quinta-feira, 31 de março de 2011

LE PRINCE CHARLES RENCONTRE LE DUC ET LA DUCHESSE DE BRAGANCE


Au Palais de Monserrate à Sintra, le prince de Galles a rencontré le duc et la duchesse de Bragance. Dom Duarte et son épouse Isabel assistaient également au dîner donné au Palais de Queluz. - (Copyright photo : Getty images)
Noblesse de Royautes 
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Fotos: WireImage

A VIDA E A MORTE DA RAINHA DONA AMÉLIA - SÉCULO ILUSTRADO

REPORTAGEM GRÁFICA - ERA UMA VEZ UMA PRINCESA
(Clique nas imagens para ampliar)
Século Ilustraso Nº 722 de 3 de Novembro de 1951
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Agradeço ao Senhor Dr. José Lopes de Vilhena o envio deste artigo precioso da nossa Grande Rainha de Portugal, S.M., A Rainha Dona Amélia. Bem haja!


RAZÕES QUE DECIDEM A EXCLUSÃO DE DOM PEDRO DA SUCESSÃO NO REINO DE PORTUGAL

Todas as razões, ou fundamentos dos Direitos do Senhor Dom Miguel ao Throno de Portugal podem commodamente, para sem dificuldade se perceberem em hum ponto de vista, reduzirem-se a duas classes:
Primeira, das que demonstrão com evidencia a justiça da exclusão do Senhor Dom Pedro, seu irmão mais velho, da Sucessão ao mesmo Throno. Segunda, das que demonstrão em igual evidencia a legitimidade da Accessão do Senhor Dom Miguel aquella Sucessão pela exclusão do Senhor Dom Pedro.
As razões, ou fundamentos da 1ª classe também se podem reduzir a seis e as da 2ª classe a outras seis; mas as seis da 1ª classe acrescentarei mais três, menos decisivas, mas subsidiárias, e de grave reforço.
1ª PARTE
Em 1ª classe = Razões, que decidem incontestavelmente a exclusão do Senhor Dom Pedro, não obstante a sua naturalidade, e Primogenitura.
O Senhor Dom Pedro, bem que nascido em Portugal, e primogénito do Senhor Rei Dom João VI, perdeo os Direitos, que huma, e outra qualidade lhe davam à Coroa de Portugal.
Porque muito por seu querer e escolha se fez Estrangeiro (1) a Portugal, passando a ser Soberano independente, e Imperador do Brasil, tendo-se por isso desligado este absolutamente de Portugal.
Porque o Senhor Dom Pedro, Filho, e Vassallo do Senhor Dom João VI Rei de Portugal, não só aprovou, e favoreceo a Rebellião do Brasil, mas se apresentou à testa dos Rebeldes, e Revolucionários, como seu Chefe; desmembrou do Reino de Portugal aquella importantíssima Colónia, elevada por seu Pai á qualidade de Reino; e até se declarou a si próprio solemnemente perpetuo Defensor do paiz rebellado (2).
Porque os Senhor D. Pedro, além de separar da Mãi Pátria aquelle Estado, fez declarada guerra (3) offensiva a Portugal, sua Patria; e tudo isto para sustentar a Rebellião do Brasil, e a desmembração, e usurpação de huma dos mais interessantes, e consideraveis Dominios de Portugal.
Porque o Senhor Dom Pedro propoz-se, empenhou-se, e fez quanto em si estava, para por meio da sua Carta Constitucional (4), que mandou jurar em Portugal, desmanchar, e destruir arbitrariamente as Leis fundamentais deste Reino, e o que havia de mais venerável em suas Instituições, assim pela sua antiguidade, e inalterável observância, como pelas suas vantajosas, e experimentadas utilidades.
Porque o Senhor Dom Pedro, como Imperador do Brasil, se obrigou a residir sempre no Brasil, e não pode vir residir em Portugal; residência esta absolutamente indispensável para poder succeder na Coroa de Portugal (5).
Porque o Senhor Dom Pedro mesmo positiva, e expressissimamente declarou que nada queria de Portugal, e até reconheceo mui solenemente que, sendo Imperador do Brasil, não podia ser Rei de Portugal (6).
In "Golpe de Vista..." , atribuído a Frei Fortunato de São Boaventura, 1829.
Ver texto completo AQUI

