quinta-feira, 5 de junho de 2014

QUE TAL UMA PERGUNTA DESTAS EM PORTUGAL

“A democracia do século XXI exige que se convoque um referendo vinculando todo o povo a decidir se quer Monarquia ou república”,  Willy Meyer

A frase longe de se um apoio à Monarquia, o que seria se fosse proferida em Portugal (que transitou para a Monarquia atrás de um partido residual que só acumulava 7% dos votos), é uma contestação à transição do Trono em Espanha.O facto é expectável quando parte de um partido que luta por um eleitorado, é a natureza dos partidos ,mesmo quando a Coroa é uma Instituição que já durou mais que qualquer das anteriores alternativas e sem o custo em vidas humanas.Em Espanha o obstáculo que a Coroa forma entre a demagogia e a Democracia é palpável e deixa a pergunta se em Portugal a realidade fosse outra se também hoje seriamos um País diferente, no mínimo melhor.
Quem tem medo da Monarquia?
Dívida pública portuguesa ultrapassa 120% do PIB...isto não é um dado económico, é uma contagem decrescente
O Rei de Portugal, se Portugal fosse uma Monarquia
Após o anúncio de hoje (2 de Junho de 2014- sobre a abdicação do Rei Juan Carlos)  a Esquerda Unida, formada por partidos de esquerda e com tendência republicana, está a tweetar há horas “#QueElPuebloHable: Referéndum y #ProcessoConstituyente para construir un nuevo proyecto de país”, tomando parte na liderança das manifestações convocadas para toda a Espanha que exigem um referendo.
O partido, na pessoa do seu cabeça de lista às eleições europeias, Willy Meyer, faz parte do grupo de cidadãos e partidos que está a agendar para as 20h00 desta segunda-feira manifestações que pedem um referendo no qual os cidadãos possam escolher fazer a transição de monarquia parlamentar a república …fica a questão se é uma República parlamentar ou apenas República, ponto final.
Em Portugal seria impensável que um Partido apresentasse esta proposta, para todos os efeitos o preconceito político europeu é a de que a Monarquia é inimiga da Razão e não faz parte do futuro, mesmo quando a realidade é exactamente o oposto.A mentira favorece o satus quo político e dá margem para a proliferação da Demagogia, a curto prazo dá lucro, a longo prazo penhora as gerações futuras
Willy Meyer, tweetou que “se Felipe quer ser chefe de Estado e quer ter a confiança do povo, que lhes pergunte”.Em Portugal o chefe de Estado foi eleito por menos de 25%
Fica a pergunta. Quem tem medo da Monarquia?
Fonte: omantodorei

quarta-feira, 4 de junho de 2014

IMPRENSA: DOM DUARTE - A SUCESSÃO REAL "ACABARÁ POR UNIR ESPANHA"

O O Herdeiro ao Trono Português falou com a Renascença desde Estocolmo. O Herdeiro ao Trono de Portugal, Dom Duarte Pio de Bragança, acredita que a sucessão real em Espanha acabará por unir o país.


Em declarações à Renascença, feitas a partir de Estocolmo, Dom Duarte aponta o exemplo da Catalunha. Os contactos que mantém com a região permitem-lhe afirmar que as autoridades autonómicas vêem em Filipe o que não vêem em Juan Carlos: “Tenho ouvido dirigentes políticos catalães, quase todos, a dizer que gostam mais do príncipe Filipe do que do Rei, porque ele compreende melhor a situação. Há muitos catalães que querem a independência, mas querem-no mantendo a Monarquia mantendo o Rei da Catalunha, um pouco como a Rainha de Inglaterra é Rainha da Escócia e do Canadá".

Para o Herdeiro dos Bragança, a sucessão "pode ajudar a manter a unidade da Espanha, visto que as antipatias que pode haver nalgumas regiões em relação ao Rei não têm razão de ser em relação ao príncipe Filipe”. 


É convicção generalizada que a sucessão não afectará os laços de Espanha com Portugal, mas a verdade é que, com a saída de cena de Juan Carlos, um amigo de Portugal, fica um Filipe VI com poucas afinidades com o nosso país.

