sábado, 18 de abril de 2009

DOM CARLOS - TEATRO EXPERIMENTAL DE CASCAIS NA MARINA DE CASCAIS (Clique na imagem para ampliar)
Na passada semana noticiámos a estreia da peça Dom Carlos, pelo Teatro Experimental de Cascais, no dia 10 de Abril. A mesma foi, contudo, adiada para a próxima segunda-feira, 20 de Abril.
As nossas desculpas pela informação incorrecta!

Esta peça, da autoria de Teixeira de Pascoaes, dá-nos uma visão bela e sombria do assassinato do Rei Dom Carlos e dos seus principais intervenientes. Obra poética de Teixeira de Pascoaes mostra-nos um Rei Artista, pintor exímio apaixonado pelo seu país e pelo seu povo. Um Rei pronto para aceitar e enfrentar os desígnios do Destino, diante da sombra da morte e da adversidade pressentida e anunciada ao longo da peça, quer pela aparição de um mendigo - o Alma - quer por figuras populares, políticos ou conspiradores, que nos vão dando uma visão do sentimento dos portugueses, revoltados perante as medidas severas do Governo da época.
Com encenação de Carlos Avilez, conta com intepretação de Anna Paula, António Marques, Fernanda Neves, Fernando Ramos, Gonçalo Carvalho, Hugo Barreiros, Joana de Verona, João Robalo, João Vasco, João Vilas, Lourenço Esteves, Luís Lobão, Luiz Rizo, Margarida Videira, Miguel Matias, Raquel Faria, Ricardo Salgado, Santos Manuel, Sérgio Marcelino, Sérgio Silva, Susana Andrade, Teresa Côrte-Real e Toni Pina.
Dom Carlos, classificada para maiores de 12 anos, estará em cena até 17 de Maio, de 4ª feira a domingo às 21h30.
Bilhetes à venda na Marina, FNAC e Ticketline: 707234234. Informações pelo tel.:214670320 ou
t.e.c@netcabo.pt.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