quarta-feira, 30 de março de 2011

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA MARCOU PRESENÇA NO CASAMENTO DA FILHA DE PAULO TEIXEIRA PINTO, PRESIDENTE DA CAUSA REAL

A filha de Paulo Teixeira Pinto, Presidente da Causa Real, e Paula Teixeira da Cruz casou-se este sábado passado, dia 26, na Igreja da Madre de Deus, em Lisboa, com Tiago Moreira da Silva. Entre os muitos convidados, estiveram na cerimónia Dom Duarte de Bragança. O copo-d´água, realizou-se no Convento do Beato, em Lisboa.
Fotos: LUX e Caras.

ALCÁCER QUIBIR

Uma crise política em cima de uma crise financeira poderá empurrar-nos, sem dúvida, para uma crise económica. Saltitando de crise em crise, os nossos políticos, a coberto da sua irresponsabilidade, preparam-se para atacar o que puderem até ficarmos sem nada. Sem tostões, já se sabe, necessários que são para tapar os buracos de milhões que foram semeando. Mas não seremos apenas esportulados dos nossos cabedais. Esta néscia prodigalidade de aventureiros e mentirosos acabará por levar-nos também a esperança e a honra. A esperança, como se diz, é a última a morrer, mas ninguém alguma vez sustentou a sua imortalidade.
Sem honra nem esperança, lá voltaremos ao estado de indigência a que julgávamos não ter de tornar. Hoje, mais do que nunca, está em causa a própria independência de Portugal. Não falo de um conceito clássico ou formal de independência. Abolidas de certo modo as fronteiras (que as tínhamos bem traçadas desde 1249), a noção de independência como que se transmutou. Aconteceu com a soberania o que se passou com a cerveja. Hoje, a nossa independência é, por decorrência de tratados a que o povo português é alheio, mera cerveja sem álcool.
Não quero com esta conclusão questionar o que considero positivo aprofundamento europeu. Quero apenas significar que hoje, e muito por causa desse aprofundamento, as armas que temos para nos defendermos da adversidade da conjuntura são em menor número e com muito mais escasso poder de fogo. Falo, lembro, de independência. Falo da capacidade de regermos, sempre orientados pelo bem comum, o nosso destino colectivo. Acocorados diante dos nossos credores, enganados pelos nossos decisores e esganados pelos nossos prometidos salvadores, seremos tragados em menos de um fósforo.
Penso que só evitaremos este novo Alcácer Quibir se lutarmos, com o que temos, pela nossa independência. Falo, repito, de independência. A identidade, essa marca que nos torna a nós portugueses, para o bem e para o mal, tão diferentes dos outros povos, ninguém a pode alienar. É nossa e inalienável.
Resta-nos, pois, resistir. Neste tórrido deserto em que nos puseram temos de saber reagir. Sobre estas novas areias marroquinas, não podemos usar outras que não sejam as armas que ainda nos restam. A fé e a verdade que enfunaram as nossas velas. A sabedoria e a coragem que nos levaram à Índia. O engenho e a arte que nos fizeram poetas. O orgulho e a diversidade que talharam a lusofonia. São estes os nossos mais preciosos activos. À ameaça dos tostões temos de responder com a força e a determinação dos nossos indómitos corações. Com genuína vontade de varrermos a imundície com que somos confrontados e tomarmos as rédeas do nosso destino. Falam-nos da severidade dos credores. Falemos antes da benignidade dos nossos valores. Os valores de ontem que são também os de sempre. Restauremos a honra da nação. Resgatemos a dignidade do Estado. “Se Deus quiser, há-de brilhar de novo a Coroa sobre as Lusas armas” (Fernando Tavares Rodrigues).
Nuno Pombo*
* Nota: o texto publicado é da exclusiva responsabilidade do autor.
Texto publicado no Diário Digital a 22-Mar-2011
q u i n t a - f e i r a . c o mhttp://www.monarquia-online.co.pt/
A MONARQUIA EM PORTUGUÊS NA INTERNET

