quarta-feira, 11 de junho de 2014

LANÇAMENTO DO LIVRO "EU VIVI A QUEDA DO IMPÉRIO"

O nosso associado Fernando Amaro Monteiro, e a Editora Livros Itinerantes publicam “Eu Vivi A Queda Do Império”.
O lançamento terá lugar no próximo dia 19 de Junho, na Biblioteca do Palácio Galveias, ao Campo Pequeno, pelas 19 horas na presença de Dom Duarte de Bragança, Presidente de Honra do IDP

terça-feira, 10 de junho de 2014

BANDEIRA DE PORTUGAL, BANDEIRA DA MINHA PÁTRIA

Desde a Fundação da nacionalidade, em 1139, que as cores que representam a Nação Portuguesa são o “Azul e Branco”. São as únicas cores do primeiro estandarte de Dom Afonso Henriques e da Bandeira de Portugal adoptada ulteriormente pelo Primeiro Rei de Portugal e Pai da Pátria.
Por isso, também, a Bandeira da Monarquia Constitucional estava dividida de igual em Azul e Branco e depois com o Brasão de Armas do Reino de Portugal aposto no meio.
O Azul e Branco foram as cores adoptadas por corresponderem «àquelas que formam a divisa da Nação Portuguesa desde o princípio da Monarquia.»
À Bandeira de Portugal que na vida do autor era a Azul e Branca da Monarquia Constitucional, Trindade Coelho dedicou o seu famoso poema:
Bandeira de Portugal
«Eu te saúdo, Bandeira de Portugal, fanal augusto das glórias da minha Pátria, eu te saúdo. Sou jovem, mas já sinto no coração a alegria de ter nascido à tua sombra e o orgulho de ser teu filho; e por isso eu te adoro e te saúdo, Bandeira da Minha Pátria. Por ti estudo; por ti desejo ser sábio, para te dar a minha inteligência, e forte, para te dedicar o meu braço; e eu te juro, Bandeira da minha Pátria, que só quero ser grande da tua grandeza, bom da tua bondade, herói do teu heroísmo, e que até à hora da minha morte pedirei a Deus pela tua glória e de todo o coração lhe rogarei que sejas tu a minha mortalha.»

segunda-feira, 9 de junho de 2014

XX CONGRESSO DA CAUSA REAL - 28 DE JUNHO EM VIANA DO CASTELO

Decorrerá no próximo Sábado dia 28 de Junho no Auditório do Instituto Politécnico de Viana de Castelo o XX Congresso da Causa Real.
Nesta XXª edição do Congresso, subordinado ao tema "Ventos do Futuro", contaremos com o depoimento dos quatro antigos Presidentes da Causa Real quanto ao futuro do movimento monárquico; J
oão Mattos e Silva, Augusto Ferreira do Amaral António Souza Cardoso e Paulo Teixeira Pinto.

De seguida haverá uma mesa redonda sobre o Municipalismo que contará com as intervenções de dois conceituados historiadores portugueses e será moderado pelo Doutor Paulo Teixeira de Morais, estando presentes os representantes das forças vivas da cidade.


O Doutor António de Matos Reis falará sobre a ”Relação entre o poder central e os municípios à luz da documentação medieval portuguesa”, e a Doutora Ana Sílvia Albuquerque apresentará o "Municipalismo e Sociedade na Época Moderna e Contemporânea: um estudo de caso".

S.A.R o Senhor Dom Duarte encerrará o Congresso.

O Congresso terá a seguinte Ordem de Trabalhos

09h00 Credenciação dos Congressistas
10h00 Abertura e verificação de quórum
- Apreciação do Relatório e Contas para 2013;
- Ratificação do Registo dos Estatutos da Causa Real;
- Outros assuntos.
11h00 Coffee-break
11h15 Recomeço dos trabalhos
12h30 Intervalo para almoço (livre)

14h00 Colóquio e debate sobre “Perspectivas para o Futuro” dos antigos Presidentes da Causa Real
16h15 Coffee–break
16h45 Colóquio sobre o “Municipalismo” com a participação do Doutor António de Matos Reis e a Doutora Ana Sílvia Albuquerque, e debate com a presença das forças vivas da região
18h15 Encerramento do Congresso

