quinta-feira, 11 de julho de 2013

11 DE JULHO DE 1828, DOM MIGUEL É ACLAMADO REI DE PORTUGAL

RECORDAÇÃO DA ACLAMAÇÃO DE DOM MIGUEL I DE PORTUGAL


A C'roa por Afonso Merecida,
Fruto da Milagrosa resistência,
Para Memória, e Paz dos Portugueses,
De Miguel a confia a Providência.


NA ACLAMAÇÃO

Do Magnánimo, e Augustíssimo Senhor

D. MIGUEL I
REI DE PORTUGAL



FOTOS DA CERIMÓNIA DO PRÉMIO INTERNACIONAL TERRAS SEM SOMBRA - 6 DE JULHO DE 2013 -. NA CASA DA CULTURA DA COMPORTA

SS.AA.RR., Os Senhores Duques de Bragança, S.A.R., A Infanta Pilar de Borbón, Duquesa de Badajoz e D. Eduardo Junco, Embaixador de Espanha.
S.A.R., Dom Duarte, S.A.R., Dona Isabel e o Embaixador de Angola
O Biólogo Angolano Pedro Vaz Pinto recebe o prémio internacional pelo trabalho em prol da Salvaguarda da Biodiversidade.
O cantor lírico Enzo Dara recebe o Prémio na categoria "Música", pelas mãos da Infanta D. Pilar de Borbón.
O coro juvenil de Lisboa, actuou cantando e encantando todos os presentes
SS. AA. RR. os Duques de Bragança encabeçaram a Comissão de Honra do Festival Terras Sem Sombra.
"Este País recebeu-me de braços abertos e não tenho mais do que gratidão para com todos" assim discursou a Infanta D. Pilar de Borbón, com clara emoção.
O Embaixador de Espanha D. Eduardo Junco, cumprimenta o Senhor Padre, Manuel António do Rosário, Pároco de Grândola. SS.AA.RR., Os Senhores Duques de Bragança, esperam pela vez...
Casa da Cultura da Comporta recebeu a cerimónia de entrega do Prémio Internacional Terras Sem Sombra.
Festival Terras sem Sombra - Facebook

domingo, 7 de julho de 2013

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA, NA TOMADA DE POSSE DO NOVO PATRIARCA DE LISBOA, D. MANUEL CLEMENTE

O novo Patriarca de Lisboa deu a primeira missa após a tomada de posse no Mosteiro dos Jerónimos e pediu para o país olhar para exemplo das populações do Norte de Portugal.
Público

sábado, 6 de julho de 2013

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA ENCABEÇAM A COMISSÃO DE HONRA NA CERIMÓNIA DE ENTREGA DO PRÉMIO INTERNACIONAL "TERRAS SEM SOMBRA"

LISBOA – A Casa da Cultura da Comporta recebe este sábado, 6 de Julho, pelas 18h, a cerimónia de entrega do Prémio Internacional Terras Sem Sombra. O evento será presidido pela Infanta D. Pilar de Borbón, Duquesa de Badajoz, irmã do rei D. Juan Carlos I de Espanha, e contará ainda com a presença dos principais intervenientes no Festival, nomeadamente os Duques de Bragança, que encabeçam a Comissão de Honra.
Fundado em 2011 pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, o Prémio Internacional Terras Sem Sombra distingue anualmente três personalidades ou instituições que se salientaram nas áreas da música, do património e da biodiversidade. São premiados, em 2013, o cantor lírico italiano Enzo Dara (Promoção da Música), a Associação dos Arqueólogos Portugueses (Salvaguarda do Património Cultural) e o investigador angolano Pedro Vaz Pinto (Conservação da Natureza).
O Prémio Internacional Terras Sem Sombra já galardoou seis personalidades distintas e de peso nas suas áreas: na vertente musical, foram premiadas as sopranos Cheryl Studer (EUA) e Dimitra Theodossiou (Grécia); no campo do Património Cultural, a Pontifícia Academia Romana de Arqueologia (Cidade do Vaticano) e a museóloga e investigadora portuguesa Maria Helena Mendes; e na área da preservação da Biodiversidade, os cientistas Mário Ruivo (responsável pelos estudos oceanográficos em Portugal) e Miguel Ângel Simón (Director do Programa LIFE Lince em Espanha).

