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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
domingo, 24 de janeiro de 2016
O VERDADEIRO EMBAIXADOR DOS PORTUGUESES!
VIVA O REI!


Quanto a Dom Duarte Duque de Bragança, um olhar sem preconceitos deparar-se-há com um coração enorme, um amor e dedicação insuperáveis ao seu País, que conhece como poucos, que percorre incansavelmente fora dos períodos eleitorais, ao encontro dos portugueses que solicitam a sua presença, todas as semanas, todos os meses, sem reclamar do cansaço ou necessitar dos holofotes do reconhecimento. Respeitado internacionalmente, desde cedo que o Senhor Dom Duarte se assumiu como embaixador dos interesses dos portugueses e dos que falam português nos quatro cantos do mundo, promovendo incansavelmente os valores da lusofonia.
João Távora
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
LADO A LADO COM O PODER LOCAL
S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, esteve na Festa das Fogaceiras, a convite do Município, tendo integrado o Cortejo Cívico e assistido à Missa Solene com Bênção das Fogaças. Foi a primeira vez que Sua Alteza Real assistiu e participou nesta festividade secular.
O Município de Santa Maria da Feira saúda as comunidades portuguesas do Rio de Janeiro (Brasil), Caracas (Venezuela) e Pretória (África do Sul) pela realização da Festa das Fogaceiras.
No Brasil e na África do Sul, esta festividade secular é celebrada este domingo, dia 24 de janeiro. Excecionalmente este ano, na Venezuela, a Festa das Fogaceiras realiza-se a 21 de fevereiro.
Renovar o voto ao mártir S. Sebastião além-fronteiras honra a nossa história e tradição e reforça dos laços afetivos e culturais entre Santa Maria da Feira e o Mundo.
Um enorme bem-haja à Casa Vila da Feira e Terras de Santa Maria (Brasil), à Associação da Comunidade Portuguesa de Pretória (África do Sul) e à Associação Civil Amigos de Terras de Santa Maria da Feira (Venezuela).
A Festa das Fogaceiras é uma festividade popular tradicional no concelho de Santa Maria da Feira em Portugal.
Com mais de cinco séculos, esta antiga tradição revive o voto feito pela comunidade a São Sebastião para que livrasse a região da peste. Desse modo, anualmente, a 20 de Janeiro, a Fogaça da Feira é entregue ao santo, conservando a tradição.
Reza a lenda local que, durante quatro anos a tradição foi quebrada e a peste regressou. Diante de tal acontecimento, ainda hoje a população cumpre à risca o voto e dá vida a uma das mais antigas tradições do país.


Fonte: Eliana Raquel de Matoso / Facebook
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
O DESEJADO REI DOM SEBASTIÃO
A 20 de Janeiro de 1554 nascia Dom Sebastião de Portugal. Pelo facto, de ser o herdeiro tão esperado para dar continuidade à Dinastia de Avis foi cognominado O Desejado; mas é também recordado como O Encoberto, devido à lenda que prevê o seu regresso numa manhã de nevoeiro, para salvar a Nação Portuguesa.
Neto do Rei D. João III, torna-se herdeiro do trono depois da morte de D. João de Portugal, seu pai, apenas duas semanas antes do seu nascimento. Em 1557, com a morte do avô, ascende ao trono – Rei com apenas três anos. Na menoridade de Dom Sebastião a regência é assegurada pela avó D. Catarina da Áustria e depois pelo tio-avô Cardeal D. Henrique.
Aos 14 anos, Dom Sebastião I de Portugal é Coroado, Aclamado e Alevantado e assume os destinos e governação do Reino!
O Rei de Portugal ia combater em Pessoa, não mandava os soldados sozinhos, era o Comandante-em-Chefe e o primeiro a avançar. Adiantava-se mesmo, não ficava no conforto dos gabinetes, assarapantado em hesitações. De resto com quase todos os Reis foi assim, para sempre servir os interesses supremos da Nação. Por isso não se pense que guerrear era um impulso básico, mas uma forma de manter a paz: si vis pacem, para bellum (lat) – se queres a paz, prepara a guerra. Gnoma ainda, hoje, seguido pelas nações, que procuram fortalecer-se a fim de evitar uma eventual agressão.
