domingo, 16 de junho de 2013

CRIME DE ESTADO

extinção da  Fundação Alter Real e da Coudelaria de Alter, é a mais recente, a mais "refinada" e, ao mesmo tempo, a mais lesiva decisão dos interesses nacionais da autoria do Governo de Passos Coelho. Na verdade, era neste nichos "de ponta" que Portugal devia sempre marcar e reforçar a sua presença distintiva no mundo. Fundada em 1748, por D. João V, a Coudelaria de Alter do Chão, desde a sua fundação, dedica-se ao estudo e melhoramento da raça Puro Sangue Lusitano, uma tarefa única que tanto prestígio nacional e internacional nos trouxe e que acabou, agora, às mãos de um burocrata míope das contas!
O crime tem várias formas. A extinção da Coudelaria de Alter, protagonizada pelo figura do Estado através dos seus representantes ocasionais, não pode passar impune. Alguém tem de responder por ele! A culpa desta vez não pode morrer solteira!
Pedro Quartin GraçaRisco Continuo

sábado, 15 de junho de 2013

ENTREVISTA A S.A.R., DOM DUARTE PELO ACP


O REI A SER

Se a cada um tem de ser permitido buscar a Felicidade pela via que lhe parece boa, contanto que não cause dano à liberdade dos outros aspirarem a um fim semelhante, então, nós monárquicos, também, temos esse direito.
Ninguém nos pode constranger a ser felizes à sua maneira, pois, se em Democracia não pode haver tabus, porque persistem em manter este?
O Reino de Portugal e dos Algarves – denominação de Portugal sob a governação de um regime monárquico – existiu de 1139 a 1910, tendo 771 anos de duração, 35 Reis e 4 dinastias. Porque querem apagar da memória colectiva este facto e passado glorioso?
Após a implantação da república portuguesa, em 5 de Outubro de 1910, o Reino de Portugal e dos Algarves foi substituído por uma república, pela 1.ª república portuguesa, que tinha dado os primeiros passos para a sua fundação com o Regicídio de 1908 e, definitivamente implantada, após a Revolução de 05 de Outubro de 1910.
Ora, nas últimas eleições realizadas em Portugal, em 1910, durante a Monarquia, os partidos monárquicos obtiveram 93% dos votos expressos e os republicanos 7%, portanto não venham dizer que essa era a vontade expressa do Povo português!
A implantação da república nunca foi referendada, nunca foi dada aos Portugueses a escolha de optar em que regime de governo querem viver: se na actual república se numa Monarquia Constitucional!
A actual Constituição da república portuguesa, ao consagrar na alínea b) do Artigo 288.º que as leis de revisão constitucional terão de respeitar a formam republicana de governo, impede com esta Cláusula Pétrea um referendo nacional sobre esta matéria. É um limite material, pelo que se ressalva que nada impede, pelo menos formalmente, a alteração do artigo 288º numa futura revisão constitucional.
Temos Voz queremos que nos deixem fazê-la ouvir!
Para que possa haver um debate esclarecedor, igual e democrático sobre esta questão tem de ser facilitado aos monárquicos o tempo de antena necessários para poder transmitir a sua mensagem, tal como fazem as outras entidades políticas.
Querem os Portugueses continuar a viver neste regime? Ou pretendem Democracia com Monarquia? Eis a questão!
Urge respondê-la.
Da Monarquia
A Monarquia Constitucional, que preconizamos, não é uma Monarquia Absoluta ou Limitada, antes, é o regime político que concilia a forma de governo monárquico com a subsistência de uma Constituição.
A Monarquia Constitucional é um regime politico em que a suprema magistratura do Estado se transmite por via hereditária.
Assim o Monarca será apenas um de diferentes órgãos do Estado e que exercerá tão-somente os poderes que lhe estão consagrados na Constituição, a Lei Suprema e Fundamental de um País.
Obviamente, a Monarquia Constitucional será sobre a forma de governo de uma Monarquia Parlamentar, que assenta na legitimidade democrática, pois os órgãos que efectivamente exercem o poder político conquistam a sua legalidade e/ou legitimidade das eleições por sufrágio directo e universal. Assim sendo, originariamente, o poder reside no Povo, contudo exerce-se sob a forma de governo monárquico.
Logo há uma falta de poder político expressivo por parte do Rei enquanto Chefe de Estado, porém, será detentor de um aparente “quarto poder”, o Poder Moderador que permitirá ao Rei guardar a manutenção da independência e soberania nacionais e a estabilidade dos poderes políticos.
Uma Proposta do legislador será apresentada no Parlamento, depois debatida na comissão parlamentar, que depois a remeterá novamente ao Parlamento que a enviará ao Monarca que dará o seu Assentimento Real e todas as leis são aprovadas em nome do monarca. O soberano pode, “conceder” o Assentimento Real (fazer a proposta ou projecto-lei tornar-se lei ou Decreto-lei) ou “recusar” (vetar a proposta ou projecto-lei).
Não se pense, também, que se quer uma Monarquia de privilégios e títulos, até porque hoje as nomenclaturas são simbólicas para uma estrutura social!
O Ofício de Reinar
Todas estas condições preenchidas e perante um cenário de Monarquia Constitucional em Portugal qual seria o papel do Rei?
O Rei não será o elemento político central, onde estão concentrados todos os poderes!
Um Rei como Chefe de Estado, numa Monarquia Constitucional e Parlamentar e consequentemente democrática, teria uma função fundamentalmente simbólica, pois a Monarquia é uma instituição que contém um peso emblemático que faz todos sentirem-se parte de um todo.
A prerrogativa real incluiria poderes, tais como os de dissolver o Parlamento, fazer tratados ou enviar embaixadores e conceder distinções, e obrigações, tais como o dever de defender a Soberania Nacional e manter a Paz.
Como a Monarquia é constitucional, o monarca actuará dentro dos limites estritos da Constituição e da Lei em geral, exercendo a prerrogativa real com os conselhos dos ministros, embora a aprovação parlamentar não seja exigida para o exercício da prerrogativa real.
Mas mais importante, o Rei seria o intérprete da vontade nacional, sentindo com o Povo, fazendo seus os problemas deste último e dando voz aos seus anseios, e, porque independente, garantiria a unidade dentro da diversidade politico-social do país, pelo que impediria a perturbação política e consequentemente a agitação social.
A função de reinar torna a chefia do Estado independente de calendários e lutas eleitorais, pois elimina os compromissos eleitorais e a ilusão da promessa. Acima de tramas partidárias, independente de um calendário político, o Rei tem a tranquilidade e a legitimidade para actuar como moderador entre as várias facções políticas ou demais grupos da sociedade civil.
A Monarquia funciona ainda como um símbolo de estabilidade e união.
“Nunca esqueci, um instante sequer, quais são os meus deveres para com a minha Coroa e para com o meu querido País”, declarou El-Rei Dom Carlos I.
Com um Rei educado para a abnegação pessoal às funções de Chefe de Estado e devoção exclusiva ao bem do País, mais do que uma vantagem sobre os demais cidadãos, Reinar será um Ofício.
Assim entendemos o Rei a ser!
Viva a Monarquia!
Miguel Villas-Boas

