segunda-feira, 7 de abril de 2014

ESTÍMULO À INVESTIGAÇÃO COM PRÍNCIPE DA BEIRA E DUQUE DE GUIMARÃES

«“Guimarães quer afirmar-se pelo conhecimento e pela ciência”. Foi a mensagem vincada, ontem, pelo presidente do município, Domingos Bragança, na cerimónia da celebração do protocolo “Prémio Príncipe da Beira e Duque de Guimarães à Investigação e Ciência”, englobando a Fundação Dom Manuel II, representada por Dom Duarte Pio, a Universidade do Minho, representada por Ana Rosa Vasconcelos e ainda o município de Guimarães.

Domingos Bragança fez alusão à marca histórica da cidade como Património da Humanidade e como referência cultural. Sublinhou que o caminho a seguir, numa estreita ligação com a Universidade, é a aposta no conhecimento com o objectivo de transmitir esse conhecimento para a sociedade e, também, para a economia.
Destacou o “reconhecimento mundial” pelos resultados do Grupo 3B's da UMinho, localizados no Avepark, e aproveitou a ocasião para frisar que os 6 quilómetros de estrada que faltam realizar na ligação deste pólo à auto-estrada é uma prioridade para a alavanca do potencial que ali se produz.
“A excelência da investigação” mereceu a atenção de Dom Duarte, registando que é o primeiro protocolo deste género realizado pela Fundação Dom Manuel II. Tudo começa em Guimarães, mas não descura a abertura a outras regiões e até aos países da Lusofonia.
O prémio, no valor de 15 mil euros, reconhecerá anualmente um plano de trabalhos a realizar por um(a) investigador(a), de nacionalidade portuguesa ou estrangeira, incluindo estudantes oriundos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e com idade inferior a 40 anos.
Visa igualmente promover o apoio à investigação básica e translacional na área das Ciências, contribuindo para o desenvolvimento de terapias avançadas, além de impulsionar o desenvolvimento de uma nova geração de investigadores multidisciplinares com formação focada nas áreas de Engenharia de Tecidos e Medicina Regenerativa, entre outras.
A atribuição desta bolsa tem ainda como objectivo fortalecer a capacidade de atrair recursos humanos altamente qualificados, a nível nacional e internacional, através de uma política de colaboração activa interinstitucional envolvendo diferentes instituições de investigação e entidades financiadoras.»
Correio do Minho, 7 de Abril de 2014

VÍDEO DA MISSA DE ACÇÃO DE GRAÇAS, 18º ANIVEERSÁRIO DE S.A.R., DOM AFONSO, PRÍNCIPE DA BEIRA

monarquia.tv

domingo, 6 de abril de 2014

PELA INSTITUIÇÃO REAL

A actividade política não visa apenas a conquista do poder, mas criar condições institucionais pelas quais a continuada conversação torna possível tanto a convivência plural de  diversas racionalidades quanto linhas de continuidade, objectivos comuns à democracia.