Mens sana in corpore sano (lat) – mente sã em corpo são. Frase de Juvenal, utilizada para demonstrar a necessidade de corpo sadio para serviços de ideais elevados. Os nossos Reis conciliavam a capacidade e a capacitação inerentes a um soldado apto para comandar um teatro de guerra, sem descurar as faculdades intelectuais – a educação de Dom Sebastião fora entregue aos Jesuítas -, até porque o melhor dos generais é o mais inteligente dos homens. Nisso seguiam os exemplos clássicos de Alexandre e de César, os mais brilhantes generais e os mais ilustrados das respectivas épocas.
Muitas vezes, e não poucos, atribuem ao corajoso Rei Dom Sebastião I de Portugal a imaturidade na sua resolução na empresa de Alcácer-Quibir, ora que injustiça chamar irreflectido ao Rei-menino que com tão exemplar acto de bravura procurou manter o Império que herdara e que sofria as investidas das hordas mouriscas. A Coroa sempre serviu o Império português fosse em que parte fosse da sua dilatada extensão e que estivesse disso necessitada.
No Reinado de D. Sebastião os ataques dos piratas e corsários eram constantes na rota para o Brasil e a Índia, e os Almorávidas ameaçavam as possessões em Marrocos, pelo que investiu muito na protecção militar dos territórios construindo ou restaurando fortes e fortalezas ao longo do litoral, para proteger a marinha mercante.
Porventura, ficou o Desejado, na penumbra de uma tenda de comando jogando xadrez com as suas peças de cavalaria ou com os seus peões?! Não, não ficou, avançou temerário! Não se conte o que sucedeu em seguida lançando o nome Sebastião no auto dos arrebatados, mas sim como o resultado de uma maquinação estrangeira para anexar o Portugal que havia perdido e cobiçava desde os tempos em que Aquele Dom Afonso I Henriques Rei de Portugal, ilustre descendente dos Reais Capetos de França e dos Imperadores da Hispâbia, formou a mais Augusta e Antiga Dinastia Peninsular, pois caso único no Mundo é um facto que a Monarquia Portuguesa conheceu quatro Dinastias, mas todas elas pertencentes à mesma Família.
E não foi no Reinado de Dom Sebastião que se avançou pela África e foi fundada a cidade de Luanda, e não foi, também, no Seu Reinado que se consolidou o domínio da costa brasileira?! E se adquiriu Macau?! Pergunta retórica, pois, necessária resposta não é!
A História diz qu’El-Rei Dom Sebastião I morreu em combate juntamente com o escol da Nobreza portuguesa, na Batalha de Alcácer Quibir, em 1578, a Lenda diz que voltará numa manhã de nevoeiro para nos libertar do jugo verde-rubro!
Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
JANTAR DE REIS 2016 EM BRAGA
Exmos. Senhores,
A VII GALA - JANTAR DE REIS BRAGA realiza-se no dia 30 de Janeiro de 2016, na Colunata Eventos, no Bom Jesus, e este ano tem como tema a Candidatura do Santuário do Bom Jesus a Património Mundial.
Como já é tradição neste evento seremos honrados com o Alto
Patrocínio da Casa Real Portuguesa na pessoa de S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, Chefe da Casa Real Portuguesa.
Esta iniciativa, que tem lugar na cidade de Braga, assenta numa vontade transversal a muitos actores locais, movimentos e associações monárquicas, bem como a individualidades com relevância política, cultural e social na região e junta vários Chefes de Casas Reais estrangeiros convidados, artistas, diplomatas e celebridades.
Este ano estará presente e será homenageado o consagrado cantor "Clemente" que cumpre 45 anos de carreira internacional.
