terça-feira, 22 de janeiro de 2013

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA EM S. MAMEDE DE INFESTA


Associação de Socorros Mútuos de S. Mamede de Infesta é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), fundada em 01/04/1888 com Alvará Régio de 15/01/1890.

No início de 2003, foi inaugurada uma nova sede com uma Clínica Médica, dispondo de 15 consultórios para várias Especialidades, Fisioterapia e Ginásio.

Nas suas instalações os beneficiários encontram ao seu dispor   consultas de  várias especialidades, uma Clínica Física e de Reabilitação, Serviços de Enfermagem e Analises clínicas.

Senhor Dom Duarte recebido pela direcção presidida por Áureo Almeida 
 O Rei entre o Povo e com o Povo
S.A.R., o Senhor Dom Duarte de Bragança descerrou o busto do Rei D. Carlos.
Alvará assinado por D Carlos é assinado também pelo ministro das obras públicas que havia tomado posse no dia anterior.
Assinou o livro de honra, tendo-lhe sido oferecidos uma cópia do Alvará Régio
Medalha das comemorações dos 123 anos de Acção Social - 1890/2013
 Como o Povo português acolhe tão bem Sua Alteza

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

VÍDEO: JANTAR DE REIS EM BRAGA, JUNTOU CERCA DE 600 PESSOAS


Vídeo: MrMonarquia

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA É HOMENAGEADO EM BRAGA PELA ASSOCIAÇÃO FAMÍLIAS E COLÉGIO JOÃO PAULO II


Associação Famílias e Colégio João Paulo II prestam homenagens ao Duque de Bragança
Nesta rápida visita às duas instituições, O Duque de Bragança foi recebido com grande pompa.
O Duque Dom Duarte de Bragança, descendente directo da última dinastia da Monarquia portuguesa, esteve ontem em Braga onde, antes de participar num Jantar de Reis, no Sameiro, visitou duas instituições do concelho: a Associação Famílias (em S. Vicente) e o Colégio João Paulo II (em Dume), onde foi objecto de homenagens.
Na curta visita à sede da Associação Famílias, Dom Duarte foi presenteado com livros e com um diploma Pró-Família por parte do presidente da instituição, Carlos Aguiar Gomes, que justificou a entrega deste galardão com «o empenho por causas sociais relevantes», em Portugal e além fronteiras (em especial no espaço da lusofonia) que o Duque de Bragança tem tido ao longo dos anos.
O presidente da Associação Famílias teve ainda a oportunidade de resumir ao ilustre visitante o trabalho que tem sido desenvolvido nos últimos 25 anos pela instituição em prol das famílias mais carenciadas.
Por sua vez, Dom Duarte elogiou o trabalho da Associação, apontando-a como «um exemplo de solidariedade» e que, por isso, merece «um apoio cada vez maior por parte da cidade de Braga e da sociedade civil» de uma maneira geral. E sublinhou a importância de instituições como a Associação Famílias numa altura em que se percebeu que o Estado Social, tal como era conhecido, já não existe. «O Estado Social que apoiava tudo e todos, mas não fazia contas era uma fantasia que deixou de existir e é por isso que a solidariedade tem de partir, cada vez mais, de instituições como esta», disse.
Antes de partir para o seguinte compromisso, escreveu algumas palavras no livro de honra da Associação Famílias.
No Colégio João Paulo II, D. Duarte foi recebido por cânticos, interpretados por alunos do colégio, que o deixaram sensibilizado, em especial o segundo tema, composto propositadamente por um professor e com referências à sua família, a ponto de pedir se poderia ter acesso a um registo em vídeo do momento, para poder mostrar em casa.
Teve ainda a possibilidade de fazer uma rápida visita guiada às instalações do colégio, na companhia do diretor da instituição, Mário Pereira.
Antes de se despedir do colégio, ao qual deixou elogios, considerando-o «um exemplo», Dom Duarte descerrou a inscrição do seu nome na “Árvore dos Amigos do Colégio João Paulo II” – onde já constam os nomes de D. Jorge Ortiga e Artur Santos Silva – e recebeu das mãos dos alunos uma moldura com a sua imagem e referências à Monarquia.
Jantar com 600 pessoas apoia Associação Famílias
Foram à volta de 600 as pessoas que participaram ontem num Jantar de Reis, no espaço Sameiro Eventos, organizado pela Real Associação e que contou com a presença do Duque Dom Duarte. Tratou-se de um jantar solidário, já que a receita reverteu a favor da Associação Famílias, instituição muito querida pelos defensores da causa monárquica em Braga, bem como por Dom Duarte.
Segundo Manuel Beninger, da organização, este evento, para além do carácter solidário, teve ainda como objetivo promover bens tradicionais de excelência, nomeadamente da gastronomia, mas também vinhos e artesanato. Para tal, foram convidadas confrarias, associações de artesãos e empresas de produtos regionais.
Importa ainda referir que este Jantar de Reis foi animado musicalmente pelos cantores José Cid e José Perdigão e por grupos tradicionais, nomeadamente o bracarense Rancho Folclórico Gonçalo Sampaio, um grupo de Barcelos e ainda um quinteto de música clássica.
Capa da edição do jornal "Diário do Minho" de 20 de Janeiro