sexta-feira, 5 de julho de 2013

S.A.R., DOM DUARTE APADRINHOU O RECANTO DA ACORDEONISTA EUGÉNIA LIMA

Espaço no Alto da Serra, Rio Maior, é um repositório de memórias da carreira da artista que aos 87 anos continua a manejar o acordeão como poucos.
A conceituada acordeonista Eugénia Lima concretizou mais um sonho, naquele que descreveu como o dia mais feliz da sua carreira artística. Rodeada de amigos, inaugurou no sábado, 29 de Junho, o Recanto Eugénia Lima, um espaço junto ao restaurante Fortaleza, no Alto da Serra, em Rio Maior, que não quer denominar como museu mas que guarda memórias, condecorações e prémios de 83 anos de carreira.
Aos 87 anos Eugénia Lima continua a encantar pela sua jovialidade e pelo sorriso que espalha a quem com ela se cruza. “Eu preciso de todos para viver, porque a minha vida é o público, a minha vida são as pessoas que passam por mim e me dizem adeus e o meu sonho concretizou-se, que era o de tocar acordeão”, afirmou com emoção a acordeonista.
Entre os convidados estavam presentes a presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Isaura Morais, Dom Duarte Duque de Bragança e Júlio Isidro. A placa do espaço foi descerrada por Eugénia Lima ladeada por Dom Duarte, que apadrinhou o espaço, e Isaura Morais. A bênção ficou a cargo do padre António Diogo.
A presidente da Câmara de Rio Maior, cidade que acolhe a acordeonista há mais de quatro décadas, oficializou a inauguração do Recanto Eugénia Lima com o corte simbólico da fita e no seu discurso não se cansou de elogiar o talento e a força da natureza que é Eugénia Lima, tanto como artista como pessoa.
Durante a cerimónia de inauguração a acordeonista foi homenageada pelo Duque de Bragança, que a condecorou com a medalha de mérito da Casa Real. À medida que os discursos dos convidados se foram perfilando, os olhos de Eugénia Lima não esconderam a emoção de estar rodeada de todos os que a têm acompanhado ao longo da sua vida.
“Para a Eugénia Lima o que é difícil é para fazer logo. O que é impossível demora mais um bocadinho, mas faz-se também”. Foi assim que Júlio Isidro descreveu Eugénia Lima, ressalvando a felicidade que a acordeonista transmite e o amor que tem pelas pessoas e pelo acordeão.
Desde os quatro anos que Eugénia Lima faz espectáculos e apesar de ter a doença de Parkinson a sua vontade de viver torna-a uma figura incontornável. Apesar de já não suportar o peso do acordeão e de precisar que lho coloquem nas pernas, e de já ter comprado um mais pequeno, a “Rainha do Acordeão” confessa que só há um que tem o “som bonito”, o que o seu pai afinou.
O momento alto chegou quando Eugénia Lima envergou o acordeão e do gingar dos seus dedos se começaram a ouvir as primeiras notas da música “Minha Vida, Meu Sonho” trauteada em uníssono pelos convidados que de pé aplaudiram a genialidade de Eugénia Lima.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

A RESERVA DA NAÇÃO

A RESERVA DA NAÇÃO. " (...) A Monarquia que advogamos é uma Monarquia assente no consenso popular e não nos favores dos grandes. Aliás esta faceta foi característica da Monarquia Portuguesa. À dinastia confiamos a arbitragem dos conflitos e a impossibilidade da idolatria do poder. O Rei, na legitimidade dinástica, é o homem que serve, aquele que encarna, no seu alto lugar, todas as limitações humanas.
A Monarquia é ainda o regime que não pede a unanimidade de opinião ideológica, acerca dos seus princípios, mas a universalidade da participação política. "

- Teresa Martins de Carvalho, in " D.Sebastião e Eu ", Lisboa, 1982, p.56.

