quarta-feira, 16 de novembro de 2016

REAIS DO PRINCIPADO DA BEIRA CELEBRAM A RESTAURAÇÃO EM VISEU


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Local das Comemorações: VISEU
 

Esta data diz respeito a todos os portugueses. Apesar desta Comemoração ser organizada pela Real Associação de Viseu, é aberta a todos os que nela desejem participar, monárquicos ou não. Contamos, pois, com a sua presença.
Infelizmente, vivemos hoje tempos de indiferença e apatia na defesa e na manifestação dos Grandes Princípios que estão na Essência da Portugalidade. Saibamos dar o exemplo inverso, contrariando os que vivem o dia com a banalidade de um feriado, do qual esqueceram, ou até ignoram, as razões.​

QUEM EFECTUOU A SUA PRÉ-INSCRIÇÃO TEM PRIORIDADE. CONTUDO, A INSCRIÇÃO SÓ É EFECTIVA APÓS O ENVIO DO(S) NOME(S) DA(S) PESSOA(S) A INSCREVER E DA CONFIRMAÇÃO DO RESPECTIVO PAGAMENTO. COMO INDICADO NO FOLHETO, ESSES DADOS DEVERÃO SER ENVIADOS PARA real.viseu@gmail.com
OS E-MAIL DE INSCRIÇÃO E CONFIRMAÇÃO SÓ SERÃO ACEITES ATÉ ÀS 23:00 HORAS DO DIA 28 DE NOVEMBRO. 

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domingo, 13 de novembro de 2016

D. JOÃO II DE BRAGANÇA CONFIRMA AOS CONJURADOS SUA DISPONIBILIDADE


Dom João II de Bragança confirma aos Conjurados a disponibilidade para ser Rei e participar na Restauração da Independência de Portugal:

‘A sua vida, sendo necessária, havia de ser a primeira que se desse pela liberdade da Pátria’, disse. Foi, então, agendada a revolução para o 1.º de Dezembro.

Entende-se, que, de acordo com a Lei que resultou das Cortes de Lamego e o Direito Consuetudinário portugueses que Filipe, sendo um Príncipe estrangeiro, não tinha direito ao trono português, tanto mais que havia, segundo estas leis do País um candidato natural e legítimo: Dona Catarina, Duquesa de Bragança, e tal como Filipe I, neta d’ El-Rei Dom Manuel I. Dona Catarina contraiu matrimónio com D. João I de Bragança e o seu primogénito D. Teodósio II, foi o 7.º Duque de Bragança e foi pai de Dom João II de Bragança que viria a ser o Rei Restaurador Dom João IV de Portugal.

CASA REAL PORTUGUESA


A Casa Real Portuguesa, na tradição das Leis Fundamentais e Constitucionais da Monarquia Portuguesa, é chefiada por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, que sucedeu a Seu Pai, o Senhor Dom Duarte Nuno, neto do Rei Senhor Dom Miguel I, reconhecido e aclamado Rei, pelas organizações monárquicas (Causa Monárquica, Acção Realista, Juventudes Monárquicas e diversas personalidades, nomeadamente antigos combatentes da Monarquia) em documento de 19 de Outubro de 1932, como sucessor legítimo do último Rei reinante de Portugal, Sua Majestade Fidelíssima o Senhor Dom Manuel II, falecido no exílio no Reino Unido, Londres, em 2 de Julho de 1932.
Dela fazem parte, como membros da Família Real, Sua Alteza Real a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, Sua Alteza Real o Senhor Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, Sua Alteza a Senhora Infanta Dona Maria Francisca, Sua Alteza o Senhor Infante Dom Dinis, Duque do Porto e os irmãos do Senhor Dom Duarte, Sua Alteza o Senhor Infante Dom Miguel, Duque de Viseu e Sua Alteza O Senhor Infante Dom Henrique, Duque de Coimbra.
Nos “Documentos da Aclamação de El-Rei Dom Duarte II”(1), que foram publicados em 1933, é feito o reconhecimento, do ponto de vista genealógico e constitucional do Senhor Dom Duarte Nuno, Duque de Bragança, e mais recentemente o Dr. Augusto Ferreira do Amaral, ilustre jurista e historiador, produziu um importante estudo sobre a legitimidade dinástica de Sua Alteza Real, o Duque de Bragança (2). Em Abril de 2006 o Departamento Jurídico do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a pedido do seu Secretário Geral, emitiu um parecer jurídico, que conclui que “Não obstante ser Portugal uma República, o direito à sucessão na chefia da casa real não-reinante continua a ser regulado pelo direito consuetudinário internacional;
O Estado Português reconhece, de acordo com aquele direito consuetudinário, que a Casa Real de Bragança e o seu Chefe, o Senhor. Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, são os legítimos sucessores dos Reis de Portugal. A esse reconhecimento, associa-se o reconhecimento tácito das restantes Casas Reais do mundo” (3)
Ligação: Casa Real