sábado, 5 de abril de 2014

EM MONARQUIA, OUTRA JUSTIÇA

Um País para se projectar na senda do desenvolvimento tem que consolidar três pilares fundamentais de qualquer Estado de Direito: saúde, educação e Justiça. Ora, a Justiça em Portugal é, nos dias que correm, o paradigma da inépcia e, muitas vezes, da inércia. A Justiça tem forçosamente que dar resposta célere aos problemas que lhe são colocados, sob pena de serem suscitadas as maiores injustiças.
Uma vez que, desde que surgiu, o Homem sempre se organizou em comunidade, em sociedade, foi necessário criar normas que o subtraíssem do arbitrário e definissem a conduta humana em sociedade, daí “onde há sociedade, há direito”. Se há ordem, tem que haver ordem jurídica! Tem que haver normas jurídicas para dirimir os conflitos de interesses que fatalmente surgem nas relações sociais.
Todos vivem sob o Direito!
Assim, direito será o conjunto de normas de conduta social, emanadas pelo Estado e asseguradas pelo seu ius imperium.
Assim, uma ordem jurídica visa atingir dois valores: a segurança e a Justiça!
Se é certo que o Direito é o mínimo ético, não é menos verdade que entre Moral e Direito existem grandes zonas de convergência, sendo mesmo insustentável uma sociedade alheia aos conceitos morais dessa sociedade, devendo ficar de fora do direito os usos prejudiciais, e, acautelados os que tiverem bondade.
Assim ao Direito impende a organização das relações sociais segundo a Justiça – seu grande objectivo – o que faz através de normas jurídicas. As normas jurídicas possuem três características são: Imperativas; Gerais e Abstractas; e Coercivas!
É da análise da generalidade que constatámos que a norma jurídica refere-se a toda uma categoria mais ou menos ampla de pessoas e não a destinatários singularmente determinados. Já a abstracção implica que a norma se aplique a um número indeterminado de casos ou a uma categoria mais ou menos ampla de situações e não a situações concretas e abstractas, por isso a Justiça é caracterizada com os olhos vendados e uma balança equilibrada, pois tem de garantir a imparcialidade, de ser igual para todos, não caindo na injustiça do tratamento diferenciado, garantindo o princípio da igualdade.
É nos momentos de legislar e de aplicar o direito que se tem que ter especial cuidado para que seja garantido o princípio da igualdade, ou seja garantir que a Lei é igual para todos, independentemente, da classe ou qualquer outro elemento diferenciador dos sujeitos, sob pena de negação do Direito e da Justiça.
A falta de Celeridade processual nas instituições que aplicam a Lei, os Tribunais, é hoje o principal obstáculo à realização de uma Justiça recta e imparcial.
Ora esta falta de celeridade sempre foi considerada um dos principais óbices ao “fazer justiça”, pelo que no tempo dos nossos antigos e amados Reis, os próprios monarcas sempre recomendaram aos agentes judiciais que tivessem em atenção essa questão que poderia perigar a justiça efectiva.
O ceptro era não só o símbolo do poder real, conceito herdado do tempo dos Césares, mas o símbolo que representava a Justiça. O Rei injusto seria um castigo enviado ao Povo, pelo que o próprio monarca cuidava para que tal maleita não viesse de forma alguma a acontecer.
O primeiro conjunto de leis portuguesas é da autoria de Afonso II e visaram principalmente temas como a propriedade privada, direito civil e cunhagem de moeda.
Mas o pai do “Estado Português”, foi sem dúvida Afonso III, pois determinado a não cometer os mesmos erros do irmão, El-Rei dedicou especial cuidado à classe média de mercadores e pequenos proprietários, auscultando os seus queixumes. Também, distribuiu alcaides pelos castelos e juízes pelas diferentes vilas e terras do reino com o propósito de estabelecer um poder legal com o qual todos os habitantes do Reino português mantivessem uma relação de igualdade. O Rei foi muito querido pelos portugueses por essas decisões e outras como a da abolição da anúduva – imposto do trabalho braçal gratuito, que obrigava as gentes a trabalhar na construção e reparação de castelos e palácios, muros, fossos e outras obras militares, ou, ainda, por nas Cortes de Leiria, em 1254, na primeira destas assembleias gerais do reino, com representantes de todos os espectros da sociedade. Dom Afonso III preparar legislação que restringia a possibilidade das classes altas cometerem abusos sobre a população menos favorecida.
Depois, socorramo-nos das palavras de Fernão Lopes, in Crónicas, descrevendo a actividade de Juiz Supremo d’ El-Rei Dom Pedro I: “Trabalhava-se quando podia de as gentes não serem gastadas, por azo de demandas, e prolongados preitos”. Ou seja nas suas Ordenações, o Rei cuidava para que as pessoas não andassem demasiado tempo em conflito judicial, nem tão pouco gastassem muito dinheiro com o pleito.
Bem diversa é a situação contemporânea em que o acesso ao Direito é negado pela forma mais limitativa: as custas judiciais. Incapazes de fazerem face às despesas com a justiça – sobrecarregada com taxas judiciais – poucos são os que têm capacidade de recorrer aos tribunais para realizar os seus direitos, e muitas vezes recai nos Advogados que exercem o patrocínio oficioso o ónus de defender esses direitos quase em regime pro bono e sem poder lançar mão de todas as “ferramentas” necessárias à justa composição da lide, limitados que estão pelo defeito do sistema que onera demasiado a produção de prova não testemunhal.
Bem diferente era pois a posição do Reformador, Dom Pedro I, que ordenava que fosse logo despachado o que estava nessas condições para que as partes in casu concreto não andassem em “demanda prolongada nem façam despesas grandes”, ou seja, El-Rei exigia uma justiça célere e que não fosse dispendiosa quer para as partes quer para o Estado.
Parece-nos pois que noutros tempos, os da Monarquia, também, eram outros os exemplos!
 Miguel Villas-Boas / Membro da Plataforma de Cidadania Monárquica

