sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

CICLO DE CONFERÊNCIAS CONCERTO DEDICADA AO REI DOM LUÍS I


Auditório Maria de Jesus Barroso - Casa das Histórias Paula RegoAvenida da República, 300 
2750-475 Cascais


Mais uma conferência do ciclo de conferências/concerto,  dedicadas ao  Rei D. Luís I, o seu tempo e as várias perspetivas.
Estas conferências pretendem ser um contributo para ampliar o conhecimento da personalidade rica e intrigante de um dos monarcas portugueses de quem menos se fala. Esta sessão contará no dia 20 de fevereiro com a participação de  José Alberto Ribeiro, Mário Avelar e Maria João da Rocha Afonso. No dia 21 de fevereiro as conferencistas serão Maria do Carmo Rebello de Andrade e Luisa Cymbron.
Programa:
Painel I
"As artes em Portugal na Segunda metade do Século XIX"
José Alberto Ribeiro
(Diretor do Palácio Nacional da Ajuda)
Painel II
"D. Luís, o primeiro tradutor de Shakespeare"
Maria João da Rocha Afonso
(Investigadora do CETAPS/ FCSH-UNL) 
"Desvendando os sinais dos tempos: o exemplo das Humanidades no espaço cívico"
Mário Avelar
(Catedrático da Universidade Aberta e Professor Associado no Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa)
Concerto
O Violoncelo Stradivarius do Rei D. Luís
Levon Mouradian (violoncelo)
Jenny Silvestre (cravo)
Pietro Locatelli, sonata em Ré Maior
Giuseppe Valentini, Sonata em Mi Maior
21 de Fevereiro
Painel III 
"A Casa Real como lar de uma família: o papel da D. Maria Pia nas reformas do Palácio da Ajuda"
Maria do Carmo Rebello de Andrade
(Autora da mais recente biografia da Rainha D. Maria Pia)
Painel IV
"Música: uma paixão muito particular"
Luísa Cymbron
(Professora Associada do Departamento de Ciências Musicais da Universidade Nova de Lisboa)
 
Concerto
Uma Belle Époque
Melleo Harmonia
Maestro Joaquim Ribeiro
Charles Gounod, Petite Symphonie
Antonin Dvorak - Sérenada
Mais informações AQUI
Gratuito
Informações: 214 815 665 | www.fundacaodomluis.pt
Organização: Câmara Municipal de Cascais | Fundação Dom Luís I | Bairro dos Museus
Apoios: Turismo de Portugal | Estoril Sol | Toyota Caetano Portugal, S.A.

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

DOM DUARTE NUNO DE BRAGANÇA PARA O PATEÃO DOS BRAGANÇAS EM SÃO VICENTE DE FORA

S.A.R., Dom Duarte Nuno de Bragança, Rei aclamado pelas Instituições Monárquicas em 1933 (ano em que a Constituição do Estado Novo de Salazar foi imposta) deveria repousar no Panteão dos Braganças em Lisboa no Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa. É mais que justo que assim seja porque serviu Portugal assim como toda a sua família, nunca deixaram de amar a Pátria da qual o seu avô teve que se exilar, é mais que justo porque defendia uma Monarquia Constitucional Democrática porque conhecia a realidade da Aústria Nazi de Hitler, é mais que justo porque Salazar decretou luto nacional de três dias na morte de Hitler e Dom Duarte Nuno protestou contra tal facto. É mais que justo que um homem com o nome Bragança como o outro ramo Bragança (o Saxe-Coburgo-Gotha) esteja ao lado dos seus famíliares que lutaram pela Independência de Portugal, pela Pátria e por todos os portugueses em terra e além mar. O Estado Português devia fazer-lhe Honras de Estado porque serviu Portugal quando a raposa Salazarenta nem sequer a África ia, o Estado Português devia também dar um pedido de desculpas à Família da Casa de Bragança da qual S.A.R., Dom Duarte Pio de Bragançaseu filho, é o Chefe actual.
 Fonte:O Ouriço