Jornal "Diário do Minho" de 20 de Janeiro, pág. 5
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SELO REAL NO ENSINO
Dom Duarte esteve no Colégio João Paulo II, considerando “excelente”. O Rei português passou a fazer parte da ‘Árvore dos Amigos’ e foi ainda convidado para integrar o conselho consultivo da instituição bracarense.
A imagem de João Paulo II ressalta à vista nesta escola bracarense. Nesta simbiose entre ensino e religião, eis que o selo real passou também a figurar no Colégio.
Por entre os trabalhos expostos dos alunos expostos, eis que na parede do refeitório surge uma fotografia em sépia. O antigo Papa, de braço direito erguido, saudando os fiéis, dava a impressão de estar, ao mesmo tempo, a cumprimentar o Rei. Dom Duarte conheceu as instalações desta unidade de ensino, considerando-as “excelentes”, descerrou uma placa com o seu nome, passando a figurar desta forma na ‘Árvore dos Amigos’ e foi ainda convidado a fazer parte do conselho consultivo da instituição, num gesto que deixou o Rei bastante lisonjeado.
Dom Duarte foi presenteado com a partitura da música criada pelo Colégio para si, bem como com um quadro, uma obra executada na plenitude pelos alunos. Mário Pereira, do Colégio João Paulo II, referiu que “em 2004 assumimos o compromisso com a sociedade bracarense de dar corpo à nobre tarefa de educar. Educar para os valores, valorizando o aspecto académico, mas também o humano, o esforço e a criatividade, a reflexão e a tranquilidade, a razão e a fé”, referiu.
Diga-se ainda que o Duque de Bragança, depois da sua visita ao colégio, dirigiu-se para um Jantar de Reis, igualmente na cidade dos arcebispos, evento que contou com a presença do cantor José Cid e cujo objectivo principal passa pela promoção do património cultural, nomeadamente a gastronomia, o vinho e o artesanato.
ESTEVE QUATRO HORAS RETIDO DEVIDO A UM CORTE NA LINHA
Uma viagem atribulada. A presença de Dom Duarte estava agendada para as 17.30 horas, contudo chegou ao Colégio João Paulo II com mais de uma hora de atraso.
Fez a viagem para Braga de Alfa Pendular, contudo esteve quatro horas retido, devido a um corte da linha, provocado pelo mau tempo.
HINO DO COLÉGIO A ABRIR E MÚSICA EXCLUSIVA NO ADEUS
À chegada, Dom Duarte ouviu 22 alunos do Colégio cantarem o hino da instituição, contudo os apontamentos musicais não ficaram por aqui. Em jeito de despedida, num poema escrito por Hugo Torres, professor de música da instituição e cantor bracarense, o Rei ouviu uma versão exclusiva de ‘El-Rei d’Aquem e d’Além mar’.
Jornal "Correio do Minho" de 20 de Janeiro, pág. 4

domingo, 20 de janeiro de 2013

HÁ MUITOS PORTUGUESES QUE QUEREM UM REI


DOM Duarte Pio não descarta hipótese de reinar

O Duque de Bragança Dom Duarte Pio não descarta a hipótese de vir a reinar um dia, em Portugal. Numa longa entrevista dada ao jornal espanhol ‘El Pais’, deste sábado, o Herdeiro da Monarquia diz até que “há muitos portugueses que querem um Rei”.

