domingo, 18 de maio de 2014

sexta-feira, 16 de maio de 2014

VÍDEO: LANÇAMENTO DO LIVRO "SANTA ISABEL-RAINHA DE PORTUGAL"

Cobertura da monarquia.tv - TV Monarquia Portuguesa em Coimbra, no dia 7 de Maio ultimo, do lançamento do livro "Santa Isabel - Rainha de Portugal", com a apresentação de S,A,R., A Senhora Dona Isabel de Bragança.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

PARABÉNS ALTEZA REAL!

Celebra-se hoje o 69º aniversário de Sua Alteza Real, O Senhor Dom Duarte Pio, Duque de Bragança.
Dom Duarte Pio de Bragança nasceu em Berna, na Embaixada de Portugal aos 15 de Maio de 1945, Foi o primeiro filho de Dom Duarte Nuno de Bragança e de Dona Maria Francisca de Orleans e Bragança .Os seus padrinhos de Baptismo foram, por representação, o papa Pio XII a Rainha Dona Amélia de Orleans e a Princesa Aldegundes de Liechtenstein.
No dia 13 de Maio de 1995 casou-se com Dona Isabel Inês de Castro Curvelo de Herédia. Desta união nasceram Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, Dona Maria Francisca, Infanta de Portugal e Dom Dinis de Santa Maria, futuro Duque do Porto.

De quem sempre O considerou como o nosso Rei, o verdadeiro representante da Monarquia Portuguesa, os meus parabéns por este dia especial, com sinceros votos de felicidades, uma vida longa, com paz, saúde e muita alegria junto daqueles que mais ama.
Obrigada por toda a dedicação que tem dado ao país e que todos os portugueses vejam em Vossa Alteza o nosso futuro "Salvador" da Pátria! Que Deus O guarde!
VIVA O REI!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

19º ANIVERSÁRIO DE MATRIMÓNIO DE SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA


Os Duques de Bragança celebraram ontem 19 anos de casamento. Dom Duarte Pio e Dona Isabel de Herédia de Bragança trocaram alianças a 13 de Maio de 1995 numa cerimónia religiosa celebrada no Mosteiro dos Jerónimos.
Do casamento resultaram três filhos: Dom Afonso, Dona Francisca e Dom Dinis.

Revista VIP

terça-feira, 13 de maio de 2014

ENTREVISTA DE S.A.R., DOM DUARTE AO DIÁRIO DE PERNAMBUCO

Dom Duarte comentou que o Recife é a cidade preferida dele por conta da riqueza cultural. Foto: Divulgação Arquivo Pessoal
Nas comemoração dos 126 da Lei Áurea, assinada por sua bisavó materna, a princesa Isabel (1946-1921), concedeu esta entrevista ao Diario.
Os bigodes logo "denunciam". Sim, ele é português, mas, digamos, de alma brasileira. O Príncipe Dom Duarte Bragança de Orléans e Bragança, de 69 anos, é o herdeiro de um hipotético trono da República de Portugal e lá ele tem o tratamento de Duque de Bragança. Nas comemoração dos 126 da Lei Áurea, assinada por sua bisavó materna, a princesa Isabel (1946-1921), ele concedeu uma entrevista ao Diario e relembrou de momentos curiosos de passagens suas pelo Brasil, como numa viagem à Chapada Diamantina, em Minas Gerais, quando deixou de pagar uma multa porque o guarda reconheceu seu parentesco. "Ele disse: 'nunca fiz nada para agradecer à Princesa Isabel pelo que ela fez por mim! Não passo a multa, mas o senhor vem comigo ao posto da polícia para eu o apresentar ao pessoal", contou, por e-mail. A sua ligação com o 13 de Maio não termina por aí. Foi nesta data, em 1995, que ele celebrou seu casamento com Isabel de Castro Curvelo de Herédia, com quem tem três filhos. Na entrevista, Dom Duarte também fala de seu trabalho social, através da Fundação d. Manuel II, em países como o Timor Leste e as ex-colónias portuguesas na África do Sul. De Pernambuco, ele se diz fã e amigos dos escritores Ariano Suassuna e Gilberto Freyre, este último um dos maiores intelectuais em teses de valorização das relações entre o Brasil e Portugal. Em termos dinásticos, Dom Duarte não é príncipe do Brasil. Sua mãe, a princesa Francisca (1991-1968), se casou com um primo e Príncipe português, Dom Duarte Nuno (1907-1976). Ele é primo de primeiro grau do que os monarquistas convém chamar de chefe da família imperial, ou seja, o virtual imperador do Brasil caso a Monarquia ainda fosse o sistema de governo. O actual é Dom Pedro Carlos de Orléans e Bragança, de 68 anos, que vive em Petrópolis.


