sexta-feira, 12 de novembro de 2010

ARQUIVADO PROCESSO DE CLASSIFICAÇÃO DA LINHA DO TUA COMO PATRIMÓNIO NACIONAL

Futura barragem da EDP vai submergir 16 quilómetros da Linha do Tua
A centenária linha férrea será parcialmente submersa, numa extensão total de 16 quilómetros, por uma barragem que a EDP pretende construir na foz do Tua, próximo da sua junção com o rio Douro. Uma petição pela classificação da linha tinha sido entregue em Março passado ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar). O processo foi formalmente aberto no princípio de Setembro, instituindo, desde então, um perímetro de protecção de 50 metros em torno do eixo da linha férrea, em toda a sua extensão. Passados dois meses, o processo foi agora arquivado, com base num parecer da Secção do Património Arquitectónico e Arqueológico do Conselho Nacional de Cultura, segundo o anúncio do Igespar hoje publicado. A decisão não surpreendeu Daniel Conde, do Movimento Cívico pela Linha do Tua. “Ainda tínhamos esperança de que houvesse alguma voz de razão e alguma decência neste país”, disse ao PÚBLICO. “Mas este país está moralmente falido, não me causou surpresa”, completou. A campanha pela classificação era mais uma tentativa de travar a barragem da EDP, cuja construção a empresa quer adjudicar ainda este ano. Este projecto é um dos dez contemplados no Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico, que tem vindo a ser contestado por várias organizações ambientalistas. A barragem do Baixo Sabor, decidida antes do programa nacional, também está na mira dos ambientalistas. Mas até agora, quase todas as tentativas legais para travar estes projectos têm falhado. O PÚBLICO não conseguiu obter esclarecimentos do Ministério da Cultura, o qual foi contactado às 19h30. Em declarações anteriores, tanto a ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, como a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, afirmaram que a eventual classificação da Linha do Tua não inviabilizaria a construção da barragem.
Público - 11.11.2010
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"A Monarquia fez Portugal e criou um Império. A república acabou com o Império e está em vias de acabar com Portugal." - Carlos Azeredo (General)
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S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE DEFENDE A MANUTENÇÃO DA LINHA DO TUA
Vídeo: Aqui
“A região tem muito pouco a ganhar com a construção da barragem”, diz Dom Duarte de Bragança, que esteve de visita ao município de Mirandela. Aquele que seria o Rei de Portugal, caso o país fosse uma Monarquia. Foi mais longe e disse mesmo que “quem ganha é a EDP”.
A Linha do Tua foi o tema da “sessão de trabalho” da manhã do dia 26, em que participou “Sua Alteza Real”, anunciava o prospecto da autarquia. E Dom Duarte mostrou que acompanha o processo de construção da barragem do Tua. Acredita que “a Linha do Tua é um grande trunfo turístico, por um lado, e pode ser melhorada”.
“A barragem de Foz Côa é que podia ser construída. Tem muito mais interesse na produção de electricidade e não foi construída por razões político partidárias e por pressões espanholas, em parte. O aumento do turismo em Foz Côa devido às gravuras foi mínimo, enquanto que se tirassem uma parte das gravuras do seu local, cortando-as e transportando para o museu, com certeza que já seria fácil as pessoas irem vê-las”, sugere Dom Duarte de Bragança.
É defensor da teoria de que se alguns produtos, como combustíveis, fossem transportados via rio ou linha do Douro para Trás-os-Montes os mesmo ficariam mais baratos. “O transporte de mercadorias pelo rio e linha do Douro seria mais barato do que o transporte rodoviário, por camião”, refere.
Para José Silvano, presidente da Câmara de Mirandela, que sempre se opôs à construção da barragem, já que isso implicaria a submersão da linha do Tua, a posição de Dom Duarte é bem vista: “Não tenho dúvidas de que é um bom aliado e um grande defensor da Linha do Tua. Tudo o que possa ser feito para divulgar as potencialidades da Linha para que não se construa a barragem está a ser bem feito”.
A visita de Dom Duarte ao distrito de Bragança (esteve também em Bragança no dia anterior, 25 de Abril) foi organizada pelo Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), e o presidente desta instituição esclarece que se trata de um “programa de visitas temáticas para aprender com as regiões”. Mendo Castro Henriques acrescenta que com as sessões de trabalho também se pretende aproveitar o contributo de vários associados do IDP das mais variadas áreas, e que já deram origem ao livro “O Erro da Ota”.
“Entendemos que podemos reflectir em conjunto com as autarquias problemas que ultrapassam o espaço local”, diz Mendo Castro Henriques. No entender do presidente do IDP “a linha do Tua é insubstituível e irremovível” e também este responsável é da opinião que “uma barragem poderia ser um bom negócio para a EDP mas um mau negócio para a região”.
Terra quente, 25 de bril de 2008

GOSTO SEMPRE DE RELEMBRAR POR QUEM ERA O POVO...

