quinta-feira, 13 de junho de 2013

RAINHA DONA AMÉLIA, UMA BIOGRAFIA


«Nunca compreendi o que é que se passou no Terreiro do Paço. Porquê tanto ódio, tanto sangue? Porque é que fizeram aquilo? Eu que não pensava a não ser no bem do meu povo?...(...) Foi necessário eu sofrer tanto para que vocês me amem tanto, mulheres do povo. Vós, mulheres, viúvas como eu, que eram jovens quando eu também era jovem, ofereceram-me flores e lágrimas… Quem sabe se quando fizer a minha última viagem a Portugal elas me irão oferecer flores de novo?». 

Amada por uns, odiada por outros, Dona Amélia de Orleães, a última rainha de Portugal, viveu num mundo em grandes transformações políticas, sociais e culturais. Princesa de França, mas portuguesa de coração, assistiu ao assassinato do marido e do filho, príncipe herdeiro, a tiro de carabina em pleno Terreiro do Paço e ao fim da monarquia num país que a havia acolhido com entusiasmo. Rumou ao exílio primeiro em Inglaterra depois em França, viveu a Primeira Guerra Mundial, resistiu contra a ocupação nazi, recusando deixar o país que a acolhera e que também era seu. Contudo, apesar da tragédia que marcou o seu quotidiano, Dona Amélia orientou a sua vida pela divisa que escolheu para si: Esperança. José Alberto Ribeiro, diretor da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, um apaixonado pela figura desta Rainha alta e de personalidade forte, traz-nos uma biografia reveladora de factos e acontecimentos até agora ignorados ou silenciados sobre a sua vida. Após anos de pesquisa em arquivos nacionais e estrangeiros, nomeadamente no Arquivo Nacional de França, em Paris, da leitura dos diários privados da Rainha, escritos ao longo de 65 anos, desde que chegou a Portugal até ao fim dos seus dias, o autor reconstituiu a vida e o quotidiano de Dona Amélia. Da sua infância, passando pelo seu casamento, a relação com Dom Carlos e com os filhos de quem sempre foi uma mãe extremosa, os dias comuns e os dias de grande gala, os seus gostos, a sua curiosidade pelas novidades da ciência, pela cultura e as suas ações de solidariedade, passando pelos seus desencantos e tristezas, o exílio forçado, o calvário da morte de mais um filho, Dom Manuel, as questões de sucessão do trono português, e a sua relação de correspondência com António de Oliveira Salazar que a convida a visitar Portugal. A rainha deixou expresso que após a sua morte estes diários deveriam ser queimados, o que não veio acontecer. José Alberto Ribeiro foi o único historiador a ter acesso, na sua totalidade, a estes diários, bem como a um conjunto de imagens desconhecidas que são reproduzidas nesta biografia amplamente ilustrada. Dona Amélia morre a 25 de Outubro de 1951, na sua cama gravada com as armas de França e dos Bragança. Tinha então 86 anos. As suas últimas palavras foram: «Levem-me para Portugal, adormeço em França mas é em Portugal que quero dormir para sempre. No presente, Deus está comigo.»

FELIZ DIA DE SANTO ANTÓNIO!

Primeiramente foi frade agostiniano,Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, indo posteriormente para o Convento de Santa Cruz, em Coimbra, onde aprofundou os seus estudos religiosos através da leitura da Bíblia e da literaturapatrística, científica e clássica. Tornou-se em 1220 e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois na Itália e na França. No ano de 1221 passou a fazer parte do Capítulo Geral da Ordem de Assis, a convite do próprio Francisco, o fundador, que o convidou também a pregar contra os albigenses em França. Foi transferido depois para Bolonha e de seguida para Pádua, onde morreu aos 36 (ou 40) anos.
A sua fama de santidade levou-o a ser canonizado pela Igreja Católica pouco depois de falecer, distinguindo-se como teólogo, místico, asceta e sobretudo como notável orador e grande taumaturgo. Santo António de Lisboa é também tido como um dos intelectuais mais notáveis de Portugal do período pré-universitário. Tinha grande cultura, documentada pela coletânea de sermões escritos que deixou, onde fica evidente que estava familiarizado tanto com a literatura religiosa como com diversos aspetos das ciências profanas, referenciando-se em autoridades clássicas como Plínio, o Velho, Cícero, Séneca,Boécio, Galeno e Aristóteles, entre muitas outras. O seu grande saber tornou-o uma das mais respeitadas figuras da Igreja Católica do seu tempo. Lecionou em universidades italianas e francesas e foi o primeiro Doutor da Igreja franciscano.São Boaventura disse que ele possuía a ciência dos anjos. Hoje é visto como um dos grandes santos do Catolicismo, recebendo larga veneração e sendo o centro de rico folclore.3
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