Entre os membros da Família Imperial Brasileira, a princesa Isabel ficou conhecida por entrar na história com a assinatura da Lei Áurea. Existe algum tipo de história familiar sobre a princesa que circula entre gerações?

A minha mãe contava histórias que tinha ouvido do seu pai (o príncipe Dom Pedro e Alcântara, filho mais velho da princesa Isabel), mas não me lembro de nenhuma em particular. Lembro-me melhor do que a minha mãe me contou sobre as viagens que fez no interior do Brasil com o meu avô, nas quais conheceu a realidade profunda desse extraordinário país. Tenho algumas experiências interessantes, como a de um dia, quando um polícia de  ascendência africana me estava passando uma multa por uma infração ao código da estrada (código de trânsito). Quando viu o meu nome no passaporte perguntou se eu era da família da Princesa Isabel. Perante a minha resposta positiva ele disse: 'Nunca fiz nada para agradecer à princesa Isabel o que ela fez por mim! Não passo a multa, mas o senhor vem comigo ao posto da polícia para eu o apresentar ao pessoal.' Tivemos um convívio muito animado com  a polícia de Diamantina, em Minas Gerais... é muito frequente brasileiros  serem particularmente alorosos comigo quando descobrem que eu descendo da princesa Isabel, que consideram uma verdadeira santa.

Existe algum ensinamento da princesa que é transmitido pela família?
Tento transmitir o seu sentido de responsabilidade perante o povo a que pertence, particularmente perante as comunidades mais desfavorecidas e as pessoas injustamente marginalizadas. Também uma das qualidades que a princesa tinha era saber ser simpática e carinhosa com toda a gente. 

Numa decisão inédita no mundo, um estado republicado o reconheceu como "herdeiro da coroa" em Portugal, em 2006, como Duque de Bragança. O cargo exige responsabilidades?
Em várias ocasiões tenho podido colaborar com o nosso governo. O caso que teve mais notoriedade foi a minha ação diplomática junto do governo e dos militares indonésios que levou a que após mais de 20 anos de ocupação de Timor português, eles aceitassem devolver a liberdade ao  povo timorense. Por esse motivo o Parlamento timorense decidiu dar-me a sua nacionalidade. Na votação, feita no Parlamento, esta iniciativa foi aprovada por unanimidade. Também consegui organizar um acordo de paz entre o governo de Angola e o Movimento que há 30 anos lutava para a independência do enclave de Cabinda e ainda liderei transações diplomáticas junto de monarquias árabes e na Síria.

No caso do Timor Leste, a Fundação D. Manuel II construiu casas...
Durante a ocupação indonésia visitei demoradamente Timor e tive vários encontros com os governantes e comandos militares indonésios e mantenho estas ligações ainda hoje. Eu colaboro com Timor através de iniciativas da Fundação Dom Manuel II que vão desde uma indústria tipográfica oferecida à Diocese de Baucau e que é a única do seu género em Timor até um projeto de desenvolvimento comunitário rural que está a ser desenvolvido agora. É para mim sempre uma alegria quando posso visitar este tão belo e simpático país. Recomendo a todos os brasileiros que possam, nomeadamente os que vão a Austrália ou a Bali, que aproveitem a oportunidade para também visitar Timor. Aliás, os timorenses ficaram muito gratos ao diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Melo pelo trabalho que desempenhou na difícil transição para a independência. Quanto às casas que se refere foram construidas em Portugal para alojar as famílias aqui refugiadas que fugiram quando da invação da Indonésia em Timor, em 1975.

