segunda-feira, 21 de março de 2016

S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE, RECEBE AMANHÃ O PRÉMIO MIL, PERSONALIDADE LUSÓFONA DE 2015


S.A.R., o Senhor Dom Duarte recebe amanhã , 22 de Março , às 17h , o Prémio MIL Personalidade Lusófona de 2015 no âmbito do IV Congresso da Lusofonia que decorre no Palácio da Independência , em Lisboa ( Metro : Rossio ) . Convidamos os nossos associados e simpatizantes a estarem presentes .
Fonte: Real Associação de Lisboa

129º ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO DO PRÍNCIPE REAL DOM LUIZ FILIPE DE BRAGANÇA

Príncipe Real Dom Luz Filipe (21/03/1887 – 01/02/1908)
Em 21 de Março de 1887, há 129 anos, nascia S.A.R., O Senhor Dom Luiz Filipe de Bragança, de nome completo Luís Filipe Maria Carlos Amélio Fernando Victor Manuel António Lourenço Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Bento de Bragança Orleães Sabóia e Saxe-Coburgo-Gotha 5.º Príncipe Real de Portugal e 22.º Duque de Bragança.

Aquele Rei a Ser, viu a jovem vida, ainda nos primeiros capítulos, ceifada – juntamente com o Rei, Seu Pai - a 1 de Fevereiro de 1908 pelo terror republicano, assassinado às mãos dos criminosos republicanos da organização Carbonária, no episódio que ficou tristemente conhecido na nossa História como ‘O Regicídio’, e com a sua morte, num período tão abundante de esperanças, acontece o primeiro sinal das mais trágicas desilusões.
Texto - Plataforma da Cidadadinia Monárquica.

domingo, 20 de março de 2016

HOJE É DOMINGO DE RAMOS

O Domingo de Ramos significa a entrada de Jesus em Jerusalém e o início da Semana Santa. O Domingo de Ramos é o ponto de início da semana santa, ele abre essa comemoração que culminará 7 dias depois no Domingo de Páscoa.
O grande significado do Domingo de ramos é a entrada de Jesus em Jerusalém, o início de seu processo de entrega total para a salvação da humanidade. Quando Cristo entra na cidade sentado sobre um jumento simboliza o domínio do homem sobre a mente, uma nova era que se inicia, todo esse processo atinge directamente a sociedade moralista e radical da época que não aceita as palavras do Salvador.
A partir daí começa a Semana Santa onde na sexta-feira haverá a crucificação e no domingo a Ressurreição de Jesus.

sexta-feira, 18 de março de 2016

CPORRESPONDÊNCIA DA RAINHA DONA AMÉLIA




















A última Rainha de Portugal fala do seu "vestido de veludo azul com botões de diamantes". 

O recado é curto, escrito em francês e com uma caligrafia arrebitada. Ainda não era tempo de folhas pautadas e, talvez por isso, as frases caiam um pouco à medida que chegam ao lado direito da folha — sinal de que foi escrito por alguém destro. Lá em cima, lê-se em duas linhas: “Paço de Belém — Lisboa”.
"Minha querida Izabel,
Vamos ao ginásio e eu visto o meu querido vestido de veludo azul com botões de diamantes…”
E, no fundo, uma rubrica rápida: “Amélia”. Ou seja, a Rainha Dona Amélia, a última de Portugal.
Carta manuscrita da Rainha Dona Amélia
Fonte: OBSERVADOR

quarta-feira, 16 de março de 2016

CONFERÊNCIA DOM CARLOS E O MAR


Numa iniciativa do nosso Núcleo da Costa do Estoril realiza-se no próximo Sábado pelas 15:00 no Museu do Mar em Cascais uma Conferência “Dom Carlos e o Mar” pelo Almirante Henrique Alexandre Fonseca. 
Não falte, a entrada é livre.
Junte-se a nós faça-se sócio da Real Associação de Lisboa, aqui:http://www.reallisboa.pt/ral/inscreva-se/

segunda-feira, 14 de março de 2016

O REI E A CONSTITUIÇÃO - PROFESSOR DOUTOR MANUEL BRAGA DA CRUZ

Conferência proferida pelo Prof. Doutor Manuel Braga da Cruz no passado dia 5 de Março de 2016 subordinada ao tema ”O Rei e a Constituição” no âmbito da série “Conversas Reais” da Real Associação de Lisboa, para a reflexão e debate de assuntos candentes da História e da Ciência política.

domingo, 13 de março de 2016

CARTA DO INFANTE DOM MANUEL À EXMA. SRA. D. CARLOTA CAMPOS

CARTAS ESCRITAS ENTRE OS 5 E OS 7 ANOS DE IDADE.