RAINHA DONA MARIA PIA DE SABÓIA, O REGRESSO QUE SE IMPÕE!
«Existe na generalidade dos povos, um recôndito desejo reverencial pela espectacularidade do poder e em Portugal, a Rainha Dona Maria Pia foi quem talvez melhor compreendeu a essência das funções que lhe estavam destinadas como consorte do soberano. Sendo Portugal um país de escassos recursos materiais que proporcionassem a existência de um meio cortesão que pudesse equiparar-se ao das dinastias reinantes nos grandes países europeus, beneficiava contudo de um estatuto garantido pela íntima relação familiar que colocava os Bragança no restrito grupo formado pelos Bourbons, Habsburgo e Sabóia. Profundamente interligadas por séculos de alianças matrimoniais, as casas reinantesda Europa podiam mesmo ser consideradas como entidades onde o nome de cada uma as identificava num contexto geográfico e político, embora os laços de parentesco fossem invariavelmente de uma proximidade tal, que as tornavam numa única e grande família supranacional.
O estatuto da dinastia portuguesa não advinha apenas da antiguidade da Casa de Bragança, mas também do próprio percurso histórico trilhado por um país já antigo, detentor de um desconcertante passado de glórias ainda ao tempo testemunhadas pela posse - mesmo que teórica - de um importante património imperial no além-mar.
Se as atitudes ou a forma de reagir a contingências derivadas da sempre imprevisível situação política em galopante evolução no mundo de oitocentos, podia ser ditada pelo chamado "espírito do século", era contudo impossível impedir a manifestação do carácter das principais personalidades que eram o símbolo visível de um poder também ele em mutação.
A Rainha Maria Pia gostava daquela especial forma de exercício do poder que sempre foi, ainda é e para sempre será reconhecido, através de uma convenção tacitamente por todos aceite e que impõe a cerimónia da distância inatingível, mas que simultaneamente se aproxima das massas curiosas e sensíveis à identificação com símbolos que a todos irmana nessa cumplicidade que identifica as nações.»
«Esta rainha foi como uma bandeira, um hino ou uma prolixa declaração de grandes princípios e durante décadas, confundiu-se com o próprio Estado interiorizado então de uma forma por nós hoje dificilmente compreensível: era a Coroa, algo que nos nossos dias apenas poderá ser identificável numa muito legalista e cerimoniosa Inglaterra.
Era teatral, gostava do fausto pelo que este significava de prestígio oferecido a alguém que encarnava a grandeza de uma nação. A Rainha compreendeu que as massas não se impressionavam com a banalidade dos homens públicos que por entre os negócios do Estado cerziam as suspeitas cumplicidades propiciadoras de súbitos enriquecimentos que faziam erguer palacetes, angariavam numerosa criadagem e ofereciam uma bastante discutível imagem daquilo que era o gosto da época. Maria Pia de Sabóia encarava a realeza como um palco onde os actos se sucediam ininterruptamente, sendo todos eles merecedores de uma particular relevância imposta por um público atento e implacável crítico.
Gastava e podia ser generosa à medida do orçamento imposto pela escassez da dotação real que não era actualizada há quase meio século, recorrendo-se quando possível, aos rendimentos particulares da Casa de Bragança. Foi assim que os portugueses conheceram Maria Pia, ombreando com orgulhosas beldades coroadas do seu tempo e muitas vezes ofuscando-as com o seu porte soberano e o bom gosto que todos lhe reconheciam. Estivesse nas Tulherias ao lado de uma Eugénia de Montijo, ou na Hofburg com a prima Isabel, imperatriz da Áustria, a Rainha portuguesa sabia sobressair num meio infinitamente mais opulento àquele que Lisboa conhecia. Mesmo nos actos reservados às senhoras que num certo meio social eram obrigações naturais, a Rainha fazia-se notar, estudando os locais onde se realizariam as cerimónias das quais seria o alvo de todos os olhares. Um ponto de luz, a cor ideal para o vestido com que se apresentaria, o séquito, tudo era meticulosamente preparado com a única finalidade do pleno cumprimento da obrigação imposta pelas suas funções. Filha de um agnóstico e suspeita de anticlericalismo, Maria Pia alardeava uma devoção que provavelmente se limitava aos aspectos exteriores do culto, à cerimónia imposta por mais um serviço protocolar, este sagrado e numa época em que a própria família italiana se encontrava em aberto conflito com um Vaticano que perdera o poder temporal. Ao contrário da sua nora - a futura Rainha D. Amélia -, não se prendia a pensamentos profundos e a aspectos literários ou filosóficos que justificavam uma Fé em pleno século de todas as contestações e dúvidas. Se Amélia de Orleães era de uma religiosidade que hoje poderemos considerar eivada de um certo regalismo que advinha do percurso atravessado pela França natal ao longo de dois séculos, Maria Pia interessava-se pela posição que lhe competia impor no seu papel soberano, como a primeira entre as devotas e sem mais intermediários entre um distante deus e ela própria. Era a rainha e fazendo com que todos o notassem, isso bastava-lhe.
Numa Europa que iniciava o caminho da assistência social propiciada por um Estado até então afastado de preocupações tradicionalmente atribuídas à Igreja e concomitantes obras beneméritas, a função da caridade - assim se chamava a solidariedade no tempo dos nossos bisavós - era o suprir ou aliviar das grandes desigualdades presentes numa sociedade geralmente indiferente à sorte do outro. O crescimento das cidades e o enorme afluxo de populações que abandonavam os campos, criou uma nova realidade que impôs a evolução desta caridade para algo mais permanente e que implicava a organização de estruturas e um programa de acção. Maria Pia pode ser situada num período de transição na época liberal e que entre nós conheceria na sua nora, a primeira grande impulsionadora daquilo que seria a assistência social no século XX.
A Rainha evitou a política e quando interveio, foi no estrito limite ditado pelas suas obrigações constantes no articulado constitucional - a regência -, ou, na sua conhecida reacção ao golpe de Saldanha que antes de tudo, significava aquilo que a soberana considerava ser o enxovalho da dignidade real, logo da Carta e do próprio Estado. O rebaixamento da dignidade da sua condição de rainha - e em tudo o que o conceito significa -, isso jamais admitiu.
Foi sem qualquer tipo de contestação, o elemento mais popular da Família Real Portuguesa nas últimas décadas de vigência do sistema monárquico-constitucional. Era uma imagem perante a qual todos reverenciavam uma certa ideia feita acerca de um esplendor que há muito se perdera, mas que nela era natural e perene.
Morreu longe de Portugal e ainda hoje se encontra injustamente exilada de uma terra, onde nem a brutalidade e maledicência republicana ousou afrontá-la. O país do qual sempre se considerou parte e os descendentes daquela gente que tanto lhe quis, merecem bem essa reparação que antes de tudo é moral.
Aproximando-se o centenário em 2011, tenham as autoridades o sentido de Estado que tantas vezes lhes falta, repatriando a Rainha Maria Pia para junto dos seus.»
Texto de Nuno Castelo-Branco in Estado Sentido - http://estadosentido.blogs.sapo.pt/699615.html