A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA



João Távora

sábado, 12 de novembro de 2016

XLI FEIRA NACIONAL DO CAVALO. GOLEGÃ, DE 4 A 13 NOVEMBRO 2016


Programa

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História
 O lugar de Golegã outrora pertença da Vila de Santarém, foi elevado à categoria de Vila por carta de D. João III, datada de 3 de Novembro de 1534. Segundo vários autores, a Vila da Golegã teve origem no tempo de D. Afonso Henriques ou de D. Sancho I, quando uma mulher natural da Galiza e que residia em Santarém veio estabelecer-se com uma estalagem neste local. Que a Golegã já existia no século XV, parece não haver dúvidas, bem como depois de se haver estabelecido nela a dita Galega, ter passado a denominar-se Venda da Galega, Póvoa da Galega, Vila da Galega e mais tarde por corrupção de linguagem, "Golegã". A par da importância do lugar em que se situa, a região da Golegã detinha uma das maiores riquezas: um solo fértil: A fama das suas terras chamou muito povo a si, como grandes agricultores e criadores de cavalos. Dos tempos mais remotos vêm alusões à região, à Quinta da Cardiga que em 1169 foi dada por D. Afonso I à ordem do Templo para arroteamento e cultivo. De século para século foi a mesma sendo doada a outras ordens e, a partir do século XIX, comprada por diversos grandes agricultores. Já no século XVIII, e com o apoio dado pelo Marquês de Pombal, a feira começou a tomar um importante cariz competitivo, realizando-se concursos hípicos e diversas competições de raças. Os melhores criadores de cavalos concentravam-se então na Golegã. No século XIX, com base na valorização agrária da região, a Golegã voltou a ter grande importância para o que muito contribuíram as figuras de dois grandes agricultores e estadistas: Carlos Relvas, fidalgo da Casa Real, grande amigo do Rei, comendador, lavrador, artista, proprietário de diversos estabelecimentos agrícolas e de dois palácios (onde por várias vezes hospedou a família real), e José Relvas, seu filho, imensamente ligado à causa republicana, ministro das finanças e também um grande artista. Em meados do século XVIII, teve o seu começo a Feira da Golegã, chamada até 1972 Feira de S. Martinho, data a partir da qual passou a denominar-se Feira Nacional do Cavalo. É a Feira Nacional do Cavalo a mais importante e mais castiça de todas as feiras que no seu género se realizam em Portugal e no mundo. Aqui se apresentam todos os criadores, com os seus belos exemplares, razão pela qual, se transaccionam na Golegã, os melhores puro-sangue, criados no País, que são vendidos para vários pontos do globo. A Golegã há muito que passou a ser a Capital do Cavalo. O dia de S. Martinho, de feira que foi, passou ao mais belo e único espectáculo equestre público que se realiza a nível gratuito entre nós. Ralies, Raids, Jogos Equestres, Campeonatos, Maratona de Carruagens, Exibições, são alguns dos mais belos espectáculos que na Golegã se realizam na sua apresentação do mais belo animal do mundo que é o cavalo. E para complemento da festa justificando o adágio popular que, "Pelo S. Martinho prova o Vinho", não faltarão a água-pé e as sempre apetecidas castanhas assadas.
Fonte: FNC                                             
  