terça-feira, 29 de março de 2011

FOTOS: SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA NO BANQUETE EM QUELUZ OFERECIDO AO PRÍNCIPE CARLOS DE INGLATERRA, NO DIA 28-03-2011

SS.AA.RR., Os Duques de Bragança ficaram na mesa do Príncipe Carlos
Foi oferecido ontem à noite, dia 28 ao Príncipe Carlos de Inglaterra e à Mulher, Camilla Parker-Bowles, que estão de visita oficial ao nosso país até amanhã, dia 30, um jantar de gala no Palácio de Queluz. Entre os 100 convidados deste banquete estiveram presentes personalidades de várias áreas, principalmente Suas Altezas Reais, Os Senhores Duques de Bragança, Senhor Dom Duarte e Senhora Dona Isabel, os verdadeiros anfitriões do Palácio de Queluz.
A Duquesa da Cornualha vestiu-se de azul que é a cor do país para cumprimentar os Reis de Portugal!!!

DA DGNIDADE DA POLÍTICA

A crise da Política vem de Maquiavel: não apenas distinta, mas separada da Religião, deixou de ser «arte régia» para se reduzir a mera técnica. A partir daí, todas as desgraças lhe podiam acontecer – desde a insuportável arrogância, até à definitiva humilhação.
Quando Pascal, aceitando o golpe cartesiano e apoiando-se em terminologia matemática, estabelece a teoria das «ordens», faz da helénica «arte régia», já abençoada pelo Espírito de Cristo, nada mais que um «reino da concupiscência». Falsa imagem, ou caricatura, do «Reino da Caridade», a que só Deus preside, a Política não vai além de um pobre sistema de relações entre o Príncipe, que é dono dos bens desejados pelos súbditos, e os pobres súbditos, cuja condição se define pelo desejo desses bens.
O Iluminismo, que transforma as mentalidades, preparando a era das ideologias, confunde as realidades e os problemas, diviniza o humano, humaniza o divino, e destrói a ordem das faculdades humanas.
Quando o imenso progresso das ciências físicas torna mais necessário um sistema de valores, é que o antropocentrismo de raiz renascentista rejeita a tradição teocêntrica. Então, o homem individual deixa de ser olhado como pessoa, sede e fonte de valores espirituais, imagem e semelhança do Criador, para surgir, ou como sol absoluto, ou como simples átomo da natureza.
A política perdeu, assim, a sua dignidade. O individualismo filosófico vai conduzir, quer ao liberalismo inquieto, quer ao totalitarismo massificante.
A humanidade de hoje tem necessidade de tomar consciência dos valores políticos, integrados num autêntico humanismo. Como ensinou S. Tomás de Aquino, a Política deve – e pode – preparar as comunidades para a salvação. Não tem poder salvífico; mas é propedêutica da salvação.
Henrique Barrilaro Ruas - (este artigo constitui o último texto publicado em vida do autor, in Lusitana Antiga Liberdade, Terça-feira, 24 de Junho de 2003)

segunda-feira, 28 de março de 2011

CARTA DE S.M., A RAINHA DONA AMÉLIA AO BISPO DE COIMBRA

«Lamento muito, e só Deus sabe quanto me custa, que, da Religião que é tão boa e necessária para, todos ricos e pobres, governantes e governados, se esteja fazendo partido e causa política, e nunca aprovarei os que assim procedem, tanto de um lado como do outro.»
Monarquia