Tal como nas edições anteriores, teremos no JANTAR DE REIS BRAGA 2016 a promoção do Património Cultural, nomeadamente a gastronomia, o vinho e o artesanato que este ano terá o Apoio do MUNDO PORTUGUES.
Serão convidadas confrarias portuguesas, associações de artesãos e empresas de produtos regionais e nacionais para a "V Mostra de Vinhos e de Produtos Regionais e Nacionais".
Despeço-me na expectativa de poder contar com a sua presença.
Atenciosamente
Manuel Beninger
Presidente da Comissão Organizadora
Reservas: manuel.beninger@gmail.com
Contributo por pessoa: €30,00
Coordenadas GPS:
Latitude: +41° 33.247
Longitude: -8° 22.666'
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
CORREIO REAL 12
Não é sem uma ponta de orgulho que anuncio que na próxima semana começa a distribuição do nº 12 do Correio Real, uma produção da Real Associação de Lisboa para a Causa Real. Neste número, além de uma entrevista a António de Souza-Cardoso, o novo presidente da Causa Real, incluímos um artigo sobre o Semi-presidencialismo e o Rei, pelo Miguel Castelo Branco, e uma crónica sobre o Hérgé monárquico pelo Francisco Teles da Gama, entre outros artigos de interesse. Aqui deixo aqui um agradecimento especial a todos que colaboraram para a edição da revista, em especial à Madalena Gagliardini Graça que a "desenhou" e paginou.
João Távora, Presidente da Real Associação de Lisboa
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
MONARQUIA: A SAÍDA!

Não procuramos nos astros e muito menos nos candidatos ao mais alto e luxuoso cadeirão republicano – rapados do fundo do tacho deste estado das coisas -, a resposta aos problemas do País, pois há uma saída concreta e natural: A MONARQUIA!
Não preconizamos o regresso da Monarquia de Manto, dos punhos de renda, de librés, de cabeleiras ou perucas similares – a proposta é séria: que regresse a Monarquia Portuguesa, todos iguais e à cabeça um Rei com o Poder Moderador para orientar o País, a Alma de Portugal! A nossa maior força como Povo é a herança colectiva e nada melhor do que um Rei para encarnar essa memória dos grandes feitos desta tão grande Nação. Foi com os Reis que se escreveram as primeiras linhas da Portugalidade, da Epopeia dos Descobrimentos, da Época de Ouro de Portugal… e até da Era de Prata!
Depois dos primeiros Reis da Primeira Dinastia com Dom Afonso Henriques à cabeça – que teve essa Ideia de Portugal – com preocupações marcadamente políticas com a formação e manutenção do território, confirmadas pelos seus descendentes imediatos -, chega-se ao Reinado de Dom Dinis, que transforma Portugal num dos mais famosos focos da poesia europeia da Idade Média! Depois d’O plantador de naus a haver é com o início da Dinastia de Avis que, de facto, a sociedade portuguesa sofre a sua maior metamorfose. Para começar a língua portuguesa toma a sua característica e inconfundível fisionomia que é enriquecida com os neologismos que advém do contacto com as obras clássicas. Depois ao serviço do Rei seu Pai e do seu País, o Navegador inicia a descoberta geográfica do Mundo. Esta empresa dos portugueses é reflexo do paradigma do Renascimento na medida que o humanismo não se trata apenas de um ideal de cultura, mas um ideal de pensamento de confiança no Homem. Com os Descobrimentos, Portugal participa na primeira linha da construção de um admirável Mundo Novo.
Portugal levou-se ao Mundo e o Mundo foi Português com os seus Reis!
O Monarca tem como função personificar o carácter nacional e dar continuidade à Nação, um Servidor do Povo e do Estado!