CONVITE: CONFERÊNCIA POR S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA


IMPRENSA: SS.AA.RR., DOM DUARTE E DONA ISABEL VISITARAM ARCO DE VALDEVEZ

ARCOS DE VALDEVEZ – No passado dia 9 de Junho (domingo) Arcos de Valdevez recebeu Dom Duarte Pio de Bragança e Dona Isabel de Herédia de Bragança, numa visita realizada no âmbito da sua vinda ao distrito de Viana do Castelo – Uma organização conjunta da Real Associação do Alto Minho, da Associação Empresarial de Viana do Castelo e do CEVAL – Confederação Empresarial do Alto Minho.
A visita começou, pelas 10h30, com uma visita à Quinta do Casal do Paço (Padreiro, Arcos de Valdevez), que contou com uma prova de vinhos da marca “Afros” e a degustação de enchidos e doçaria locais; cerca das 11h30, a Família Real fez uma visita à Igreja e Arquivo Histórico da Misericórdia de Arcos de Valdevez e ainda deixou escritas no Livro de Honra da Instituição mensagens alusivas à recepção realizada; pelas 12h00 decorreu a Colocação de uma coroa de flores no Padrão Comemorativo dos 800 anos do Recontro de Valdevez (Campo do Trasladário) e, por último, pelas 12h15, realizou-se a colocação de uma coroa de flores na escultura de homenagem aos militares arcuenses tombados na Guerra do Ultramar (Praceta Combatentes do Ultramar/1961-1974).
LOCAL.PT, 11 de Junho de 2013

segunda-feira, 10 de junho de 2013

NÃO DESCONSIDERANDO AS SAGRADAS BARBAS DE CAMÕES

Não desconsiderando o estro glorioso nem as sacratíssimas barbas de Camões, o 10 de Junho - invenção romântica - devia dar lugar ao Dia da Pátria e dessa Liberdade que quer dizer "Nós Somos Livres", que só o 1º de Dezembro corporiza. O Terreiro do Paço vazio - ali já não há soldados enxutos que a peito nu e a tiros haviam defendido a pátria - foi substituído por fruste encenação em que as cruzes, os crepes de honra e as lágrimas de gratidão pelos caídos foram trocados na barganha do favoritismo. Uma cruz antiga valia 100  destes barões, um toque de silêncio 1.000 palavras de fingido patriotismo, os estandartes de vitórias e derrotas 10.000 talheres dos banquetes que hoje e amanhã farão a encenação possível para uma data que já ninguém sente.

Reduzidos fisicamente, reduzidos animicamente, caídos em protectorado, não sei que patriotismo rubro-verde é esse a que se agarram os centos de comensais e palradores destas festividades encomendadas, sem povo, sem heróis, sem feitos nem esperança. Portugal precisava de um  Rei que unisse, de governantes que dessem o exemplo e a ordem de comando, de um povo unido que se sentisse mandatado para novos feitos. Sobre nós caiu o miserabilismo, a pequenez na ambição, a insignificância dos objectivos. Portugal não precisa de lutar contra a crise. A crise é o Portugal contemporâneo e dela só sairemos quando o verdadeiro patriotismo - aquele que não aflora nas palavras, mas crepita nos corações - nos der um rumo novo.

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA EM VIANA DO CASTELO

Portugal Real - 100% Alto Minho, 8 Junho 2013, por ocasião do 161º aniversário da Associação Empresarial de Viana do Castelo, com o apoio das Reais Associações do Alto Minho Real e de Braga.

IMPRENSA: S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA VISITA DISTRITO DE VIANA DO CASTELO

"Diário do Minho" de 09 de Junho de 2013

domingo, 9 de junho de 2013

CONVITE: CERIMÓNIAS DO 10 DE JUNHO DE 2013

Real Associação do Médio Tejo

XXIV ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA

A Real Associação de Lisboa comemora o seu XXIV aniversário com o habitual passeio, a realizar no dia 15 de Junho, promovendo simultaneamente o convívio entre os associados e dando a conhecer o rico património histórico e cultural do nosso país.
Escolhemos este ano as  Linhas de Torres, evocando assim o esforço glorioso de quem as edificou e de quem as defendeu, e com tal esforço salvaguardou a Independência Nacional. Teremos como guia o Sr. Coronel Américo Henriques, já conhecido de muitos de vós.
Ao dar-vos conhecimento desta iniciativa, aproveitamos a oportunidade para reafirmar neste período de grave crise nacional o nosso compromisso de servir Portugal através do Ideal Monárquico, personificado em S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, contando também com a vossa colaboração na prossecução de tal desiderato.
Juntamos o programa detalhado do Passeio de Aniversário, e estamos ao vosso dispor para quaisquer esclarecimentos adicionais através dos contactos habituais.
Programa – 15 de Junho de 2013
09:30 – Partida de Lisboa, em autocarro, da Praça de Espanha, junto ao parque de estacionamento na esquina com Avenida de Berna (parqueamento gratuito).

10:00 – Chegada a Mafra, seguindo-se sessão de apresentação “As Linhas de Torres no contexto da Guerra Peninsular”.

11:00 – Chegada a Torres Vedras e visita das Linhas de Torres (Forte Grande de Alqueidão, Pêro Negro, e outros pontos de interesse).

13:00 –  Almoço em Mafra.
14:30 –  Visita ao Convento de Mafra (parte conventual, normalmente fechada ao público).
16:00 –  Regresso a Lisboa / Praça de Espanha.

Donativo por pessoa (deslocações e almoço) – 25€

Donativo por pessoa para jovens até aos 25 anos – 20€

(Recomendamos calçado confortável)
Inscrições até dia 12 de Junho:
- Directamente na nossa sede

– Pelo endereço electrónico: secretariado @ reallisboa.pt

– Pelo telefone: 21 342 81 15

A Direcção da Real Associação de Lisboa

Praça Luís de Camões, 46 2° Dto

1200-243 Lisboa

IMPRENSA: CONFRARIA DOS SABORES DE SINTRA ENTRONIZA S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA

"O Correio da Linha" de 01 de Junho de 2013
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