IDEAL REAL

“E, maximamente, o Monarca que, sem dúvida deve ser considerado o servidor de todos. Pelo que podemos ora compreender que o Monarca, na eleição das leis a promulgar, se determina pelo fim. À boa organização do mundo é pois necessária a Monarquia.” DANTE
I. O Rei é a representação viva, isto é, a encarnação num só momento e numa só pessoa de toda uma comunidade em todo o tempo. O Rei é, portanto, o que de singular vive no individuo colectivo.
II. O Rei reina, não administra. Não é um simples governante. É o primeiro servidor da Grei. Não foi eleito porque ainda é e sempre continuará a ser o que já foi. Só se elege o que ainda por vir a ser de entre todas as hipóteses que podiam ter sido e não foram nem serão. Não o que é porque é. O Rei não concorre contra ninguém, portanto não está contra alguém. Cumpre um dever solitário que a mais ninguém assiste porque só a ele vincula: a obrigação de ser fiel no presente à memória dos que , já mortos, serviram para que no futuro outros pudessem também viver a servir a mesma comunidade. O Rei não tem mais direitos do que qualquer dos seus súbditos. Nem tem os mesmos, porque lhe falta um: não tem o direito de escolher o que lhe é pessoalmente mais conveniente. Esse direito é substituído pelo dever de fazer o que é necessário. Para o bem dos outros a quem serve.
III. O Rei é magistrado. Supremo magistrado. E como todos os magistrados, não pode ser eleito. Mas como qualquer magistrado, está investido de uma legitimidade democrática. Porque a monarquia significa, e é, a antitese mais perfeita da tirania. Porque o Rei é escravo da Justiça. Não há em toda a nossa civilização uma única monarquia cujo sistema político não seja a democracia. Mas todas as ditaduras sucedem em repúblicas. Por isso, o Rei, representando o todo, não pode ser uma parte. Nem tomar partido naquilo que represente ser por uns contra outros, enquanto todos são ele e ele é para todos. E é assim porque só quem representa o todo pode estar acima e compreender uma parte deste.
IV. Todos os Reis deveriam venerar a simbólica do Príncipe Perfeito. Porque esta era perfeita, apesar de nenhum homem, servo ou príncipe o poder ser. Só o pelicano que debica o próprio coração para alimentar as suas crias pode conhecer a imagem última da justiça. E é esta verdadeira coroa. A que permite que entre um tempo e outro seja uma mesma espécie ainda que habitada em ossos diferentes. Só as penas serão sempre as mesmas. Tanto as que usa o pelicano como as que sente o Rei.
V. A monarquia não significa casta nem privilégio. Significa fidelidade. Quer dizer, honra de continuar a servir com lealdade. A nobreza verdadeira, isto é, real, é aquela que se faz fazer, é o valor de que se é doador e não donatário. O vero fidalgo é o pai d´algo. Só o Rei não é pai nem filho. É, ele próprio, o algo. Quem não entender isto, apenas não entende isto. Mas quem o perceber, sabe toda a diferença que faz em sabê-lo.
Paulo Teixeira Pinto - Boletim "Por uma Causa", Nº3, Maio de 2000 da Real Associação do Algarve.

domingo, 27 de março de 2011

O PROBLEMA DOS PORTUGUESES É QUE AMOCHAM...

