sexta-feira, 13 de maio de 2016

21º ANIVERSÁRIO DE MATRIMÓNIO DE SS.AA.RR., OS SENHORES DUQUES DE BRAGANÇA



Hoje, dia 13 de Maio, dia de Nossa Senhora de Fátima, comemora-se o aniversário de Matrimónio de SS.AA.RR., Os Senhores Duques de Bragança, Dom Duarte Pio e Dona Isabel.


Desejo a Vossas Altezas as maiores felicidades e que Deus Vos Abençoe e acompanhe na dedicação a Portugal e a todos os Portugueses.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

O REI E O INTERESSE NACIONAL

‘Governe-se com o Parlamento, é esse o meu maior desejo, mas para isso é necessário que ele também faça alguma coisa. É preciso obras e não palavras. De palavras, bem o sabemos, está o País farto. Não quer discussões políticas das quais pouco ou nenhum bem lhe virá, o que quer é que se discuta administração, que se discutam medidas que lhe sejam úteis. Assim poderá o País interessar-se pelo Parlamento; com discussões de mera política, interessará os amadores de escândalos vários, esses sim, mas fará com que a parte sensata e trabalhadora do País se desinteresse por completo daquilo que para nada lhe servirá.’

– Expôs, em 6/12/1906, S.M.F. El-Rei Dom Carlos I de Portugal, o Rei Constitucional sobre a necessidade de um Parlamento verdadeiramente representativo.
Este homem alçado Rei não é apenas mais um indivíduo, contem em si próprio um princípio, um objectivo comum, pois aglutina todos os seus compatriotas, representa a História e a cultura da Nação, não é independente dos projectos dos indivíduos e do Estado, mas o suporte do edifício que é a Nação, pois representa uma linha contínua e natural que deseja e tem obrigação de acautelar.
No Reino de Portugal o poder do Rei sempre adveio de um pacto com as Cortes – que no fundo era um Congresso de Chefes. O Rei seria assim o primus inter pares entre os barões do reino. Hoje, numa Monarquia Constitucional, esse pacto será firmado com o Parlamento que deverá representar o Povo e Aclamará o Rei, passando a ser assim o primeiro magistrado da Nação e o primeiro entre iguais – os portugueses -, e o seu interesse é o bem comum, o interesse nacional.
Miguel Villas-Boas

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE PATRONO DO MADEIRA FILM FESTIVAL






















Patrono do Madeira Film Festival, SAR o Senhor Dom Duarte Duque de Bragança esteve presente no jantar de Gala e concerto da harpista escocesa Phamie Gow, que teve lugar no hotel oficial do festival, o Belmond Reid´s Palace.

























No sábado dia 30 de Abril, encerrou a 5ª edição do Madeira Film Festival. Os quadros dos Embaixadores da Floresta Laurissilva (uma folha de Til num trabalho do escultor Ricardo Velosa), foram entregues a todos os realizadores, músicos e actores e a S.A.R. o Senhor Duque de Bragança, Patrono do Madeira Film Festival.
 
O Vinho Madeira - bebida oficial do festival- do produtor Henriques e Henriques, foi utilizado no brinde ao sucesso de mais uma edição repleta de filmes, Vinho Madeira, Bordado Madeira e natureza.

S.A.R. o Senhor Duque de Bragança esteve presente no Teatro Municipal Baltazar Dias durante a tarde de sábado onde assistiu à curta-metragem "Dona Fúnfia - 1º Etapa da Volta a Portugal em Bicicleta" com a presença da realizadora Margarida Madeira e ao filme "Macbeth", também em exibição na 5ª edição do festival.