quinta-feira, 16 de abril de 2009

FALTA DE SENTIDO PATRIÓTICO E DE DIGNIDADE DO ESTADO
João Mattos e Silva *
Qualquer Nação que se preze venera os seus heróis. Vejam-se as nações mais modernas: os Estados Unidos da América ou o Brasil, por exemplo, que não perdem um feito, que não esquecem uma data relevante para a sua afirmação nacional, que elevam aos “altares da pátria” quem contribuiu para a sua independência, ou as suas conquistas ou, pelo menos, o engrandecimento do País perante o mundo. E não é para “tapar com a peneira”, como dizem os nossos irmãos brasileiros, os erros, os crimes, os momentos menos felizes da sua vivência colectiva. É para apontar exemplos aos seus concidadãos, é para suscitar orgulho na sua nacionalidade, é para cimentar o amor pela terra em que nasceram e pelo povo a que pertencem, sem o qual não há sentimento de serviço nacional e sentido de cidadania.
Por essa Europa fora assiste-se, entre as nações mais velhas do velho continente, ao culto dos heróis nacionais, que não se fica apenas pelas celebrações das efemérides oficiais, mas se revela no estudo das suas biografias, das épocas históricas em que se afirmaram, dos feitos que cometeram, ou obras que realizaram, empenhado o Estado em fomentar e em apoiar todas as iniciativas.
No Portugal desta III República não. Os únicos heróis, cujos feitos parecem comover quem está à frente do Estado, parecem ser os revolucionários do 5 de Outubro, mesmo os carbonários que assassinaram um Rei, um Príncipe Real e um Presidente da República, ou os do 25 de Abril. E nem todos. Para muitos dos que nos têm governado ou são candidatos a governar, a História de Portugal começou em 1974. Quando muito em 1910. Dir-se-á que é uma reacção natural à II República que usou e abusou dos heróis nacionais e dos feitos históricos do passado para construir e justificar o regime autoritário que instituiu. Fraca desculpa, quando sobre o fim desse período da história do regime republicano já passaram trinta e cinco anos!
A Igreja Católica, pela vontade do seu Pontífice máximo, o Papa, e depois de um processo de séculos que Espanha entravou por razões exclusivamente políticas, decidiu canonizar - com base numa cura cientificamente inexplicável, comprovada por homens da ciência, muitos dos quais não católicos, que foi atribuída à sua intercessão - o Condestável D. Nuno Álvares Pereira, Beato Nuno de Santa Maria desde 1929, herói da independência nacional na crise de 1383-1385.
Reconhecido e aceite pelo povo como santo, ainda em vida, D. Nuno Álvares Pereira destacou-se pela sua devoção como cristão, pelas atitudes, que hoje diríamos humanitárias, e são afinal fundamentalmente cristãs, face aos inimigos de Portugal que combateu, pelas doações do seu imenso património que fez aos mais humildes dos seus companheiros de armas e aos mosteiros que acolhiam os pobres, pelo despojamento e humildade que demonstrou quando decidiu de tudo prescindir, no auge do seu poder e da sua glória, e entrar na Ordem do Carmo, para prosseguir o seu aperfeiçoamento espiritual e servir os que nada tinham.
Sem a acção militar de D. Nuno Álvares Pereira, enquanto comandante dos exércitos portugueses, sem o seu sentido de estratégia e sem as tácticas que fez adoptar face a um adversário muito mais poderoso e numeroso, sem a sua determinação patriótica, que chegou a roçar a desobediência ao Rei, Portugal poderia ter perdido a sua independência face a Castela e aos reinos ibéricos. A História poderia ser bem outra.
Anunciada a canonização pela Santa Sé, qual foi a posição do Estado e dos partidos portugueses? Um tímido comunicado da presidência da República, outro envergonhado e tardio do Governo, o apoio com votos contra e declarações de voto dos deputados do partido do governo a um voto de congratulação proposto corajosamente por um partido da oposição, o CDS, que o PSD acompanhou, a abstenção do Partido Comunista e o patético e ridículo voto contra do Bloco de Esquerda, a coqueluche da burguesia envergonhada e com complexos de culpa, em nome da separação entre o Estado e Igreja.
Em qualquer outro país normal, toda a sociedade se teria desdobrado em manifestações de júbilo por um seu herói nacional ter sido reconhecido como santo pela Igreja Católica, mesmo por parte daqueles para quem a santidade não tem qualquer valor. Celebravam o Estado laico e o povo em geral o seu herói, celebravam a Igreja Católica e os seus fiéis o seu santo. Por cá não. Em nome de uma falsa liberdade religiosa e de complexos revolucionários centenários e mais recentes, tenta-se que os católicos não façam muito barulho em volta de D. Nuno Álvares Pereira, joga-se o jogo do empurra para saber quem representará o Estado nas cerimónias no Vaticano e assobia-se para o lado. Não é uma questão de Estado; é uma questão de falta de sentido patriótico e de dignidade do Estado Português.
* Nota: o texto publicado é da exclusiva responsabilidade do autor.
Texto publicado no Diário Digital a 14-Abr-2009
quinta - feira.com http://www.monarquia-online.co.pt/ A MONARQUIA EM PORTUGUÊS NA INTERNET