ASSEMBLEIA GERAL DA REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA

No próximo Sábado dia 5 de Março, às 14:30 terá lugar na Casa da Comarca da Sertã, Rua da Madalena 171 3º, a Assembleia Geral da Real Associação de Lisboa.
Após a Assembleia, e aberto a todos os interessados terá lugar uma Conferência com o Prof. Doutor Manuel Braga da Cruz subordinada ao tema ”O Rei e a Constituição”.
Fonte: Real Associação de Lisboa

sábado, 13 de fevereiro de 2016

PRÉMIO MIL PERSONALIDADE LUSÓFONA 2015: DOM DUARTE DE BRAGANÇA

“Tal como ocorreu nos três primeiros Congressos, também neste se entregará o Prémio Personalidade Lusófona, promovido pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono, com o patrocínio do Instituto Internacional de Macau. Depois de já termos premiado Lauro Moreira, Ximenes Belo, Adriano Moreira, Domingos Simões Pereira, Ângelo Cristóvão e Gilvan Müller de Oliveira, o premiado deste ano será Dom Duarte de Bragança, em reconhecimento de todo o seu incansável trabalho em prol da difusão do ideal da Lusofonia, algo que, como podemos testemunhar, transcende por inteiro as posições pró-monárquicas ou pró-republicanas.”
Renato Epifânio
Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

PRÉMIO INFANTE D.HENRIQUE COM ACÇÃO DE FORMAÇÃO NO FUNCHAL



Numa iniciativa conjunta entre a Associação do Prémio Infante D. Henrique e o respectivo núcleo do prémio na autarquia do Funchal irá realizar-se amanhã e sábado, dias 12 e 13 de Fevereiro, a segunda acção de formação para monitores.
A sessão terá lugar nos Paços do Concelho e conta com a adesão de 22 formandos de sete escolas e da própria Câmara Municipal do Funchal.
Uma das novidades é a Escola Superior de Enfermagem do Funchal, que assim se torna no primeiro estabelecimento de ensino superior madeirense a aderir ao Programa do Prémio Infante D. Henrique. Para além da ESEF, participarão docentes da Escola 2º/3º Ciclo Dr. Horácio Bento de Gouveia, Colégio Infante D. Henrique, APEL, CRIAMAR, Escola 2º/3º Ciclo Cónego João J. Gonçalves Andrade, Escola B+S Dr. Luís Maurílio Silva Dantas e duas técnicas da CMF.
O Prémio Infante D. Henrique é a versão portuguesa do “The Duke of Edinburgh’s International Award”, fundado em 1956 pelo Duque de Edinburgo. Em 1988, no Porto, Dom Duarte, Duque de Bragança, fundou a versão portuguesa, que adoptou o nome Prémio Infante D. Henrique. O programa subjacente ao prémio visa o desenvolvimento pessoal e social de actividades voluntárias e não competitivas, e destina-se a jovens entre os 14 e os 25 anos. É um prémio de candidatura livre, mas os alunos candidatos deverão, contudo, frequentar uma escola certificada para tal, servindo estas acções de formação para isso mesmo.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

DOM DUARTE APOIA CANDIDATURA DO BOM JESUS DE BRAGA A PATRIMÓNIO MUNDIAL

“Este é um lugar com uma mística, romance, beleza paisagística ímpares, além do património arquitectónico que possui. Mas tão importante como o departamento da arquitectura é a preservação da sua paisagem”, sublinhou Dom Duarte, Duque de Bragança, durante a VII Gala - Jantar de Reis, evento realizado ontem na Colunata de Eventos do Bom Jesus, onde deixou o seu apoio, bem como as várias casas reais internacionais que estiveram presentes, à candidatura do Bom Jesus a Património da Humanidade.
 “Tanto o património arquitectónico como o paisagístico do Bom Jesus de Braga foram preservados e é exactamente para que todo este espaço continue assim mesmo, um lugar preservado e valioso, que seria extremamente importante obter essa classificação”, frisou o Chefe da Casa Real Portuguesa, mostrando-se feliz por estar mais uma vez em Braga. 


Dom Duarte garante “conhecer Braga muito bem”, apontando, no entanto, para “algumas barbaridades” terem sido feitas ao nível do seu património. 
“Locais como este Bom Jesus têm que ser defendidos. A paisagem faz parte da nossa identidade cultural e temos que fazer os possíveis para não destruirmos esse importante património que temos”, referiu Dom Duarte Pio.