O Rei, o intérprete da vontade nacional, sentindo com o Povo, fazendo seus os problemas do último e dando voz aos seus anseios, e, porque independente e sem tomar partidos, com o seu Poder Moderador garante a unidade dentro da diversidade politico-social do País, pelo que é contraponto à perturbação política e consequentemente a agitação social. Além do mais, depois, a experiência confirmou o valor da Monarquia constitucional como uma fonte de travões e contrapesos contra políticos eleitos que poderiam procurar obter poderes maiores aos atribuídas pela Constituição e, assim, em último caso, como uma ressalva contra a ditadura.
Mas além do papel essencialmente político, o Rei tem outro tão ou mais importante: o de servir o interesse da comunidade, da Grei, isto é, assegurar o bem da coisa comum, actuar em benefício dares publica.
Também, não é Rei para ter acesso a um estilo de vida luxuoso, mas um homem que pelo papel que lhe foi reservado pela sucessão hereditária encarna toda a Nação, que se quer viva, e que por isso nas cerimónias públicas aparece dignamente como representante da Nação que se deseja o mais ilustre e brilhante possível. Não com um aparato ao serviço de um homem que é Rei, mas o Rei ao serviço do cerimonial da Nação, sem banquetes sardanapalescos mas mantendo a solenidade do Estado quando se justificar!
A república, essa, não surgiu naturalmente, por vontade do Povo, mas nasceu manchada pelo sangue dos inocentes e pela golpada revolucionária, pelo que por defeito de gestação acabará implodindo devorada pelos parasitas que a consomem, que a sugam!
‘A República já aparecia inquinada, ao nascer, do mal tremendo que a está afligindo. Na sua constituição haviam intervindo elementos mórbidos. Cuja acção deletéria difícil será eliminar do seu organismo. Longe de se ter procurado aniquila-los, alimentaram-nos. Fizeram-lhe o terreno propício à devastação infalível.’, foi esta a Opinião de um Monárquico, Carlos Malheiro Dias, escrita in ‘Zona dos Tufões’.
E assim vai… a vida republicana, por esse caminho, de mão dada com a demência e o escândalo dos que vivem dela! Oh, doença… mas reversível!
Miguel Villas-Boas
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
sábado, 9 de janeiro de 2016
UM REI SEMPRE ATENTO
É facto notório e demais sabido que El-Rei Dom Carlos I de Portugal era Senhor de inúmeros talentos e predicados e possuidor de uma vastíssima cultura e curiosidade científica e intelectual. Certo dia, no mês de Janeiro de 1905, o Monarca Português, que gostava de se manter actualizado em relação a tudo o que se passava no Mundo, ou não fosse também cognominado de ‘O Diplomata’, folheava um jornal americano quando deparou com um ‘Anúncio’ que colocava à venda os dois ilhéus do Canto, próximos da Ilha Terceira, nos Açores. Ora, sabendo das pretensões norte-americanas em relação ao Arquipélago Atlântico, logo diligenciou Sua Majestade o Rei Dom Carlos I junto do Seu Ministro para que efectivasse a compra dos ditos ilhéus, salvaguardando o interesse pátrio e hegemónico sobre a totalidade do território português.
Assim, graças a El-Rei e à sua agudeza intelectual se evitou a alienação de território nacional e quiçá problemas de aspirações do 'país dos cowboys' sobre os Açores.
Miguel Villas-Boas - Plataforma de Cidadania Monárquica
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
ESCLARECIMENTO
Sobre um artigo da revista Visão de 17 de Dezembro 2015
A Casa Real considera útil esclareçer as pessoas que leram o artigo do Dr Antonio Lobo Antunes na revista Visão de 17 de Dezembro 2015, para que não fiquem com uma imagem distorcida da missão desempenhada pelo Senhor Dom Duarte a favor da libertação de Timor, quando este antigo território ultramarino Português estava sob ocupação da Indonesia.