Fonte: Madeira Film Festival




segunda-feira, 9 de maio de 2016

sábado, 7 de maio de 2016

O Rei Felipe VI de Espanha assinou esta terça-feira o decreto de dissolução do parlamento e que marca as eleições para 26 de junho, estabelecendo que o próximo Congresso de Deputados será constituído a 19 de julho.O papel que o Monarca teve após o resultado difuso das últimas eleições – onde partidos fortemente contestatários da Monarquia ganhavam peso no eleitorado – chegando a convencer o líder do Podemos a recuar em coligações pouco saudáveis para uma Espanha que ainda se debate com uma críse económica veio provar que a decisão do septuagenário Rei Juan Carlos de abdicar em favor de seu filho de 46 anos de idade, o príncipe Felipe, iria inevitavelmente reviver na memória colectiva a resposta à questão do porque tantos monarcas ainda reinarem em toda a Europa.
Parece incrível que 12 monarquias ainda sobrevivam, embora isso inclua curiosidades, como Andorra, cujo co-governante é o presidente da França (o outro é o bispo de Urgell); o Vaticano, governado pelo papa, e os principados do Mónaco e Liechtenstein.
Os outros – Bélgica, Grã-Bretanha, Dinamarca, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Espanha e Suécia – estão entre as democracias mais liberais da Europa, mas todos eles mantêm governantes hereditários à revelia de uma Europa que parecia condenada a erradicar todo e qualquer vestígio desta relíquia medieval. Mas nem tudo é o que parece ou o que muitos gostariam que fosse
A maioria das rainhas, reis, príncipes e princesas trabalham para viver. Aos 88 anos, uma idade em que a maioria das pessoas comuns há muito se aposentou do trabalho e muitas vezes da vida, a rainha Isabel II da Grã-Bretanha ainda mantém uma programação árdua de cerimónias estatais. E é difícil imaginar o que revistas da Europa faria sem as fotos da realeza vestindo plumagem completa para algum grande evento ou produzir um herdeiro real ou deixando seus castelos para andar de bicicleta ou esquiar com seus súbditos – ou ficar envolvido em algum escândalo suculento .Mas aparte o lado mais pitoresco desta Instituição, a realidade é que a mera existência de uma Família Real impede que um País inteiro caía nas mãos de um ditador eleito hipotecando uma ou mais gerações, a uma realidade nos antípodas dos filmes infantis habitados por Reis e princesas.
As cabeças reais de estado representam a continuidade de uma nação. chefes de estado republicanos, quer politicamente poderosos como o dos Estados Unidos ou França, ou  mesmo cerimonial como o caso do presidente da Alemanha , todos se envolvem em algum grau de tradição e pompa. Mas eles não podem subir acima da política na mesma forma que os monarcas podem. E mesmo quando as monarquias geram escândalos de proporções reais – pense princesa Diana ou o escândalo financeiro da irmã de Juan Carlos – os políticos tendem a classificar bem abaixo dos monarcas em pesquisas de popularidade.
Todas as monarquias europeias têm um pequeno e ruidoso coro pedindo a abolição das instituições e a maioria dos países têm vindo a colocar os seus governantes num maior escrutínio público. Por sua vez, os governantes, em especial os escandinavos, deixaram caír os seus estilos de vida a quase níveis de rua. Mas mesmo asssim eles têm mantido o mínimo de pompa real que gere valor simbólico.
As Monarquias são hoje anacronismos vivos de um século que deu a questão monárquica como extinta.O sec XX começou com o colapso da monarquia portuguesa e o rescaldo da I Grande Guerra parecia ter resolvido o assunto no resto da Europa, o resto do século provaria que as Repúblicas eram portas abertas ao totalitarismo . Hoje o pretendente ao trono português tem mais popularidade do que o Presidente da República eleito em ínicios de 2016 e não é caso único, por toda a Europa são as Repúblicas que começam a ser contestadas como um entrave à consolidação das Democracias Europeias .