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

MARTINHO O SANTO DO INVERNO QUE TRAZ O VERÃO

DE CAVALEIRO ROMANO A APÓSTOLO DA GÁLIA

        
     Não podemos dizer que a vida de São Martinho «se perde na noite dos tempos», porque este santo, nascido em território do império romano - Sabaria na antiga Panónia, hoje Hungria, entre 315 e 317, foi o primeiro santo do Ocidente a ter a sua biografia escrita por um contemporâneo seu - o escritor Sulpício Severo.
             Martinho era filho de um soldado do exército romano e, como mandava a tradição, filho de militar segue a vida militar, como filho de mercador é mercador e filho de pescador devia ser pescador.
 Martinho estudou em Pavia, para onde a família foi viver, e entrou para o exército com 15 anos, tendo chegado a cavaleiro da guarda imperial. Tinha a religião dos seus antepassados, deuses que faziam parte da mitologia dos romanos, deuses venerados no Império Romano, que, como é óbvio, variavam um pouco de região para região, dada a imensidão do Império. As Gálias teriam os seus deuses próprios, como os tinham a Germânia ou a Hispânia.
             O jovem Martinho não estava insensível á religião pregada, três séculos antes, por um homem bom de Nazaré. Um dia aconteceu um facto que o marcou para toda a vida. Numa noite fria e chuvosa de Inverno, às portas de Amiens (França), Martinho, ia a cavalo, provavelmente, no ano de 338, quando viu um pobre com ar miserável e quase nu, que lhe pediu esmola e Martinho, que não levava consigo qualquer moeda, num gesto de solidariedade, cortou ao meio a sua capa (clâmide) que entregou ao mendigo para se agasalhar. Os seus companheiros de armas riram-se dele, porque ficara com a capa rasgada. Segundo a lenda, de imediato, a chuva parou e os raios de sol irromperam por entre as nuvens. Sinal do céu. Seria milagre?

MARTINHO E CONSTANTINO I


             Conta a lenda, que no dia seguinte Martinho teve uma visão e ouviu uma voz que lhe disse: «Cada vez que fizeres o bem ao mais pequeno (no sentido social de mais desprotegido) dos teus irmãos é a mim que o fazes». A partir desse dia Martinho passa a olhar para os cristãos de outro modo. Recordamos que o Cristianismo teve dificuldade em se impor como religião, e que um passo importante dado, nesse sentido, foi por Constantino I, que, em 313, permite que o Catolicismo seja livremente praticado no Império. Com o tempo foi aceite como religião do Estado.
             Constantino - o Grande - acreditou que o deus dos cristãos, que ele, de início associava ao Sol, o protegia e que lhe proporcionara a grande vitória contra Maxêncio, em 312. Acabará senhor absoluto do Império, tanto a Oriente, como a Ocidente, depois da vitória sobre Licínio, em 324. Consta que Constantino I terá visto no céu, antes da batalha com Maxêncio, a frase: «In Hoc Signo Vinces (Por este símbolo(cruz de Cristo) vencerás)» e daí o início da sua conversão. A testemunhar essa conversão existe o Arco de Constantino, em Roma, erigido para celebrar a vitória, onde consta a frase «por inspiração da Divindade e pela sua (de Constantino) grandeza de espírito». A testemunhar a sua conversão há o facto de o prefeiro pretoriano da Hispânia, Acílio Severo, conhecido por Lactâncio ter sido o primeiro prefeito cristão de Roma, em 326.
             Constantino I fundou a cidade de Constantinopla, onde fez a nova capital do Império, na antiga Bizâncio, e mandou edificar inúmeras igrejas, para o culto cristão, por todo o Império. A cidade foi sagrada no ano 330. As mais importantes igrejas foram a basílica de Latrão, a igreja de São Pedro, em Roma, a igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, bem como basílicas em Numídia e em Trèves. Deu-se origem às fundações da Igreja da Santa Sabedoria (Hagia Sophia), em Constantinopla, que, viria, em 1453 a ser tomada pelos árabes e Constantinopla passou a chamar-se Istambul. Constantino I é baptizado no leito de morte, no ano de 337 e sepultado na basílica dos Apóstolos naquela cidade. Deixa o império dividido pelos seus três filhos Constantino II, Constâncio e Constante, que vão lutar entre si ficando senhor do Império Constâncio II.