Em 1972, logo após o fim de sua carreira militar, o Sr. prganizou uma lista independente de candidatos ao governo angolano. O Sr. era a favor da  independência da antiga colônia portuguesa? Foi esta a causa de sua expulsão do país?
Em 1972, muita gente tinha percebido que a política ultramarina portuguesa levava-nos para uma situação insustentável por ser injusta para com as aspirações políticas do número cada vez maior de africanos. No entanto, a grande maioria dos africanos percebiam que os seus países não estavam preparados para a independência e que os autodenominados "movimentos de libertação" eram em grande parte instrumentos de potências estrangeiras, principalmente da União Soviética e dos Estados Unidos da América. Por isso, um grupo de angolanos de todas as origens étnicas preparou uma lista de candidatos para as eleições ao Parlamento Português, no qual Angola tinha um certo número de deputados. Este movimento tinha como objetivo mais justiça social, maior participação política das populações locais, a todos os níveis, e uma maior integração e igualdade política e econômica entre todas as províncias ultramarinas portuguesas. Considerava, portanto, que a separação dos territórios, ou seja, a independência, seria nessa época a pior solução possível. O Primeiro Ministro português, Marcelo Caetano, queria meter Portugal na Comunidade Económica Europeia, por isso, e por pressões Norte Americanas, tinha planeado um golpe político no sentido de, como ele próprio 
disse, "criar novos Brasis". Foi por o nosso grupo está a interferir com esta manobra que ele me expulsou de Angola e São Tomé e Principe e intimidou os elementos que viviam em Angola e em São Tomé. Hoje é, infelizmente, muito claro que quem tinha razão éramos nós e muitos dos responsáveis de vários governos africanos estão de acordo comigo. Só depois de mais de 30 anos de terríveis guerras cívis, com centenas de milhares de mortos, ou mesmo milhões, é que voltou a paz e a normalidade política. Foram 30 anos perdidos para esses povos.

O título duque de Bragança não seria herdado pelos descendentes de D. Pedro I no Brasil?
A cidade de Bragança, que deu origem ao título, é uma cidade de Trás-os-Montes e, por isso, após a divisão do reino unido Portugal e Brasil, o título passou a ser usado pelos Príncipes herdeiros em Portugal. 

O Senhor acredita na volta da Monarquia? Tanto em Portugal como no Brasil?
Nas Monarquias europeias os estados têm políticas sociais muito mais avançadas do que na maioria das repúblicas. O mesmo se pode dizer, por exemplo, entre o reino do Canadá e as duas repúblicas do continente norte-americano, ou entre os reinos da Áustrália e da Nova Zelândia e as repúblicas da área do Pacífico, entre o império Japão e as repúblicas vizinhas, etc... Como isto não pode ser pura coincidência, conclui-se que é influência da instituição Real que permitiu estes resultados melhores. O mesmo se pode dizer de reinos noutra áreas do mundo, como a Tailândia, etc... Os interesses dos poderosos grupos econômicos é que preferem os regimes republicanos que eles compram e controlam mais facilmente e, por isso, os livros de história e a imprensa, controlada pelos interesses econômicos, são geralmente republicanas. Para uma análise inteligente, não se pode comparar situações atuais com as de há 100 anos atrás, como por exemplo comparar a monarquia brasileira com a atual república. As vantagens de um Rei como chefe de Estado em democracia são a sua independência política, uma influência que dá estabilidade à vida dos países, 
a existência de um árbitro ou juiz verdadeiramente livre de pressões. Quem aceitaria que no futebol o juíz do jogo pertencesse a um dos clubes? 
Porém nas repúblicas os presidentes quase sempre pertencem a um dos partidos e, para serem eleitos, precisam de muito dinheiro. De algum modo também se pode dizer que o Rei tem uma "formação profissional" para o cargo que vai assumir, que raramente um candidato a presidente terá. Não posso terminar sem salientar que o Recife é a minha cidade brasileira preferida pelo interesse cultural de tanta gente, desde o nível dos poetas e repentistas populares até algumas das figuras mais brilhantes da cultura lusófona, como Gilberto Freire e o meu grande amigo Ariano Suassuna.
Diário de Pernambuco, 11 de Maio de 2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

