terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

HENRIQUE DE PAIVA COUCEIRO: DOCUMENTO DA PROCLAMAÇÃO DA MONARQUIA DO NORTE

SOLDADOS!
Pelo seu valor e qualidades havía a tropa portugueza alcançado nome honroso e digno, affirmando-se, — hoje como hontem, — d' Angola a Moçambique, da Guiné ao Oriente, — herdeira legitima dos descubridores e dos conquistadores do mundo, que foram nossos avós!
E no serviço de cada dia, e n’essas arduas emprezas, atravez de mares longinquos e terras adversas, tinha a bandeira azul e branca sido o guia dos nossos passos, — o alento do nosso corpo, — o impeto das cargas a ferro duro, com que vinhamos accrescentando aos factos anteriores da nossa historia de bravuras, o brilho de novos louros!
Com os olhos fitos n’essa insignia consagrada, jogámos muitos de nós a vida e a saude; sofremos sem queixumes perigos, privações e cansaços; e, dentro dos seus braços amigos, grande numero dos nossos valorosos camaradas temos nós visto baixar á terra, varados por amor ás suas côres.
Para nós, Exercito, era Ella, portanto, não sómente o symbolo venerando da Patria, mas, ainda, a nossa fiel e inseparavel companheira de muitos annos d’esforços, sacrificios e trabalhos, mas, tambem, a nossa folha pessoal do livro de glorias, onde nós proprios, com a nossa alma e o nosso sangue, inscrevemos Marracuéne, e Mufllo, — Dembos e Magul, — Namarraes, Coelela, — e tantas outras aureas legendas da luminosa biographia nacional!Comtudo essa antiga bandeira, que era, ha nove mezes, a de um Exercito com tradições e união, disciplina e conceito por toda a parte do mundo, —prostraramn’a no solo, como se fôra velho trapo sem valia!
E no sólo jaz ainda; e, cahidas sob as suas dobras, tradições e união, disciplina e conceito geral, que eram o nosso timbre, a nossa força, e o nosso maior orgulho!
Levantemol-a, pois, soldados, a nossa velha bandeira, e eia avante! que Ella de cór já conhece o caminho da victoria!
Pela Patria Livre, soldados, eia avante!
Henrique de Paiva Couceiro
Retirado daqui 
Pequena curiosidade: o título duma entrevista de Henrique de Paiva Couceiro ao Diário de Lisboa em 27/11/1921. Facebook - Amigos de Henrique de Paiva Couceiro

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

VÍDEO: S.A.R., DOM DUARTE ENTREGA OS PRÉMIOS NO CASINO DA PÓVOA POR OCASIÃO DO INÍCIO DO "ANO DO COELHO"

A Liga dos Chineses em Portugal, presidida por Y Ping Chow, distinguiu Cao Bei com o Galardão Relações Interculturais, em cerimónia realizada no Casino da Póvoa na noite de 4 de Fevereiro, para celebrar a entrada no Ano do Coelho.
O prémio foi entregue por S.A.R., Dom Duarte de Bragança e Cao Bei partilhou o palco com personalidades como Afonso Camões, presidente do Conselho de Administração da agência Lusa.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O (RE)NASCER DE UM TEMPO NOVO

