecer aqui a todos os visitantes e aos que me ajudaram nas minhas dificuldades, com um MUITO OBRIGADA e todo o apoio que me têm dado ao longo deste ano de existência em que muito me tenho esforçado para mantê-lo actualizado com notícias da Família Real, e outras, esquecendo-me muitas vezes das horas, e entrando pela noite dentro... mas valeu a pena todo este meu esforço e trabalho, porque cabe-me a mim, e a todos quantos acreditam, que um regresso à Monarquia faz todo o sentido no sec. XXI em Portugal! Defenderei sempre o Bom Nome da Família Real Portuguesa e sobretudo de Sua Alteza Real, O Senhor Dom Duarte Pio de Bragança, Herdeiro do Trono de Portugal. Temos o direito de voltar a ter um Rei!!
«Se queremos alguma coisa temos de fazer por ela» - Dom Duarte Pio

Um bem haja a todos!

VIVA O REI!
VIVA A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA!
http://www.sitemeter.com/?a=stats&s=s48familiareal

sábado, 4 de abril de 2009

"INCOMPETÊNCIA, NEGLIGÊNCIA OU MÁ-FÉ" - CARTA ABERTA DO MOVIMENTO CÍVICO PELA LINHA DO TUA (MCLT)
http://www.linhadotua.net/
A terrível dependência energética de Portugal sobressai no sector dos transportes, responsável por mais de metade deste bolo de poluição e ineficiência, que em nada será aplacado pela construção de barragens. Ainda assim, assiste-se à construção mediatizada de mais e mais auto-estradas, mormente no Litoral, em investimentos de milhares de milhões de euros, enquanto o investimento nos caminhos-de-ferro atinge o seu valor mais baixo em 13 anos (250 milhões de euros), numa queda que com o actual Governo acelerou notavelmente. De facto, apenas a Grande Lisboa e o Grande Porto reúnem tanto investimento em estradas num ano como o país inteiro em caminhos-de-ferro em quatro.
(4 de Abril de 2009)
Carta Aberta ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Abril 3, 2009
Incompetência, Negligência ou Má-fé
Exmo. Sr. Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Exma. Sra. Secretária de Estado dos Transportes
A calamitosa política de transporte seguida para as Vias Estreitas (VE) do Douro nas últimas três décadas atingiu o ponto de ruptura. A falácia do prejuízo nestas vias-férreas, mesmo tratando-se de um serviço público a manter para bem da solidariedade e coesão social, e malgrado a forma danosa como têm sido administradas, esquece convenientemente os desastres financeiros da Carris e dos Metros do Porto e de Lisboa, averbando respectivamente prejuízos crescentes na ordem dos 18, 150 e 160 milhões de euros, suportados por todos os portugueses, do Litoral ao Interior e Ilhas.O fundamentalismo do alcatrão culminou na imobilização de todo o país em Junho de 2008, face à dependência do petróleo e da rodovia, assistindo-se a uma escassez de víveres preocupante numa questão de dias, enquanto apenas 3% das mercadorias é transportada por via ferroviária. O favorável panorama petrolífero actual é passageiro, e será agravado pela imposição das chamadas taxas ecológicas, com impactes muito pesados para o transporte rodoviário de mercadorias. (...)
Ler todo o conteúdo da carta e mais notícias em: http://www.somosportugueses.com/
PARENTESCO ENTRE A CASA DE BRAGANÇA E A CASA IMPERIAL BRASILEIRA (Clique na imagem para ampliar)
Fonte: Portugal Futuro - http://monarquicos.no.sapo.pt/