  
“Há, de facto, uma ligação muito íntima do rei Juan Carlos com muitos portugueses e com o povo português, em geral. O príncipe Filipe não tem essa intimidade com Portugal, embora tenha vindo cá bastantes vezes e tenha tentado, até, ficar a conhecer o povo português. De algum modo, o rei Juan Carlos é um conhecedor mais profundo de Portugal do que o Príncipe Filipe”, explica Dom Duarte. 
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Renascença
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Dom Duarte Pio defende que Filipe de Bourbon tem as qualidades necessárias para desempenhar bem o papel de Rei de Espanha. Em defesa do vizinho, o Duque de Bragança lembro que a saúde de Juan Carlos está muito debilitada e que a abdicação é um procedimento comum entre a monarquia europeia.


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Jornal da Madeira de 03 de Junho de 2014
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Explica a decisão do Rei de Espanha (...)

terça-feira, 3 de junho de 2014

S.A.R., DOM DUARTE: FELIPE TEM VANTAGENS EM RELAÇÃO A JUAN CARLOS

O Duque de Bragança considerou hoje que a decisão do Rei de Espanha de abdicar do trono se deveu a problemas de saúde e defendeu que o sucessor tem vantagens em relação a Juan Carlos.

A razão da decisão do Rei espanhol é, para Dom Duarte Pio de Bragança, explicada pelas dificuldades que Juan Carlos tem sentido nos últimos tempos em cumprir a sua missão.
"Basta ver as fotografias dele, os problemas de saúde, a dificuldade em deslocar-se", afirmou o pretendente ao trono português, em declarações à Lusa.
"Cumprir as missões que tem cumprido tem sido um grande sacrifício pessoal", sublinhou, acrescentando que o Rei de Espanha também teve "bons exemplos" na Europa.
"O Rei da Bélgica, a rainha da Holanda, o próprio papa abdicaram quando acharam que a sua saúde não estava em condições para cumprirem as suas missões", lembrou.
Juan Carlos de Borbón y Borbón manifestou hoje a sua vontade de entregar a coroa ao filho, depois de um reinado de 39 anos, um dos mais longos da história, que começou na sua proclamação a 22 de Novembro de 1975.
Para Dom Duarte Pio de Bragança, o Rei de Espanha teve um papel fundamental na História daquele país, conseguindo que a transição para a democracia fosse feita de forma pacífica.
"Creio que a grande vantagem da Monarquia em países como a Espanha e como a Suécia é que a transição da chefia de Estado é feita de uma maneira tranquila, sem lutas políticas e com uma continuidade que permite ao futuro chefe de Estado continuar a obra que o pai fez", defendeu, adiantando que a Espanha deve ao actual Rei "uma grande gratidão".
"Juan Carlos evitou os conflitos que, por exemplo, tivemos em Portugal na transição para a democracia -- que foi extremamente violenta, com grande destruição da economia, com milhares de mortos nos países que são hoje da CPLP, verdadeiros genocídios com a independência", referiu.
"Em Espanha, a transição fez-se de uma maneira pacífica e o Rei sempre manteve a unidade nacional, que é muito questionada hoje pela Catalunha e pelos bascos", disse.
Apesar do papel político de Juan Carlos de Espanha, Dom Duarte Pio de Bragança considera que o herdeiro tem melhores condições para exercer a liderança actual da Monarquia naquele país.
"O Príncipe Felipe tem algumas vantagens em relação ao pai", afirmou, sublinhando o facto de falar bem catalão e de estar casado "com uma espanhola de origem muito popular".
Estas características, aliadas ao facto de "ser um jovem muito simpático e caloroso" demonstram que Filipe de Bórbon está "muito integrado na realidade democrática da Espanha de hoje".
Por outro lado, "o Príncipe Felipe teve uma preparação técnica e profissional para a sua missão [que foi] notável e tem um relacionamento pessoal com as elites políticas, culturais e militares espanholas que certamente o ajudarão na sua missão", concluiu.
Diário Digital/Lusa

