sexta-feira, 25 de novembro de 2016

15º ANIVERSÁRIO DE SUA ALTEZA,O INFANTE DOM DINIZ DE SANTA MARIA

S.A., Dom Diniz de Santa Maria de Herédia de Bragança ou, de seu nome completo, Dinix de Santa Maria João Miguel Gabriel Rafael de Herédia de Bragança, é o terceiro Filho de S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio, Duque de Bragança e de S.A.R., A Senhora Dona Isabel de Herédia de Bragança, Duquesa de Bragança. Nasceu em Lisboa, a 25 de Novembro de 1999, no Hospital da Cruz Vermelha em Lisboa e ostenta os títulos de Infante de Portugal e futuramente, Duque do Porto.

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Desejo a Sua Alteza

LANÇAMENTO DO LIVRO "O REAL TEATRO DE SALVATERRA DE MAGOS"

A criação de um teatro dedicado à Ópera na vila foi um dos factores que contribuiu para a fixação da Família Real em Salvaterra de Magos durante largos períodos, tendo sido um ponto de atracção cultural à época. De 1753 a 1792 foram representadas mais de 60 produções de ópera no Real Teatro. 

No entanto, em 1793, com a abertura do Teatro São Carlos, a Casa de Ópera em Salvaterra de Magos foi perdendo importância e visibilidade.
Com as invasões francesas, a Casa de Ópera e o restante paço real foram votados ao abandono. O grande incêndio de 1818 acabou por contribuir para a degradação total daquele património. 

Aline Gallasch-Hall de Beuvink

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

A LISBOA DE DONA AMÉLIA, A RAINHA DO POVO

Praça de Camões é o ponto de partida do percurso guiado por Mónica Queiroz
Praça de Camões é ponto de partida de um percurso que passa pela ourivesaria oficial da coroa, a Leitão & Irmão, pelo instituto-sede da obra assistencial da rainha, terminando com o regicídio, no Terreiro do Paço
A estátua de Camões serve de ponto de partida para um roteiro que promete seguir os passos da rainha D. Amélia pela cidade de Lisboa. Olhando em redor, apenas uma bandeira azul e branca no segundo andar de um prédio que faz esquina entre a Praça Luís Camões e a Rua da Misericórdia remete para os tempos da monarquia. E esse é de facto um marco na paisagem que a guia, Mónica Queiroz, não tarda em associar à figura de D. Amélia, última rainha de Portugal. Afinal, a bandeira é o sinal exterior da Real Associação de Lisboa, aí instalada.
Mas esta não é a única razão para o roteiro se iniciar neste ponto. "Era no Chiado que a rainha fazia as compras de Natal, que procurava as novidades em lojas como a Ramiro Leão, que já não existe, ou a ainda sobrevivente Paris em Lisboa", conta Mónica Queiroz, da Câmara Municipal de Lisboa, a responsável por este e por vários outros roteiros temáticos que dão a conhecer a cidade e as suas vivências. Mais, revela: "D. Amélia, acompanhada da sua dama Isabel Saldanha da Gama, gostava de passear pelo Bairro Alto para ver pessoalmente como as pessoas viviam."

terça-feira, 22 de novembro de 2016

50º ANIVERSÁRIO DE SUA ALTEZA REAL, A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA, DUQUESA DE BRAGANÇA



S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança nasceu em Lisboa em 22 de Novembro de 1966.

Até 1976 viveu entre Portugal e Angola e estudou no Colégio das Doroteias.

Em 1976 a sua família mudou-se para o Brasil. Estudou então em S.Paulo, no Colégio de S. Luís, da Companhia de Jesus, até 1988.

Licenciou-se em Administração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas em 1990.

Nesse ano regressou a Portugal e iniciou a sua actividade profissional numa empresa financeira, a BMF - Sociedade de Gestão de Patrimónios, S.A. onde esteve até 1995.