«Dom Miguel era um homem de ideais católicos e tradicionalistas, os quais defendia com frontalidade. Era pouco popular entre a burguesia, mais aberta à influência do ideário liberal, mas gozava de grande popularidade entre o povo, que, caído na miséria após as guerras contra Espanha e França, via num rei forte a figura de um salvador. A isto acresce que era a Igreja quem muitas vezes matava a fome do elevadíssimo número de mendigos e deserdados de mais de 30 anos de guerras, pelo que a inimizade dos liberais face a esta instituição terá levado a que o povo se colocasse ainda mais do lado miguelista. Dom Miguel era também um admirador do chanceler Metternich da Áustria, embora afirmasse não ser adepto de uma Monarquia Absoluta mas apenas pretender libertar Portugal das influências estrangeiras, principalmente das ideias da Maçonaria, que considerava nefastas.»
Fonte: Incúria da Loja

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

AS HERANÇAS DE UM REI E DE UM CIDADÃO

(...) A Herança de um cidadão comum, por exemplo, pode ser aquilo que seus pais ou avós lhe deixaram. Bens com pouco valor ou muito em termos financeiros, ou apenas bens com um simples valor simbólico, mas que são importantes para quem herda.
A Herança de um Rei é bem mais complexa. Não herda apenas os bens da sua família, mas tudo o que esses bens representam em grande parte na História da Nação que de ora em diante irá representar. Ora aqui temos uma grande responsabilidade: O Dever do Rei em garantir que essa Herança Histórica seja passada, de preferência, na sua totalidade às gerações futuras que irão herdar o Trono, que não é nem mais nem menos, que uma cadeira de Serviço, nunca poderia ser um Direito.
As pessoas muitas vezes confundem os Direitos com os Deveres e depois não entendem o Grande Valor que é ter uma Monarquia no seu país. Fala-se nos meios republicanos que o Rei teria o Direito ao Trono. O Rei tem é o Dever de subir ao Trono, de servir o seu país quando é chamado para tal e o dever de fazer tudo o que estiver ao seu alcance para servir bem a res publica, isto é, o bem comum.
A Monarquia e o seu valor histórico, representa uma Herança inquebrável, mesmo que golpes republicanos triunfem nos países, porque são a representação viva em cada momento e em cada espaço de uma Herança que representa a Identidade Nacional.
Todos nós, cidadãos, fazemos parte de uma Família, “Dinastia”, não importa se sejamos ricos ou pobres. Temos uma linhagem que vem de há séculos atrás. Os espírito humano que acarretamos leva-nos a querer ter filhos ou filhas para continuar essa mesma linhagem, essa mesma herança.
Sendo assim, a Monarquia é o regime mais Ecológico, é o que está mais dentro da Natureza Humana, de algum modo, é a continuação da família de cada um de nós, como já o chegou a dizer S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança, numa entrevista.
A Herança de um Rei ainda é mais importante do que a herança de um cidadão. O Rei, a partir do momento que é Aclamado, jura respeitar a Constituição, a integridade do Reino, a independência Nacional, etc… É o Chefe de Estado Eleito da História que tem por missão garantir que esses valores que jurou se mantenham para sempre e que o seu sucessor, filho ou filha, possam reinar num país mais próspero e desenvolvido, mantendo vivos esses mesmos valores.
Estes valores, são muito mais importantes que qualquer eleição presidencial, em que só contam os votos na altura das eleições e um homem, pouco ou nada conhecido é eleito por um período de 5 anos “Presidente de Todos os Portugueses, sem excepção”, mesmo que numa escala de 0 a 100%, 50% não votem e só 25% dessa escala seja para ele. Que representatividade tem esse Presidente?