quarta-feira, 15 de abril de 2009

LANÇAMENTO DO LIVRO "AQUI D'EL-REI" - 13 DE ABRIL DE 2009
Discurso de João Mattos e Silva

Começo por agradecer a presença de todos os que acorreram a acompanhar-nos neste lançamento, o que é um lenitivo para o nosso esforço de nove anos e um incentivo para continuarmos o combate que nos propusemos por todos os meios que possam ser úteis ao triunfo de uma Causa que é a do País em que tivemos a felicidade de nascer.
E por agradecer, em especial, a Sua Alteza Real o Duque de Bragança, que quis honrar-nos estando connosco, o que muito nos sensibiliza, pelo que representa e pela dignidade e alto sentido de serviço a Portugal com que o faz.

Devo começar por referir que nos agradecimentos que não poderíamos deixar de fazer, estão em primeiro lugar os então directores dos jornais “Semanário” e “Diário Digital”, Dr. Rui Teixeira Santos e Dr. Luís Delgado, que nos abriram as portas dos seus jornais, demonstrando uma isenção inigualável e um arreigado sentido de liberdade e merecem ser exaltados como exemplo para a comunicação social, algumas vezes hostil outras desinteressada, quase sempre presa a preconceitos, a maior parte das vezes ignorante sobre o que pensam e o que dizem os monárquicos e o que querem para Portugal.

E em segundo lugar os nossos agradecimentos vão para o editor da Via Occidentalis, Dr. Júlio Sequeira, que descobrindo-nos no acaso da navegação pela informação virtual, se propôs, corajosamente, reunir em livro as nossas crónicas publicadas nesses jornais, estabelecendo connosco uma relação que vai para além das práticas profissionais numa base de confiança e amizade.