sexta-feira, 14 de junho de 2013

VÍDEO: ENTREVISTA DE S.A.R., DOM DUARTE À TV ALTOMINHO

IDEIAS IMPORTANTES

O passado fim-de-semana foi importante em diversos domínios para o meio monárquico.

1.º com a participação notável de Sua Alteza Real, O Senhor Dom Duarte, em “O Clube dos Pensadores” a convite do fundador do dito clube, o Dr. Joaquim Jorge.

2.º com o sucesso que foi a visita de Suas Altezas Reais ao Minho, onde se destaca a valorização dos produtos agrícolas como fonte de riqueza para a economia portuguesa.

Quero, contudo, até porque para respeitar a linha editorial da Plataforma por mim criada, concentrar-me na parte política.

O Senhor Dom Duarte chamou a atenção para o facto de a actual Constituição Portuguesa, por impedir o referendo sobre a forma de governo que os portugueses pudessem desejar, considera-a “anti-democrática”. E além deste ponto, valorizou a importância da Coroa como símbolo da Unidade Nacional, da permanência do Estado e dos respectivos valores, que ultrapassam gerações, o tempo e o espaço.

No que toca à questão do artigo 288-b da Constituição que consagra como inalterável a “forma republicana de governo”, e embora hoje, percebendo melhor porquê que ele existe, graças também a uma Dissertação de Mestrado em Ciência Política que fiz sobre este tema, considero que é tempo dos Democratas se unirem contra esta ditadura presunçosa e injusta.

Presunçosa porque considera-se que a República é o regime Democrático perfeito; o que a História Portuguesa aliás demonstra que é falso! Injusta, porque faz dos cidadãos monárquicos, como eu, uma espécie de “cidadãos de segunda categoria”, para poderem ser alvo de ataques infames, incluíndo muitas vezes ofensas ao próprio Herdeiro do Trono de Portugal, o que obviamente é inaceitável.

É importante que a classe política nacional perceba, de uma vez por todas, que não há Portugueses de primeira, nem Portugueses de segunda. Há Portugueses, ponto final! E todos nós, devemos ter o direito de optar por uma outra forma de governo democrática que não seja a republicana. Portugal viveu durante 8 séculos sob a Instituição Régia que foi evoluíndo até ao Liberalismo. E com 8 séculos de Monarquia, Portugal ganhou um Património do qual todos os Portugueses se devem orgulhar; e estou convicto de que a maioria tem orgulho na sua História. O que não é aceitável é trocar 8 séculos plenos de Lições que a História nos transmite, por mais de 100 anos de regimes republicanos que nos trouxeram à actual situação.