A Chefia do Estado não é, nem deve ser, um Leilão que se faz de 5 em 5 anos! A Chefia do Estado tem que garantir consensos alargados da Sociedade Portuguesa e só na Monarquia isso é possível, porque o Rei é completamente independente das forças políticas, económicas e financeiras. E não deixa de ser eleito, pelo Parlamento, de acordo com as regras de Sucessão Dinástica estabelecidas na Constituição. O Rei não herda, ao contrário do PR, votos, que quando toca a Chefia do Estado, dividem a Nação. O Rei tem como missão unir o Povo a um ideal de continuidade da História de Portugal. A Herança que o Rei recebe quando sobe ao Trono, é também para a partilhar com o seu povo, tal como fizeram os seus antepassados, mantendo vivas as tradições de Norte a Sul do País. É assim que acontece noutras Monarquias Europeias, que são em termos de desenvolvimento humano muito mais avançadas que a Republica Portuguesa. Nada disto impede que exista a Democracia. Pois se é verdade que é obrigatório haver liberdade de expressão e de escolha, pois é um Direito de qualquer cidadão. Também é um dever desse mesmo cidadão acatar o que é melhor para o seu país e também trabalhar para que seus filhos e netos, tal como o Rei irá deixar ao futuro Rei, um país melhor. Tal como o cidadão quer o melhor para os seus filhos. O Rei quer o melhor para o futuro do seu país e tem como objectivo último garantir que o seu sucessor reine num país próspero.
É esta a Herança Real. Uma Herança ambiciosa legada pela História. Um Dever de Servir e não se servir. Um Dever de garantir que o futuro seja melhor que o passado, não esquecendo esse mesmo passado. Transmitir valores que vêm de várias gerações e que chegaram até nós. Ser a garantia da unidade da Nação e do Progresso Civilizacional.
O Rei reina. Não governa. Quem governa é o Governo saído das eleições Legislativas. O Rei está acima de qualquer conflito político-partidário. O Rei exerce a sua autoridade moral e aconselha os seus diversos governos. O Rei é uma fonte de experiência de vida. Ninguém melhor do que o Rei conhece as realidades do país e pode-as transmitir com melhor segurança ao Primeiro-Ministro, seja ele de que “cor política for”, porque, precisamente, está acima dos partidos políticos. O seu dever é proteger os interesses do país e do seu povo acima de tudo.
E é por isto, que vemos que Monarquias como no Reino Unido, na Noruega, na Suécia, na Holanda, Bélgica, etc… São países competitivos e com alto índice de desenvolvimento humano. Não é só por causa das figuras dos Reis, porque estes não governam, mas reinam. Mas sim, porque os Governos são devidamente aconselhados pelos Monarcas a manter em curso reformas que são importantes para o futuro do país e que garantam a estabilidade do mesmo.
A Herança do Rei é também, portanto, uma grande responsabilidade em garantir que cada Governo que passe, tenha consciência da realidade do país que vai encontrar e que não aconteça, como tem vindo a acontecer em Portugal nos últimos anos, a cada vez que sai um Governo, o partido que esteve na oposição ao chegar ao governo, mude tudo de novo e não passamos da cepa torta! É uma profunda irresponsabilidade que nas Monarquias evoluídas e responsáveis não acontece, porque sabe-se perfeitamente que esses passos em falso prejudicam o futuro das próximas gerações. E isto está acima de qualquer pretensão de renovação de mandatos em eleições.
Tanto o Rei como os Governos têm o Dever de servir o seu país, não obrigando o país à dependência externa, mas fazer com que o país seja auto-suficiente em tudo o que seja possível, de modo a que se houver uma crise alimentar, por exemplo, os portugueses não sofram com isso! É assim que acontece nas Monarquias.
A Herança do Cidadão tem que ser sempre numa linha entre o passado e o futuro, sempre para melhor e nunca para pior. Infelizmente nem sempre acontece, é uma verdade!
Mas se é verdade que o Cidadão quer que seus filhos tenham um futuro melhor, também o Rei assim o deseja para os seus filhos, nomeadamente o seu sucessor que reine num país evoluído e com brilho.
A Instituição Monárquica não se serve do povo! A Monarquia serve o povo! A Monarquia é uma Herança, é uma Experiência de Vida, é uma Transmissão de Valores, e é um Serviço que o Rei recebe da Nação representada no Parlamento, no Acto da Aclamação, para um futuro que se quer de progresso e prosperidade.
Um Passado, Um Presente e Um Futuro