Dom Duarte Pio cita ainda sondagens favoráveis ao regime que defende, dando conta que 30% dos portugueses o defendem, lembrando que muitos dirigentes monárquicos integram, actualmente, o CDS-PP.

“Aqui houve muitos Governos, de várias tendências políticas, que gastaram muito em coisas inúteis, em auto-estradas ou na Expo [98]. Não se pode pedir emprestado para pagar esses luxos quando Portugal não tem com que pagar”, refere no mesmo artigo.

Mais: Dom Duarte lembra que Salazar nunca pediu dinheiro emprestado, “apenas para pagar a Ponte 25 de abril”.

“A mentalidade republicana é muito de olhar a curto prazo. A monarquia fá-lo mais a longo prazo”, acrescenta.

Definido pelo ‘El Pais’ como um “melancólico herdeiro sem trono”, Dom Duarte refere que viaja sempre em classe económica e que o seu carro tem mais de dez anos.

Católico, o Duque de Bragança critica ainda os Governos de terem aprovado o aborto “em vez de incentivarem as mulheres a darem os filhos para adoção".

RETRATO DE UN REY SIN REINO

Don Duarte Pío, duque de Braganza y pretendiente a rey de Portugal, fotografiado el miércoles en su palacete de Sintra.

  • Don Duarte Pío de Braganza es desde 1976 el melancólico heredero al trono de Portugal
  • El perpetuo pretendiente dice que el 30% de sus compatriotas son favorables a la monarquía
  • Nos recibe en su bella y decadente residencia en la localidad de Sintra
La casa del duque de Braganza está en la parte noble de la noble ciudad de San Pedro de Sintra, a 40 kilómetros de Lisboa, y la cita es en una mañana fría, neblinosa y húmeda. El caserón es grande, viejo, bello, decadente, con un jardín inmenso a la espalda manchado de musgo y verdín. Las habitaciones son oscuras, alfombradas, de techos altos, y se encuentran pobladas de retratos de antepasados de hace muchos años, de armeros con 15 escopetas de caza, de azulejos historiados en los zócalos y de estufas catalíticas. El duque Duarte Pío, el heredero de la dinastía casi milenaria (aunque ya sin trono) de los reyes de Portugal, llega a la hora. Tiene 67 años. Es alto, afable, atento, con cara de aparente buena persona. Habla un español esmerado. Invita a pasar al comedor y enseña el retrato de cuerpo entero de un caballero con armadura y cara de pocos amigos que preside la mesa principal. Es Nuno Alvares Pereira, el condestable que derrotó a los ejércitos españoles en Aljubarrota. Empezamos bien.

—Venció a los castellanos. Pero, ojo, trató muy dignamente al enemigo. Fue santificado hace poco, y yo hice mis intrigas en Roma para conseguirlo, porque los españoles no querían.
La comida es frugal y cada uno (incluido el duque) se sirve a sí mismo. No hay criados. Afuera, más allá de la ventana que da al jardín, comienza a caer la lluvia mansa y triste de muchas mañanas de invierno de Sintra.
Duarte Pío de Braganza nació en el exilio, pero en suelo luso, en la embajada portuguesa de Berna, en 1945. Constituye el hasta ahora último eslabón de una vieja monarquía que instauró el legendario Alfonso Henríquez en el siglo XII. Las ramas de su árbol genealógico enlazan con todas las casas reales europeas, y en él figuran nombres mareantes como el de la condesa Francisca de Paula Kinsky de Wchinitz y Tettau, el emperador Pedro de Brasil o el conde Johann Nepomuk Dobrzensky de Dobrzenicz. En 1950, el dictador António de Salazar permitió a la familia real portuguesa, que languidecía en el extranjero desde la proclamación de la República en 1910, regresar al país, aunque se propuso —y consiguió— que ninguno de sus miembros le hiciera sombra, ni hiciera mucho ruido. “Una vez, en un acto al que acudí junto a la hija del presidente de la República de entonces, Américo Tomás, nos hicieron fotos para los periódicos, y al día siguiente vi cómo me habían sacado limpiamente de la foto”, recuerda.
Don Duarte Pío, como se le conoce en Portugal, estudió con los jesuitas, fue a la universidad en Lisboa y se diplomó como perito agrícola. Después cumplió el servicio militar en Angola, en plena guerra colonial, pilotando helicópteros de combate. Uno de los retratos que abruman la casa lo muestra, joven y sonriente, con la chupa de cuero de aviador de aquellos años peligrosos.