E por vivermos numa situação difícil, foi criada a Plataforma pela Cidadania Monárquica, no sentido de trazer informação sobre o que é a Monarquia actualmente, mas tivemos o cuidado de também mostrar a riqueza da História da Monarquia Portuguesa, com os vídeos sobre as Biografias dos Reis que fizeram Portugal.

Para sermos bem sucedidos, e vamos ser, custe o que custar, doa a quem doer (e espero que a dor seja toda do lado republicano), atravessaremos o pântano, as tempestades, porque, a situação do nosso querido País é inaceitável.

É por isso que apelo aos Monárquicos convictos que nos ajudem também a divulgar o nosso trabalho. Estamos quase a fazer 1 mês de existência, e estamos decididos em fazer o melhor possível para conseguirmos com a nossa humilde contribuição, ajudar na Transição para a Monarquia.

Na Transição para a Monarquia devemos mostrar aos Portugueses quem é que valoriza mesmo o esforço de cada um de nós para reerguermos a nossa Pátria. O Rei ama mesmo o seu Povo e a sua Pátria. A República quer não só vender o que nos resta, como cada vez mais está a pôr Portugal à venda! As diferenças são óbvias. O lado da razão também é óbvio. Só não vê quem já desistiu de Portugal e de ser Português.

Nós nunca desistiremos da Pátria.

VIVA PORTUGAL!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

RAINHA DONA AMÉLIA, UMA BIOGRAFIA


«Nunca compreendi o que é que se passou no Terreiro do Paço. Porquê tanto ódio, tanto sangue? Porque é que fizeram aquilo? Eu que não pensava a não ser no bem do meu povo?...(...) Foi necessário eu sofrer tanto para que vocês me amem tanto, mulheres do povo. Vós, mulheres, viúvas como eu, que eram jovens quando eu também era jovem, ofereceram-me flores e lágrimas… Quem sabe se quando fizer a minha última viagem a Portugal elas me irão oferecer flores de novo?». 

Amada por uns, odiada por outros, Dona Amélia de Orleães, a última rainha de Portugal, viveu num mundo em grandes transformações políticas, sociais e culturais. Princesa de França, mas portuguesa de coração, assistiu ao assassinato do marido e do filho, príncipe herdeiro, a tiro de carabina em pleno Terreiro do Paço e ao fim da monarquia num país que a havia acolhido com entusiasmo. Rumou ao exílio primeiro em Inglaterra depois em França, viveu a Primeira Guerra Mundial, resistiu contra a ocupação nazi, recusando deixar o país que a acolhera e que também era seu. Contudo, apesar da tragédia que marcou o seu quotidiano, Dona Amélia orientou a sua vida pela divisa que escolheu para si: Esperança. José Alberto Ribeiro, diretor da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, um apaixonado pela figura desta Rainha alta e de personalidade forte, traz-nos uma biografia reveladora de factos e acontecimentos até agora ignorados ou silenciados sobre a sua vida. Após anos de pesquisa em arquivos nacionais e estrangeiros, nomeadamente no Arquivo Nacional de França, em Paris, da leitura dos diários privados da Rainha, escritos ao longo de 65 anos, desde que chegou a Portugal até ao fim dos seus dias, o autor reconstituiu a vida e o quotidiano de Dona Amélia. Da sua infância, passando pelo seu casamento, a relação com Dom Carlos e com os filhos de quem sempre foi uma mãe extremosa, os dias comuns e os dias de grande gala, os seus gostos, a sua curiosidade pelas novidades da ciência, pela cultura e as suas ações de solidariedade, passando pelos seus desencantos e tristezas, o exílio forçado, o calvário da morte de mais um filho, Dom Manuel, as questões de sucessão do trono português, e a sua relação de correspondência com António de Oliveira Salazar que a convida a visitar Portugal. A rainha deixou expresso que após a sua morte estes diários deveriam ser queimados, o que não veio acontecer. José Alberto Ribeiro foi o único historiador a ter acesso, na sua totalidade, a estes diários, bem como a um conjunto de imagens desconhecidas que são reproduzidas nesta biografia amplamente ilustrada. Dona Amélia morre a 25 de Outubro de 1951, na sua cama gravada com as armas de França e dos Bragança. Tinha então 86 anos. As suas últimas palavras foram: «Levem-me para Portugal, adormeço em França mas é em Portugal que quero dormir para sempre. No presente, Deus está comigo.»

FELIZ DIA DE SANTO ANTÓNIO!