Paço da Pena, 29-2-96


Minha querida Calita.

Tem estado uns dias muito bonitos. Hoje fomos à feira de S. Pedro. A Mamã comprou três leitões, um pau de marmelo para mim, e outro de carrasco para o Mano. A Dama comprou-me uma branquinha de cabeceira, muito engraçadinha e um tinteiro que é um globo terrestre, mais pequeno do que o do mano, mas é a mesma coisa!

Hoje tem estado um grande calor. Então a Calita como está?
Eu estou bem, o Mano também e todos também estão bons.

O Papá e o Mano foram à caça, era pouca e eu fui ver. O Papá não matou nada, porque só atirava aos pica-paus, mas foi de muito longe. O Mano é que trouxe dois pássaros. Muitas saúdes minhas e recados. O Ribeira recomenda-se muito, êle é o caturrão da Caninha Verde, eu sou o Comendador e o Mano é o grã-cruz.

A Condessa dEdla só vem no princípio do mês.
                                                                                                                          Seu muito amigo
                                                                                                                            
                                                                                                                          D. Manuel.


sexta-feira, 11 de março de 2016

CONFERÊNCIA DOM CARLOS E O MAR

No próximo dia 19 de Março, pelas 15:00 terá lugar a Conferência “Dom Carlos e o Mar” pelo Almirante Henrique Alexandre Fonseca. Será realizada no Museu do Mar Rei Dom Carlos, em Cascais.
REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA

terça-feira, 8 de março de 2016

O VERDADEIRO SEMI-PRESIDENCIALISMO SÓ PODE VIGORAR EM MONARQUIA


Os Integralistas diziam: "o Rei governa, mas não administra". Faziam, pois, coro contra o esvaziamento da faculdade de exercer o mando, atributo dos monarcas, que o Liberalismo havia reduzido à formula de Thiers: "o Rei reina e não governa". Em torno destas definições aparentemente irreconciliáveis, os monárquicos - antes e depois de 1910 - terçaram armas uns contra outros. O argumento do tempo não é certamente o mais impressivo, pois erros e inverdades há que triunfaram e ficaram, havendo verdades inquestionáveis que soçobraram nas tempestades das paixões dos homens. O tempo (a História) disse que as monarquias segundo a fórmula de Thiers prosperaram e que as monarquias de responsabilidade executiva do Rei não sobreviveram. Uma floresta de mal-entendidos.
Afinal, os reis nunca governaram, salvo no chamado período do "absolutismo" (1698-1828) em que os monarcas não mandaram reunir cortes e se socorreram de governos que apenas reportavam ao soberano. Mas estamos, bem entendido, a falar num poder "absoluto" no quadro do Antigo Regime, sinónimo de Estado incipiente e de quase ausência de burocracia, um Estado bem limitado pelos foros e liberdades concelhias, imunidades e regimes legais diferenciados, representação orgânica protegida por regimentos legais. Ou seja, o tal "absolutismo" era pouco mais que nada, salvo no período de Pombal - de facto um ditador - em que o grupo no poder declarou guerra às leis da constituição histórica e aos grupos sociais que maior capacidade reactiva possuiam: a nobreza e o clero, sobretudo a Companhia de Jesus, elite cultural do país.
A monarquia (mono-arquia) nunca existiu, pois os Reis só eram aclamados após juramento solene de obediência a todas as leis do reino e em harmonia com o direito natural. O Rei D. Miguel I foi o último monarca limitado pela constituição histórica e a sua aclamação foi absolutamente legal e legítima do quadro do regime que então vigorava: o da monarquia orgânica. Opine-se o que se quiser a esse respeito, mas a verdade é que tal legitimidade e legalidade foram destruídas pela violência de um grupo político que invadiu militarmente o país, travou guerra e venceu-a. Com a Carta, o sistema representativo atomizado, o fim das corporações, a demolição do municipalismo e o fim dos "homens bons" e demais elites sociais, esse Portugal antigo morreu. Querer ressuscitar o que passou é tarefa impossível. Passou, morreu. Ora, os nossos integralistas, não têm nada mais que oferecer senão a partilha - sempre bem-vinda - de conhecimentos de história institucional, história do Direito e história das ideias políticas. Não se faz política com história. Compreende-se melhor os homens, as sociedades e as crises sabendo história, mas esta é passado.
A monarquia, para aqueles que pugnam pela superioridade da instituição real - "instituição de instituições", como alguém disse - não é sinónimo de "elites tradicionais", "municipalismo", "corporativismo", "representação dos corpos intermédios", "confessionalidade do Estado", etc. Pode ser tudo isso, ou antes, terá sido tudo isso, mas é, sobretudo, caução para a liberdade do Estado e da sociedade, protegendo-os dos partidos e grupos de poder. A monarquia, hoje, teria de ser instaurada e prescindiria de tudo aquilo que não faz parte da paisagem institucional e social do país após quase 200 anos de liberalismo. Há que viver com o tempo e perceber que o Rei pode e deve ser árbitro. Por ser árbitro não pode governar, pois governar implica tomar partido, beneficiar um grupo. O Rei só pode reinar, se por tal se entender permitir que outros exerçam o poder legítimo mandatado por eleições, mas que essa legitimidade democrática não pode ser utilizada para destruir aquilo que é permanente e indiscutível; ou seja, a liberdade e a independência nacionais.
Uma das características enunciadas pelos adeptos da democracia prende-se com a permanente fiscalização dos actos de quem governa. Infelizmente, a democracia menor que temos tratou de se expandir sobre todos os poderes - o legislativo, o executivo, o judicial, e até o poder moderador, que devia, na melhor tradição liberal, residir no chefe do Estado - transformando a democracia numa bela mentira. Nós queremos a monarquia porque queremos a democracia. O Rei não é irresponsável - submete-se às leis e à Constituição - mas não pode ser, apenas, a figura de cúpula do Estado, separado da governação. O Rei deve reinar respeitando o governo, emanação da escolha dos cidadãos representados em parlamento, mas cabe-lhe ser o garante e observador atento de más políticas, abusos e até mentiras, assim como apossamento indevido, enriquecimento e favorecimento de alguns indivíduos ou grupos em benefício próprio e contra o interesse colectivo. Tivéssemos um Rei e muitos dos primeiros-ministros, ministros e outros governantes desta terceira república teriam sido demitidos por corrupção, após auditoria requerida pelo chefe do Estado às instâncias judiciais competentes. Mas não, os presidentes, homens de partido, não o podem fazer, porque são homens saídos de partidos.
O Rei deveria, também, garantir plena igualdade de oportunidades a todos quantos desejassem servir o Estado. Numa Nova Monarquia, caber-lhe-ia confirmar a nomeação dos quadros superiores dirigentes do Estado, depois de proceder à certificação da lisura dos concursos e provas públicas, impedindo a utilização do Estado pelas camarilhas trabalhando para os partidos políticos. Aos funcionários e servidores do Estado não seria autorizado, por colisão de interesses, militar em partidos políticos. Ao libertar o Estado do flagelo da incompetência e do amadorismo inerentes às clientelas partidistas, o funcionalismo do Estado seria emanação de entrega dos mais aptos cidadãos ao serviço do bem-comum. Se o Rei fiscalizasse os concursos para provimento de lugares nas forças armadas e forças de segurança, na diplomacia, nas magistraturas judiciais, nos institutos e fundações dependentes do Estado, nas empresas de capitais públicos, se zelasse pelo regime de incompatibilidades, muito seria corrigido num país entregue a gente desclassificada e incompetente animada pelo mais chão devorismo.
Afinal, o semi-presidencialismo só pode vigorar em monarquia.
Miguel Castelo Branco

sexta-feira, 4 de março de 2016

19º ANIVERSÁRIO DA INFANTA DE PORTUGAL, DONA MARIA FRANCISCA DE BRAGANÇA

Parabéns e muitas felicidades para a nossa Infanta de Portugal oorrido ontem. Espero que tenha tido um dia lindo com muita alegria junto das pessoas que ama.
Que Deus a guie sempre!

terça-feira, 1 de março de 2016

CORREIO REAL 12

Pode ser adquirido na Real Associação de Lisboa 
Praça Luís de Camões, 46, 2.º Dto. 1200-243 Lisboa 
www.reallisboa.pt 
Atendimento de segunda a quinta-feira, das 15 às 18 horas Telef: [+351] 21 342 8115/21 342 9702 
Email: secretariado@reallisboa.pt