CASA REAL DA GEÓRGIA PUBLICOU SOBRE O JANTAR DE REIS 2016


 


 


 


 


 


ბრაგა, პორტუგალია
31 იანვარი 2016 წ.
მისი სამეფო უმაღლესობა, საქართველოს სამეფო სახლის მეთაური და საქართველოს სამეფო ტახტის მემკვიდრე ბატონიშვილი დავითი, მიღებული იქნა უმშვენიერეს “Jantar dos Reis’-ში მისი სამეფო უმაღლესობა დომ დუარტე პიოს, ბრგანზას მთავრის, პორტუგალიის სამეფო სახლის მეთაურის ,პორტუგალიის სამეფო ტახტის მემკვიდრის მიერ პორტუგალიაში მისი სამეფო ვიზიტის დროს. ბანკეტს ესწრებოდა 500-ზე მეტი სტუმარი იესო მაცხოვრის ბრწყინვალე თაღოვან სამლოცველოში.
ორი სამეფო სახლის მეთაურს თან ახლდა დელეგაცია სამეფო სახლების კანცლერთა მეთაურობით. პორტუგალიაში დაუვიწყარი ვიზიტისას, ბატონშვილი დავითი აღფრთოვანებულ იქნა მისი პორტუგალიელი მასპინძლების სტუმართმოყვარეობით და ნანახი ადგილების მშვენიერებით რომლებიც მოინახულა დელეგციის წევრებთან ერთად.
ამ ისტორიულად მნიშვნელოვანი ვიზიტის აღსანიშნავად, მადლიერებისა და სითბოს გამოსახატად ბატონიშვილმა დავითმა დააჯილდოვა მისი მასპინძელი, დომ დუარტე პიო საქართველოს სამეფო სახლის უმაღლესი ჯილდოთი, საქართველოს არწივისა და უფლის ჩვენის იესო ქრისტეს ხელთუქმნელი კვართის ორდენის დიდი ყელსაბამით, საპასუხოდ ბრაგანზას მთავარმა დააჯილდოვა ბატონიშვილი დავითი პორტუგალიის სამეფო სახლის შესაბამისი ჯილდოთი, ბატონიშვილმა დავითმა პირადი მადლიერების გამოსახატად ბრაგანზას მთავარს გადასცა მე-19 საუკუნის ხატი პირადი კოლექციიდან.
ორ სამეფო სახლს შორის ჯილდოების გაცვლა ადუღაბებს ორმხრივ გულთბილ ურთიერთობებს რომლებიც დასაბამს იღებენ დიდი ხნის წინათ.

(Essencial da tradução)

Braga, Portugal31 de Janeiro de 2016.Sua Alteza Real, o chefe da Casa Real príncipe David: foi maravilhoso "Jantar dos Reis'- Dom Duarte Pio, Sua Alteza Real, o Príncipe de Bragança, chefe da casa real Portuguesa da cabeça do herdeiro real Português ao trono por sua visita real a Portugal tempo. Banquete com a presença de mais de 500 convidados no Santuário do Bom Jesus, magnífico arco capela.Os Dois chefes reais foram acompanhados por uma delegação. Portugal, visita inesquecível, o Príncipe David ficou encantado pelos seus anfitriões portugueses, pela sua hospitalidade e a beleza de lugares que com os membros da delegação visitou.Nesta visita historicamente importante, quis expressar gratidão e calor o  Príncipe David recompensando seu anfitrião, Dom Duarte Pio, com o maior prémio da Casa Real, manto da Ordem da Águia e um colar de Nosso Senhor Jesus Cristo, em resposta à casa real Portuguesa de D. Duarte de Bragança príncipe chefe galardoado com o prémio, Príncipe Duarte Bragança expressar gratidão pessoal ao príncipe com colecção pessoal do ícone do século 19.