No descarta la posibilidad de reinar algún día y abomina del "despilfarro de algunos dirigentes políticos del reciente pasado". Viaja en turista y conduce un coche de más de 10 años
La revolución de los claveles le pilló en Saigón completamente despistado. “El presidente del Parlamento de Vietnam del Sur me llamó al hotel para despertarme e informarme. Y como yo le había hablado de que estaba de acuerdo con el general Spínola y la postura de los militares contrarios a la dictadura, me soltó: ‘¡Eh!, que han ganado los tuyos’. Me levanté y envié un telegrama a los vencedores felicitándoles”.
En 1976, tras morir su padre, Duarte Nuno, se convirtió, casi con seguridad para toda la vida, en melancólico heredero sin trono, en rey sin reino, en pretendiente perpetuo a la espera de una oportunidad que no llega nunca en un país con un muy visible presidente de la República que asume las funciones a las que se emplearía un hipotético rey. ¿Frustrante? El duque responde rápido, como si se lo hubieran preguntado muchas veces: “No lo es, creo que hay muchos portugueses que quieren un rey. Y muchos que opinan que es bueno que la Casa Real Portuguesa exista incluso en la República para poder ayudar sin otras obligaciones”. Duarte Pío asegura que los portugueses, según varios sondeos, son favorables a la monarquía en un aproximado 30%, y que el CDS, uno de los partidos que forman la actual coalición conservadora gubernamental, cuenta en sus filas con muchos dirigentes monárquicos.