Inscrições:

• Congressistas: €20
• Observadores: €10

Para mais informações, pedimos que contacte a Real Associação de Viana do Castelo ou a CAUSA REAL


sábado, 7 de junho de 2014

OCEÂNICO VICTORIA GOLF COURSE DE VILAMOURA RECEBE TORNEIO "THE DUKE OF EDINBURG"

O Torneio de Golfe “The Duke of Edinburgh Cup – Portugal Qualifying Event”, organizado pela Tivoli Hotel & Resorts e pelo Grupo André Jordan, realizou-se dia 31 de Maio, no Oceânico Victoria Golf Course, em Vilamoura.

A competição vai apurar dois jogadores para a final mundial que terá lugar em Setembro, no Reino Unido, e contará com a presença de inúmeras personalidades nacionais e estrangeiras, cuja participação muito contribui para o elevado prestígio da prova.
A parceria entre a Tivoli Hotels & Resorts e o Grupo André Jordan, na organização do “The Duke of Edinburgh Cup – Portugal Qualifying Event”, permite oferecer um programa exclusivo a participantes e admiradores desta prova única.
Desta forma, além da desafiante prova jogada num dos melhores campos de golfe de Portugal – o Ocêanico Victoria Golf Course -, os convidados vão desfrutar de um jantar de gala, no Tivoli Victoria, durante o qual irá decorrer a cerimónia de entrega de prémios.
O Tivoli Victoria foi distinguido recentemente, pelo Guia Boa Cama Boa Mesa, com a 4ª chave de ouro consecutiva, integrando a lista dos 26 melhores hotéis de Portugal. Foi igualmente distinguido com certificados de excelência pelo TripAdvisor e pela Bookings, para além de fazer parte da exclusiva lista de hotéis da Condé Nast Johansens.
Os participantes do torneio, para além do Tivoli Victoria, poderão ficar alojados num dos apartamentos T2 ou T3 do “The Residences at Victoria Clube de Golfe”, que fica junto ao hotel e walking distance do campo de golfe.
Com cariz de beneficência, o “The Duke of Edinburgh Cup – Portugal Qualifying Event” integra o circuito de provas da “International Golf for Youth”, instituição de apoio à juventude que faz parte do “The Duke of Edinburgh´s Award e que tem como objetivo a angariação de fundos destinados à formação de jovens.

Fundado em 1956, na Grã-Bretanha, pelo Duque de Edimburgo, o “The Duke of Edinburgh’s Award” é hoje presidido pelo seu filho, o Príncipe Eduardo, e tem afiliação em Portugal através do Prémio Infante D. Henrique, cujo presidente de honra é o Duque de Bragança. 
sulinformação

sexta-feira, 6 de junho de 2014

TESTEMUNHO DE UM PRIMEIRO CONTACTO COM O DUQUE DE BRAGANÇA

Para marcar a apresentação do livro “Estórias com História”, convidei o Duque de Bragança para uma tertúlia no auditório do Museu Municipal de Penafiel. Confesso que quando me sentei na cadeira para lhe lançar a primeira questão, estava preparado para respostas saudosas de um tempo distante e um discurso ultrapassado. Enganei-me redondamente: na minha frente estava um homem culto, com um sorriso sincero, com um sentido de humor contagiante e com um discurso de quem domina todos os temas da actualidade.

Conduzi a tertúlia ao sabor da minha curiosidade: queria saber como era ser “rei” numa república; se se sentia especial por ser pretendente ao trono (até porque tinha feito a viagem de Sintra a Penafiel de comboio); o que pensava dos problemas que o país enfrenta e que solução propunha. Todas as perguntas tiveram uma resposta de um bom senso desarmante e uma grande clareza. A cada resposta às minhas questões fui descobrindo que naquele homem existiam duas preocupações constantes: a Pátria e o seu Povo.

Por momentos, senti-me desconfortável. Tinha tantas ideias fixas sobre a Monarquia e sobre a república e, de repente, aquele discurso sereno, lúcido e que fazia sentido ia contra tudo o que eu tinha pré-concebido, desmontando todas as minhas certezas.