Em 13 de Maio de 1995 casou com S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, tendo três filhos: os Príncipes Dom Afonso de Santa Maria, Dona Maria Francisca e Dom Dinis.

Desde 1995 a Senhora Dona Isabel tem realizado colóquios e conferências em vários países. É patrona de algumas instituições, de entre as quais:

· Refúgio Aboim Ascensão - Faro
Instituição privada de solidariedade social cuja finalidade é admitir, adaptar socialmente e devolver posteriormente às suas famílias naturais, crianças vítimas de abusos físicos , negligência e quaisquer outras formas de violação do seu desenvolvimento e direitos.

· Ajuda ao Recém Nascido
Instituição ligada à Maternidade Alfredo da Costa para apoio de emergência a recém-nascidos carenciados, que apoia cerca de 500 crianças por anos com roupas, medicamentos, alimentos e leite.

· Trissomia 21
Associação social privada sem fins lucrativos, cujos principais objectivos são a implementação de todas as acções relacionadas com os aspectos científicos, educacionais e sociais da Trissomia 21, Mongolismo e Doença de Down.

· Associação Portuguesa de Miastenia Grave e Doenças Neuro-Musculares
Associação criada no âmbito do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, para melhores condições de atendimento dos doentes.

· Ajuda de Berço
Casa que acolhe temporariamente crianças, desde recém-nascidos até aos três anos, em situações de risco, que não tem possibilidade de receber cuidados dos pais.

· Os Francisquinhos
Associação de solidariedade social de pais e amigos de crianças do Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, com problemas de mal-formação ou filhos de mães toxico-dependentes ou portadoras do vírus da Sida, para acompanhamento e auxílio aos pais em colaboração com a comunidade.

S.A.R, a Senhora Duquesa de Bragança é Grã-Mestra da Real Ordem de Sta Isabel, Grã-Cruz da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e Dama Grã-Cruz de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta.

Fonte do texto: CASA REAL PORTUGUESA

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Desejo a Sua Alteza Real imensas felicidades e que o Seu dia seja repleto de paz e de muita alegria!
Que Deus a proteja e que Lhe dê a graça de muitos anos de vida com muita saúde!



DONA ISABEL DE BRAGANÇA CONFESSA A ANGÚSTIA DE FICAR SEM OS FILHOS NA NOITE DE PASSAGEM DE ANO



Devota de Nossa Senhora da Conceição, Dona Isabel de Bragança revela à Lux que só começa a viver e a pensar no Natal depois do dia 8 de dezembro, data em que se celebra o Dia da Padroeira e Rainha de Portugal. 

Os preparativos na casa de Sintra ainda estão um pouco atrasados, mas os duques de Bragança contam com a ajuda dos três filhos (Afonso, de 18 anos, Maria Francisca, de 17, e Dinis, de 15), para que tudo esteja perfeito na Consoada. 

«Aquilo de que todos gostamos é do ambiente que se vive nesta quadra, de estarmos juntos, em família. O Natal é uma época de reflexão, uma época que convida a estar junto à lareira», confessa D. Isabel. A dor de cabeça da Duquesa vem depois: os filhos mais velhos já querem estar longe de casa na noite de réveillon, junto dos seus amigos. 

«A primeira vez custa mais, mas depois tenho de pensar que é natural. Na verdade, nós também éramos assim. Vejo isto com muita naturalidade!», confidencia a duquesa de Bragança, com a sua simpatia habitual.

Fonte:  lux.iol.ptduques-de-braganca-disabel-dduarte-d-duarte-rei-natal/1576113-4996.html

sábado, 19 de novembro de 2016

127.º ANIVERSÁRIO DE S.M., O REI DOM MANUEL II



Em 15 de Novembro de 1889 nasceu aquele que foi o último Rei de Portugal Dom Manuel II, filho do Rei Dom Carlos e da Rainha Dona Amélia, sendo baptizado pelo cardeal-patriarca D. José Neto, em 18 de Dezembro de 1889.