A LENDA DE MARTINHO


            
             Martinho, ainda militar, mas com uma dispensa vai ter com Hilário (mais tarde Santo Hilário) a Poitiers. Funda primeiro o mosteiro de Ligugé e depois o mosteiro de Marmoutier, perto de Tour, com um seminário. Entretanto a sua fama espalha-se. Muitos homens vão seguir Martinho e optar pela a vida monástica. Com o tempo, as suas pregações, o seu exemplo de despojamento e simplicidade, fazem dele um homem considerado santo. É aclamado bispo de Tours, provavelmente em Julho de 371. Preocupado com a família, lá longe, e com todo o entusiasmo de um convertido vai à Hungria visitar a família e converte a mãe.
             A vida de São Martinho foi dedicada à pregação. Como era prática no tempo, mandou destruir templos de deuses considerados pagãos, introduziu festas religiosas cristãs e defende a independência da Igreja do poder político, o que era muito avançado para a época. Nem sempre a sua acção foi bem aceite, daí ter sido repudiado, e, por vezes, maltratado.
Depois do encontro de Martinho com o pobre que seria o próprio Jesus, sente-se um homem novo e é baptizado, na Páscoa de 337 ou 339. Martinho entende que não pode perseguir os seus irmãos na fé. Percebe, que os outros são, na realidade, mais seus irmãos que inimigos. Só tem uma solução - o exílio, porque, oficialmente, só podia sair do exército com 40 anos. Hoje o sentido de irmão está, no Ocidente, perfeitamente interiorizado, mas, na época era algo de totalmente revolucionário. Era uma sociedade estratificada, e os grandes senhores, onde se incluía a classe militar, não se misturavam com a plebe, e muito menos um escravo era considerada pessoa humana. Daí Cristo ter sido crucificado. O amor entre todos, como irmãos que pregava era verdadeiramente contra os usos do tempo. Todos o que o seguiram e praticaram a solidariedade eram vistos como marginais e mais ou menos perseguidos. 

VITA MARTINI


             Sulpício Severo, aristocrata romano, culto e rico fica fascinado com o comportamento pouco comum de Martinho e escreve, entre 394 e 397 a biografia, daquele que ficaria conhecido por São Martinho de Tours. A obra chama-se apenas Vita Martini (escrito em latim), livro que teve enorme repercussão no mundo medieval. Espalhou-se até Cartago, Alexandria e Síria. Sabe-se que este livro foi muitíssimo lido (Enciclopedia Cattolica, Cidade do Vaticano, 1952, p. 220), o que era difícil numa época em que os livros eram caros e quando só o clero e monarcas mais cultos os leriam, mas o certo é que foi um verdadeiro «best-seller».
             Só em 357 Martinho é dispensado oficialmente do exército e continua a espalhar a sua fé. Morre em Candes, no dia 8 de Novembro do ano de 397 e o seu corpo foi acompanhado por 2 000 monges, muito povo e mulheres devotas. Chega à cidade de Tours no dia 11 de Novembro. O seu culto começou logo após a sua morte. Em 444 foi elevada uma capela no local. Não foram só as gentes das Gálias que o veneraram, o seu culto espalhou-se por todo o Ocidente e parte do Oriente. Na cidade francesa de Tours, foi erguida uma enorme basílica entre 458 e 489 que viria a ser lugar de peregrinação, durante séculos. Em França há perto de 300 cidades e povoações com o nome de São Martinho e, em Portugal, numa breve contagem, descobrimos 60. É, no entanto, importante frisar que nem todas serão evocações de São Martinho (o da capa), mas também de São Martinho de Dume (na região de Braga), também originário da Hungria (séc. VI).
             Por toda a Europa os festejos em honra de São Martinho estão relacionados com cultos da terra, das previsões do ano agrícola, com festas e canções desejando abundância e, nos países vinícolas, do Sul da Europa, com o vinho novo e a água-pé. Daí os adágios «Pelo São Martinho vai à adega e prova o teu vinho» ou «Castanhas e vinho pelo São Martinho».
Fonte: O LEME

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

HOMENAGENS AO SENHOR D.MIGUEL NOS 150 ANOS DA SUA MORTE


Homenagem dos Condes de Almada ao Senhor Dom Miguel de Bragança, El-Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, pelos 150 anos do seu falecimento a 14 de Novembro de 1866.