Sus ocupaciones consisten, según explica, en presidir una fundación monárquica, asistir a las espaciadas citas del Consejo de la Confederación Nacional de Cooperativas Agrícolas y de Crédito, reunirse de vez en cuando en su palacete con una suerte de consejo privado del reino al que pertenecen algunos exministros, rectores de universidad e intelectuales, y en visitar la cincuentena, más o menos, de localidades portuguesas que le invitan al año. Y opinar ocasionalmente, con desigual éxito mediático, de lo que acontece en su país. Ahora también escribe un opúsculo sobre la historia de Portugal dedicado a los extranjeros y toma notas para redactar sus memorias. El Gobierno portugués (que no paga ninguno de sus gastos, según aclara) le proporcionó hace tiempo un pasaporte diplomático que, en cierta manera, le libera de esa especie de limbo jurídico e institucional en el que vivía. Todo, incluido el gabinete técnico que le asiste, sale de su propio patrimonio personal.
“Viajo en turista y tengo un coche que tiene más de 10 años”, precisa, para tratar de dejar claro que se opone al despilfarro, algo de lo que acusa a algunos dirigentes políticos del reciente pasado de un país ahora ahogado por la crisis: “Aquí ha habido Gobiernos, de varias tendencias políticas, que gastaron mucho en cosas inútiles, en autopistas o en la Expo. No se puede pedir prestado para pagar esos lujos cuando Portugal no tiene con qué pagarlos. Salazar nunca pidió prestado. Solo para pagar el puente del 25 de Abril. La mentalidad republicana es muy de mirar al corto plazo. La monarquía lo hace más a largo plazo”.
Don Duarte Pío, con su perro, originario de Tras-os-Montes y perteneciente a una raza típicamente portuguesa.
Conoce desde siempre a la familia del Rey de España. “No nos vemos lo que a mí me gustaría, pero es que no hay tiempo”, explica. Asegura que al príncipe Felipe le ve, sobre todo, en las bodas de las casas reales europeas.
Es católico, abomina de los Gobiernos portugueses que han “animado al aborto en vez de animar a las mujeres a que den el hijo en adopción” y dice admirar a los partidarios de formaciones políticas minoritarias: “Persiguen un ideal, sin interés personal, lo que no se puede decir de los que pertenecen a partidos más grandes”.
Terminada la comida, don Duarte Pío invita a conocer el jardín, el auténtico lujo de este palacete comprado en tiempos convulsos con buen ojo de mercader. “Se lo adquirí, a muy buen precio, a sus dueños, que, tras la caída de la dictadura, se apresuraron a irse a Brasil. ¡Fue mi particular conquista revolucionaria, je, je!”. El jardín es interminable, húmedo, descuidado y decadente, con una fuente cegada llena de verdín y musgo y un lago. Hay una leñera, una huerta (“biológica”, precisa), una trama masona de arriates en la que los miembros neófitos de la logia, hace cientos de años, desfilaban como fantasmas en dirección a la fuente con los ojos vendados. Don Duarte Pío pasea a grandes trancos contando más historias sobre la finca envuelto en un enorme capote alentejano, defendiéndose de la lluvia con un paraguas típico de aldea portuguesa también apto para uso de un gigante. Un perro originario de Tras-os-Montes perteneciente a una raza típicamente portuguesa y del tamaño de un burro pequeño (aquí todo es típico y enorme, por lo que parece) avanza cabalgando inquieto desde las frondas lejanas de este bosque privado con vistas a las montañas siempre verdes del parque natural de Sintra.
El duque se casó a los 50 años con Isabel Inés de Castro Curvelo de Herédia, cuando muchos cronistas le auguraban un desolado porvenir de solterón sin remedio y un futuro dinástico sin descendencia, circunstancia que abocaría a la Casa Real Portuguesa, con una peligrosa tendencia a autodevorarse, a otro suicida litigio sucesorio como los que ha mantenido el propio Duarte Pío. No ha sido así. El matrimonio tiene tres hijos. El mayor, Alfonso de Santa María de Braganza, tiene ya 16 años; en la web de la institución aparece pegado a un iPad, y, según su padre, estudiará algo cercano a la biología. El duque asegura que su hijo mayor anda ya preocupado sobre su futuro sucesorio, sobre si quiere o no convertirse en otro abstracto, difuminado y accesorio rey sin reino de un país republicano. “Es una responsabilidad: asumir la cabeza de una casa real con casi mil años de historia. Y servir al pueblo donde el pueblo diga, reinando o no”.
—¿Y querrá?
—Yo creo que sí.
El País, 19 de Janeiro de 2012

sábado, 19 de janeiro de 2013

ENCENAÇÃO DA ENTREGA DO ALVARÁ POR EL-REI DOM CARLOS EM 1890 COM A PRESENÇA DE S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA

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 O busto do Rei Dom Carlos
A Associação de Socorros Mútuos de São Mamede de Infesta, Instituição de Solidariedade Social (IPSS), fundada em 14/01/1889 e inicialmente denominada “Sociedade Fúnebre Familiar” com Alvará Régio de 15/01/1890, data a partir da qual iniciou a sua actividade legal, celebra os seus 123 anos.
Com cerca de 17000 associados, sendo a maioria da cidade de S. Mamede de Infesta, é porventura a Instituição mais antiga do concelho de Matosinhos e bastante interveniente quer na área social quer na área da saúde.
Inicialmente o seu apoio era somente um apoio de Subsidio de Funeral, mas alargou a sua acção social e passou também a apoiar os seus associados na área da saúde, tendo mesmo no início de 2003 criado na sede uma clínica com várias especialidades, uma clínica de Medicina Física e de Reabilitação, posto de enfermagem e exames de cardiologia / electroencefalografia.
O objectivo desta Instituição Centenária continua a ser proporcionar mais e melhores condições nas áreas em que desempenha a sua atividade aos seus associados, familiares e população em geral.
No próximo dia 19 de Janeiro  pelas 15 horas a  cerimónia contará com uma encenação da entrega do alvará régio de 15 de Janeiro de 1890, por personagens com trajes da época representando os mamedenses e um emissário do rei que nos fará a entrega do alvará.
Com a prestimosa colaboração e presença do historiador Dr. Joel Cleto, foi encomendada uma obra do artista Rui Miragaia  e que terá uma inscrição em latim dizendo” Agere non loqui 15-01-1890”.
A peça vai ficar na entrada do edifício com uma placa por baixo a Informar: Rei D Carlos de Portugal, a quem esta casa deve a atribuição do alvará régio em 15-1-1890. 
S.A.R., o Senhor Dom Duarte de Bragança irá descerrar o busto do Rei D. Carlos.
Alvará assinado por D Carlos é assinado também pelo ministro das obras públicas que havia tomado posse no dia anterior. LER DOCUMENTO
Publicado por Manuel Beninger