sexta-feira, 6 de maio de 2016

A MONARQUIA NÃO É UM BRASÃO, É CONTINUIDADE

” Conhece[m] o D. Duarte? Uma coisa se nota, quando se fala com ele, é a maneira como se preocupa, mesmo, com toda a gente, com tudo o que faz parte de Portugal. Não há nenhuma noção de sectarismo. É uma pessoa obrigada a uma responsabilidade, recebeu esse legado e tem de tomar conta, saber as coisas. Isso é muito impressionante, não é para glória dele, é uma continuação.”in Expresso de 24 de Março de 2012
O movimento monárquico português, como afirmaria Miguel Esteves Cardoso,” é o mais antigo movimento de resistência politica da Europa” .A atribuição de Foral precede a Magna Carta e ao contrário desta ,o Foral, possibilitava a livre reunião e eleição de representante em Cortes pelo povo,uma independência política e cívica que aborrecia largamente muitos aristocratas e que fazia do Rei um obstáculo aos seus interesses privados.
Durante séculos a relação entre o Povo e a Coroa foi a expressão da Monarquia e esta resumia-se a isso como se pode provar pela classe social da maioria esmagadora dos braços que fizeram as descobertas , restauraram a independência e lutaram contra invasões e absolutismos.Descalços, armados apenas com um pau dispondo apenas da sua vontade na defesa da Coroa como fonte primária da independência da comunidade.
D. João I, que introduziu a Heráldica e os registos nobiliárquicos em Portugal,  teve apenas o apoio da população viu-se forçado a reverter para a propriedade da Coroa a maioria das Casas Nobres do Reino, tudo porque a nobreza tal como no tempo de seu pai ,D Pedro I, apoiava preferencialmente o que se passava do outro lado da fronteira. D. João IV reconheceu por escrito a base política do Reino no povo mas a terratenência brasonada persisitiu na sua guerrilha indo ao ponto de vermos, em palavra impressa, na Constituição de 1910 a extradição da Família real a par com a permanência,em República, dos títulos nobiliarquicos .O Estado Novo nacionalizaria a Casa de Bragança, que ainda existe , dando continuidade ao trabalho de corrosão do prestigio que a Família real , mesmo exílada, teimosamente mantinha entre os populares.Nem a morte prematura de D. manuel II esmoreceu o movimento monárquico que hoje persiste
A Monarquia é um passado que obriga á continuidade e não um passado que confere regalias e Poder,  enquanto a luta pela Restauração for um futuro comum que ultrapassa as glórias individuais do presente apenas podemos e exigimos esperar que a Monarquia advenha da consciente vontade de todos e não da anuência de alguns.

GRANDES PORTUGUESES - RAINHA DONA MARIA I


Segundo Centenário da morte de S.M. Fidelíssima a Rainha D. Maria I, "A Piedosa" (1816-2016)
Proclamado a 16 de Dezembro de 1815, o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves teve como titular a então Rainha D. Maria I. Viria ela a falecer em Março do ano seguinte, sendo sucedida no Trono pelo filho, D. João VI, e este, já no Brasil proclamado Império, por D. Pedro I. Assim, ainda que fugazmente, foi ela a nossa primeira soberana.

Mais velha das quatro filhas de El-Rei D. Jose I e da Rainha D. Mariana Vitória de Bourbon, D. Maria Francisca nasceu em Lisboa a 17 de Dezembro de 1734, ascendendo ao Trono pela morte do pai como D. Maria I de Portugal, Rainha Fidelíssima, em 13 de Maio de 1777. Casara-se em 1760 com o tio paterno, Infante D. Pedro, que se tornaria D. Pedro III, jure uxoris [em direito de uma mulher], nascendo dessa união seis filhos.

Ainda princesa foi descrita como de "índole muito doce e um carácter piedoso, humano e afável". E, já Rainha, "senhora de nobre e majestosa figura, conciliava admiravelmente a distinção e a bondade. Parecia nascida para mandar, mas ao mesmo tempo para fazer aquela autoridade mais querida do que temida".