sexta-feira, 4 de abril de 2014

CONTINUIDADE E TRADIÇÃO COMO GARANTIA DE PROGRESSO

É pois motivo de júbilo para os portugueses assinalar-se a maioridade de S.A.R. o Senhor D. Afonso, Príncipe da Beira, digno representante de toda a Nação Portuguesa

A tradição e a cultura (língua e obras) são os alicerces duma nação corporizada por um povo que a herda, administra e projecta para o futuro. O Príncipe, como primus inter pares, encarna os desejos e expectativas da comunidade que representa e de que procede. Estamos no domínio da metapolítica que nos concede superar uma concepção meramente administrativa ou aritmética da coisa pública. E repare-se como não ficamos obrigatoriamente amarrados a uma simples questão de fé: para os não crentes numa ordem transcendente, a questão pode ser perspectivada no âmbito da simbologia, dimensão fundamental para a sustentação de um tácito contrato comunitário, a encarnação de uma realidade abstracta, a que se confere assim a harmonia necessária à adesão emotiva.
No que diz respeito à perspectiva estritamente política, nunca é de mais relembrar que a chefia hereditária do Estado, que maioritariamente subsiste legitimada pela história nos países europeus mais desenvolvidos, é um factor de equilíbrio e de religação nacional, último reduto da unidade identitária e dos valores perenes do ideal comum, sempre ameaçados pela mecânica democrática, cujo exercício por natureza exacerba a luta faccionária, compele à desagregação e à descrença por via da erosão de uma conflitualidade permanente, através da rivalidade e conflito entre partidos, grupos de interesses, económicos, profissionais ou estéticos.
É pois motivo de júbilo para os portugueses assinalar-se a maioridade de S.A.R., O Senhor Dom Afonso, Príncipe da Beira, digno representante, com Seu Pai, de toda a nação portuguesa. As celebrações iniciam-se amanhã dia 25 de Março com uma missa de acção de graças na Igreja da Encarnação (ao Chiado). Trata-se da comemoração da promessa da continuidade na direcção dos nossos filhos e netos, duma noção de pátria que é acima de tudo espaço, tempo e uma alma enorme de 900 anos.
João Távora, Consultor de Comunicação - Jornal i

O CANCRO DA REPÚBLICA

Numa entrevista ao Diário de Notícias, S.A.R., O Duque de Bragança realçava, e bem, a ubiquidade da corrupção e as suas consequências nocivas à nossa sociedade. Se é incontestável que a grande maioria dos nossos governantes, independentemente da suas capacidades pessoais, é honesta e bem-intencionada, concorde-se ou não com a sua política, é igualmente indiscutível que há uma minoria que abusa da sua posição descarada e impunemente, quer em mérito próprio quer por objectivos menos claros. A forma como o faz sugere uma extensa rede de interesses obscuros, e transmite uma exemplo de facilitismo e impunidade, um cancro rapidamente espalhado por quem não entende estar a ser profundamente desrespeitado. Refere também o Senhor Dom Duarte estudos internacionais que poriam Portugal ao nível da Dinamarca não fosse este problema endémico à nossa realidade republicana. Acrescenta ainda que no caso dos países europeus com chefias de estado independentes (as monarquias modernas), os níveis de corrupção são menores.

