terça-feira, 11 de outubro de 2016

NÃO BASTA APENAS PENSAR E REALIZAR AS POLÍTICAS CORRETAS



O que nós mais precisamos é de continuidade estratégica, que apenas a instituição real, de ampla representação, apartidária, e porque permanece, pode dar voz e asseverar. Não basta apenas pensar políticas corretas, é necessário nelas perseverarMonarquia, constituição e uma democracia parlamentar reforçada é uma configuração politicamente bem estruturada, benéfica à eficácia da democracia e, enfim, à afirmação portuguesa.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

CARA OU COROA?

Apesar de a república ter mais de cem anos, feitos a 5 de outubro, há ainda quem preferisse um Rei. João Távora, da Real Associação de Lisboa, e o ex-ministro Nuno Severiano Teixeira trocam ideias sobre o assunto.

Já passaram 106 anos, mas o debate permanece: Monarquia ou república, qual o melhor regime para Portugal?

 Falámos com Nuno Severiano Teixeira, autor de um livro sobre os símbolos republicanos do país, e João Távora, presidente da Real Associação de Lisboa e monárquico. No fim da sessão fotográfica, D. Duarte passou por lá, na capa do livro que o monárquico ofereceu ao seu «opositor».


Veja também:  O dia em que a república venceu
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Antes de tudo, o ex-ministro da Defesa e da Administração Interna quis pôr os pontos nos ii: «Não há neste momento uma questão de regime político em Portugal. O debate entre Monarquia e república é uma questão histórica, não está na agenda política.» Uma ideia que João Távora diz estar já habituado a ouvir. «Conheço na pele a dificuldade de colocar o assunto na agenda, que é um tanto ou quanto viciada pelos agentes do poder. Mas o que faz os monárquicos correr é mais do que isso: temos de acarinhar e suportar a Casa Real.»
O que separa uns de outros são conceitos básicos. «Para os republicanos, há duas questões de princípio: a da origem do poder, que reside no povo e não surge por origem divina através do Rei; e a de que todos os cidadãos nascem iguais em direitos, incluindo o de exercer a chefia do Estado», refere Severiano Teixeira. João contrapõe: «Mas na monarquia o rei representa todos os portugueses. E não apenas uma fação, como sucede na república.»
«A questão não pode ser vista de modo maniqueísta», considera o antigo governante, que dá exemplos concretos: «Há casos em que a monarquia une, como acontece hoje na monarquia espanhola ou na inglesa. Mas também há casos em que divide, como aconteceu à Monarquia italiana quando se aproximou de Mussolini, ou, olhando para Portugal, com D. Carlos e João Franco.» O exemplo não convence o monárquico: «D. Carlos, que reinava num modelo constitucional muito parecido com o actual semipresidencialismo, mexeu nos interesses instalados ao pretender reformar o sistema para o tornar mais transparente. E pagou com a vida ao querer um país mais moderno e democrático.»
Certo é que Severiano Teixeira não aceita a ideia de João de que só a Monarquia une todos os portugueses, pois acredita que é possível isso suceder em regimes republicanos semipresidenciais como o nosso. «A chamada “magistratura de influência” é muito semelhante ao “poder moderador” do Rei na Monarquia Constitucional», garante, e diz: «Há maior unidade dos portugueses do que a que faz o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa?»
«Enquanto a conjuntura lhe permitir não se sujar na política sectária…», responde o monárquico, concluindo: «O problema não está tanto no “fulano”, mas no regime.» João aproveita e lança uma nova ideia. «Nenhuma Monarquia europeia foi intervencionada pelo FMI. A estabilidade política é certamente uma vantagem das monarquias», argumenta João, lembrando que «a Primeira República foi o período mais violento da história». Nuno Severiano Teixeira concorda em parte. «Havia um nível alto de violência política, sim, mas estava longe de ser uma ditadura terrorista», conclui o antigo ministro, que, por não ser um radical, ficou entusiasmado com o presente que João Távora lhe deu no final da sessão fotográfica: a biografia de D. Duarte, escrita por Mendia de Castro. Mas havia uma razão escondida para a escolha do livro, editado em 2007. «Foi apresentado por Manuel Alegre» – um republicano convicto.
NUNO SEVERIANO TEIXEIRA58 anos, ministro da Administração Interna do governo de António Guterres e ministro da Defesa do governo de José Sócrates, lançou neste ano o livro Heróis do Mar – História dos Símbolos Nacionais. É professor catedrático e vice-reitor da Universidade Nova de Lisboa.
JOÃO TÁVORAMonárquico militante desde 2006, é o actual presidente da direção da Real Associação de Lisboa, a maior Estrutura regional da Causa Real, que agrega mais de dois mil associados ativos. Tem 55 anos e dirige uma agência de comunicação, a Sinapse Media.