Depois de lembrar os 103 anos do Regicídio, e também de recordar a alocução do 5 de Outubro passado, em Guimarães, proferida por Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa, nosso muito querido e estimado Rei, entendo que é tempo recordar, os princípios do Projecto Democracia Real e o que me proponho fazer, não em concreto, mas já com ideias bem claras quanto ao futuro.
Tenho defendido, com este Projecto Monárquico, um regime moderno, contemporâneo, que é como quem diz, actual e com futuro, nunca esquecendo as raízes históricas do seu passado, mas também, e muito importante, não esquecendo estes 100 anos de república que o nosso povo tem vivido.
Não podemos fazer tábua rasa sobre os 100 anos da República. Seria a mesma coisa que a República fazer o povo esquecer a História da Monarquia Portuguesa, dos seus Reis e Povo e Heróis Nacionais.
De mesmo modo, não podemos fazer tábua rasa sobre os símbolos nacionais. O Hino Nacional foi dedicado à Família Real Portuguesa, antes de ser o Hino da República.
A Bandeira que é apresentada neste Blogue e no Canal no Youtube, representa, através das cores azul e branco, o Liberalismo e actualmente a própria Democracia e a Liberdade do Povo e do Estado. A Esfera Armilar, pois só pode representar não só o período Manuelino, mas também a perspectiva universalista de Portugal, graças às descobertas e sua respectiva herança. O Escudo com os Castelos, representa os esforços guerreiros para a consolidação da Pátria, as Quinas representam, tradicionalmente, as Chagas de Cristo e todos estes símbolos representam a Unidade Nacional. Os mesmos símbolos foram adoptados para a Bandeira da República Portuguesa, porque bem se sabia, e se sabe, da importância destes mesmos símbolos no contexto da História de Portugal. A Coroa, desde 1641, com a Graça de Deus, pertence a Nossa Senhora da Conceição, Rainha de Portugal. A Bandeira da futura Monarquia, na minha modesta opinião, não precisa de ter uma Coroa. Mas esta questão dos símbolos nacionais, não está em debate agora, nem tem sentido, mas faço questão de explicar o porquê de aparecer esta bandeira no presente Blogue.
Ser Proto-monárquico, é o que todos nós Monárquicos devemos ser. Devemos defender um regime realista, estar com os pés bem assentes no chão. Não defender fantasias e muito menos um passado que ficou na nossa memória colectiva, mas que não se enquadra no mundo em que vivemos, por muito que tenhamos pena. É a realidade e temos que a aceitar, sob pena de prejudicarmos a imagem da Monarquia quanto ao futuro junto da Nação.
Devemos olhar para as Monarquias Europeias. Estuda-las. Aprofundar conhecimento e ter propostas realistas para o nosso País.
Olhemos sobretudo para Países com a dimensão, seja ela demográfica seja geograficamente, semelhante a Portugal, tais como a Dinamarca, a Suécia, a Noruega, a Bélgica, os Países Baixos. E o que vemos?
Regimes Democráticos, parlamentares, cuja nota mais importante aqui trata-se da neutralidade do Rei e da transparência do sistema democrático junto do povo. Corrupção nesses Países. Não digo que não haja totalmente, mas os índices apontam claramente realidades muito pontuais.
Que mensagem transmitem essas Monarquias?
Uma mensagem de prosperidade. Uma mensagem de responsabilidade no presente quanto ao futuro. Uma preparação quanto ao futuro.
Alguns poderão se questionar: para quê, então, um Rei sem poderes praticamente nenhuns? O Rei da Suécia tem apenas e só o poder de representação do Estado Sueco. Não lhe é conferido nenhum poder de dissolução do parlamento, nem demissão do governo. Mas, está presente! E está presente, porque a História assim o determinou e porque o povo lhe deu a ele e à sua dinastia, em 1975, através de um referendo constitucional, condições para continuar, porque o povo se revê, na Família Real, no Rei e na Sucessão Dinástica. A neutralidade do Monarca permite obviamente, tratar todos os governantes da Suécia (como exemplo) por igual. O Rei não tem que assegurar o seu lugar, pois está assegurado. O Rei não tem que viver sob pressão eleitoral, porque o seu cargo é vitalício e está já com aprovação do povo. A sucessão dinástica garante, assim, a perenidade do Estado, da Democracia, e por estes, da Constituição que confere ao povo, os seus Direitos, Liberdades e Garantias.