19h30 - Missa tradicional, em Latim.
21h00 - Jantar volante 


Marcações:
email: pacodelanheses@gmail.com
Telm: 96 534 58 02

 Nota: O Paço de Lanheses pode ser considerado um dos últimos bastiões miguelistas, em que o seu proprietário de então (o conde D. Lourenço José Maria Boaventura de Almada Cyrne Peixoto), seguindo o exemplo do pai dele, montou guerrilha com os seus homens e continuou o que era para si a legítima luta já com o seu rei no exílio. Seus descendestes sempre defenderam a Tradição e a Causa Legitimista.

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domingo, 6 de novembro de 2016

JANTAR DOS CONJURADOS 2016 - FESTA DA INDEPENDÊNCIA


Irá realizar-se no próximo dia 30 de Novembro, no Hotel Lisbon Marriott (Avenida dos Combatentes, 45), o tradicional Jantar dos Conjurados promovido pela Causa Real. Este evento assinala a importância e o significado da Restauração da Independência de Portugal, acontecimento histórico que os monárquicos portugueses gostam de celebrar com a sua Família Real.
Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte lerá uma Mensagem aos Portugueses às 19:30, seguindo-se o jantar com a Família Real.
Será realizado um leilão de obras de artistas portugueses conceituados, sendo que parte do lucro do jantar reverterá a favor das Missionárias da Caridade (Madre Teresa de Calcutá).
As inscrições serão feitas, como de costume, presencialmente na sede da Real Associação de Lisboa (15:00-18:00) ou através da internet: secretariado @ reallisboa.pt.
Os ingressos, que poderão ser pagos e levantados dentro do referido horário, têm o valor de:
45,00 eur - Adultos

25,00 eur - Jovens (até aos 30 anos de idade ou membros da Juventude Monárquica Portuguesa, até ao limite de cem)