Fonte:MAGAZINE NOTÍCIAS

domingo, 9 de outubro de 2016

SENHORES DUQUES DE BRAGANÇA NO CASAMENTO DO PRÍNCIPE LEKA DA ALBÂNIA E ELIA ZAHARIA

 Príncipe Georg Friedrich da Prússia e os Duques de Bragança

Casamento do Príncipe Leka da Albânia e Elia Zaharia - Jantar de Gala






XXII CONGRESSO DA CAUSA REAL - MUSEU DE AVEIRO


Informamos que decorrerá no dia 15 de Outubro de 2016 no Museu de Aveiro o XXII Congresso da Causa Real, este ano organizado pela Real Associação da Beira Litoral. Após a discussão dos pontos da Ordem de Trabalhos, da parte da tarde decorrerá um debate aberto ao público subordinado ao tema – “Modelos e Regimes Constitucionais nos 40 Anos da Constituição Portuguesa”.
O programa do Congresso será o seguinte:
9h30 – Credenciação do Congressistas
10h00 – Inicio dos trabalhos
1.      Análise discussão e votação do Relatório de Actividades e Contas relativo ao ano de 2015;
2.      Ponto de situação actual do Movimento. Execução da Moção de Estratégia aprovada;
3.      Eleição de um membro da Comissão Executiva da Direcção com nova reconfiguração dos cargos de 
13h00 – Almoço do Congresso no Hotel Imperial (em frente ao Museu)
15h00 – Recomeço dos trabalhos
Debate Público – “Modelos e Regimes Constitucionais nos 40 Anos da Constituição Portuguesa”;
17h30 – Sessão de Conclusões e Encerramento.
Depois do Encerramento do Congresso será realizada uma cerimónia solene junto ao túmulo de Santa Joana Princesa, à qual se seguirá pelas 20,30 um Jantar Comemorativo do XXII Congresso com a presença de Sua Alteza Real, O Duque de Bragança. O Jantar realiza-se na belíssima Sala de Exposições do Museu.
Para mais informações e reservas contactar para realbeiralitoral@gmail.com
ou para o telefone 93 246 73 87
Causa Real
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Diário de Aveiro

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

O MEU 5 DE OUTUBRO de 2016 - FUNDAÇÃO DE PORTUGAL

Portugal nasceu a 24 de Junho de 1128  na Batalha de S. Mamede
 Foi baptizado a 25 de Julho de 1139 na Batalha de Ourique 
E foi registado a 5 de Outubro de 1143 no Tratado de Zamora.


Assinatura do Tratado de Zamora.
Painel de azulejos do início do séc. XX (Portimão)

Amigos/ as 
Festejemos este dia 5 de Outubro que a República portuguesa por 2 vezes o roubou ao povo português!...
Qual o país que não festeja o dia oficial de sua independência?

terça-feira, 4 de outubro de 2016

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA EM SANTIAGO DE COMPOSTELA

























Santiago de Compostela.
Com S.A.R., Dom Duarte Duque de Bragança na peregrinação de Damas e Cavaleiros da Casa Real Portuguesa.


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

REAL DE BRAGA PROMOVE O II COLÓQUIO TRATADO DE ZAMORA

A 5 de Outubro de 1143 foi celebrado o Tratado de Zamora, no qual foi assinada a paz organizada pelo Arcebispo de Braga Dom João Peculiar e que teve como intervenientes Dom Afonso Henriques e o seu primo Afonso VII de Leão e Castela, sob os auspícios do enviado papal, o Cardeal Guido de Vico.