sexta-feira, 3 de abril de 2009

COMEMORAÇÕES DO 625º ANIVERSÁRIO DA BATALHA DOS ATOLEIROS
Quando D. Fernando morre, em 22 de Outubro de 1383, a situação que se cria, decorrente do Tratado de Salvaterra de Magos, celebrado em Abril de 1383 por iniciativa de D. Leonor Teles, o Conde João Fernandes Andeiro e D. Juan I de Castela, provoca mal-estar no Reino de Portugal. Com efeito, e para além de colocar na regência do Reino D. Leonor Teles, que era impopular para a grande maioria da população, este Tratado estabelece que a Coroa Portuguesa passaria a pertencer aos descendentes do Rei de Castela, D. Juan I, passando a capital do Reino para Toledo. O Reino de Castela iria inevitavelmente dominar Portugal. Esta situação não agrada á grande maioria da população portuguesa, gerando-se assim uma grave crise política. Um sector da sociedade portuguesa entendia que D. João, Mestre da Ordem militar de Avis e filho bastardo de D. Pedro I, tinha direito ao trono. D. Juan I de Castela invade então Portugal com o seu exército, em Janeiro de 1384, entrando pela cidade da Guarda e dirigindo-se seguidamente para Santarém. Sendo entretanto informado de uma incursão castelhana no Alentejo, D. João nomeia, em Março, Nuno Álvares Pereira fronteiro da comarca de Entre Tejo e Guadiana, com poder absoluto, quer militar, quer económico ou político. Foi autorizado por D. João a escolher, em Lisboa, 200 cavaleiros, dos quais 40 cavaleiros da primeira nobreza. Teve também autorização para juntar à sua hoste cerca de 1.000 homens a pé. Nuno Álvares Pereira parte então para o Alentejo. Dirige-se para Estremoz, onde teve conhecimento que os castelhanos já estavam no Crato. Os capitães que estavam debaixo das suas ordens tentaram dissuadi-lo a combater contra um exército muito superior e onde se encontravam dois dos seus irmãos. D. Nuno referiu então: “Amigos ! Bem sabeis que o Mestre me enviou a esta terra para que com a ajuda de Deus, vós e eu a defendamos de algum mal ou dano que os castelhanos lhe queiram fazer; e que esse feito lhes daria, para sempre, grande honra e bom nome; Grande bem faremos também a nós próprios em lutar, ao defender as nossas terras e bens, de que somos detentores”. No dia seguinte, 6 de Abril de 1384, D. Nuno parte com a sua gente em direcção a Fronteira, que estava então a ser cercada pelos castelhanos vindos do Crato. Parte D. Nuno com um exército de 1.500 homens. Pequena hoste, face à dimensão da tarefa que a aguardava.
O desenrolar do combate: Chegado à Herdade dos Atoleiros, 2,5 Km a sul de Fronteira, Nuno Álvares Pereira suspendeu a marcha, e escolheu um local apropriado para colocar a sua hoste. Optou por um terreno ligeiramente inclinado, e que tinha em toda a extensão, na zona mais baixa, uma ribeira, chamada das Águas Belas. Tratou-se de um local extremamente bem escolhido, pois embora fosse aparentemente convidativo para um ataque, tinha diante de si uma ribeira, que não se vê a não ser de perto, e que era suficientemente larga e profunda para constituir um fosso. Por outro lado ao colocar os seus homens num local ligeiramente mais elevado, proporcionava um ângulo de tiro muito vantajoso para os besteiros. Nuno Álvares tratou então de ordenar o seu pequeno exército. Em primeiro lugar mandou apear toda a cavalaria, mal armada, e que seria incapaz de resistir ao choque dos esquadrões castelhanos. Seguidamente organizou com eles a vanguarda, as duas alas, colocando ainda alguns cavaleiros na retaguarda. Seguidamente colocou os besteiros pelas duas alas e também por detrás da vanguarda, de onde pudessem alvejar, com sucesso, os castelhanos quando estes se aproximassem. O exército castelhano era composto por cerca de 1.000 cavaleiros e 4.000 homens a pé. Chegados ao local, os castelhanos, ao verificarem quanto diminuta era a hoste portuguesa e a inferioridade do seu armamento, abandonaram a ideia de combaterem a pé e decidem montar os seus cavalos, convencidos de que a vitória estaria garantida. Pelas 12 horas, os castelhanos iniciaram o seu ataque de cavalaria. Os castelhanos que avançavam receberam então em cheio os dardos e virotões desferidos pelas fileiras interiores do exército português, lançados por cima da vanguarda portuguesa. Também os peões portugueses lançavam pedras em direcção aos castelhanos. Por outro lado a própria natureza do terreno, que neste local é bastante argiloso, fez com que vários cavalos tenham enterrado as suas patas no solo, deixando de conseguir avançar, o que muitas vezes provocou a queda dos respectivos cavaleiros. Mesmo assim muitos cavaleiros castelhanos chegaram ao contacto com os portugueses. Os portugueses situados na vanguarda tinham contudo, por ordem de Nuno Álvares Pereira, cravado obliquamente as suas lanças no chão, sendo cada lança segurada pelo braço de um homem. Constitui-se portanto uma frente cerrada, com dezenas de lanças apontadas obliquamente ao inimigo. Este facto fez com que muitos cavalos e cavaleiros inimigos se espetassem nas pontas das suas armas. Entretanto os peões e besteiros portugueses continuavam a lançar as suas pedras e virotões, provocando mortes e feridos no inimigo. Seguiram-se mais três ataques, efectuados contra a vanguarda e alas portuguesas, que continuaram contudo a resistir heróica e eficazmente. Com toda a probabilidade, nestes ataques castelhanos participaram também homens a pé. Sofreram contudo as mesmas dificuldades que os cavaleiros no avanço no terreno, ou seja, tanto devido á natureza do solo, como por serem atingidos pelas pedras, dardos e virotões dos portugueses. Alguns terão certamente chegado próximo da vanguarda portuguesa, mas não a conseguiram romper. Este combate que durou cerca de uma hora, não originou um grande número de mortes, que ocorreram sobretudo no choque inicial entre as duas vanguardas. Do lado castelhano terão morrido cerca de 600 cavaleiros e homens a pé, ou seja, cerca de 12% do seu exército. Em contraste, as baixas do lado português terão sido praticamente nulas. No dia seguinte à Batalha, D. Nuno Álvares Pereira dirigiu-se para Assumar, descalço e a pé, em agradecimento pelo resultado do combate e para fazer oração a Santa Maria desta Vila.
Consequências da Batalha dos Atoleiros: O êxito alcançado na Batalha dos Atoleiros teve um enorme impacto psicológico nos apoiantes do Mestre de Avis e de uma forma geral em Portugal, ao demonstrar que apesar de todo o seu poderio militar, os castelhanos não eram invencíveis. Esta constatação demonstrou aos portugueses, que se devidamente organizada e orientada, a luta pela independência do Reino poderia ser bem sucedida. A Batalha dos Atoleiros constitui um acontecimento de extrema importância na chamada crise de 1383 a 1385, que consagrou e definiu a identidade de Portugal, como País, como povo e como nação. Esta consciência de independência nacional jamais se veio a perder, chegou aos nossos dias e certamente permanecerá no futuro. O êxito alcançado na Batalha dos Atoleiros iniciou assim um processo notável de afirmação da nação portuguesa, sem o qual não teria sido possível nem Aljubarrota, nem mais tarde o Acordo de Paz com Castela, em 1411.