Existe nas Monarquias Europeias Democráticas e Civilizadas, mais do que um Pacto Social: um Pacto Histórico; entre a Dinastia e o Povo.
O Rei de Espanha, nas vésperas da aprovação da Constituição de 1978 chegou a temer vir a ter exactamente os mesmos poderes que o Rei da Suécia. Mas se tal viesse a suceder, e estando ele plenamente convencido e consciente das vantagens da Instituição Real como garantia da Democracia para o Povo, ele teria aceite naturalmente. Pois teria sido a vontade de uma Assembleia Constituinte com legitimidade dada pelo povo espanhol, em assim o determinar.
Tendo em conta a realidade e a repercussão do regime republicano em Portugal e tendo em consideração a forte influência da esquerda no próprio Parlamento, creio que, não estaria muito longe de arriscar que havendo uma nova Monarquia em Portugal num futuro mais ou menos próximo, o Rei teria exactamente as mesmas funções que o Rei da Suécia. Seria um Parlamentarismo puro. O Rei seria, naturalmente, aclamado no Parlamento, jurando a Constituição e teria um papel, extremamente importante, aliás, de representação do Estado, com total neutralidade e independência.
Haveria, então, duas realidades bem distintas:
a) a Instituição Real;
b) as Instituições Democráticas.
Tal como na Suécia, não havendo sucessão directa ao Trono, deve ser nomeado um Regente pelo Parlamento, que será um membro do Parlamento, até que se encontre uma nova Dinastia ou que o Parlamento decida da mudança de regime para uma República. Isto está muito claro na Constituição Sueca.
A Suécia é uma Democracia Real pura. É exactamente isso que pretendo para Portugal, auferindo do meu direito de opinião:
Uma Instituição Real continuadora da Tradição Portuguesa, garantia da continuidade do País, representadora ao mais alto nível de Portugal, junto das Nações amigas e Instâncias Internacionais variadas.
E Instituições Democráticas sujeitas ao voto popular. Quero aqui frisar, que a própria Instituição Real, se tal for opinião da maioria do Parlamento, deve ser sujeita ao voto popular. Ao contrário da República, acho muito bem, que a Monarquia seja sujeita à vontade popular, pela via referendária, periodicamente. Acho saudável para qualquer Democracia que se preze e Portugal não pode fugir à regra.
É evidente que, a realidade política nacional é muito diferente da da Suécia. Só a nível de desenvolvimento, ainda temos que dar um salto qualitativo enorme.
Em quê que a Democracia Real pode ajudar?
Em primeiro lugar, podemos começar pelo mais fácil: poupar dinheiro aos contribuintes;
Em segundo lugar, sanear a vida pública. Resolver os problemas de corrupção que existem em Portugal e que enfraquecem o Estado;
Em terceiro lugar, dar lugar a políticas de desenvolvimento sustentável, em que se dê prioridade ao desenvolvimento humano.
Entre outras ideias.
Então mas para quê um Rei?
Precisamente, porque temos que ter respeito para com a nossa própria História e Identidade Nacional que muitos de nós Portugueses já esquecemos. Portugal nasceu com a Monarquia. Portugal afirmou-se com a Monarquia. O período mais alto da nossa História foi com a Monarquia.
Tivemos Reis incompetentes? É um facto que sim! Mas os que foram incompetentes, foram substituídos segundo as normas constitucionais da época. A Monarquia Portuguesa regia-se por princípios. Nenhum Rei incapaz conseguiu se manter no Trono sem a simpatia popular. Foi o povo que saiu às ruas clamando por Dom Afonso III, por Dom João I, por Dom Pedro II!
Foi também o povo que participou patrioticamente na construção do liberalismo em Portugal, ainda no tempo da Monarquia.
Cabe então ao povo, patrioticamente, uma vez mais, o dever de decidir que futuro quer para seus filhos e netos. Um regime que defraudou as expectativas dos nossos avós e bisavós, que viveram nestes 100 anos de república? Ou apostar num renascer de um tempo novo? Isto é, irmos buscar às raízes do nosso passado, uma fonte de inspiração, para recomeçar e ganharmos o futuro?
Deixo à sua consideração! Eu já escolhi! Quero um Rei! Mesmo que tenha as mesmas funções que o Rei da Suécia. Há mais vantagens do que se pensa. Portugal, acima de tudo, precisa de referências. Temos um Rei. Falta-nos instituições democráticas mais credíveis e justas. Não podemos continuar a perder tempo. É o Povo que perde. Somos todos nós!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O QUÊ QUE OS MONÁRQUICOS ESTÃO À ESPERA?