The Royal House of Georgia

domingo, 7 de fevereiro de 2016

O NOVO REI D. MANUEL II


O Rei morreu! Viv’ó Rei! Pelos mais altos decretos do destino e execráveis actos dos homens que colocaram, nesse infernal dia 1 de Fevereiro de 1908, extemporaneamente fim às existências d’ El-Rei o Senhor Dom Carlos I de 44 anos e do Príncipe Real Dom Luís Filipe de 20 anos, Dom Manuel II era o novo Rei de Portugal.

A Sua Majestade El-Rei Dom Manuel II, obrigava-o o dever do trono e destino dos Reis… reinar sobre a morte de quem lhe deu vida!

Com as mortes do Rei e do Príncipe herdeiro, o Infante Dom Manuel sucede ao Rei de cujus através da ascensão ao trono que é automática e que se rege pelas leis de Sucessão ao Trono plasmadas na Constituição e inspiradas nas Actas das Cortes de Lamego, existindo mais tarde a Aclamação em Cortes com uma participação dos Pares do Reino e dos deputados da Nação e uma aclamação popular que ratifica essa sucessão sendo que esse passo é o acto jurídico que verdadeiramente faz o Novo Rei!

O Infante Dom Manuel fora até então, Duque de Beja, filho secundogénito do Rei Dom Carlos I e ostentava esse título Ducal dos terceiros filhos, porque o título de Duque do Porto – reservado ao segundo filho varão do Soberano – ainda estava na posse do Infante Dom Afonso Henriques de Bragança, irmão d’El-Rei Dom Carlos I.

Não se pense que a educação de Dom Manuel II, por ser filho segundo, fora descurada, pois, aos seis anos já falava e escrevia em francês, estudou línguas, história e música com o professor Alexande Rey Colaço e teve o tenente-coronel José de Castro como preceptor de balística, táctica e topografia, e, em 1907, iniciou os seus estudos de preparação para ingresso na Escola Naval, preparando-se para seguir carreira na Marinha.

Após uma estadia de alguns dias em Vila Viçosa, com toda a Família Real, havia regressado mais cedo a Lisboa precisamente para se preparar para os exames da Escola Naval, tendo ido esperar os Augustos Pais e irmão ao Terreiro do Paço e eis que o destino do futuro marinheiro se viu alterado pelo terrível atentado terrorista conhecido como o Regicídio em que o Rei e o Príncipe Real foram tragados à vida pelos facínoras da Carbonária, numa conspiração que envolveu ainda muitos outros actores, esses autores morais.

Mudou, também, o destino de Dom Manuel II que ascendeu a Rei, mas um Príncipe é educado para a abnegação pessoal às suas funções e devoção exclusiva ao bem do País, pelo que estará sempre pronto a servir a Nação da maneira que for a mais adequada para o bem da coisa comum.

A Dom Manuel II o Seu nascer impôs-Lhe bem cumprir o Dever herdado de todos os outros Reis, seus antepassados, pois como escreveu Pascal: ‘Toda a sequência dos homens durante o decurso de tantos séculos deve ser considerada como um só homem que subsiste e apreende continuamente’. No último Rei está personificado o primeiro e todos os que se seguiram, pois um rei não é apenas um homem, mas um ideal! É a Continuidade… apanágio exclusivo da realeza que, como lembrou o 2. Conde de Alvellos: ‘… visa de longe a meta, pois se não for o Pai a ultimar a realização, seu Filho, automaticamente alçado Rei, educado das mesmas ideias de seu Pai, tudo seguirá como se a mesma vida fosse!’

Servir… Sempre Servir é Ofício e Destino dos Reis – Para o Bem Maior de Portugal!

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

CONVIDADOS ILUSTRES NA VII GALA JANTAR DE REIS EM BRAGA (FOTOS)

A VII Gala Jantar de Reis Braga realizou-se no dia 30 de Janeiro de 2016, na Colunata Eventos, no Bom Jesus, este ano sob o tema da Candidatura do Santuário do Bom Jesus a Património Mundial. 

Como já é tradição, este evento contou com a presença de Dom Duarte, Duque de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa. 


Entre os convidados contaram-se o Príncipe David, Duque de Lasos, Chefe da Casa Real da Geórgia, e o Príncipe Rifad da Casa Real Egípcia. 