sábado, 5 de novembro de 2016

HERDEIRO DO TRONO DEFENDE A REGIÃO AUTÓNOMA DE PORTO SANTO


Entregou prémios a jovens que nasceram todos em democracia, até os pais já devem ter nascido depois do 25 de Abril. Em democracia, é mais fácil falar nas questões entre a República e a Monarquia? 
Em todas as épocas há uma percentagem de jovens interessados no tema. No tempo do meu pai, havia milhares de jovens que vinham a S. Marcos, no 1 de Dezembro, dúzias de autocarros. Os jornais é que não traziam notícia nenhuma. Só havia dois que falavam, ‘O Debate’ e a ‘A Voz’. A censura cortava todas as referências.
A monarquia teve a vida mais difícil durante a ditadura? 
O primeiro governo após o 25 de Abril, que não era ainda um governo democrático, era um governo militar do Movimento das Forças Armadas, convidou o PPM para fazer parte, para mostrar que não tinha nada a ver com a I República, jacobina, de 1910. Isso foi-me explicado pelo Melo Antunes e outros membros do MFA. De algum modo, houve uma grande abertura à proposta monárquica em democracia.
Antes, até teve problemas, sobretudo quando era militar. 
Sim, fui expulso de Angola, em 1972, no tempo do governo de Marcelo Caetano. No tempo do dr. Salazar, pessoalmente não tive problemas, fiz o meu serviço militar normalmente, fiz o concurso para a Força Aérea, treino de piloto, fui piloto em Angola, sem problema nenhum. Quando veio o professor Marcelo Caetano é que começaram os problemas.
Não foi a tão falada ‘primavera marcelista’? 
Havia muitos complexos, havia receios, eram pessoas inseguras e muito incompetentes. Foram incapazes de aproveitar para fazer uma transição para a democracia, como foi feito em Espanha. No Ultramar poderia ter sido feita uma transição pacífica. Eu fui expulso de Angola, S. Tomé e Príncipe e Timor porque estava a organizar listas de candidatos para as eleições e podíamos ter ganho.
Depois do 25 de Abril, tem surgido quase como uma figura de reserva moral do país. Hoje, quando vivemos uma crise, pedem-lhe mais presença? 
Nos últimos anos, tenho sido convidado por câmaras municipais numa média de 20 a 30 por ano, com algum pretexto cultural e muitas vezes a câmara até põe a bandeira da monarquia no mastro. Porque, por lei, todas as bandeiras são iguais em honras, desde a de D. Afonso Henriques até à actual.
Hoje, é mais fácil falar de monarquia, sem complexos? 
Acho que sim porque as pessoas têm uma abertura democrática maior. Simultaneamente também têm uma grande ignorância e ainda há pessoas que consideram que a monarquia é um regresso ao passado, um regime antiquado e não democrático. Hoje, todas as monarquias europeias são modelos de democracia, de liberdade. Grande parte das repúblicas são ditaduras. Nos meios ocidentais, não há uma única monarquia que não seja democrática.
Seria possível colocar a questão de mudança de regime? 
Eu só posso responder com rigor científico se me basear nas sondagens de opinião que são muito interessantes. Na sondagem da comissão do centenário da República, só 40% responderam que eram republicanos. Como não acredito que haja muitos anarquistas, estou convencido que há uma maioria de monárquicos. Uma sondagem, feita há uns anos pela Universidade Católica, deu que cerca de 30% achavam que um rei seria melhor do que um presidente e outros 30% achavam o contrário e 40% não tinham opinião. Isto, sem informação e sem campanhas.
É uma questão que estará sempre em aberto? 
Sim, há muito tempo que eu digo que se em Portugal tivéssemos um rei, poderíamos ter, por exemplo, a Madeira e os Açores com o estatuto de um reino unido, equivalente ao que têm a Escócia, o País de Gales e a Inglaterra. Um estatuto em que a autonomia não põe em causa a unidade nacional.
Significaria mais autonomia? 
Sim, sem dúvida, veja-se o caso as ilhas do Canal que têm governos próprios que não dependem de Londres, moeda própria e leis fiscais. Eu até defendo uma coisa que é um pouco chocante aqui na Madeira, mas acredito que seria interessante considerar o Porto Santo uma região autónoma, por conta própria. Porque no Porto Santo sente-se muito a dupla insularidade. Propus à Real Associação da Madeira que fizesse essa proposta.
Na Madeira há um pormenor que pode ser interessante: o presidente do Governo Regional é monárquico. Isso poderá alterar alguma coisa? 
Não, o próprio dr. Alberto João Jardim considerava que as monarquias europeias eram melhores do que as repúblicas, mas que era republicano por uma razão ideológica. Nunca consegui perceber o que é que isso queria dizer. Julgo que a razão ideológica é a de que um presidente da República eleito simboliza melhor a democracia do que um rei. Na prática não é assim que funciona.
Num tempo em que o populismo está a começar a dominar a política, um rei funcionaria como um factor de estabilidade? 
Não se pode garantir que numa monarquia não possam aparecer políticos muito populistas, o que acontece é que a população sente-se mais segura quando sabe que o Chefe de Estado é um rei que conhecem, que sabem o que pensa, do que um político que, muitas vezes, é um desconhecido. Nesses casos, as monarquias garantem mais estabilidade.
Uma questão recorrente em relação à Monarquia é a de que o princípio de que todos os homens nascem livres e iguais não se consegue cumprir. Esse não é o principal entrave? 
Na monarquia portuguesa, desde o princípio que o rei só passava a ser rei quando aceite pelos representantes do povo, era aclamado pela Nação, não era automático. Por isso houve Reis que foram despedidos. No dia em que o povo não quer ter aquele Rei, pode trocá-lo. Claro que também há outros cargos que não são eleitos, como os juízes e os nossos pais.
                                                                                     FUNCHAL /
03 NOV 2016 / 02:00 H