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA VISITA O COLÉGIO JOÃO PAULO II

O Colégio João Paulo II recebe Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, para uma visita ao Colégio e para o descerramento do seu nome na ”Árvore dos amigos do Colégio João Paulo II”, sábado, dia 19 de Janeiro, pelas 17:30 horas.
”Árvore dos Amigos do Colégio João Paulo II”
Publicado por Manuel Beninger

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

LIVRO: CRONOLOGIA DA MONARQUIA PORTUGUESA


Porque, como diz o adágio popular, «um Povo sem Passado não tem Futuro», a editora Círculo de Leitores acaba de lançar o primeiro de dois volumes sobre a história da Monarquia Portuguesa, da autoria de Artur Teodoro de Matos, João Paulo Oliveira e Costa e Roberto Carneiro. Intitulado «Cronologia da Monarquia Portuguesa», eis uma obra pouco menos do que imprescindível em qualquer biblioteca... monárquica ou não.
Apresentada de uma forma sucinta (a maior crítica, a surgir, será, precisamente, o menor aprofundamento dos acontecimentos) e com uma linguagem acessível, esta cronologia surge, por outro lado, elaborada de forma sucinta, permitindo, por exemplo, que a ela se recorra, quer como fonte de consulta pontual para confirmação de uma data, quer até mesmo para formular uma ideia sobre a envolvente que marcou determinado reinado ou acontecimento.Posicionada como uma importante fonte de consulta e informação, «Cronologia da Monarquia Portuguesa» apresenta-se como uma espinha dorsal da História de Portugal entre 1109 e 1910, desde o nascimento de D. Afonso Henriques até à deposição de D. Manuel II, abordando não  somente os factos mais relevantes que marcaram os reinados que atravessaram quatro dinastias, mas também alguns dos momentos mais importantes das vidas pessoais desses monarcas. Sem esquecer, ao mesmo tempo, os acontecimentos internacionais de maior impacto que acabaram marcando também a vida dos reis portugueses.
Ajuda valiosa não apenas para leitores em idade escolar, mas também para todo e qualquer português que se interesse pela História do nosso País, «Cronologia da Monarquia Portuguesa» é, pois, um livro essencial em qualquer biblioteca, pela informação que contém, a forma fácil e acessível como a disponibiliza... e até mesmo - porque não... - pelo aspecto bonito e clássico do tomo em que é apresentada.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

S.A.R., DOM DUARTE, DUQUE DE BRAGANÇA, MARCA PRESENÇA NO JANTAR DE REIS EM BRAGA


Vai-se realizar, no dia 19 de Janeiro de 2013, sábado, em Braga, o Jantar de Reis, que contará com a presença de S.A.R., O senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e do conhecido cantor José Cid.


Esta iniciativa, já com tradição na cidade de Braga, assenta numa vontade transversal a muitos actores locais, movimentos e associações monárquicas, bem como a individualidades com relevância política e social na região.

Na continuidade do que já tem sido feito, teremos no Jantar de Reis de 2013, a promoção do património cultural, nomeadamente a gastronomia, o vinho e o artesanato. Serão convidadas confrarias portuguesas, associação de artesãos e empresas de produtos regionais.
Será também um momento solidário, com a receita do jantar a reverter a favor da Associação das Famílias.