terça-feira, 9 de novembro de 2010

MAESTRO MANUEL IVO CRUZ FALA DA SUA LIGAÇÃO COM A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA / 08-11-2010

Manuel Ivo Soares Cardoso Cruz (Lisboa, 18 de Maio de 1935) é um maestro e compositor, antigo director da orquestra do Teatro Nacional de São Carlos, de Lisboa. Também se destacou como docente e como investigador na área da musicologia histórica portuguesa. É filho do maestro Ivo Cruz.
Nasceu em Lisboa, filho do compositor e professor de música Manuel Ivo Cruz (1901-1985) e de Maria Adelaide Burnay Soares Cardoso[1]. Realizou os seu estudos primários e secundários em Lisboa, ingressando seguidamente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Histórico-Filosóficas. Entretanto, estudou composição, dirigindo em 1954 o seu primeiro concerto, ao tempo ainda sendo estudante de letras.
Terminados os seus estudos em Lisboa, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na frequência do curso de direcção de orquestra do Universität Mozarteum da Universidade de Salzburgo (Universität Salzburg), Áustria, cujo curso concluiu com distinção. Terminados os seus estudos foi nomeado director musical da Orquestra Filarmónica de Lisboa e passou a dirigir diversos programas de divulgação musical, com destaque para os transmitidos na Radiotelevisão Portuguesa (RTP) e na Emissora Nacional, com cuja orquestra sinfónica passou a colaborar regularmente. Dedicou-se à música operática, tenso participado na realização de diversas temporadas no Teatro da Trindade e no Teatro Nacional de São Carlos, ambos em Lisboa, da Ópera de Câmara do Real Teatro de Queluz e ainda no Círculo Portuense de Ópera, de que foi presidente e director artístico. Como maestro convidado participou ainda em diversos concertos e óperas realizados em diversos países, entre os quais Alemanha, Espanha, Brasil, Estados Unidos da América, Rússia e Venezuela. Também se dedicou à investigação e ao ensino, criando cursos, nos quais leccionou, entre os quais os Cursos Internacionais da Costa do Estoril, e realizando inúmeras conferências e colóquios. Também leccionou no Conservatório Superior de Música de Gaia[2]. No campo da investigação dedicou-se à musicologia histórica, estudando as raízes da música portuguesa, da qual recolheu um apreciável repertório. Para divulgar esse acervo, publicou diversas colectâneas nalgumas das mais reputadas editoras portuguesas e internacionais. No ano de 1969 foi distinguido com o Prémio Moreira e Sá, concedido pelo Orfeão Portuense. Mais tarde foi premiado por diversas instituições e agraciado com o título de Oficial de Mérito Cultural e Artístico da França e coma Ordem do Rio Branco, do Brasil. Em Portugal foi feito grande oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Foi ainda eleito membro de diversas instituições académicas dedicadas à música e à cultura, entre as quais a Academia Brasil-Europa de Ciência da Cultura e da Ciência[3], o Instituto de Estudos Culturais do Mundo de Língua Portuguesa[4] e a Sociedade Brasileira de Musicologia.
Ao comemorar o cinquentenário da sua carreira artística, em 2004, foi agraciado pela Câmara Municipal do Porto com o grau ouro da Medalha Municipal de Mérito daquela cidade.
Foi deputado municipal na Assembleia Municipal de Lisboa (1990-1993)[5], eleito nas listas do Partido Popular Monárquico.
Wikipédia
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No dia 03 de Junho de 2009, às 11h, na Sala de Orquestra, no Campus Foz, decorreu no Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa a cerimónia protocolar de doação do espólio Musical do Maestro Manuel Ivo Cruz. Ao longo dos 50 anos de carreira como chefe de Orquestra, o Maestro Manuel Ivo Cruz, já dirigiu a maior parte das obras que se inscrevem no reportório da música sinfónica. É porventura o Maestro português que mais ópera dirigiu, quer em quantidade mas principalmente em diversidade.(...)

RESTAURAR A MONARQUIA É RESTAURAR PORTUGAL!

Vídeo: PortugalIIV

A ARTE NATURAL DO REI DOM CARLOS I

Apreciador de boa mesa e sobretudo do convívio em Seu redor com amigos e convidados, Dom Carlos nunca se eximiu a desenhar ele próprio os menus de muitas das refeições serividas em Vila Viçosa (tal como fazia a bordo dos seus iates). Os temas estavam normalmente ligados à cinegética ou ao mar, consoante a ocasião ou a inspiração.
Por outro lado, o Rei também desenhou os motivos de um serviço de jantar que o Conde de Sabugosa ofereceu ao amigo comum Bernardo Pindela, Conde de Arnoso. Por último, fez ainda algumas incursões no campo da cerâmica. Conta-se que durante as Suas estadas nas Caldas da Rainha os Reis frequentavam com alguma assiduidade o atelier do mestre Bordalo Pinheiro.
Livro D. Carlos, com a direcção de Joaquim Vieira