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA ENTREGOU PRÉMIOS INANTE D. HENRIQUE NO FUNCHAL


Foram cerca de sete dezenas de jovens que, ontem, no Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal, receberam as medalhas de ouro, prata e bronze do Prémio Infante D. Henrique, a versão portuguesa do ‘The Duke of Edinburgh’s International Award’. Um prémio internacional que constitui um desafio para jovens de dos 14 aos 24 anos e que em Portugal tem cerca de 30 anos e é promovido pelo Duque de Bragança.
“O prémio é o reconhecimento que a sociedade, em geral, faz aos méritos dos jovens que cumpriram as provas de serviço à comunidade, desporto, desenvolveram um talento”, sublinha Duarte Pio de Bragança.
“Em todo o mundo há milhões de jovens que o têm feito. Em Inglaterra e noutros países, um jovem que mostra que cumpriu estas provas é uma grande vantagem para os currículos e o acesso ao emprego”, sublinha.
Duarte Pio de Bragança, que faz questão de estar presente nas cerimónia de entrega dos prémios, lembra que “cada vez mais, as empresas estão a perceber que mais importante do que saber muitas coisas é ter força de vontade, capacidade e persistência no que se faz”.
Depois da cerimónia de entrega do prémios aos jovens que atingiram os objectivos propostos, Paulo Cafôfo destacou a importância de este concurso ter uma procura crescente entre os jovens madeirenses.
O presidente da CMF lembrou que, no ano passado, forma 20 os galardoados e, este ano, forma cerca de 70 a receber medalhas.
Diário de Notícias da Maddeira


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Diário de Notícias da Madeira

IV CONGRESSO DA JMP - JUVENTUDE MONÁRQUICA PORTUGUESA


No passado sábado, dia 29 de Outubro, foram eleitos os novos dirigentes da Juventude Monárquica Portuguesa para os próximos 3 anos.
O IV Congresso da JMP renovou a esperança num futuro auspicioso para o movimento monárquico, mas também para Portugal.

A Pátria conta com uma juventude dedicada que tem como único desígnio servir os portugueses.


Segue a lista completa dos eleitos:
Mesa da Assembleia-geral:
- Presidente: Carmo Pinheiro Torres;
- Vice-Presidente: Carlota Arantes;
- Secretária: Constança Abelaira Marques;
Direcção Nacional:
- Presidente: Gonçalo Martins da Silva;
- Vice-Presidentes: Nuno de Albuquerque Gaspar; António Maria Saldanha; Carlos Sá;
- Secretário-geral: André Lopes Cardoso;
- Tesoureira: Margarida Sarreira Amaro;
- Vogais: Jorge António Araújo; Pedro Costa Lira; Tiago Almeida Matias; Maria Margarida Corrêa Martins; Miguel Monteiro Marquito; David Luís de Mendonça; Luís Nunes dos Santos;
Conselho Fiscal:
- Presidente: Vicente Cardoso;
- Vogais: Guilherme Sanches de Miranda e Diogo Bernardo Moura.
A JMP deseja a todos um bom trabalho, por Portugal!


terça-feira, 1 de novembro de 2016

ESTÁ CRIADO O NÚCLEO DE TOMAR DA REAL ASSOCIAÇÃO DO RIBATEJO


Foi com grande honra que a Direcção procedeu à formalização do Núcleo de Tomar da Real Associação do Ribatejo, com um modelo de estrutura integrado na rede que estamos a implementar na nossa área geográfica definida pela Causa Real.

Presentes os Ilustres Fundadores do Núcleo de Tomar, os Senhores: Dr. Bernardo Maria da Costa Macedo Júdice da Costa, Dr. Bruno Miguel Ribeiro Castro, eleito como Coordenador do Núcleo, Major Rui António dos Prazeres Escudeiro.
Deram-nos a honra de participarem os ilustres Monárquicos convidados, das cidades de Tomar, Abrantes e Torres Novas.
A Direcção da Real Associação do Ribatejo a todos agradece o empenho e elevado nível de intervenções acerca dos assuntos propostos na reunião. 
Especial agradecimento à Ex. ma Família Costa Macedo pela gentileza e deferência como nos recebeu. Obrigado!
José Carlos Ramalho