Profundamente religiosa, estimulou as devoções à Imaculada Conceição e ao Sagrado Coração de Jesus, fazendo edificar em honra deste, em Lisboa, a magnífica Basílica da Estrela, na qual seriam depositados os seus restos mortais. O cognome “A Piedosa” reflectiu-a plenamente.

O reinado de D. Maria I sucedeu àquele marcado pela influência do Marquês de Pombal, poderoso Ministro de D. José I, que pretendeu reformar Portugal e conseguiu dividi-lo quase irremediavelmente. Aclamada com júbilo e esperança, reavivou os valores e costumes tradicionais do Reino, numa inversão de rumos a que a população chamou pitorescamente "a viradeira”. Restabeleceu as audiências públicas que seu pai havia suprimido.

Culta, afeita aos assuntos de Estado, promoveu com ilustres colaboradores um governo fecundo em realizações: nova concordata com a Santa Sé, tratados de comércio, missões científicas ao Brasil e outros domínios, fortalecimento militar, melhoria nas contas públicas, criação da Academia Real das Ciências de Lisboa, da Real Biblioteca Pública da Corte, da Academia Real de Marinha, da Casa Pia de Lisboa.

Em relação ao Brasil destacaram-se o levantamento científico da Amazónia e a criação de Jardins Botânicos nas principais cidades, os tratados limítrofes de Santo Ildefonso e do Pardo e a comutação, em exílio, da pena de morte dos doze - excepto um - conjurados da Inconfidência Mineira.

No início de 1792 manifestou-se a sua doença mental. O Príncipe D. João assumiu desde logo os actos de governo, mas só em 1799 tomaria o título de Regente. D. Maria, reclusa e alternando altos e baixos na enfermidade, continuaria cercada do respeito e carinho gerais em todo Portugal e depois no Brasil.

Foi ela a única, dentre nossos soberanos, a morrer em solo brasileiro, o que ocorreu no Rio de Janeiro no dia 20 de Marco de 1816. Os funerais, no próprio Paço Real, foram soleníssimos e duraram três dias.

Texto transcrito do Cartão de Natal de S.A.I.R. o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil – Dezembro de 2014


A MONARQUIA FEZ TUDO

“a Monarquia fez tudo, no meio dos maiores cataclismos, como as Invasões Francesas e as Guerras Civis, para assegurar a permanência de Portugal.
Dom Duarte de Bragança, actual Chefe da Casa Real
Com a revolução de 1640, restabelece-se a norma jurídica tradicional, com o nascimento de uma nova dinastia. Não há outro período da história portuguesa mais difamado do que o da Dinastia de Bragança, à mercê do ataque impiedoso da historiografia liberal. Quanto mais vivo e leio os autores liberais, mais os acho injustos. Podem ser grandes no domínio literário — Oliveira Martins é um notável escritor, Guerra Junqueiro é um arrebatado poeta —, mas foram todos impiedosos na apreciação dos homens e dos acontecimentos posteriores a 1640. Que visão arbitrária aquela a que foram sujeitos os reis da III Dinastia! D. João IV um pusilânime; D. Afonso VI, um louco; D. Pedro II, um incestuoso; D. João V, um freirático; D. José I, um escravo do seu ministro; D. João VI, um fraco em fuga para o Brasil. Ao fecharmos a História de Portugal de Oliveira Martins, podemos afirmar, como Alberto Sampaio, que mais parece um dobre a finados pela Monarquia portuguesa. Impõe-se mais do que nunca, corrigir os exageros da historiografia liberal. Já o fizeram Caetano Beirão, a respeito de D. Maria I, e o Dr. Hipólito Raposo, na biografia de D. Luísa de Gusmão. Eu próprio, na História de Portugal (…), vou, na minha modéstia, tentando reabilitar esses reis. Não digo que fossem, todos eles, sábios ou de craveira excepcional, mas foram monarcas que asseguraram a independência do País e defenderam com firmeza os foros nacionais. Não seria possível, depois da Restauração, aspirar para Portugal os direitos de uma potência de primeiro plano, condutora do mundo, como nos séculos XV e XVI. Mas os reis da III Dinastia merecem, de facto, ser reabilitados, por tudo quanto fizeram para manter o prestígio do País. A expressão é esta: a Monarquia fez tudo, no meio dos maiores cataclismos, como as Invasões Francesas e as Guerras Civis, para assegurar a permanência de Portugal no Mundo.