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

NOTAS

1- As eleições presidenciais parecem mais ser leilões nos quais aquele que tiver mais dinheiro e influência ganha e como da noite para o dia, se torna o “Presidente de Todos os Portugueses”, mesmo quando há uma Abstenção igual ou superior a 50% e que numa escala de 0 a 100%, o candidato vencedor só terá recebido 25 %, ou seja 1/4 dos eleitores portugueses votou no vencedor. E ainda se fala em Igualdade?
2- Muito francamente prefiro não ter nem o direito a ser candidato a PR e muito menos ter o direito a votar para a Presidência. A Chefia de Estado não pode partir de uma Eleição directa, fracturante da sociedade. O Supremo Magistrado, para ser BOM MAGISTRADO, não pode fazer parte desta ou daquela facç…ão para ser contra outra ou entrar em conflito com o Governo.
3- Neste contexto a Chefia de Estado Monárquica, não sendo electiva directamente, mas por um processo de Aclamação – Pacto Social entre o Povo e as Instituições Representativas – é uma Entidade que Une e não Fracciona e a figura do Rei torna-se no mais perfeito exemplo de Supremo Magistrado da Nação, porque não pertence a nenhum grupo ou partido.
4- Concluíndo, sendo o Rei o melhor Supremo Magistrado da Nação que existe, permite uma muito melhor estabilidade Governativa, que não se consegue, nem com algum esforço dos PR, consegue ultrapassar estes. Portugal precisa urgentemente de um novo Pacto Social.
Rodapé: Chegou a hora de nas Presidenciais, os Portugueses aclamarem Rei de Portugal, Dom Duarte de Bragança e acabar com preconceitos que nada servem o futuro da Pátria.
Um Passado, Um Presente e um Futuro

domingo, 7 de novembro de 2010

REI DOM CARLOS E RAINHA DONA AMÉLIA RECEBIDOS EM LONDRES COM FOGO DE ARTIFÍCIO

Em Novembro de 1904, Suas Majestades visitam Inglaterra a convite do Rei Eduardo VII e foi a primeira visita do Rei Dom Carlos com a Rainha Dona Amélia. Tanto em Windsor, onde ficam nos primeiros dias como depois em Londres, os Monarcas portugueses foram alvo de uma recepção calorosa. Na foto, os rostos dos Reis Portugueses desenhados  por efeito pirotécnico durante uma sessão de fogo de artifício com que são brindados em Londres.
Rei Dom Carlos e Rainha Dona Amélia, durante a estadia na capital Britânica
Do livro D. Carlos, com direcção de Joaquim Vieira

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

REAL FRASE DO DIA: "TEMOS DE PERGUNTAR"!

(Clique na imagem para ampliar)
(...)Temos de perguntar até onde deixaremos continuar o desordenamento do território, que levou a população a concentrar-se numa estreita faixa do litoral, ocupando as melhores terras agrícolas do país e esquecendo o interior, reduzido a 10% do PIB.
Temos de perguntar à economia portuguesa por que razão os bens de produção são despromovidos perante os “serviços”, o imobiliário, e ultimamente, os serviços financeiros. O planeamento das próprias vias de comunicação se subjugaram a essa visão.
Temos de perguntar até onde o regime democrático aguenta, semana após semana, a perda de confiança nas instituições políticas e uma atitude de “caudilhização” do discurso.
Temos de perguntar até onde continuaremos a atribuir recursos financeiros a grandes naufrágios empresariais, ou a aeroportos e barragens faraónicas que são erros económicos.
Temos de perguntar até onde o sistema judicial aguenta, sem desguarnecer os direitos dos portugueses, a perda de eficácia e a morosidade crescente dos processos.
Temos de perguntar se não deveríamos estabelecer um serviço de voluntariado cívico em que os desempregados possam prestar um contributo à comunidade.
Temos de perguntar até onde as polémicas fracturantes que só interessam a uma ínfima minoria política, não ofendem a imensa maioria das famílias, preocupadas com a estabilidade pessoal e económica.
Temos de perguntar como vamos aproveitar o ciclo eleitoral que se avizinha, a começar pelas eleições europeias, onde será desejável que apareçam independentes que lutem pelos interesses nacionais.
Temos de perguntar se nas relações lusófonas, estamos a dar atenção suficente às relações especiais que sempre existiram entre Portugal e o Brasil.(...)
Discurso completo AQUI