Os lugares do auditório onde decorreu a tertúlia não foram suficientes para todos, mas até as dezenas de pessoas que ficaram a assistir em pé não se desmobilizaram, ficando agarradas pelas palavras de Dom Duarte de Bragança. No fim, quase todos ficaram para cumprimentar, conversar ou tirar uma fotografia com o Duque de Bragança. Sentia-se que quase todos estavam rendidos ao seu discurso e, tal como eu, surpreendidos pela sua actualidade e lucidez.

Foto:  António Morais, no momento em que fazia uma selfie)

Fonte: Real Associação da Beira Litoral

quinta-feira, 5 de junho de 2014

QUE TAL UMA PERGUNTA DESTAS EM PORTUGAL

“A democracia do século XXI exige que se convoque um referendo vinculando todo o povo a decidir se quer Monarquia ou república”,  Willy Meyer

A frase longe de se um apoio à Monarquia, o que seria se fosse proferida em Portugal (que transitou para a Monarquia atrás de um partido residual que só acumulava 7% dos votos), é uma contestação à transição do Trono em Espanha.O facto é expectável quando parte de um partido que luta por um eleitorado, é a natureza dos partidos ,mesmo quando a Coroa é uma Instituição que já durou mais que qualquer das anteriores alternativas e sem o custo em vidas humanas.Em Espanha o obstáculo que a Coroa forma entre a demagogia e a Democracia é palpável e deixa a pergunta se em Portugal a realidade fosse outra se também hoje seriamos um País diferente, no mínimo melhor.
Quem tem medo da Monarquia?
Dívida pública portuguesa ultrapassa 120% do PIB...isto não é um dado económico, é uma contagem decrescente
O Rei de Portugal, se Portugal fosse uma Monarquia
Após o anúncio de hoje (2 de Junho de 2014- sobre a abdicação do Rei Juan Carlos)  a Esquerda Unida, formada por partidos de esquerda e com tendência republicana, está a tweetar há horas “#QueElPuebloHable: Referéndum y #ProcessoConstituyente para construir un nuevo proyecto de país”, tomando parte na liderança das manifestações convocadas para toda a Espanha que exigem um referendo.
O partido, na pessoa do seu cabeça de lista às eleições europeias, Willy Meyer, faz parte do grupo de cidadãos e partidos que está a agendar para as 20h00 desta segunda-feira manifestações que pedem um referendo no qual os cidadãos possam escolher fazer a transição de monarquia parlamentar a república …fica a questão se é uma República parlamentar ou apenas República, ponto final.
Em Portugal seria impensável que um Partido apresentasse esta proposta, para todos os efeitos o preconceito político europeu é a de que a Monarquia é inimiga da Razão e não faz parte do futuro, mesmo quando a realidade é exactamente o oposto.A mentira favorece o satus quo político e dá margem para a proliferação da Demagogia, a curto prazo dá lucro, a longo prazo penhora as gerações futuras
Willy Meyer, tweetou que “se Felipe quer ser chefe de Estado e quer ter a confiança do povo, que lhes pergunte”.Em Portugal o chefe de Estado foi eleito por menos de 25%
Fica a pergunta. Quem tem medo da Monarquia?
Fonte: omantodorei

quarta-feira, 4 de junho de 2014

IMPRENSA: DOM DUARTE - A SUCESSÃO REAL "ACABARÁ POR UNIR ESPANHA"

O O Herdeiro ao Trono Português falou com a Renascença desde Estocolmo. O Herdeiro ao Trono de Portugal, Dom Duarte Pio de Bragança, acredita que a sucessão real em Espanha acabará por unir o país.


Em declarações à Renascença, feitas a partir de Estocolmo, Dom Duarte aponta o exemplo da Catalunha. Os contactos que mantém com a região permitem-lhe afirmar que as autoridades autonómicas vêem em Filipe o que não vêem em Juan Carlos: “Tenho ouvido dirigentes políticos catalães, quase todos, a dizer que gostam mais do príncipe Filipe do que do Rei, porque ele compreende melhor a situação. Há muitos catalães que querem a independência, mas querem-no mantendo a Monarquia mantendo o Rei da Catalunha, um pouco como a Rainha de Inglaterra é Rainha da Escócia e do Canadá".