A Dinastia de Bragança reúne muitos aspectos positivos: o primeiro é a Restauração em si mesma, que foi uma epopeia na Metrópole e no Ultramar, nomeadamente no Brasil. Só realmente uma nação ainda com uma seiva invulgar poderia fazer o «milagre» de reconquistar Angola, São Tomé e o nordeste do Brasil,às Províncias Unidas, então o Estado europeu mais poderoso, juntamente com a Inglaterra. E tal cruzada só foi viável porque a Nação se pôs incondicionalmente ao lado de D. João IV. E com o apoio da Aliança Inglesa, preciosa nesta fase como nunca, a crise foi debelada, a nova Dinastia reconhecida e a paz firmada com a Espanha em 1668.” Grémio Literário, conferência de 14 de Dezembro de 1982 pelo Prof. Joaquim Verissimo Serrão.

DUQUES DE BRAGANÇA NA APRESENTAÇÃO DO LIVRO "OS CONJURADOS DE 1640"























O Vice-Presidente da Juventude Monárquica Portuguesa, Nuno de Albuquerque, e o Presidente da JMP do Ribatejo, Gonçalo Martins da Silva, estiveram presentes no Lançamento do Livro "Os Conjurados de 1640" de Charles-Philippe D'orleans, Duc d’Anjou, Palácio da Independência, onde também estiveram presentes SS.AA.RR., Os Duques de Bragança.

terça-feira, 3 de maio de 2016

PRÍNCIPE EMANUEL DE SABÓIA VISITA O PALÁCIO NACIONAL D'AJUDA NA COMPANHIA SE S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA

O Príncipe Emanuel Filiberto de Sabóia visitou hoje o Palácio da Ajuda na companhia de Dom Duarte de Bragança, onde observaram todas as salas e o Santo Sudário, que faz parte das coleções da Casa Real Portuguesa.
Emanuele Filiberto, prince de Venise é um neto de uma prima em 2º grau de Dom Duarte Pio, Duque de Bragança.Emanuele Filiberto, prince de Venise é um neto de uma prima em 2º grau de Dom Duarte Pio, duque de Bragança.

Com efeito, Dom Miguel I de Bragança, Rei de Portugal, 
Adelheid, Prinzessin zu Löwenstein-Wertheim-Rosenberg são ao mesmo tempo bisavós de Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, antepassados da 5ta geração de Emanuele Filiberto, Prince de Venise































Perante o Santo Sudário


XVII ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA






















A Real Associação de Lisboa vai celebrar o seu XXVII Aniversário no próximo dia 14 de Maio de 2016, com uma visita à Falcoaria Real que promoverá o convívio entre os associados dando a conhecer simultaneamente o património menos conhecido da nossa Pátria. Escolhemos este ano um programa a decorrer em Salvaterra de Magos, área geográfica que nunca foi visitada pela Real Associação de Lisboa e com profundas ligações à História de Portugal e à Casa Real.
O programa será o seguinte: 

10:00 – Partida de Lisboa, em autocarro, da Praça de Espanha, junto ao parque de estacionamento na esquina com Avenida de Berna (parqueamento gratuito);
11:00 – Chegada a Salvaterra de Magos, seguindo-se visita guiada à Falcoaria Real;

13:00 – Almoço;
15:00 – Visita à Capela Real de Salvaterra de Magos;
17:00 – Regresso a Lisboa (Praça de Espanha).