Não posso também deixar de agradecer em nome de todos os autores o excelente prefácio do Professor Mendo Castro Henriques, que tanto enriquece os nossos textos, ele que foi sempre um leitor e comentador assíduo da nossa página digital do “Quinta- Feira. com”. Igualmente agradecemos penhorados a disponibilidade imediata do Senhor Dr. Paulo Teixeira Pinto, Presidente da Causa Real, para vos apresentar este livro. A todos o nosso profundo reconhecimento.

Juntou-nos, há nove anos, uma ideia de Portugal. Uma ideia que provinha de visões nem sempre convergentes dos caminhos percorridos e a percorrer. Portugal – o de sempre, do passado, do presente e do futuro - foi o ponto de convergência e por Portugal demos as mãos fraternalmente num combate que sempre soubemos desigual. Mas não hesitámos. Não nos confundimos quando parecia fácil e não desistimos quando se revelou difícil. Sabíamos que o nosso combate era, apenas, parte de um combate maior que muitos outros travavam por outros meios.
Como sabíamos que a palavra é uma arma. E foi pela palavra que resolvemos travar a nossa luta. Congregámos pessoas de boa vontade que tinham ideias diferentes de Portugal para, ouvindo-os, enriquecer as nossas próprias ideias. Ouvimo-las e reforçámos as nossas convicções: para nós Portugal só se cumpre com a Instituição Real que o fundou, lhe traçou fronteiras, o levou a desbravar mares e florestas e deu a conhecer a civilização cristã a outros povos, o impôs na consideração desses povos que conheceu e abraçou, lhe granjeou um lugar insubstituível entre as nações do Ocidente de onde partiu à aventura e a que voltou para ajudar a construir outra realidade que só poderia ser construída connosco.
Nasceu assim este projecto de, pela palavra, combater o bom combate. Por Portugal – a nossa Pátria - pelo nosso povo, que a construiu e engrandeceu, pela Monarquia que a serviu e conduziu e que queremos que volte a servir e a conduzir nos caminhos do futuro, com um Rei livre e com homens livres, porque os cem anos de interregno que para o ano se completam, exigem de cada um e de todos nós um esforço acrescido, uma atitude serena mas firme, o desassombro na manifestação das nossas convicções. O que está em causa é Portugal e por Portugal nada é de somenos.
Este livro é resultado do nosso combate pela palavra, que vai estar a partir de hoje nas vossas mãos. Palavras que são armas na luta pelo Portugal do futuro que se tem de construir já hoje com a Instituição Real. Por isso o nosso clamor de “Aqui d’El – Rei”.

Mesa da apresentação do livro - da direita para a esquerda - Dr. Nuno Pombo, D. Vasco Teles da Gama, Dr. João Mattos e Silva, Dr. Paulo Teixeira Pinto e Dr. Júlio Sequeira (Ocidentalis)

Dr. Júlio Sequeira da Editora Ocidentalis, abriu a sessão da apresentação do livro, explicando as razões que o motivaram e entusiamaram a editar o livro, ao consultar na net todos os textos destes "3 grandes autores", quer no Jornal "Semanário ou Diário Digital. Bem haja Dr. Júlio Sequeira! Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto, no discurso de apresentação do livro "Aqui D'El-Rei" Dr. João Mattos e Silva, Dr. Nuno Pombo e D. Vasco Teles da Gama, na sessão de autógrafos. S.A.R., Dom Duarte conversa com Dr. Paulo Teixeira Pinto, Dr. Júlio Sequeira (Ocidentalis), D. Vasco Telles da Gama e Dr. Nuno Pombo. Dr. João Mattos e Silva inicia a sessão de autógrafos.