Para o Herdeiro dos Bragança, a sucessão "pode ajudar a manter a unidade da Espanha, visto que as antipatias que pode haver nalgumas regiões em relação ao Rei não têm razão de ser em relação ao príncipe Filipe”. 


É convicção generalizada que a sucessão não afectará os laços de Espanha com Portugal, mas a verdade é que, com a saída de cena de Juan Carlos, um amigo de Portugal, fica um Filipe VI com poucas afinidades com o nosso país.

  
“Há, de facto, uma ligação muito íntima do rei Juan Carlos com muitos portugueses e com o povo português, em geral. O príncipe Filipe não tem essa intimidade com Portugal, embora tenha vindo cá bastantes vezes e tenha tentado, até, ficar a conhecer o povo português. De algum modo, o rei Juan Carlos é um conhecedor mais profundo de Portugal do que o Príncipe Filipe”, explica Dom Duarte. 
(...)
Renascença
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Dom Duarte Pio defende que Filipe de Bourbon tem as qualidades necessárias para desempenhar bem o papel de Rei de Espanha. Em defesa do vizinho, o Duque de Bragança lembro que a saúde de Juan Carlos está muito debilitada e que a abdicação é um procedimento comum entre a monarquia europeia.


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Jornal da Madeira de 03 de Junho de 2014
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Explica a decisão do Rei de Espanha (...)

terça-feira, 3 de junho de 2014

S.A.R., DOM DUARTE: FELIPE TEM VANTAGENS EM RELAÇÃO A JUAN CARLOS

O Duque de Bragança considerou hoje que a decisão do Rei de Espanha de abdicar do trono se deveu a problemas de saúde e defendeu que o sucessor tem vantagens em relação a Juan Carlos.

A razão da decisão do Rei espanhol é, para Dom Duarte Pio de Bragança, explicada pelas dificuldades que Juan Carlos tem sentido nos últimos tempos em cumprir a sua missão.
"Basta ver as fotografias dele, os problemas de saúde, a dificuldade em deslocar-se", afirmou o pretendente ao trono português, em declarações à Lusa.
"Cumprir as missões que tem cumprido tem sido um grande sacrifício pessoal", sublinhou, acrescentando que o Rei de Espanha também teve "bons exemplos" na Europa.
"O Rei da Bélgica, a rainha da Holanda, o próprio papa abdicaram quando acharam que a sua saúde não estava em condições para cumprirem as suas missões", lembrou.
Juan Carlos de Borbón y Borbón manifestou hoje a sua vontade de entregar a coroa ao filho, depois de um reinado de 39 anos, um dos mais longos da história, que começou na sua proclamação a 22 de Novembro de 1975.
Para Dom Duarte Pio de Bragança, o Rei de Espanha teve um papel fundamental na História daquele país, conseguindo que a transição para a democracia fosse feita de forma pacífica.
"Creio que a grande vantagem da Monarquia em países como a Espanha e como a Suécia é que a transição da chefia de Estado é feita de uma maneira tranquila, sem lutas políticas e com uma continuidade que permite ao futuro chefe de Estado continuar a obra que o pai fez", defendeu, adiantando que a Espanha deve ao actual Rei "uma grande gratidão".
"Juan Carlos evitou os conflitos que, por exemplo, tivemos em Portugal na transição para a democracia -- que foi extremamente violenta, com grande destruição da economia, com milhares de mortos nos países que são hoje da CPLP, verdadeiros genocídios com a independência", referiu.
"Em Espanha, a transição fez-se de uma maneira pacífica e o Rei sempre manteve a unidade nacional, que é muito questionada hoje pela Catalunha e pelos bascos", disse.
Apesar do papel político de Juan Carlos de Espanha, Dom Duarte Pio de Bragança considera que o herdeiro tem melhores condições para exercer a liderança actual da Monarquia naquele país.
"O Príncipe Felipe tem algumas vantagens em relação ao pai", afirmou, sublinhando o facto de falar bem catalão e de estar casado "com uma espanhola de origem muito popular".
Estas características, aliadas ao facto de "ser um jovem muito simpático e caloroso" demonstram que Filipe de Bórbon está "muito integrado na realidade democrática da Espanha de hoje".
Por outro lado, "o Príncipe Felipe teve uma preparação técnica e profissional para a sua missão [que foi] notável e tem um relacionamento pessoal com as elites políticas, culturais e militares espanholas que certamente o ajudarão na sua missão", concluiu.
Diário Digital/Lusa