Preço por pessoa (transporte e almoço) – 25,00€ / Preço para jovens até 25 anos – € 20,00

Aconselhamos o uso de calçado prático.
As inscrições decorrem até dia 10 de Maio, através do endereço secretariado @ reallisboa . pt, pelo telefone 21 342 8115 ou presencialmente na nossa Sede.
Esperamos e contamos com a sua presença!
Real Associação de Lisboa

domingo, 1 de maio de 2016

AFONSO DE BRAGANÇA HERDOU DO SEU PAI O ESPÍRITO DE DEDICAÇÃO A PORTUGAL


O Príncipe da Beira é o filho mais velho do herdeiro ao trono português, Dom Duarte de Bragança. Em Guimarães, Afonso posou junto de um quadro do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques.

Aos 20 anos, Afonso de Bragança, que recebeu ao nascer o título de príncipe da Beira, é o patrono do recém-criado Préadmio Príncipe da Beira Ciências Biomédicas. Na cerimónia de entrega, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Guimarães, era visível o nervosismo do filho mais velho dos duques de Bragança antes daquele que foi o primeiro ato público a que presidiu. Um nervosismo injustificado, já que, formal, mas cordial e simpático, o filho mais velho de D. Duarte e de D. Isabel de Bragança foi muito aplaudido no final do seu discurso. “No ano passado, quando os meus pais me disseram que iam instituir o Prémio Príncipe da Beira, através da Fundação D. Manuel II, fiquei surpreendido, mas achei fantástico. Estava um pouco nervoso durante a cerimónia, visto ser a primeira vez, mas acho que é muito importante motivar o trabalho notável dos jovens portugueses e continuar a promover os avanços nas ciências”, afirmou à CARAS.
Afonso realçou gostar do “simbolismo de associar o prémio à cidade que é berço da Nação”, deixando-se fotografar junto a uma imagem do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. A estudar Relações Interadnacionais e Ciências Políticas na Universidade Lusíada, em Lisboa, o primogénito dos duques de Bragança está a gostar muito do curso e diz que espera conseguir em breve fazer um ano de Erasmus.
Recorde-se que Afonso fez o ensino secundário em Inglaterra, num colégio interno católico com uma forte componente de formação militar. E apesar de ser ainda muito jovem, diz que quer dar continuidade ao trabalho dos pais e representar a Casa Real portuguesa: “No futuro gostava de seguir as pegadas do meu pai. Com o curso que estou a tirar, fico com bases para dar seguimento ao que ele tem vindo a fazer. E sinto-me cada vez mais preparado.”
Com a serenidade que a caracteriza, D. Isabel assistiu na primeira fila ao discurso do filho, e, no final, partilhou connosco: “Estou muito orgulhosa como mãe, mas também como portuguesa, por ver o meu filho apoiar a investigação científica em Portugal. Confesso que quando visitei as instalações da Universidade do Minho fiquei fascinada com o trabalho que ali desenvolvem. As ciências em Portugal têm de ser apoiadas e estimuladas, temos pessoas extraordinárias que merecem ver o seu trabalho reconhecido e acarinhado. Fico muito contente que o meu filho tenha querido dar o seu nome a um prémio para as ciências, porque é um dos caminhos de Portugal.”
Feliz por ver Afonso a representar a Casa Real e a assumir o protagonismo nesta cerimónia, D. Isabel acrescentou que o filho “é mais um apaixonado por Portugal e já fez saber que quer continuar o trabalho de servir o país. E isso é muito bonito.”
Um desejo de compromisso com o futuro do país que a duquesa encara com naturalidade, frisando:“Os meus filhos [além de Afonso, D. Duarte e D. Isabel são pais de Francisca e de Dinis] cresceram com o sentido de servir Portugal. Estamos aqui para fazer coisas, mas também sabemos que é uma grande responsabilidade. Por isso, quero que eles cresçam e façam as coisas da melhor maneira. O importante é que sejam bons no que fazem, para se sentirem bem.”

Revista Caras