(Clique na imagem para ampliar)
"Por uma Causa" de Abril de 1999

O BANQUETE ADIADO

A participação num banquete foi o último acto público do rei D. Manuel.
A 1 de Outubro de 1910 chegou a Lisboa o Presidente da república Brasileira, o Marechal Hermes da Fonseca, que ficou alojado no Palácio de Belém. Logo no dia da chegada houve um banquete no Palácio das Necessidades e no dia seguinte Hermes da Fonseca visitou, em Sintra, as Rainhas Dona Maria Pia e Dona Amélia, com quem almoçou.
No dia 3 o presidente brasileiro recebeu o Monarca a bordo do couraçado presidencial S. Paulo e à noite ofereceu-lhe um banquete no Palácio de Belém. Foi no início do jantar que se divulgou a notícia de que a revolução republicana estava na rua. Algumas pessoas abandonaram o local. Os criados iam retirando apressadamente os talheres e afastando os pratos, para não se notarem as falhas. No final Dom Manuel regressou ao Palácio das Necessidades, de onde partiu no dia seguinte para Mafra. Vindas de Sintra juntaram-se-lhe mais tarde as Rainhas Dona Maria Pia e Dona Amélia. No dia 5 de Outubro era proclamada a república.
A Família Real dirigiu-se para a Ericeira e embarcou no iate Amélia, a bordo do qual já se encontrava o Infante Dom Afonso. O Rei Dom Manuel II partia para o exílio sonhando com um regresso breve e ignorando que não mais veria Portugal.
Para sempre ficaria adiada a programada visita do Rei ao Vidago, no dia 6 de Outubro. A recordar essa data ficou a ementa já impressa de um banquete que não passaria do papel.
Livro” Mesa Real. Dinastia de Bragança”, pp. 159-160.
Fonte: Garfadas on line

sábado, 26 de março de 2011

QUAL O PROGRAMA MONÁRQUICO?

Insistentemente interroga-se de vários lados, até de onde menos seria de prever, sobre o programa político, económico e social da Monarquia. Pede-se a modos que a redacção de um estatuto constitucional a adoptar numa futura Restauração.

Isto revela um grande equívoco que é necessário desfazer.

O que caracteriza a forma política monárquica é confiar a chefia do Estado a uma Dinastia, na pessoa de um Rei.
A essência da Monarquia é a Realeza. É esta a sua base imutável, o seu princípio indiscutível.
Os sistemas, em seus vários aspectos, têm sido e são mutáveis e variados com os tempos. Vão evolucionando, vão-se adaptando às exigências de cada época. Nem poderia ser de outra maneira.
O sistema é, portanto, discutível, o que equivale a dizer que não há um sistema único e pré-determinado. Compete à Nação, em qualquer altura, escolhê-lo e conservá-lo ou modificá-lo, conforme as circunstâncias e o interesse comum o ditarem.
O Rei ouve a Nação e, como seu mais fiel intérprete e primeiro servidor, guarda e defende a legitimidade constitucional.
É esta uma das liberdades que a Monarquia como regime nos assegura. Só os ditadores ou os déspotas impõem um sistema segundo a sua vontade.
O Poder Real, porque é independente e superior às discussões dos sistemas, porque é estável e contínuo, permite como nenhum outro as maiores liberdades, as mais arrojadas experiências administrativas, sociais e económicas, sem prejuízo da ordem e da autoridade.
Exposta nestes termos a verdade da doutrina monárquica, compreende-se que o Rei seria a última pessoa a pronunciar-se por um determinado sistema concreto e que, nem os responsáveis pela causa monárquica, nem ninguém, podem sobrepor-se ao que é um direito inalienável da Nação.
Cada um de nós, como cidadão português, pode, e deve, naturalmente, formular as suas opiniões e pugnar por elas; o que não é lícito é identificar a Realeza com o sistema da sua preferência. O Rei é de todos, repete-se.
Numa restauração do Poder Real, só um caminho haveria a seguir: convocar Cortes Gerais, amplamente e autenticamente representativas, e adoptar-se a Constituição que nesta fosse escolhida.
Não temos, portanto, que antecipadamente falar de um sistema político, económico e social como programa de uma futura Monarquia e ainda menos como condição do Rei. Temos, sim, de reclamar o Poder Real como a mais segura fiança de um regime nacional.
Mário Saraiva, Razões Reais, Lisboa, Universitária Editora (3ª ed. revista e aumentada), 2002, p. 87.