A Transparency International é uma organização internacional, presente em mais de 100 países, financiada de forma aberta e gerida por um conjunto de profissionais reconhecidamente independentes. Em Portugal é representada pela associação cívica "Transparência e Integridade". O seu único objectivo é o combate à corrupção e publica anualmente um Índice de Percepção de Corrupção que mede níveis de corrupção nos sectores públicos de 177 países e territórios. Recentemente publicou o índice para 2013. A Dinamarca aparece em primeiro lugar. Portugal no 33º.

A Transparency International é uma organização internacional, presente em mais de 100 países, financiada de forma aberta e gerida por um conjunto de profissionais reconhecidamente independentes. Em Portugal é representada pela associação cívica "Transparência e Integridade". O seu único objectivo é o combate à corrupção e publica anualmente um Índice de Percepção de Corrupção que mede níveis de corrupção nos sectores públicos de 177 países e territórios. Recentemente publicou o índice para 2013. A Dinamarca aparece em primeiro lugar. Portugal no 33º.


Dos cinco países com maior transparência, que demonstram um maior respeito pelos seus concidadãos, quatro são monarquias constitucionais. Dos primeiros 10, sete são monarquias. Mais notável é o facto de todas as monarquias ocidentais - com a excepção de uma - estarem entre os 20 países menos corruptos a nível mundial.

Não se trata de um mero acaso ou acidente estatístico, mas sim resultado da influência da isenção política e representatividade suprageracional da Instituição Real.

A Monarquia funciona.

Luis Lavradio

quinta-feira, 3 de abril de 2014

FAMÍLIA REAL PORTUGUESA ESTARÁ SÁBADO NO CONCELHO DE GUIMARÃES

SS.AA.RR., os Duques de Bragança, com o Presidente do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, Dr. Ricardo Costa.


 "O Presidente do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, Dr. Ricardo Costa, vem por este meio informar que, no âmbito das celebrações do 18º Aniversário, a celebrar na  Cidade de Guimarães, de Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, a Família Real Portuguesa estará presente dia 5 de Abril no jantar Solidário a realizar pelas 20h, na Quinta da Granja, em Balazar, Guimarães. As receitas angariadas com o jantar, que terá o valor de 25 euros, servirá para ajudar a financiar a conclusão da construção do futuro Lar de Idosos. O evento terá como Embaixatriz Sua Alteza Real a Duquesa de Bragança.
Agradecemos confirmação para o email jantar.solidário44@gmail ou para o telemóvel 919877974

Sem mais de momento, subscrevo-me
O Presidente da Direcção,
Ricardo Costa"



 JANTAR SOLIDÁRIO


Programa de visita da Família Real Portuguesa a Guimarães - Prémio Príncipe da Beira à Investigação e Ciência.
A TV Monarquia marcará presença e irá fazer cobertura televisiva do mesmo.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

TAIPAS: ANGARIAÇÃO DE FUNDOS PARA O NOVO LAR DE IDOSOS

No âmbito da celebração do 44º aniversário, o Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, sedeado em Caldas das Taipas, promove, no próximo dia 5 de Abril, um JANTAR SOLIDÁRIO, cujos fundos angariados reverterão para a construção do Lar de Idosos, que a instituição pretende inaugurar em meados deste ano.