Dom Manuel II tinha um especial gosto pelas artes, historia, música e literatura, como o herdeiro directo ao trono seria o seu irmão mais velho Dom Luís Filipe, Dom Manuel II gostaria de ter tido uma carreira ao serviço da marinha o que não veio a acontecer devido ao assassinato do seu pai e seu irmão.
 
Com o funeral do Rei D. Carlos e do Príncipe D. Luís Filipe, assassinados em 1 de Fevereiro de 1908, Dom Manuel II torna-se o 35º Rei de Portugal, aos 18 anos de idade. Durante o seu curto reinado nunca chegou a casar-se e a 4 Outubro de 1910 foi feito um golpe militar. Dom Manuel II foi exilado em Gibraltar a 7 de Outubro do mesmo ano e mais tarde foi para Londres.
 
Em 4 de Setembro de 1913, Dom Manuel II casou com D. Augusta Vitoria pelo civil e mais tarde pelo religioso, cerimónia essa que foi presidida pelo antigo cardeal-patriarca de Lisboa D. José Neto, exilado em Sevilha. 2 de Julho de 1932 Dom Manuel II morreu em Londres devido a doença prolongada.

 

REAL DE LISBOA VISITA PALÁCIO DA AJUDA EM MAIS UM ROTEIRO REAL

Será no próximo dia 26 de Novembro pelas 10:00 que a Real Associação de Lisboa realiza uma visita guiada ao Palácio Nacional da Ajuda no âmbito da rubrica Roteiros Reais.


De novo sob os holofotes da opinião pública pela polémica conclusão da ala norte, este Palácio foi residência oficial da Família Real Portuguesa entre 1861 e 1910. A Ajuda surge no local onde, depois do fatídico dia 1 de Novembro de 1755,  D. José instalou a sua residência, que ficou conhecida como a "Real Barraca". Palco de vários acontecimentos políticos, sociais e familiares, ficou para sempre consagrada como o Palácio dos Reis de Portugal, em Lisboa. Venha conhecer a interessante história da Ajuda, dos seus arquitectos, decoradores, e de quem o habitou, a Família Real Portuguesa.

Esta visita, que será guiada pelo nosso associado Joel Moedas Miguel e por Pedro Fortes da Silva, tem lugares limitados e um custo de € 10,00 por pessoa. O ponto de encontro será no Terreiro fronteiro ao Palácio.

Para mais esclarecimentos e inscrições contacte-nos através do endereço secretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 21 342 81 15 ou presencialmente na nossa Sede nos horários habituais.

Contamos com a sua presença!


A Direcção
Real Associação de Lisboa
Praça Luís de Camões, 46 2° Dto
1200-243 Lisboa
Tlf.: (+351) 21 342 81 15

Horário de atendimento: segunda a quinta-feira das 15:00 às 17:30, sexta-feira das 10:00 às 12:45

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

REAIS DO PRINCIPADO DA BEIRA CELEBRAM A RESTAURAÇÃO EM VISEU


Para ampliar, clique  AQUI

Local das Comemorações: VISEU
 

Esta data diz respeito a todos os portugueses. Apesar desta Comemoração ser organizada pela Real Associação de Viseu, é aberta a todos os que nela desejem participar, monárquicos ou não. Contamos, pois, com a sua presença.
Infelizmente, vivemos hoje tempos de indiferença e apatia na defesa e na manifestação dos Grandes Princípios que estão na Essência da Portugalidade. Saibamos dar o exemplo inverso, contrariando os que vivem o dia com a banalidade de um feriado, do qual esqueceram, ou até ignoram, as razões.​

QUEM EFECTUOU A SUA PRÉ-INSCRIÇÃO TEM PRIORIDADE. CONTUDO, A INSCRIÇÃO SÓ É EFECTIVA APÓS O ENVIO DO(S) NOME(S) DA(S) PESSOA(S) A INSCREVER E DA CONFIRMAÇÃO DO RESPECTIVO PAGAMENTO. COMO INDICADO NO FOLHETO, ESSES DADOS DEVERÃO SER ENVIADOS PARA real.viseu@gmail.com
OS E-MAIL DE INSCRIÇÃO E CONFIRMAÇÃO SÓ SERÃO ACEITES ATÉ ÀS 23:00 HORAS DO DIA 28 DE NOVEMBRO. 