CORREIO REAL 10

Ultrapassadas inúmeras contingências, eis que o décimo número do Correio Real está prestes a ser distribuído pelos CTT aos nossos associados. Dedicado ao XX aniversário da Causa Real e às celebrações da maioridade de S.A.R., O Príncipe da Beira, nele se publica uma interessante entrevista a Pedro Mexia entre outros artigos de interesse. Um trabalho que esperamos vá ao encontro das expectativas de todos os leitores.
Real Associação de Lisboa

segunda-feira, 2 de junho de 2014

ALUNOS DA ESCOLA DOS LOUROS DESENVOLVEM PROJETO RESIDENCIA DO PRÉMIO INFANTE D.HENRIQUE

A Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros tem vindo a desenvolver, há quatro aos, um projecto de cariz internacional, denominado de Prémio Infante D. Henrique, que visa desenvolver, em jovens entre os 14 e os 25 anos, competências pessoais e sociais.
O Prémio Infante Dom Henrique é a versão portuguesa de 'The Duke of Edinburgh’s Award' fundado em 1956, na Grã - Bretanha, pelo Duque de Edimburgo, seu presidente. 
Em Portugal, o prémio tem como patrono o Duque de Bragança, que além de membro fundador é presidente de honra. Na Região Autónoma da Madeira, a Câmara Municipal do Funchal representa o Núcleo Operacional.
O projecto assume um programa de actividades voluntárias e não competitivas, incentiva e reconhece o mérito, a dedicação, a autoconfiança e a perseverança aos jovens participantes. Compreende quatro grupos de actividades: Serviço à Comunidade - apoio em infantários, centros comunitários; conservação do ambiente; reflorestação do parque na tural; etc. Talentos Pessoais - música, informática, cozinha, etc. Actividades Desportivas – ginástica, futebol, dança, etc. Espírito de Aventura - expedições e explorações pela região, sempre realizadas em grupo e sob orientação de dois monitores.

Ao participarem no Programa do Prémio os jovens têm acesso a três medalhas:
Bronze, para maiores de 14 anos
Prata, para maiores de 16 anos
Ouro, para maiores de 17 anos

Nos dias 2, 3, 4, 5 e 6 de Junho, alguns alunos da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros estarão, no Porto Santo, a desenvolver actividades relativas ao Projecto Residencial do Prémio Infante D. Henrique, que culminará com a entrega da medalha de ouro, em Setembro, pelas mãos do Duque de Bragança, Dom Duarte.

domingo, 1 de junho de 2014

IMPRENSA: DOM DUARTE DE BRAGANÇA EM TER TÚLIA, EM PENAFIEL, NO ÂMBITO DA APRESENTAÇÃO DO LIVRO "ESTÓRIAS COM HISTÓRIA".

O Jornal Verdadeiro Olhar, em colaboração com a Rota do Românico e a Câmara Municipal de Penafiel, vai apresentar no Museu Municipal de Penafiel, no próximo dia 29 de Maio, às 21h00, o livro “Estórias com História”. A apresentação contará com uma tertúlia com Dom Duarte de Bragança.
Dom Duarte de Bragança, membro do Conselho Supremo dos Antigos Alunos do Colégio Militar e Presidente Honorário do Prémio Infante D. Henrique, programa vocacionado para jovens, vai estar em Penafiel numa tertúlia realizada no âmbito da apresentação do livro “Estórias com Histórias”.
O livro “Estórias com Historia” é uma compilação de textos que relatam as mais diversas histórias relacionadas com as personalidades ligadas aos monumentos da Rota do Românico.

A participação na iniciativa é livre e conta ainda com a oferta do livro “Estórias com História” para todos os presentes.