quarta-feira, 15 de junho de 2016

DOM MANUEL II - O REI QUE O POVO AMOU



























A exemplo de Seu Augusto Pai e Avô, Sua Majestade El-Rei Dom Manuel II calcorreava o País de lés a lés, e onde quer que fosse o Povo aclamava-O entusiasticamente e exortava de alegria à Sua passagem, sugestionado não apenas pela expressão superlativa dapersona Real, mas porque o Rei percorria as ruas sondando e interagindo com o Seu Povo, visitando os doentes nos hospitais, levando-lhes o tão importante aconchego espiritual, mostrando-se Português em tudo e não se fazendo esquisito em estender a mão a qualquer súbdito e a dirigir a Sua palavra cordial a qualquer um. Às visitas do Rei, em qualquer localidade deste Portugal, como no Porto, Espinho, Santo Tirso, Barcelos, Braga, Guimarães, Viana do Castelo, etc., acudia o Povo, a Nobreza urbana e rural e a burguesia com ruidosas manifestações de sentimento e dedicação traduzidos nos incontáveis e expressivos ‘Viv’ó Rei!’, pelo que, também, com Ele o trono do Rei de Portugal era alçado não num estrado, mas erguido nas bases sólidas do direito público nacional e escorado na dedicação recíproca entre Monarca e Povo.


O Rei e as instituições da Monarquia nunca foram os bloqueadores do funcionamento das instituições políticas, mas os que mais contribuíam para o seu funcionamento, porém a política era terreno podre, e como tal campo fácil para ser minado pelos revolucionários republicanos que pretendiam apropriar-se dos meios de poder e coacção.


‘Praticam actos que impedem a vida regular dos governos o Júlio Vilhena, a minoria, o Presidente da Câmara, a maioria?! O culpado sou eu, e eu só é que devo conseguir tudo, senão… não poderei contar com a fervorosa dedicação dos que eu agora abandono!… Mas quem é que eu abandono?! Tenho trabalhado com a máxima sinceridade e dedicação ao meu País e tenho feito, como bem sabe, tudo o possível para harmonizar! Sou eu, que tenho provocado os conflitos na Câmara? Sou eu que tenho acirrado a vivacidade das paixões políticas? De mim tudo se exige! Não poderei eu pedir aos políticos que por amor do País atenuem um pouco isto tudo?!’, escreveria um atilado Rei Dom Manuel II a José Luciano de Castro, fazendo ver o quanto os políticos com as suas questiúnculas estavam a prejudicar o País e a Coroa, a quem depois imputavam culpas, não merecidas, pela inaptidão própria destes homens que se meneavam em jogos dos interesses partidários.


A Monarquia não caiu, deixaram que a assaltassem!


Miguel Villas-Boas Plataforma de Cidadania Monárquica


terça-feira, 14 de junho de 2016

VÍDEO: DOM DUARTE PIO VISITA MONÇÃO


 Duque de Bragança, D. Duarte Pio, esteve em Monção naquela que foi a sua terceira visita oficial a este concelho Alto-Minhoto.
Pela primeira vez no Museu do Alvarinho, D. Duarte foi recebido com honras militares e mostrou-se bastante agradado com o que presenciou.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

VISITA DE S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE A MONÇÃO, CAPITAL DO ALVARINHO


DOM DUARTE PIO, DUQUE DE BRAGANÇA, VISITOU O MUSEU DO ALVARINHO E DEPOSITOU COROA DE FLORES NO MONUMENTO DOS ANTIGOS COMBATENTES
Nesta passagem por Monção, que engloba a presença na abertura oficial do Ponte do Mouro Medieval, pelas 15h00, D. Duarte Pio deu os parabéns à autarquia monçanense pelo excelente trabalho na valorização do património construído no concelho.

Destacou também a paixão e coragem dos agricultores/viticultores monçanenses: “ Nas últimas décadas, a agricultura tem sido muito maltratada, contudo, em Monção, tem havido uma enorme vontade em promover os seus recursos endógenos, entre os quais, o vinho Alvarinho. Um acto de paixão e de grande coragem”.


































































































domingo, 12 de junho de 2016

A RAINHA DONA AMÉLIA E A FOTOGRAFIA

Próxima actividade no Museu-Biblioteca da Casa de Bragança - Conferência e visita guiada à exposição de fotografia da Rainha D. Amélia, pelo comissário Luís Pavão, no dia 25 de Junho, pelas 11 horas.

Fonte:  Real Associação do Centro e Alto Alentejo

sábado, 11 de junho de 2016

10 DE JUNHO: HOMENAGEM AOS COMBATENTES





















Comemorações do Dia de Portugal, em directo de Belém, em representação da Real Associação de Lisboa na Homenagem aos Combatentes. Com .SA.R., Dom Duarte de Bragança sempre presente e ao serviço da Pátria. 