Entre as várias representações de Casas Reais contava-se uma Delegação da Casa Real das Duas Sicílias, uma Delegação da Casa Imperial da Etiópia, Oficiais da base Americana da NATO vindos da Alemanha, uma Delegação de Reais Corporações de Valencia e de Santiago de Compostela, Espanha, vários diplomatas, o autor e cineasta norte-americano, Paul Perry, e o cineasta e realizador, Marlin Darah. 
A animação esteve a cargo de Clemente, que foi homenageado pelos seus 45 anos de carreira.
Ler a notícia em Lux.pt

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DA MISSA DOS 108º ANIVERSÁRIO DO REGICÍDIO





Assinalámos ontem a passagem de mais um aniversário do funesto dia 1 de Fevereiro de 1908 com uma Missa de Sufrágio na Igreja de S.Vicente de Fora , seguida de romagem ao Panteão Real .
A liturgia foi presidida por Sua Eminência o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, e concelebrada pelo Reverendo Reitor de São Vicente de Fora, Padre Ricardo Alves Ferreira, e pelo Reverendo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada . O acompanhamento musical esteve a cargo do agrupamento FigoMaduro, do tenor Bruno de Menezes Ribeiro e do trompetista Paulo Carmo ( Orquestra Gulbenkian ) , a quem expressamos aqui o nosso agradecimento . 
Infra está disponível a reportagem fotográfica , da autoria do nosso associado Nuno De Albuquerque Gaspar.
Durante a celebração da Santa Missa. Sérgio Moreno sempre presente como porta-bandeira. A bandeira pertencia a S.M Dom Manuel II no exílio.



No Panteão

S.A.R., Dom Afonso deposita flores nos túmulos Reais.

Seguiram-se os cumprimentos.
Família Real
Dr. Nuno Pombo, Cumprimenta S.A.R., Dom Afonso.
 
Sérgio Moreno cumprimenta S.A.R., Dona Isabel

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

LUIZ FILIPE DE BRAGANÇA, PRÍNCIPE REAL DE PORTUGAL







Príncipe Real, filho de Dom Carlos l e da Rainha Senhora Dona Amélia.

Nasceu em Lisboa, em 21 de Março de 1887, faleceu vitima do atentado de 1 de Fevereiro de 1908, assim como seu Pai. O seu nome completo era Dom Luís Filipe Mário Carlos Aurélio Fernando Vítor Manuel Lourenço Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Benito. 

Fez o seu juramento como príncipe herdeiro do trono, em Junho de 1901, contando catorze anos de idade, realizando-se a cerimónia na Câmara dos Pares, na presença de seus Pais, da corte e do Parlamento convocado em grande gala. Acompanhou juntamente com seu irmão, o Infante Dom Manuel, actualmente Rei de Portugal, sua Mãe, a Rainha Senhora Dona Amélia, na viagem feita ao Mediterrâneo, em 1903. Tomou posse do seu lugar no Conselho de Estado em 13 de Abril de 1906, como lhe competia nos termos do artigo 112.º da Carta Constitucional, que dá esse direito ao Herdeiro da Coroa desde os dezoito anos de idade. Em 1906 teve a regência do reino de 11 a 16 de Março, por causa da viagem de Suas Majestades a Madrid. Em 1907 fez uma viagem a África visitando diversas das nossas colónias, acompanhado pelo ministro da Marinha, então o sr. conselheiro Aires de Ornelas de Vasconcelos. 

O Príncipe Dom Luís Filipe era Duque de Bragança e de Saxónia capitão honorário de Lanceiros n.º 2. A sua morte trágica causou a mais horrorosa impressão, pois não passou do assassínio de um adolescente, que não a merecia. Um seu biógrafo, traçando-lhe o elogio, jura que na alma daquele mancebo se continham os predicados morais de um futuro grande Rei. E acrescenta: 
«Ninguém mais lhano e afectuoso do que Ele; ninguém mais cheio de boas intenções. Tinha toda a elegância da bondade (permita-se esta frase), todos os resguardos de um bem intencionado, todas as tolerâncias de um cristão. Á mesa do estudo, dócil e atento, escutando as prelecções de um estudioso, que (à falta de outros méritos) possuía a experiência, e lhe falava sempre franco, à maneira de um avô com um neto era para ver a sagacidade com que pedia explicações, e acompanhava de comentários sensatos as palavras do seu mestre. Com os seus servidores era polidíssimo, e agradecia sempre, com o seu sorriso de Príncipe benévolo, o mínimo serviço que lhe prestavam, um livro que mandara buscar, uma carta que lhe traziam, a mínima coisa. Já cultíssimo, apesar dos seus poucos anos, senhor da História pátria, da Geografia, do Desenho, da Matemática, etc., falava como um nacional o francês, o inglês, o alemão, além de perítissimo no jogo das armas, na equitação, em todas as prendas de um homem da sua esfera. No que dizia, e no que sabia calar por polidez, era um verdadeiro homem do mundo, ele que do mundo apenas conhecia os primeiros passos. Na sua figura nobre e atraente revelasse o Grande e o Bom.»