CORREIO REAL 10

Ultrapassadas inúmeras contingências, eis que o décimo número do Correio Real está prestes a ser distribuído pelos CTT aos nossos associados. Dedicado ao XX aniversário da Causa Real e às celebrações da maioridade de S.A.R., O Príncipe da Beira, nele se publica uma interessante entrevista a Pedro Mexia entre outros artigos de interesse. Um trabalho que esperamos vá ao encontro das expectativas de todos os leitores.
Real Associação de Lisboa

segunda-feira, 2 de junho de 2014

ALUNOS DA ESCOLA DOS LOUROS DESENVOLVEM PROJETO RESIDENCIA DO PRÉMIO INFANTE D.HENRIQUE

A Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros tem vindo a desenvolver, há quatro aos, um projecto de cariz internacional, denominado de Prémio Infante D. Henrique, que visa desenvolver, em jovens entre os 14 e os 25 anos, competências pessoais e sociais.
O Prémio Infante Dom Henrique é a versão portuguesa de 'The Duke of Edinburgh’s Award' fundado em 1956, na Grã - Bretanha, pelo Duque de Edimburgo, seu presidente. 
Em Portugal, o prémio tem como patrono o Duque de Bragança, que além de membro fundador é presidente de honra. Na Região Autónoma da Madeira, a Câmara Municipal do Funchal representa o Núcleo Operacional.
O projecto assume um programa de actividades voluntárias e não competitivas, incentiva e reconhece o mérito, a dedicação, a autoconfiança e a perseverança aos jovens participantes. Compreende quatro grupos de actividades: Serviço à Comunidade - apoio em infantários, centros comunitários; conservação do ambiente; reflorestação do parque na tural; etc. Talentos Pessoais - música, informática, cozinha, etc. Actividades Desportivas – ginástica, futebol, dança, etc. Espírito de Aventura - expedições e explorações pela região, sempre realizadas em grupo e sob orientação de dois monitores.

Ao participarem no Programa do Prémio os jovens têm acesso a três medalhas:
Bronze, para maiores de 14 anos
Prata, para maiores de 16 anos
Ouro, para maiores de 17 anos

Nos dias 2, 3, 4, 5 e 6 de Junho, alguns alunos da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros estarão, no Porto Santo, a desenvolver actividades relativas ao Projecto Residencial do Prémio Infante D. Henrique, que culminará com a entrega da medalha de ouro, em Setembro, pelas mãos do Duque de Bragança, Dom Duarte.

domingo, 1 de junho de 2014

IMPRENSA: DOM DUARTE DE BRAGANÇA EM TER TÚLIA, EM PENAFIEL, NO ÂMBITO DA APRESENTAÇÃO DO LIVRO "ESTÓRIAS COM HISTÓRIA".

O Jornal Verdadeiro Olhar, em colaboração com a Rota do Românico e a Câmara Municipal de Penafiel, vai apresentar no Museu Municipal de Penafiel, no próximo dia 29 de Maio, às 21h00, o livro “Estórias com História”. A apresentação contará com uma tertúlia com Dom Duarte de Bragança.
Dom Duarte de Bragança, membro do Conselho Supremo dos Antigos Alunos do Colégio Militar e Presidente Honorário do Prémio Infante D. Henrique, programa vocacionado para jovens, vai estar em Penafiel numa tertúlia realizada no âmbito da apresentação do livro “Estórias com Histórias”.
O livro “Estórias com Historia” é uma compilação de textos que relatam as mais diversas histórias relacionadas com as personalidades ligadas aos monumentos da Rota do Românico.

A participação na iniciativa é livre e conta ainda com a oferta do livro “Estórias com História” para todos os presentes.

sábado, 31 de maio de 2014

DIRECÇÃO DA REAL DO PORTO ALMOÇA COM S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE

A Direcção da Real Associação do Porto teve a honra de receber S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio para um almoço no qual foram discutidos diversos assuntos e apontadas várias propostas para o nosso programa - foi, realmente, importante ouvir o Senhor Dom Duarte, entender quais os seus pontos de vista e constatar o enorme apreço que tem pela nossa cidade.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

FOTOS DE DOM DUARTE EM PENAFIEL


S.A.R., Dom Duarte de Bragança com o presidente da Câmara Municipal de Felgueiras, Dr. Inácio Ribeiro.
Publicada por 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