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domingo, 13 de novembro de 2016

D. JOÃO II DE BRAGANÇA CONFIRMA AOS CONJURADOS SUA DISPONIBILIDADE


Dom João II de Bragança confirma aos Conjurados a disponibilidade para ser Rei e participar na Restauração da Independência de Portugal:

‘A sua vida, sendo necessária, havia de ser a primeira que se desse pela liberdade da Pátria’, disse. Foi, então, agendada a revolução para o 1.º de Dezembro.

Entende-se, que, de acordo com a Lei que resultou das Cortes de Lamego e o Direito Consuetudinário portugueses que Filipe, sendo um Príncipe estrangeiro, não tinha direito ao trono português, tanto mais que havia, segundo estas leis do País um candidato natural e legítimo: Dona Catarina, Duquesa de Bragança, e tal como Filipe I, neta d’ El-Rei Dom Manuel I. Dona Catarina contraiu matrimónio com D. João I de Bragança e o seu primogénito D. Teodósio II, foi o 7.º Duque de Bragança e foi pai de Dom João II de Bragança que viria a ser o Rei Restaurador Dom João IV de Portugal.

CASA REAL PORTUGUESA


A Casa Real Portuguesa, na tradição das Leis Fundamentais e Constitucionais da Monarquia Portuguesa, é chefiada por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, que sucedeu a Seu Pai, o Senhor Dom Duarte Nuno, neto do Rei Senhor Dom Miguel I, reconhecido e aclamado Rei, pelas organizações monárquicas (Causa Monárquica, Acção Realista, Juventudes Monárquicas e diversas personalidades, nomeadamente antigos combatentes da Monarquia) em documento de 19 de Outubro de 1932, como sucessor legítimo do último Rei reinante de Portugal, Sua Majestade Fidelíssima o Senhor Dom Manuel II, falecido no exílio no Reino Unido, Londres, em 2 de Julho de 1932.
Dela fazem parte, como membros da Família Real, Sua Alteza Real a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, Sua Alteza Real o Senhor Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, Sua Alteza a Senhora Infanta Dona Maria Francisca, Sua Alteza o Senhor Infante Dom Dinis, Duque do Porto e os irmãos do Senhor Dom Duarte, Sua Alteza o Senhor Infante Dom Miguel, Duque de Viseu e Sua Alteza O Senhor Infante Dom Henrique, Duque de Coimbra.
Nos “Documentos da Aclamação de El-Rei Dom Duarte II”(1), que foram publicados em 1933, é feito o reconhecimento, do ponto de vista genealógico e constitucional do Senhor Dom Duarte Nuno, Duque de Bragança, e mais recentemente o Dr. Augusto Ferreira do Amaral, ilustre jurista e historiador, produziu um importante estudo sobre a legitimidade dinástica de Sua Alteza Real, o Duque de Bragança (2). Em Abril de 2006 o Departamento Jurídico do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a pedido do seu Secretário Geral, emitiu um parecer jurídico, que conclui que “Não obstante ser Portugal uma República, o direito à sucessão na chefia da casa real não-reinante continua a ser regulado pelo direito consuetudinário internacional;
O Estado Português reconhece, de acordo com aquele direito consuetudinário, que a Casa Real de Bragança e o seu Chefe, o Senhor. Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, são os legítimos sucessores dos Reis de Portugal. A esse reconhecimento, associa-se o reconhecimento tácito das restantes Casas Reais do mundo” (3)
Ligação: Casa Real