Programa das Comemorações, dias 4, 5 e 6 de Abril de 2009 http://www.batalhadosatoleiros.com/

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As comemorações dos 625 anos da Batalha dos Atoleiros, em Fronteira (Portalegre), vão este ano ficar marcadas pelo início das obras de construção de um Centro de Interpretação, num investimento de 2,4 milhões de euros. Ler notícia: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=380567

quinta-feira, 2 de abril de 2009

APRESENTAÇÃO DO LIVRO "AQUI D'EL-REI!"
(Clique na imagem para ampliar)
Caros amigos e amigas
Temos vindo a publicar crónicas nos jornais Semanário e Diário Digital há nove anos. Eu, o Vasco Teles da Gama, o Nuno Pombo, a Maria da Conceição Mascarenhas e o Raul Bugalho Pinto. São parte do nosso combate pessoal por um Portugal mais consciente da sua identidade histórica, do seu valor como Nação, da sua capacidade realizadora do passado colectivo, projectada no presente e no futuro, sob a Monarquia. Foram reunidas em livro por interesse de um editor que nos descobriu. O Professor Mendo Castro Henriques prefaciou-o. Vamos lançar esse livro, a que chamámos “Aqui d’El-rei”, no próximo dia 13 de Abril, na FNAC Chiado,às 18,30 h, sendo a sua apresentação feita pelo Dr. Paulo Teixeira Pinto. Gostaria muito de contar com a vossa presença.
Um abraço amigo do

João Mattos e Silva

Aqui d’El Rei é o título deste belo livro de João Mattos e Silva, Vasco Telles da Gama, e Nuno Pombo e que poderia ter como subtítulo “Dez anos de testemunhos monárquicos”. Trata-se, desde logo, de um exemplo de persistência. Dos artigos que os autores lançaram desde Maio de 2000 na comunicação social, escrita e digital, surge agora uma escolha pautada pelo equilíbrio dos temas. É, também, um exemplo de atitude cívica porque quem afirma “Eu monárquico sou e me confesso” mostra aqui um testemunho permanente e que “começa em nossas casas”. Os autores são monárquicos que se confessam como tal, mas dizem das suas razões ao aflorar temas como a chefia de estado, o centenário da República, a identidade nacional, o regicídio, as relações com Espanha, e muitos outros, em disquisições mais abstractas ou em comentários de factos políticos.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

"PERGUNTAS PROÍBIDAS"
O IDP na Rádio Europa 90.4 - A partir do dia 2 de Abril de 2009 o Instituto da Democracia Portuguesa inicia uma parceria com a Rádio Europa 90.4 com o programa “Perguntas Proibidas” que irá para o ar todas as 5ª feiras das 18h00 às 19h00.
O lema do programa é “No tempo da Inquisição proibiam-se as respostas. Será que com a liberdade de imprensa se proíbem as perguntas ?”
Entre personalidades do IDP e ilustres convidados, este será um programa onde serão feitas as perguntas que interessam à Democracia Portuguesa. Trata-se um programa que foi extraordinariamente bem acolhido pela directora da Rádio Europa , a Dra. Antonieta Lopes da Costa.
A Direcção fez já uma programação da primeira série de oito programas mas solicitamos agora a vossa cooperação para sugestões para o PERGUNTAS PROIBIDAS e eventualmente a vossa disponibilidade para assuntos específicos.
CONFERÊNCIA: NUNO ÁLVARES PEREIRA, VENTURA E AVENTURA (Clique na imagem para ampliar)