TV do MinhoociFamíli

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A MONARQUIA FEZ TUDO

“A Monarquia fez tudo, no meio dos maiores cataclismos, como as Invasões Francesas e as Guerras Civis, para assegurar a permanência de Portugal no Mundo” Historiador Joaquim Verissímo Serrão in Génese da Monarquia.
"A PROBLEMÁTICA MONÁRQUICA E AS CRISES NACIONAIS", por Jorge Borges de macedo
D. Duarte de Bragança, actual Chefe da Casa Real
Com a revolução de 1640, restabelece-se a norma jurídica tradicional, com o nascimento de uma nova dinastia. Não há outro período da história portuguesa mais difamado do que o da Dinastia de Bragança, à mercê do ataque impiedoso da historiografia liberal. Quanto mais vivo e leio os autores liberais, mais os acho injustos. Podem ser grandes no domínio literário — Oliveira Martins é um notável escritor, Guerra Junqueiro é um arrebatado poeta —, mas foram todos impiedosos na apreciação dos homens e dos acontecimentos posteriores a 1640. Que visão arbitrária aquela a que foram sujeitos os reis da III Dinastia! D. João IV um pusilânime; D. Afonso VI, um louco; D. Pedro II, um incestuoso; D. João V, um freirático; D. José I, um escravo do seu ministro; D. João VI, um fraco em fuga para o Brasil. Ao fecharmos a História de Portugal de Oliveira Martins, podemos afirmar, como Alberto Sampaio, que mais parece um dobre a finados pela Monarquia portuguesa. Impõe-se mais do que nunca, corrigir os exageros da historiografia liberal. Já o fizeram Caetano Beirão, a respeito de D. Maria I, e o Dr. Hipólito Raposo, na biografia de D. Luísa de Gusmão. Eu próprio, na História de Portugal (…), vou, na minha modéstia, tentando reabilitar esses reis. Não digo que fossem, todos eles, sábios ou de craveira excepcional, mas foram monarcas que asseguraram a independência do País e defenderam com firmeza os foros nacionais. Não seria possível, depois da Restauração, aspirar para Portugal os direitos de uma potência de primeiro plano, condutora do mundo, como nos séculos XV e XVI. Mas os reis da III Dinastia merecem, de facto, ser reabilitados, por tudo quanto fizeram para manter o prestígio do País. A expressão é esta: a Monarquia fez tudo, no meio dos maiores cataclismos, como as Invasões Francesas e as Guerras Civis, para assegurar a permanência de Portugal no Mundo.

A Dinastia de Bragança reúne muitos aspectos positivos: o primeiro é a Restauração em si mesma, que foi uma epopeia na Metrópole e no Ultramar, nomeadamente no Brasil. Só realmente uma nação ainda com uma seiva invulgar poderia fazer o «milagre» de reconquistar Angola, São Tomé e o nordeste do Brasil,às Províncias Unidas, então o Estado europeu mais poderoso, juntamente com a Inglaterra. E tal cruzada só foi viável porque a Nação se pôs incondicionalmente ao lado de D. João IV. E com o apoio da Aliança Inglesa, preciosa nesta fase como nunca, a crise foi debelada, a nova Dinastia reconhecida e a paz firmada com a Espanha em 1668.” Grémio Literário, conferência de 14 de Dezembro de 1982 pelo Prof. Joaquim Verissimo Serrão
omantodorei

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O QUE O REI É E O QUE O REI NÃO É

O Rei é:
- Independente dos partidos;
- Pólo unificador das pessoas;
- Aceite pelo povo;
- Uma pessoa educada e preparada para reinar;
- Um referencial de toda uma geração;
- A força dos fracos e a voz dos sem voz;
- O resultado do pacto entre si e a Nação;
- Garante de continuidade entre gerações;
- Sentimento e alegria na vida pública;
- A personificação da História;
- Um construtor de consensos;
- Um facilitador do diálogo democrático

O Rei não é:
- Refém dos partidos políticos;
- Factor de desunião;
- Eterno;
- Um legislador não eleito;
- Improvisado;
- Um esbanjador e um amante do luxo;
- Uma instituição obsoleta;
- Um parasita;
- Um "corta-fitas".

Boletim "Estrada Real"

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

REAL FRASE DO DIA

Mensagem de 1 de Dezembro de 2012 de S.A.R., Dom Duarte de Bragança no Jantar dos Conjurados.