(...)«Com tanta abstenção, votos nulos, votos em branco e algumas candidaturas de circo, de que é que os monárquicos estão à espera para começar o trabalho de fundo a fim de se promover, de uma vez por todas, o necessário e sempre adiado referendo à República?». - Revista "Visão" de 03-02-2011.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

JANTAR DEBATE: "CONVERSAS REAIS"

A Real Associação de Lisboa promove no próximo dia 2 de Março pelas 20h00 o 1º Jantar Debate “Conversas Reais” subordinado ao tema “Semi-presidencialismo à Portuguesa: funciona ou não?” que contará com a presença dos convidados especiais Pedro Lomba, docente universitário e colunista do ”Público” e Miguel Morgado, professor de Ciência Política na Universidade Católica de Lisboa.
O Jantar decorrerá em Lisboa no Restaurante Maritaca na Av. 24 de Julho, 68F (ao lado da discoteca Kapital), aberto a não sócios. Para mais informações contacte a Real Associação de Lisboa para:
Tel: 21 342 81 15 ou reserve desde já o seu lugar comodamente na nossa loja online.
Real Associação de Lisboa

ORDEM SOBERANA MILITAR DE MALTA: PLACA ALUSIVA À MEMÓRIA DOS REIS DE PORTUGAL

No dia 11 de Dezembro foi celebrada a habitual Santa Missa de Natal na Igreja de Santa Luzia, a qual foi seguida de um jantar de convívio para cerca de 100 pessoas nas instalações do Turf Club em Lisboa. Após a celebração da Santa Missa de Natal, à qual se dignaram assistir Suas Altezas Reais, Os Duques de Bragança, Suas Altezas Reais deslocaram-se à sacristia da Igreja, Sede Nacional da Assembleia, onde descerraram uma placa alusiva à memória dos Reis de Portugal, membros da Ordem Soberana Militar de Malta, vincando, através desta Homenagem, o carácter Tradicional e Ético da Instituição.
(Clique nas imagens para ampliar)
Fonte: Ordem Soberana Militar de Malta

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

INAUGURAÇÃO OFICIAL DA SEDE DO NÚCLEO MONÁRQUICO DA BAIRRADA

No proximo sábado, dia 12 de Fevereiro, será inaugurada a Sede do Núcleo Monárquico da Bairrada, das 11h00 - 15h00, na Praça do Município em Anadia. Após a inauguração, haverá um almoço no Restaurante Mugasa (Fogueira, Sangalhos, Anadia), onde será servido Leitão à Bairrada com um custo por pessoa , tudo incluído, de 17,50 €.
Contamos com a presença dos nossos associados, dos monárquicos em geral e dos da região em particular. Vamos incentivar o Núcleo Monárquico da Bairrada e a Causa monárquica nesta hora tão difícil para o nosso país.fax: 256 57 23 37 ou telemóvel: 91 409 06 58. 
Contactos para o email: realbeiralitoral@gmail.com,
Real Associação da Beira Litoral