Fonte: arqnet 

CARTA A DOM CARLOS I SOBRE O FUTURO...

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Sua Magestade, D. Carlos I de Portugal,
O meu nome é Nuno Matias e, segundo palavras da Igreja Cristã e Judaica, sou um dos inúmeros filhos de Deus. Além deste facto religioso, pertenço ao Povo. Não sou Republicano porque acredito que o Povo deve estar acima da Política. Só assim faz sentido visto que o Povo deve estar acima de qualquer interesse Partidário, Económico ou Pessoal. Deste modo, como sou do Povo, decidi tratar Sua Alteza por "tu" por ser meu "irmão" e por ser também do Povo.
Hoje é dia 1 de Fevereiro de 2016. Faz 108 anos que, um grupo de anti-patriotas, pegaram em armas e retirou a Vida a ti e ao teu filho, o Luis Filipe. Foi em plena Praça do Comércio na Capital do teu Reino. A tua esposa chorou e a tua Dinastia terminou pouco depois, num 5 de Outubro de 1910. Por não estares entre nós, decidi fazer-te um resumo da História do País que os teus Egrégios Avós fundaram e desenvolveram.
Pouco depois da tua morte, a República Portuguesa (sim, este é o nome que os teus assassinos deram a "Portugal") entrou num período caótico em que a Lei que imperava era o morrer ou o ser morto. Face a este caos, foram buscar um Professor à Capital dos Estudantes, Coimbra. Ele fez obra e morreu como nasceu, ou seja, pobre. No entanto, conseguiu pôr o teu Povo a conspirar entre si a usar o Regime como arma de vingança pessoal.
Anos se passaram e foi um grupo de revolucionários a prometer a Democracia que terminou contigo ao nosso dia-a-dia. Mas os Comunistas andavam por aí e desejaram que o teu País fosse um "principado" da União Soviética. Curiosamente, isso durou pouco tempo porque houve outra revolução, bem mais silenciosa. Essa revolução é que impôs a Democracia mas, infelizmente, o tal "principado" não foi Soviético mas sim, de Bruxelas. Sabes, nasceu uma união europeia que era para ser de todos mas, só um é que lidera. Bruxelas pertence a Berlim e todos lhe obedecem cegamente.
Por outro lado, lembras-te daquela "Monarquia Federal" que deixaste!? Aquela em que cada Território Português tinha um Vice-Rei e que tu os lideravas tão sabiamente? Sim, essa mesma "Monarquia Federal" morreu contigo. Foi convertida num Pseudo-Império digno das melhores histórias de Dante. Claro que a "coisa" correu mal e houve uma guerra. Morreram muitos e o Teritório se desfez. Ficámos novamente com este "cantinho à beira-mar" plantado. Não perdemos tudo visto que ficámos com os Açores e a Madeira mas mesmo esses, lá nos chateiam com independências. A parte pior é que renegámos os irmãos que os Descobridores nos deram e fomos abraçar Povos que sempre nos maltrataram, os Povos da Europa.
Carlos, como vês não estamos muito bem... já nos emprestaram dinheiro por três vezes e, mesmo assim, os tais políticos teimam em colocar os interesses partidários, económicos e pessoais acima dos interesses do Povo. Falando dos nossos "irmãos monárquicos", a teimosia é outra... guerreiam se devemos ser absolutistas ou parlamentaristas, ou seja, guerreiam por tudo e por nada. Gostam de festas e de jantares porque lá podem mostrar os Títulos que perderam automaticamente com a tua morte. Enfim, nem um esforço fazem para perceber o Conceito Monárquico e para descer do "trono" que julgam ter e que só aos teus descendentes pertence para ir ter connosco, o Povo, afim de lhes explicar a Causa Monárquica.
Agora, falemos de Futuro.