terça-feira, 2 de julho de 2013

O MELHOR ALIADO DO POVO

Quando olhamos num certo prisma para a composição dos principais agentes que governam o País em República, damos-nos conta que todos têm algo em comum; vêm todos da partidocracia, dos grupos de interesse.
Podemos acreditar, eventualmente, na boa fé de muitos deles. A História demonstra que em todas as épocas houve bons e maus governantes. Quem governa os povos, os Estados, as Nações, são seres humanos, e por isso mesmo, também erram, também se corrompem, no fundo, têm qualidades e defeitos.
Mas há algo que ninguém pode negar: a Chefia de Estado republicana tem um ponto fraco, que é o facto de ter origem partidária. Podemos até fazer um esforço para entender as questões de  meritocracia, mas também quem é republicano deve fazer um esforço para se questionar e ver se vale a pena para o bem do País, existir a eleição do mais alto cargo público em nome dos interesses partidários.
Ao povo interessa o bom governo da respublica! Se as eleições legislativas formam uma nova maioria parlamentar e se dessa maioria sai um Governo, então, para quê ainda ter um representante partidário a chefiar o Estado? Tenha ele muitos ou poucos poderes; não nos esqueçamos que existem os Presidencialismos em que o Presidente é chefe do executivo, mas também temos os Parlamentarismos em que os Presidentes são uma espécie de monarcas constitucionais com funções representativas e nem todos estes saem de eleições directas, veja-se os casos da Alemanha e da Itália.
Sendo assim, o quê que um cidadão comum deve esperar da Chefia do Estado?
Creio que deve esperar, independência, isenção, transparência, dignidade e acima de tudo, que cumpra o que prometeu na tomada de posse: cumprir e fazer cumprir a Constituição!
Um Presidente da República, por muito honesto que queira ser, já tem um passado político, uma carreira, brilhante ou nem por isso. Enquanto governante pode até ter aplicado políticas desastrosas para sectores vitais da economia, e ao chegar a Presidente diz que se preocupa com os sectores que enquanto governante possa ter comprometido, entrando em contradição e profundo desgaste político.
A corrida à Presidência da República é, no fundo, mesmo sob o fantasma de “candidaturas independentes”, uma corrida partidária e dela não se conseguirá nunca desligar.
Assim, um cidadão deve ter um aliado de peso na Chefia do Estado, que represente mais do que interesse partidários, que represente a Pátria no seu todo, e sobretudo, um projecto nacional que começou, no caso português há 900 anos atrás com o nosso primeiro Rei.
E é de facto, no Trono, na Coroa, que está a maior aliança proveniente da História, com a qual o povo pode contar. Um Rei tem um compromisso único: com a Nação e o seu sucesso em todas as frentes. Não se preocupa com sondagens, pois não vai ser eleito, não vai concorrer a nada, porque já é aquilo que a História quis que ele fosse, o melhor aliado do povo.
É deste Aliado de peso que nós Portugueses precisamos, para garantir não só a nossa Democracia, mas a Dignidade do Serviço ao bem comum e também aqui, a Instituição Real impõe pela autoridade da História, o respeito devido.
Assim, e só assim, o Rei é o nosso melhor aliado!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

PROMOÇÃO DO MINHO: S.A.R., DOM DUARTE PIO DIZ QUE É NECESSÁRO "HAVER COERÊNCIA E PENSAMENTO LÓGICO"

Os Duques de Bragança assumem-se como embaixadores dos produtos que o Minho tem para oferecer. Na sua recente deslocação a Viana do Castelo Dom Duarte Pio afirmou que a região tem um potencial digno de ser promovido mas alerta para a necessidade de “haver coerência e pensamento lógico” no caminho que se pretende seguir. “Não podemos querer uma coisa e fazer outra”, sublinha o Duque de Bragança. Dom Duarte Pio destacou ainda a qualidade dos produtos regionais, a simpatia das gentes, e a beleza das paisagens e do edificado. Neste campo afirmou mesmo estar “muito feliz com a ideia” de demolição do Prédio Coutinho, mas sublinhou que, no entanto, “há muita porcaria que entretanto se foi construindo mas que não se deveria ter construído”.  Rádio Geice