À saída, S.A.R., Dom Duarte cumprimentando pessoas

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Convite e apresentação do livro aqui: APRESENTAÇÃO DO LIVRO "AQUI D'EL-REI!"

terça-feira, 14 de abril de 2009

MONÁRQUICOS LANÇAM LIVRO (Clique na imagem para ampliar)

MUSEU ENRIQUECE ESPÓLIO COM ESPADA DE CONSELHEIRO DA CASA REAL
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segunda-feira, 13 de abril de 2009

S.A.R., DONA AUGUSTA VITÓRIA HOHENZOLLERN-SIEGMARINGEN Rainha de Portugal (no exílio) e Princesa de Hohenzollern-Siegmaringen, de seu nome completo, Augusta Vitória Guilhermina Antónia Matilde Luísa Josefina Maria Isabel de Hohenzollern-Sigmaringen (Potsdam, 19 de Agosto de 1890 - Eigeltingen, 2 de Julho de 1966) foi a esposa do último Rei de Portugal, Dom Manuel II. Augusta Vitória era a única filha do Príncipe Guilherme de Hohenzollern-Sigmaringen e da Princesa Maria Teresa de Bourbon-Duas Sicílias. No dia 4 de Setembro de 1913, em Sigmaringen, casou-se com Dom Manuel II, o destronado Rei de Portugal, que era Seu primo de segundo grau, pois ambos eram bisnetos da Rainha Dona Maria II, sendo Augusta Vitória neta da Infanta Antónia de Bragança.Como o Rei estava exilado em Inglaterra e como a Monarquia havia sido formalmente abolida em Portugal, Dona Augusta Vitória nunca recebeu oficialmente o título de Rainha, embora, mesmo no exílio em Inglaterra, fosse assim tratada pelos monárquicos.
Do Seu casamento com Dom Manuel II não gerou descendentes, e, depois da morte do Rei, a Chefia da Casa Real Portuguesa acabou recaindo sobre S.A.R., Dom Duarte Nuno de Bragança, neto do Rei Dom Miguel I. Em 23 de Abril de 1939, Dona Augusta Vitória, aos quarenta e oito anos, casou-se com o Conde Karl Robert Douglas, natural de Constança, Suíça. Douglas, que completaria cinquenta e nove anos no dia seguinte ao matrimónio, era divorciado de Sofie von Fine Blaauw. Do segundo casamento também não teve descendência, e ficou, novamente, viúva em 1955. Faleceu aos setenta e cinco anos de idade, em Münchhof, em Eigeltingen. Seu corpo foi enterrado no castelo de Langenstein, propriedade da família Douglas em Hegau.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusta_Vit%C3%B3ria_de_Hohenzollern-Sigmaringen
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A Fundação Dom Manuel II foi, pelo artigo 1º de Decreto-lei n.º 48531, de 16 de Agosto de 1968, criada pela Senhora Dona Augusta Victória, viúva de sua Majestade El-Rei Dom Manuel II. O actual Presidente da Fundação Dom Manuel II é o Chefe da Casa Real Portuguesa, O Duque de Bragança, S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio, por designação da sua fundadora, a Rainha Dona Augusta Vitória.

DIA DA VITÓRIA
Depois da vitória aliada na I Grande Guerra, no desfile da Vitória em Londres na tribuna de honra, o Rei Jorge V, a Rainha Mary e o Príncipe de Gales, futuro Eduardo VIII e tio da actual Rainha de Inglaterra que viria a abdicar para poder casar com Mrs.Wallis Simpson.
Apesar da Grã Bretanha já ter reconhecido o governo da república portuguesa, quem foi convidado para a tribuna de honra? O sr. presidente da jovem república portuguesa naquela época ... o sr. Teixeira Gomes?
Não...nada!
A seu lado estava o verdadeiro Portugal...
O Rei no exilio... Dom Manuel II e a Rainha Dona Augusta Vitória... o peso da história!
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domingo, 12 de abril de 2009