 Actualmente, temos um familiar teu que, a meu ver, é o único de te deveria suceder. chama-se Duarte Pio e tem um filho, o Afonso de Santa Maria. Ele é casado com Isabel de Herédia e têm mais dois filhos. São uma família fantástica mas vivem cercados pelos tais elitistas que te expliquei anteriormente. Esses elitistas são também saudosistas porque só sabem falar do Passado e nem têm a coragem de olhar para Afonso de Santa Maria e de se empenharem para que possa ser Rei.
Carlos, é triste viver num País em que os Republicanos colocam os interesses políticos, económicos e pessoais acima dos interesses do Povo e, do outro lado, temos os Monárquicos que colocam os seus interesses acima dos interesses do Povo. Sendo nós, o Povo, não achas que é para fugir daqui o quanto antes!? É que ninguém se mostra como uma alternativa séria e honesta a esta devassidão que é Portugal.
A Bula Manifestis Probatum do Papa Alexandre III agradece a Afonso Henriques o facto de ter corrido com a ameaça dos Sarracenos mas, no entanto, a Europa teima em trazê-los de volta e o actual Regime compactua com essa decisão. Para piorar, temos "Sarracenos Económicos" que nos ameaçam a nós, o Povo. É curioso como o Documento-Fundador da maior democracia do Mundo começa com "Nós, o Povo..." e a Constituição da Nação mais velha do Mundo começa com "A 25 de Abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas, coroando a longa resistência do povo português e interpretando os seus sentimentos profundos, derrubou o regime fascista.".
Não há "Povo" no nosso País. Não há "Pessoas" e "Cidadãos" mas sim, ideologias mortas e aristocracias criadas em cima de castelos de cartas. Diz-me, Carlos, como pode uma Nação sobreviver assim!? Não pode, meu irmão... Não pode mesmo.
Portugal começou com um Afonso, filho de Henrique. Agora temos um Afonso, filho de Duarte. Se estivéssemos no Século XII, seria Afonso Duartes mas, como não estamos, não passa de um puto que fica bem nas fotos e que só serve para promover as tais aristocracias. Não olham para ele como uma Promessa de Futuro mesmo tendo o nome do nosso Fundador, AFONSO.
Somos Filhos de Afonso e devemos ser todos Afonsinos e não Pedristas e Miguelistas. Esqueçamos o Passado mas memorizemos os erros cometidos. É a hora de olhar para as folhas brancas de papel dos Livros de História. Folhas essas que são o Futuro que ninguém ainda escreveu. Reunamos o Povo e reunamos a Fé que fez Afonso Henriques fundar Portugal. Temos de despir os nosso fatos e gravatas, os vestidos, os casacos de pele e outros bens elitistas porque basta umas calças, uma camisola e uns ténis para fundar uma Nação. Até te digo mais, basta a PALAVRA, como tu sabes tão bem.
Amigo, irmão e concidadão deste Reino, vou terminar esta carta que te estou a escrever. Faz 108 anos que partiste e faz 108 anos que partiu o teu filho. As saudades são imensas mas não te quero mais como meu Rei. Fazes parte do Passado mesmo gostando de ti. Como disse, é a hora de Afonso de Santa Maria visto que é também a hora de terminar com sebastianismos bacocos.
Afonso de Santa Maria está vivo e tem quase 20 anos de idade. É a hora dele porque ele é o Futuro. O objectivo é renovar e fazer renascer Portugal das cinzas em que vive e colocar esta Fénix a voar lá bem alto. Ah... como eu sonho viver num Portugal Próspero e Vivo. Mas, também sonho que isso só é possível com Afonso de Santa Maria. Carlos, pergunto-te: Não achas que tenho razão!?
 Um Cidadão do Reino,
Nuno Matias