 Neste Tratado de Zamora, ficou assente que Afonso VII de Castela e Leão concordava com a transformação do Condado Portucalense em Reino de Portugal com Dom Afonso Henriques com o título de ‘Rex Portucalensis’– Rei de Portugal. 

 A Real Associação de Braga vai realizar um Colóquio sobre este tema, no próximo dia 5 de Outubro de 2016. 
Apareçam!





VAMOS COMER A REPÚBLICA E CELEBRAR A FUNDAÇÃO DE PORTUGAL


No próximo dia 4 de Outubro, véspera do dia em que Portugal nasceu, mas também foi interrompido, a JMP vai trinchar a república e celebrar os 873 anos do Tratado de Zamora. Não há melhor maneira de celebrar a Fundação de Portugal do que numa mesa em que a república, responsável pela interrupção de Portugal, é o prato principal.

Neste mesmo dia, mas em 2013, nasceu a JMP. Assim, há dois motivos para festejar que se fundem num só: a JMP nasceu para restaurar Portugal pela monarquia e não existe para além desta missão.

Esta comemoração também será o último evento público organizado pela actual Direcção Nacional da JMP. Por isso, os jovens monárquicos querem ter a honra de partilhar este momento com todos os que acompanharam a JMP nos últimos três anos.

Estão todos convidados.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

ANIVERSÁRIOS DE EL-REI DOM CARLOS E RAINHA DONA AMÉLIA


Dom Carlos I de Bragança, de seu nome completo Carlos Fernando Luís Maria Vítor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão de Bragança Sabóia Bourbon Saxe-Coburgo-Gotha nasceu no Palácio da Ajuda, em Lisboa, a 28 de Setembro de 1863, faria hoje 154 anos. Barbaramente assassinado no Terreiro do Paço, em Lisboa, a 1 de Fevereiro de 1908 e foi o penúltimo Rei de Portugal.
Em 1864 com apenas cinco meses Dom Carlos foi reconhecido em Cortes como o futuro sucessor de Seu Pai o Rei Dom Luís I e, de certa forma, deu-se início à sua longa educação e preparação para a arte da governação que aconteceria 26 anos mas tarde.
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Dona Maria Amélia Luísa Helena de Orleães, madrinha de Baptismo de S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança, nasceu em Twickenham, Inglaterra, 28 de Setembro de 1865, faria hoje 152 anos, faleceu em Versalhes, França, a 25 de Outubro de 1951. Foi Princesa de França e última Rainha de Portugal.
Viúva de um Rei e Mãe de um Príncipe que viu serem varados pelas balas dos regicidas, foi o único membro da Família Real exilada pela república a visitar Portugal em vida. E o último a morrer. Em França, onde passou os últimos trinta anos de quatro décadas de exílio, a sua memória ainda vive.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

CRISTENING PRINS CARLOS DE BOURBON DE PARME


Prince Carlos Enrico Leonardo of Bourbon-Parma, son and heir of the Duke of Parma, has been baptised this Sunday in the Cathedral of Parma. The ceremony was held by the Bishop of Parma, Mgr. Enrico Solmi. The choir of the university of Parma sang among others ‘Verleih uns Frieden” of F. Mendelssohn Bartholdy.
The little prince was carried into the church by one of his godfathers, King Willem-Alexander of the Netherlands. The other godparents were made up by the Duke of Bragança, head of the Portuguese royal family, Lodewijk Gualtherie van Weezel, maternal uncle of the little prince, Princess Maria des Neiges of Bourbon-Parma, a great-aunt and Javier Lubelza Roca. During the ceremony all his godparents expressed a wish for the the life of prince Carlos.

Apart from the godparents, the ceremony was attended by several royals, among them Queen Máxima and her daughters, Princess Irene of The Netherlands, Prince Jaime and Princess Margarita of Bourbon-Parma and families. Princess Carolina attended the ceremony without husband or children. Also present were princesses Cecilia and Maria Theresa of Borbon-Parma and Prince Charles-Henri Lobcovicz.
The prince was baptised in the same gown as his sisters Luisa and Cecilia, his mother Duchess Annemarie and his maternal grandmother. The gown dates back to the 19th century. His great-great grandfather dr. J. Th. de Visser (1857), minister of Education and minister of State, was also baptised in it.




The Royal Forums - 25 de Setembro de 2016