MONARQUIA DEMOCRÁTICA: NÃO É CONTRADIÇÃO, É EVOLUÇÃO

Democracia: uma palavra que deriva etimologicamente da junção dos termos "demos"--que significa povo--e "kratos", que significa poder. Assim sendo, democracia tem subjacente a noção de que o poder emana do povo. Tradicionalmente associada aos gregos, as suas origens são muito anteriores, havendo evidência que as civilizações pré-históricas já tinham laivos de democracia--a título de exemplo, a eleição dos chefes tribais por consenso dos membos das tribos. Com efeito, alguns destes povos chegaram a ter estruturas bastante desenvolvidas, com conselhos de anciãos, que votavam questões de importância maior e que funcionavam como órgão consultivo do chefe da tribo. Havia ainda uma espécie de legislação primitiva, que julgava actos tidos como contrários aos costumes da vida em sociedade.
Não obstante, é com a civilização grega que a democracia atinge o seu auge, sendo esta a época dos grandes pensadores. Sob pena de tornar esta nota extremamente longa, não me vou deter nos autores clássicos em detalhe. Direi apenas que Platão via a democracia como o regime da representatividade do povo, em oposição a sistemas como a monarquia (absolutista, como é óbvio, se bem que aqui o termo seja empregue no sentido lato), a oligarquia, a ditadura (no conceito clássico--viria a florescer em Roma), a aristocracia ou a timocracia (governo pelos detentores de propriedade).
Com o passar dos séculos, o poder do monarca viria a ser limitado, como forma de manter o equilíbrio na sociedade. Inicialmente, o contrapeso era feito pela nobreza guerreira: veja-se o caso da Segunda Guerra dos Barões de 1264 a 1267 em Inglaterra, em que a política fiscal do Rei Henrique III levou a uma revolta orquestrada pelo terratenente Simon de Montfort,6º Conde de Leicester, um dos pais da monarquia constitucional. Este fidalgo obrigou o Rei a voltar a jurar a Magna Carta, garantindo as liberdades fundamentais dos ingleses e mostrando que monarquia e democracia não são opostos, mas sim complementares. A maioria dos portugueses pode ter esquecido esta figura, cuja relevância para a noção de monarquia democrática é fulcral, mas nos EUA é possível ver a sua efígie representada em pedra na parede da Câmara dos Representantes.
Mais uns séculos volvidos, e as sociedades perceberam a necessidade da separação de poderes: legislativo, executivo e judicial. Condição sine qua none de qualquer democracia, o poder executivo deve reflectir a vontade do povo e, directa ou indirectamente, ser eleito. O poder judicial cabe aos homens de leis, que por direito zelam pelo cumprimento das leis estabelecidas. Quem legisla? O Parlamento. No cimo desta pirâmide temos o Chefe de Estado, detentor do poder moderador: mas quem deve ser o Chefe de Estado? A meu ver, deve ser alguém politicamente isento, pois a chefia do Estado é suprapartidário. O Chefe de Estado representa todos os portugueses: de esquerda ou de direita, ricos ou pobres, letrados ou analfabetos, influentes ou "cidadãos anónimos".
Pessoalmente não posso aceitar que o Chefe de Estado seja um antigo Chefe de Governo, como o foram todos os presidentes da república, pois estes estão dependentes dos que lhes pagaram as campanhas, das máquinas partidárias a que estiveram associados; representam apenas uma parcela da população. Creio que só um Rei constitucional poder representar todos os portugueses: assumindo o poder moderador, agindo enquanto conselheiro do Primeiro Ministro--o único conselheiro que não tem segundas intenções pois não aspira a nenhum cargo político, sendo inabalável na defesa dos interesses nacionais a longo prazo--o Rei é o Pai da Nação, cuja representatividade histórica é inegável.
O Rei não é o inimigo da democracia, é a garantia de que esta perdura, precisamente por não ser eleito pode servir o seu país , sem cair na tentação de se servir do seu país. A monarquia constitucional é a evolução natural da Nação, finda a monarquia absolutista. A república é a degeneração.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

GOVERNO PORTUGUÊS CONTRA A DEFESA DOS CRISTÃOS

Quando ouvimos notícias sobre atentados contra cristãos, sofremos e, muitas vezes, revoltamo-nos ao saber que foram mortos cobardemente por ódio à fé, enquanto rezavam, como aconteceu recentemente no Iraque e no Egipto.
Entre nós – no Ocidente - não há perseguição aberta nem martírios frequentes, mas muitos cristãos sofrem certa pressão e discriminação: ao nível da opinião pública, nos programas de ensino impostos pelo Governo, na legislação sobre saúde, sobre a família e a vida humana... Enfim, cada um de nós é capaz de enunciar já hoje um ou outro caso.
Às claras, ou veladamente, a violência e intolerância contra os cristãos é sempre condenável. Claro! Foi o que também achou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália ao propor, esta semana, à UE, uma declaração conjunta para condenar a perseguição religiosa anti-cristã.
A proposta italiana teve o apoio da grande maioria dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União, mas foi bloqueada por cinco países: Portugal, Espanha, Luxemburgo, Irlanda e Chipre. E, por isso, não se chegou a acordo.
Ficamos, pois, a saber que o Governo de Portugal é líder na Europa contra a defesa dos cristãos.
Aura Miguel - Rádio Renascença
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E cada vez mais, vamos percebendo que o Governo Português não representa os Portugueses, mas apenas os interesses exclusivos do partido que ocupa o poder. É tempo de dizer chega!

IMPRENSA: MISSA SOLENE DO 1º DE FEVEREIRO DE 2011

(Clique na imagem para ampliar)
Revista VIP de 07-02-2011
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Esta imprensa "barata" que existe neste país deu mais destaque à política do que à Santa Missa por alma de El-Rei Dom Carlos e Príncipe Real, Dom Luiz Filipe, assassinados por terroristas bestas da carbonária e da república, num dia de luto para Portugal, para todos os monárquicos e portugueses.