Assim, publicamos abaixo o texto da carta enviada ao director da revista Visão
Exmo. Senhor
Director da Visão
O prestígio do Dr. António Lobo Antunes como escritor leva-me a pedir a amabilidade de publicar este esclarecimento ao artigo “A Monarquia” publicado na Visão de 17 de Dezembro último, em que ele me acusa de ter pretendido “declarar guerra à Indonésia”
A realidade das declarações e apelos que então proeri publicamente consistiram em chamar à atenção para o facto da invasão e ocupação Indonésia de Timor serem um acto de guerra para com Portugal, o que deveria levar os nossos aliados a apoiar a luta pela desocupação do território e pela liberdade dos timorenses. Acto de guerra que veio de facto a ser reconhecido como tal, o que levou à libertação do povo de Timor.
Felizmente não fui o único português a envolver-me profundamente na questão.Pessoas e instituições de todos os quadrantes políticos participaram nessa luta a partir de certa altura.
A minha luta a favor da liberdade de Timor durante a ocupação Indonésia foi reconhecida pelo Parlamento Timorense que me concedeu por voto unanime a sua nacionalidade, "por relevantes serviços prestados à Pátria”.
Não tenho o hábito de avaliar as qualidades morais das pessoas com base nos meus conceitos pessoais de beleza, mas é de salientar a existência de um laivo de esperança para o Dr. Antonio Lobo Antunes, uma vez que o próprio afirma que "a causa monárquica começa a seduzi-lo "...
Com os meus melhores cumprimentos,
Dom Duarte de Bragança
Fonte: Casa Real Portuguesa
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA: “É BOM VER OS MEUS FILHOS CRESCEREM FELIZES E EQUILIBRADOS”
Mãe de três filhos – Afonso, de 19 anos, Francisca, de 18, e Dinis, de 16 –, a Duquesa de Bragança está muito contente com a vida familiar, que corre de forma muito harmoniosa.

Fã do trabalho do designer e escultor Paulo Ramunni, Dona Isabel de Bragança quis estar na apresentação do novo espaço em Lisboa que disponibiliza peças daquele autor. “Descobri o trabalho do Paulo há algum tempo e fiquei fascinada. Entretanto, este espaço vagou e sugeri que o ocupasse, para podermos ter estas peças fantásticas perto de nós e para as pessoas poderem conhecer o trabalho dele. É um artista que merece ser conhecido. E estas peças transmitem serenidade e harmonia, que é tudo o que precisamos”, explicou à CARAS.
A viver uma das suas épocas preferidas, a Duquesa de Bragança declarou que esta é uma altura de balanços. “Este ano foi bastante positivo a nível pessoal. A nossa família é muito chegada e é bom que seja assim. Gostamos de estar uns com os outros. Claro que os meus filhos já têm programas só com os amigos, o que é bom, mas ao início, para nós os dois, foi um bocadinho complicado vê-los bater as asas. Mas ao mesmo tempo é bom ver que estão a crescer, que são felizes e equilibrados. Sinto que a parte que para mim é a mais importante – os valores que defendemos, a maneira de ver a vida e o respeito ao próximo – está bem incutida nos três. E isso deixa-me feliz.”
A viver uma das suas épocas preferidas, a Duquesa de Bragança declarou que esta é uma altura de balanços. “Este ano foi bastante positivo a nível pessoal. A nossa família é muito chegada e é bom que seja assim. Gostamos de estar uns com os outros. Claro que os meus filhos já têm programas só com os amigos, o que é bom, mas ao início, para nós os dois, foi um bocadinho complicado vê-los bater as asas. Mas ao mesmo tempo é bom ver que estão a crescer, que são felizes e equilibrados. Sinto que a parte que para mim é a mais importante – os valores que defendemos, a maneira de ver a vida e o respeito ao próximo – está bem incutida nos três. E isso deixa-me feliz.”
Fonte: Caras
O BOLO REI
A Família Real há uns anos que partilha assim, os segredos da doçaria portuguesa. Este bolo com a sua forma de coroa, tem muita simbologia, pode dizer-se que este doce representa os presentes oferecidos pelos Reis Magos ao Menino Jesus. A côdea (a parte exterior) simboliza o ouro; já as frutas secas e as cristalizadas representam a mirra; por fim, o incenso está representado no aroma do bolo.
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