DOM DUARTE DE BRAGANÇA EM PENAFIEL

O Jornal Verdadeiro Olhar, em colaboração com a Rota do Românico e a Câmara Municipal de Penafiel, vai apresentar no Museu Municipal de Penafiel, no próximo dia 29 de Maio, às 21h00, o livro “Estórias com História”. A apresentação contará com uma tertúlia com Dom Duarte de Bragança. Dom Duarte de Bragança, membro do Conselho Supremo dos Antigos Alunos do Colégio Militar e Presidente Honorário do Prémio Infante D. Henrique, programa vocacionado para jovens, vai estar em Penafiel numa tertúlia realizada no âmbito da apresentação do livro “Estórias com Histórias”. 
O livro “Estórias com Historia” é uma compilação de textos que relatam as mais diversas histórias relacionadas com as personalidades ligadas aos monumentos da Rota do Românico. 
A participação na iniciativa é livre e conta ainda com a oferta do livro “Estórias com História” para todos os presentes.

terça-feira, 27 de maio de 2014

EU QUERO UM REI!




“(…) O Rei ascendendo ao trono pelo nascimento, não provoca divisões nem lutas de opinião. Não é candidato. É aceite previamente, sem discussão, sem rivais, porque é único nas suas condições. Independente das divergências políticas, situa-se acima delas, igual para todos, a todos igualmente representando. Todos estão ao abrigo do poder da Coroa, imparcial, extra-partidário e agregador nacional. O Poder oriundo de uma eleição fica, ipso facto, vinculado à parte que vencer.
É o poder dos vencedores sobre os vencidos.
Uma representação nacional autêntica terá de abranger, para aquém e além do efémero presente, a herança do passado e a projecção futura, isto é, ajustar-se à personalidade histórica da nação.
E onde está o órgão ou a instituição, pergunta-se, que no Estado Republicano supra neste aspecto a falta da Dinastia?
O Rei, se pela sua função vitalícia já preenche uma geração, anda intrinsecamente ligado, pela ascendência e pela descendência, na extensão do tempo, ao longo evoluir nacional.
A sua história genealógica confunde-se com a história pátria.
Que outra representação da nação se poderá pôr em confronto com esta, verdadeiramente nacional, que nos oferece a Realeza?
Quem não vê que o mecanismo da chefia republicana é um factor periódico e persistente de desunião e de luta interna? (…)
E como há-de um Presidente, eleito por um sector da população, em guerra contra outros sectores da população, simbolizar e exprimir uma unidade nacional?
Em contraposição, o Rei é o chefe de Estado que não se apresenta como candidato entre demais, nem se vota, nem se discute, não suscita desuniões. Situado num plano superior ao debate político, a sua chefatura tem um carácter nacional e pacífica, coordena, congrega, unifica.
(…) Chefe de Estado em circunstâncias excepcionais de independência é o Rei. Para sê-lo, não dependeu de ninguém. Para reinar, de ninguém depende. A sua independência vem-lhe do facto do seu próprio nascimento. Não foi escolhido por ninguém. Não deve a ninguém os favores de ter sido distinguido para o seu posto, no qual ingressa por herança. Todos os seus súbditos desempenharam igual papel, que foi neutro, porque foi nulo, na causa da sua ascensão ao trono. Não tem portanto que distinguir pessoas ou partidos políticos, movido por qualquer sentimento de gratidão ou aguilhoado por qualquer despeito. Todos foram iguais perante a sua predestinada subida ao trono; para todos será igual no exercício pleno dos seus poderes. É este, de resto, o seu próprio interesse.
Verificado num breve confronto ser o Poder Real o mais independente e sendo a independência a primeira condição da Justiça, fica demonstrado por inevitável corolário, ser a forma monárquica a forma de governo que mais garantias de Justiça nos
oferece.”

In “Razões Reais”, Mário Saraiva

segunda-feira, 26 de maio de 2014

CONVITE CONFERÊNCIA: "MONARQUIA E MUNICIPALISMO"


O municipalismo na Monarquia é um dos temas desenvolvidos pela Causa Real no âmbito dos seu "Projecto Educar".

A Causa Real junta-se à Câmara Municipal de Santarém e à Viver Santarém na organização de uma conferência sobre o tema proferida pela Dra. Maria João Matos, dia 27 de Maio na Casa do Brasil em Santarém.