APRESENTAÇÃO DO LIVRO COMER BEM SEM SACRIFÍCIOS

Para todos os que marcaram presença nestes dias de apresentação do livro " comer bem sem sacrificios" o meu bem hajam , pois para quem trabalha, como eu, nestes projectos significa muito a presença de quem nos quer bem! partilhar as alegrias e as tristezas são a missão dos amigos ! Aos que a camara não registou mas que lá estiveram também o meu bem hajam — com Rui Teixeira e D. Duarte Pio de Bragança.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

LANÇAMENTO DO LIVRO "SANTA ISABEL - RAINHA DE PORTUGAL"

A TV Monarquia Portuguesa esteve presente e fez reportagem ontem, em Coimbra, onde S.A.R., A Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, co-apresentou, nos claustros do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, a obra "Santa Isabel - Rainha de Portugal", da autoria do Padre Professor Doutor José Miguel Pero-Sanz. Brevemente exibiremos a vídeo-reportagem do evento.

Mais fotos AQUI

terça-feira, 6 de maio de 2014

"MUITOS DOS NOSSOS GOVERNOS VENDERAM A AGRICULTURA EM TROCA DE COISAS POUCO ÚTEIS"

A Feira Internacional Agropecuária de Estremoz (Fiape), recebeu na edição de 2014 a visita de Dom Duarte, Duque de Bragança, no último dia da feira.
O herdeiro da coroa portuguesa foi recebido no stand da Câmara Municipal de Estremoz, pelo autarca local, Luís Filipe Mourinha, que o acompanhou na visita ao stand da Real Associação do Centro e Alto Alentejo, seguindo-se depois um almoço com simpatizantes e apoiantes.
Em entrevista exclusiva à Rádio Campanário Dom Duarte Pio começou por dizer que o Alentejo “é uma província onde mais se tem mantido a cultura portuguesa, o patriotismo, com uma agricultura eficaz e próspera”, referindo, que o Alentejo dá um grande exemplo a todo o país, a preservação da arquitectura rural das vilas e das cidades históricas, em quase todo o Portugal a arquitectura tem sido vandalizada, destruída”.
Dom Duarte vai mais longe para dizer que vale a pena visitar a Fiape, “é muito interessante a pecuária, o artesanato e a cultura local” acrescentando que “a filosofia de muitos dos nossos Governos que venderam a agricultura as pescas e muita da nossa actividade em troca de subsídios para fazerem autoestradas, expos e uma série de coisas pouco úteis, para não dizer francamente inúteis”.
Na parte da tarde o herdeiro da coroa portuguesa, Dom Duarte Pio, visitou o Museu Municipal Professor Joaquim Vermelho, onde Dom Duarte foi convidado a integrar a Comissão de Honra de apoio à candidatura dos Bonecos de Estremoz a Património Cultural Imaterial da Humanidade, pela UNESCO, a arte que se mantém inalterada desde o Século XVII.

DOM DUARTE DE BRAGANÇA - IRMÃO HONORÁRIO

Sua Alteza Real D. Duarte de Bragança aceitou o convite para ser Irmão Honorário da Confraria das Almas do Corpo Santo de Massarelos. Atendendo a que ao longo da nossa história vários Monarcas integraram esta Confraria, logo a começar pelo Infante D. Henrique, que foi o seu Primeiro Juiz-Provedor Honorário, esta entronização enche-nos de orgulho. A Cerimónia decorrerá na Eucaristia Solene das Festas de S. Telmo 2014, que se realizará no próximo dia 26 de Abril, e cujo programa completo será brevemente divulgado.
Confraria das Almas Corpo Santo

sábado, 3 de maio de 2014

SONDAGEM ESCONDIDA DA COMISSÃO PARA O CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

Publicado em 14/01/2014 Em 2010 a comissão para as comemorações do centenário da republica realizou uma sondagem em que 40% dos inquiridos afirma-se como não sendo republicanos. Esta sondagem foi escondida. Esta sondagem tem de ser tornada publica.