ALELUIA! CRISTO RESSUSCITOU!
Mais uma vez é Páscoa!
Diz-nos a fé e confirma-nos a liturgia da Igreja Católica que é Páscoa cada vez que celebramos a Eucaristia porque nela fazemos memória da entrega única e definitiva de Jesus Cristo para nossa salvação e remissão dos pecados. A Igreja propõe-nos cada ano um tempo especial em que somos confrontados, não só com os factos históricos que envolveram a morte e ressurreição de Cristo, mas também com o seu enquadramento bíblico, com o que os profetas anunciaram e com o que o Espírito Santo ditou aos apóstolos que foram encarregados de espalhar a Boa Nova.
E aqui estamos nós, a celebrar novamente os mistérios da nossa fé, aqueles que justificam que permaneçamos juntos nesta caminhada para a Pátria definitiva e que nos empenhemos em dar aos outros possibilidade de viverem o Bem, a Verdade, a Beleza, a Paz, a Alegria, o Amor.
Na verdade, se é tempo de olhar para trás, para o amor transbordante de Deus que tudo fez para nos salvar, se é tempo de Lhe darmos graças por tão grande ternura, é tempo de olhar para o lado, para tantos irmãos nossos, filhos do mesmo Pai, que ainda não O conhecem (ou conhecem mal). É tempo de lhes dizer que não há trevas, não há crise, que nos possam “separar do amor de Cristo”!

Que a Páscoa seja para todos nós a "alavanca de arranque" para uma vida de comunhão mais fraterna. Que o Sangue derramado de Jesus não seja desperdiçado pela dureza e pelo fechamento dos nossos corações. Que a Alegria da Ressurreição nos conduza a uma atitude de partilha e de irradiação do Evangelho.
UMA SANTA E FELIZ PÁSCOA PARA TODOS, COM MUITA PAZ E ALEGRIA!

sábado, 11 de abril de 2009

SEMANA SANTA: SÁBADO SANTO OU SÁBADO DE ALLELUIA
Durante o Sábado Santo, também conhecido como Sábado de Alleluia, a Igreja permanece em pensamento junto ao sepulcro do Senhor, meditando a Sua paixão, a Sua morte e a Sua descida à mansão dos mortos e, esperando na oração e no jejum, a Sua Ressurreição. No dia do silêncio, a comunidade cristã vela como se estivessem junto ao sepulcro. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar nas Igrejas está despojado. O sacrário aberto e vazio. Neste dia, à noite, há uma Vigília Pascal em que os fiéis estão reunidos em oração durante toda a noite até ao amanhecer de Domingo. À meia-noite, é celebrada uma missa, a conhecida como "a Missa da Alleluia" e é a Missa Pascal do Domingo da Ressurreição. O sacerdotes e os ministros revestem-se de branco para a Santa Missa. A Vigília de Páscoa, também chamada de Vigília Pascal, é a celebração mais importante do calendário litúrgico cristão, por ser a primeira celebração oficial da Ressurreição de Jesus.
ENTREVISTA SOBRE O LANÇAMENTO DO LIVRO "AQUI D'EL-REI"
(Clique na imagem para ampliar)
No próximo domingo, dia 12 de Abril, passará várias vezes, na Rádio Europa - 90.4 – uma pequena entrevista a João Mattos e Silva, um dos autores do livro, a propósito do lançamento do livro “Aqui d’El-Rei”. Estejam, pois, atentos.
O lançamento deste livro já foi anunciado neste blogue, aqui: APRESENTAÇÃO DO LIVRO "AQUI D'EL-REI!"

sexta-feira, 10 de abril de 2009

SEMANA SANTA: SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO
Esta semana, que o povo cristão tradicionalmente chama Santa, oferece-nos uma vez mais a possibilidade de considerar - de reviver - os momentos em que se consuma a vida de Jesus. Não deixemos cair no esquecimento alguma coisa muito simples, que por vezes parece escapar-nos: não poderemos participar da Ressurreição do Senhor se não nos unirmos à sua Paixão e à sua Morte. Para acompanhar a Cristo na sua glória no final da Semana Santa, é necessário que penetremos antes no seu holocausto e que nos sintamos uma só coisa com Ele, morto no Calvário, derramando o seu sangue para nos salvar! A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo pelo que é um dos raros dias em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.
Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte, Sábado Santo, se venere o crucifixo.
OS CTT ASSOCIAM-SE À CANONIZAÇÃO DO BEATO NUNO DE SANTA MARIA
Os CTT associam-se à Canonização do Beato Nuno de Santa Maria com a edição de um único selo.
Os CTT Utilizaram a reprodução de um quadro antigo de colecção particular e que foi já utilizado no Livro de Filatelia "Henrique o Navegador".