Primeiramente foi frade agostiniano,Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, indo posteriormente para o Convento de Santa Cruz, em Coimbra, onde aprofundou os seus estudos religiosos através da leitura da Bíblia e da literaturapatrística, científica e clássica. Tornou-se em 1220 e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois na Itália e na França. No ano de 1221 passou a fazer parte do Capítulo Geral da Ordem de Assis, a convite do próprio Francisco, o fundador, que o convidou também a pregar contra os albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua, onde morreu aos 36 (ou 40) anos.
A sua fama de santidade levou-o a ser canonizado pela Igreja Católica pouco depois de falecer, distinguindo-se como teólogomísticoasceta e sobretudo como notável orador e grande taumaturgo. Santo António de Lisboa é também tido como um dos intelectuais mais notáveis de Portugal do período pré-universitário. Tinha grande cultura, documentada pela coletânea de sermões escritos que deixou, onde fica evidente que estava familiarizado tanto com a literatura religiosa como com diversos aspetos das ciências profanas, referenciando-se em autoridades clássicas como Plínio, o VelhoCíceroSéneca,BoécioGaleno e Aristóteles, entre muitas outras. O seu grande saber tornou-o uma das mais respeitadas figuras da Igreja Católica do seu tempo. Lecionou em universidades italianas e francesas e foi o primeiro Doutor da Igreja franciscano.São Boaventura disse que ele possuía a ciência dos anjos. Hoje é visto como um dos grandes santos do Catolicismo, recebendo larga veneração e sendo o centro de rico folclore.3
(...)  

quarta-feira, 12 de junho de 2013

CONVITE: CONFERÊNCIA POR S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA


IMPRENSA: SS.AA.RR., DOM DUARTE E DONA ISABEL VISITARAM ARCO DE VALDEVEZ

ARCOS DE VALDEVEZ – No passado dia 9 de Junho (domingo) Arcos de Valdevez recebeu Dom Duarte Pio de Bragança e Dona Isabel de Herédia de Bragança, numa visita realizada no âmbito da sua vinda ao distrito de Viana do Castelo – Uma organização conjunta da Real Associação do Alto Minho, da Associação Empresarial de Viana do Castelo e do CEVAL – Confederação Empresarial do Alto Minho.
A visita começou, pelas 10h30, com uma visita à Quinta do Casal do Paço (Padreiro, Arcos de Valdevez), que contou com uma prova de vinhos da marca “Afros” e a degustação de enchidos e doçaria locais; cerca das 11h30, a Família Real fez uma visita à Igreja e Arquivo Histórico da Misericórdia de Arcos de Valdevez e ainda deixou escritas no Livro de Honra da Instituição mensagens alusivas à recepção realizada; pelas 12h00 decorreu a Colocação de uma coroa de flores no Padrão Comemorativo dos 800 anos do Recontro de Valdevez (Campo do Trasladário) e, por último, pelas 12h15, realizou-se a colocação de uma coroa de flores na escultura de homenagem aos militares arcuenses tombados na Guerra do Ultramar (Praceta Combatentes do Ultramar/1961-1974).
LOCAL.PT, 11 de Junho de 2013

segunda-feira, 10 de junho de 2013

NÃO DESCONSIDERANDO AS SAGRADAS BARBAS DE CAMÕES

Não desconsiderando o estro glorioso nem as sacratíssimas barbas de Camões, o 10 de Junho - invenção romântica - devia dar lugar ao Dia da Pátria e dessa Liberdade que quer dizer "Nós Somos Livres", que só o 1º de Dezembro corporiza. O Terreiro do Paço vazio - ali já não há soldados enxutos que a peito nu e a tiros haviam defendido a pátria - foi substituído por fruste encenação em que as cruzes, os crepes de honra e as lágrimas de gratidão pelos caídos foram trocados na barganha do favoritismo. Uma cruz antiga valia 100  destes barões, um toque de silêncio 1.000 palavras de fingido patriotismo, os estandartes de vitórias e derrotas 10.000 talheres dos banquetes que hoje e amanhã farão a encenação possível para uma data que já ninguém sente.

Reduzidos fisicamente, reduzidos animicamente, caídos em protectorado, não sei que patriotismo rubro-verde é esse a que se agarram os centos de comensais e palradores destas festividades encomendadas, sem povo, sem heróis, sem feitos nem esperança. Portugal precisava de um  Rei que unisse, de governantes que dessem o exemplo e a ordem de comando, de um povo unido que se sentisse mandatado para novos feitos. Sobre nós caiu o miserabilismo, a pequenez na ambição, a insignificância dos objectivos. Portugal não precisa de lutar contra a crise. A crise é o Portugal contemporâneo e dela só sairemos quando o verdadeiro patriotismo - aquele que não aflora nas palavras, mas crepita nos corações - nos der um rumo novo.