Portugal tem futuro.
Foto de João Távora


































Todos as celebrações de Portugal serão poucas, desde que constituam algo mais do que mero folclore ou palavras ocas de auto-promoção dos protagonistas no jogo político. — em Monumento aos Combatentes - Belém.- João Távora

FOTOS DE S.A.R., DOM DUARTE NA FEIRA NACIONAL DA AGRICULTURA

S.A.R. DOM DUARTE DE BRAGANÇA VISITOU A FEIRA NACIONAL DA AGRICULTURA E ENCERROU O SEMINÁRIO SOBRE AGRICULTURA BIOLÓGICA PROMOVIDO PELA AGROBIO



Fotos: Real Associação do Ribatejo

quinta-feira, 9 de junho de 2016

FESTIVAL INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO

A XXVIII edição do Festival Internacional do Cavalo Puro-Sangue Lusitano realiza-se entre os dias 16 e 18 de Junho de 2016. O ponto de encontro é na Quinta da Marinha, em Cascais! Este ano o homenageado é o Dr. Filipe Figueiredo (Graciosa). Não vai querer perder! Contamos consigo mais um ano!

quarta-feira, 8 de junho de 2016

10 DE JUNHO DE 2016... O EXÉRCITO É TROCADO PELO FUTEBOL

As Comemorações oficiais do 10 de Junho serão em Paris“…é com esta frase que qualquer português se começa a questionar se França também faz parte de Portugal.

A interrogação , mesmo que justificada com a presença das comunidades portuguesas, é perfeitamente justificável porque o 1o de Junho remonta aos primórdios da nacionalidade, primeiro com o culto ao Arcanjo S. Miguel (teria aparecido a D. Afonso Henriques na Batalha de Ourique, dando origem a um culto que seria oficialmente instituido a 1504 pelo Papa Júlio II a pedido do Rei D Manuel I) e posteriormente com a República a data passaria a ser comemorada como feriado municipal de Lisboa atribuindo o seu contexto a Camões..posteriormente passaria a data comemorativa nacional com o Estado Novo , natureza mantida pela III República de 1974. Mesmo considerando o peso da diáspora e o maior sentido de comemorar no Canadá ou no Reino Unido onde as comunidades portuguesas já comemoram o dia , não é de todo irrelevante que a única data nacional onde o Presidente da República se digna a comparecer com honras militares  seja substítuido por uma versão estatal do “portugal em festa” da SIC onde o Presidente abandona o exército português e a memória dos combatentes caídos em troca de uma jantarada com a Selecção Nacional de Futebol.
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Conscientes do erro a ,casa Civil já elaborou um programa para medalhar os sobreviventes e intervenientes do massacre do Bataclan , como justificação para evitar as críticas justificáveis dos muitos portugueses que deram a vida para defender o País e de outros tantos que vêm a Chefia do Estado transformar-se num programa de entretenimento desprovida de valor Histórico.

O Dia 10 de Junho a caminho de se tornar tão irrelevante para Belém quanto o dia 1 de Dezembro .A Identidade Nacional diluí-se no ego dos políticos 
"A PROBLEMÁTICA MONÁRQUICA E AS CRISES NACIONAIS", por Jorge Borges de macedo
D. Duarte de Bragança afirmou um dia que iria comparecer sempre no dia 1 de Dezembro (o dia em que 40 portugueses correram com o jugo dos reis espanhois , 1640, data que não é comemorada pelo Chefe de Estado) até ao dia em que o Presidente da República se dignasse a falar nesse dia tão relevante para a Identidade Nacional. Parece que SAR D. Duarte ganhou mais uma data comemorativa para se dirigir aos portugueses porque o Presidente da República trocou o País e o Exército (do qual é chefe máximo) por uma festarola em Paris
É grave quando um Presidente esquece que as datas servem para lembrar o essencial .As Nações não são construídas com festas propaganda e futebol mas sim por suor e sangue de gerações que mereceriam pelo menos um dia (em 365) em memória dos que lutaram por um futuro melhor.
Ricardo Gomes da Silva

segunda-feira, 6 de junho de 2016

FOTOS DA FESTA DO VIZINHO - JARDIM DAS AMOREIRAS.

No passado dia 3 de Junho a Real Associação de Lisboa esteve representada com um espaço de exposição na “Festa do Vizinho” que decorreu no Jardim das Amoreiras entre as 12,00hs e as 22,00hs.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança marcou presença com uma visita a esta festa promovida pela “Associação Boa Vizinhança” com o apoio da Junta de Freguesia de Santo António, contando com a presença do seu Presidente Dr. Vasco Morgado, estiveram também presentes o Sr. Vereador Gonçalves Pereira e um adjunto do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Nesta festa juntaram-se os mais diversos expositores e bancas de diferentes produtos e actividades, com as presenças das instituições desta área de Lisboa, de entidades do terceiro sector, além dos mais variados tipos de animação (musical, artes circenses, poesia etc.).

Junte-se a nós, participe nas nossas actividades, faça-se sócio da Real Associação de Lisboa, aqui: http://www.reallisboa.pt/ral/inscreva-se/

























































































































domingo, 5 de junho de 2016

SUCESSÃO É CONTINUIDADE

"(…) A Realeza é outra coisa, visa de longe a meta, e, com prudente vagar, chega ao fim planeado; se não for o Pai a ultimar a realização, seu Filho, automaticamente alçado Rei, educado das mesmas ideias de seu Pai, tudo seguirá como se a mesma vida fosse, o labor do mesmo pensamento.

Assim se fez o Império, com o prolongamento do comando: – A Dinastia.

A todas as Repúblicas, por melhores que sejam, falta e faltará sempre, este apanágio das Realezas:– a CONTINUIDADE."

Fonte: 2.º Conde de Alvellos in “IV – O Berço Exilado do Príncipe da Beira; Carta a um Príncipe – O Berço Exilado”, Terceira Tiragem, Porto, 1946

quinta-feira, 2 de junho de 2016

PALESTRA/DEBATE "O REI DOS PORTUGUESES"

É já HOJE a palestra/debate sobre o tema "O Rei dos Portugueses", com Tomás Moreira, vice-presidente da Causa Real!
 
Apareça na nossa sede às 19h!