O evento realiza-se na Quinta da Granja, freguesia de Balazar, concelho de Guimarães, e tem como grande propósito a angariação de fundos que ajudem a completar a obra da nova Estrutura Residencial para Idosos, um equipamento que os responsáveis pela instituição das Taipas consideram essencial e muito benéfico para a comunidade, não só do concelho vimaranense, mas igualmente do distrito de Braga.
A inscrição para o JANTAR SOLIDÁRIO tem o custo mínimo de 25€ e pode ser efectuada na secretaria do Centro Social ou através do telefone 253 577 459.A Direção do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa solicita a adesão de toda a população local e, em especial às empresas do concelho que se associem a esta iniciativa solidária.
Até ao momento, estão garantidas as presenças dos Duques de Bragança, Dom Duarte Pio e esposa, sendo que Dona Isabel de Bragança aceitou o convite da instituição para ser a embaixatriz do evento, o que muito honra todos os responsáveis e colaboradores do Centro Social.
Quem também já confirmou a sua presença no evento foi a modelo Fiona Bunnet, o treinador de futebol Mariano Barreto e esposa e ainda José Pereira, presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol.
A presença de outras figuras públicas na iniciativa solidária da instituição será oportunamente comunicada.
O Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa agradece, desde já, a toda a Comunicação Social toda a divulgação do evento, pois considera-o essencial para a conclusão de um projeto essencial à freguesia, ao concelho e até ao distrito.
*** Nota do Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa ***
Correio do Minho

segunda-feira, 31 de março de 2014

MADEIRA FILM FESTIVAL APRESENTADA EM LISBOA COM A PRESENÇA DE S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE

A terceira edição do Madeira Film Festival foi apresentada oficialmente, em Lisboa, com a presença de SAR Dom Duarte, Duque de Bragança, dado que a edição de 2014 conta com o patrocínio da Casa Real Portuguesa.
“Desde que visitei a Madeira, quando tinha dez anos, fiquei apaixonado pela beleza da paisagem natural madeirense e cada vez que vou lá fico envolvido e preocupado se as populações e as autoridades preservam ou, ao contrário, deixam destruir a paisagem”, referiu, lamentando que, muitas vezes, “a paisagem não seja respeitada”.
Em relação ao festival, disse que “tem um grande valor de, a nível nacional e internacional, promover a defesa das áreas selvagens da Madeira”.
Quanto ao sucesso do MFF, afirmou que “depende muito do apoio dado, desde autoridades até à população em geral e à imprensa”, já que será por estas questões que o festival pode ter “sucesso”.
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sábado, 29 de março de 2014

CELEBRATION AT TH GRÉMIO LITERÁRIO - 13TH MARCH 2014

What an event!  This was a major celebration which took place at the exquisite Portuguese literary Club, the Grémio Literário in the Chiado, downtown Lisbon, on 13th March 2014.
It was a formal lunch, attended by the Duke of Bragança, and by the British Defence Attaché to Portugal, Commander James Lowther and over 55 other members and guests of the thriving Royal British Club in Portugal.  It was held in the gleaming Louis XVI dining room of the Grémio which was packed to capacity.  The panoromic views from this Club look over Lisbon, down the hill to Praça de Comércio and the Tagus.
The Chairman of the Club, Philip Portal, welcomed everyone and introduced everyone to the reciprocal arrangement which the Royal British Club has entered with the Grémio Literário. This will be one of many such lunches and events at the Grémio and its members are now entitled to the use of its premises and facilities.
He then introduced Executive Committee member Miguel Carvalho Cerqueira, who has continued his family tradition of belonging to the Grémio Literário. Miguel gave an excellent exposé of the Club, of its history and of his hopes for the Royal British Club's involvement over the coming year.
This is one of many events on the RBC calendar for this year: on April 1st there will be a cocktail at the Estoi Palace in the Algarve, hosted by the Club's President, Her Majesty's Ambassador to Portugal, Jill Gallard.  Every month there is a Happy Hour cocktail in Cascais as well as other networking, social and cultural events. This year for example in addition to the regular lunches there will be a wine and cheese tasting event in May, a visit to a cork estate to see the cork stripping in action and a day's trip to one of the most lively ancient Portuguese hunting lodges.

EM WASHINGTON TAMBÉM SE CELEBRA A MAIORIDADE DO PRÍNCIPE DA BEIRA

Também o nosso associado Sérgio H.Coimbra, jornalista em Washington, celebrou a maioridade do Príncipe da Beira
 
  
 
Fonte: Real Associação da Beira Litoral