sexta-feira, 22 de outubro de 2010

AVISO: ABERTAS AS RESERVAS PARA O JANTAR DOS CONJURADOS 2010

Encontram-se já disponíveis as reservas online de lugares para o tradicional Jantar dos Conjurados que decorrerá no próximo dia 30 de Novembro de 2010, às 19h00 no Convento do Beato em Lisboa com a presença da Família Real Portuguesa. Marque desde já o seu lugar de forma cómoda e económica através do nosso site:
Jantar dos Conjurados 2010 Reserva de 1 lugar adulto;
Jantar dos Conjurados 2010 Reserva de 2 lugares adulto;
Jantar dos Conjurados 2010 Reserva de 1 mesa 10 lugares adulto.
Para mais esclarecimentos, agradecemos o contacto com o serviço do Secretariado da Real Associação de Lisboa:
Praça Luís de Camões, 46-2º-Dto.
1200-243 Lisboa
Telfs. - 21 342 81 15 / 21 342 97 02
Fonte: Real Associação de Lisboa

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

PROGRAMA DO II CONGRESSO DOS MARES DA LUSOFONIA - 21 E 22 DE OUTUBRO DE 2010

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EXPOSIÇÃO: "O FUMO NA REALEZA PORTUGUESA", NO PAÇO D'AJUDA

A exposição integra-se na mostra “Dom Luís e o Fumo - Um prazer aristocrático”, que é inaugurada no dia do aniversário de S.M. Rainha Dona Maria Pia. “A exposição deste ano é constituída por caixas de charuto pintadas por Luiz Leite, e haverá uma vitrina com vários objectos e uma caixa com charutos de Dom Luís”, disse à Lusa fonte do museu. “Sabemos que Dom Luís era aficionado do charuto, que a Rainha Dona Maria Pia também fumava e que Dom Carlos, tal como o pai, fumou toda a vida, o que está bem documentado pelos objetos, fotografias e notícias da época”, explicou a mesma fonte. Referindo-se à exposição, a mesma fonte referiu: “Com Luiz Leite aflora-se um tema que não se inscreve nas artes decorativas. Está antes ligado às pessoas reais e à sua época. Porém, o pintor não glosa o fumo, mas simplesmente o seu invólucro: a caixa”, acrescentou. As caixas de charutos e o papel de cerejeira são o suporte para a pintura livre de Luiz Leite, médico dermatologista de profissão. Trata-se de “mais um olhar contemporâneo sobre o Palácio Nacional da Ajuda, que questiona o passado, recriando-o”, referiu a mesma fonte. A mostra, que estará patente até 16 de Novembro, insere-se no ciclo “Um olhar sobre o palácio…” que anualmente é organizado por ocasião do aniversário da Dona Maria Pia, a quem se deve a decoração da residência régia. “O nome da Rainha de origem italiana é indissociável do palácio, a ela se deve não só toda a actual decoração, como a riqueza das colecções de arte”, salientou a mesma fonte.

O Palácio da Ajuda foi pioneiro nestas exposição que fazem um desafio aos artsitas plásticos a olharem para o Palácio e as suas colecções e fazerem uma interpretação. A escolha recaiu sobre um tema - o fumo - que não era tão "reprovável" como hoje, pela sociedade. O tabaco quando chegou á Europa, foram-lhe apontadas capacidades terapêuticas. Uma iniciativa de Isabel Silveira Godinho, a directora do Palácio que genialmente tem conseguido dinamizar o agora museu do que outrora foi residência régia. S.M. D.ª Maria Pia aqui viveu até à partida para o exílio em Turim, o berço dos Sabóia.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

CONVITE: MISSA POR ALMA DE S.M., A RAINHA DONA AMÉLIA

Esta missa, em memória da Rainha Dona Amélia de Portugal, falecida em França a 25 de Outubro de 1951, é uma forma de lembrarmos e homenagearmos a Princesa, Rainha, Mulher e Mãe que tanto amou o nosso país e tanto sofreu por ele. Aqui viveu os anos conturbados de finais do século XIX e do início do século XX, assistindo ao infame assassinato do Seu Marido e do Seu Filho e ao golpe político que a levou ao exílio. Pela estoicidade e força desta Mãe de Portugal, lhe prestamos homenagem e convidamos todos os portugueses, independentemente da sua ideologia e da crença religiosa de cada um, a estarem presentes nesta celebração.
Fonte: Facebook

RECONHECIMENTO DO CASAMENTO DE DONA MARIA FRANCISCA DE ORLEANS E BRAGANÇA COM DOM DUARTE NUNO DE BRAGANÇA, DUQUES DE BRAGANÇA - 15 DE OUTUBRO DE 1942

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A Rainha Dona Amélia de Orleans e Bragança em seu exílio em França de 1910 a 1950, buscando sempre a grandeza de Portugal, e principalmente após a morte prematura de seu ultimo filho e último Rei de Portugal Dom Manoel II em, que tentou o reconhecimento e aproximação de Dom Duarte Nuno de Bragança com o mandatário de Portugal Dr. António de Oliveira Salazar, o que possibilitaria o retorno da Monarquia Constitucional Portuguesa após a morte do caudilho lusitano, como já estava acordado na Espanha do Generalíssimo Francisco Franco desde 1941. Fez a aproximação para o consórcio matrimonial do futuro casal com seu primo Dom Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança Príncipe do Grão-Pará, Pai de Dona Maria Francisca. Por causa da renúncia de seu Pai ao trono brasileiro em 30 de Outubro de 1908 (não renunciando aos seus direitos ao Trono Português), tornando-se automaticamente Herdeiro ao Trono de Portugal. Segundo a Constituição do Império do Brasil de 25 de Março de 1824 e a Constituição do Reino de Portugal de 1826 passada por Dom Pedro I do Brasil) e IV de Portugal, será sempre Herdeiro do Trono e Corôa do Brasil e Portugal Seu Filho e Herdeiro (não falava em filha...!!!). Por um decreto pré-nupcial tornou Sua Filha Dona Maria da Glória Sua Herdeira ao Trono Português na sua abdicação e na impossibilidade de seu primogenito (futuro Imperador Dom Pedro II do Brasil) tornando Ela Dona Maria II de Portugal casando com Seu Tio Dom Miguel I, contrato este desfeito em virtude do golpe de Estado miguelista que causou as guerras liberais vencidas pelo Rei Cavaleiro Duque de Bragança em favor de Sua Filha Dona Maria II em 1834, sendo proclamados (e não aclamados) ela e todos os seus Herdeiros e Sucessores até 1910 pela soberana corte de Lisboa. Em 15 de Novembro de 1889 um golpe militar liderado por militares positivistas e escravocratas, derruba a Monarquia Constitucional Brasileira, e seu último Imperador segue para o exílio em Portugal. Dom Pedro de Alcântara embora não abdicando ou renunciando a nenhum de seus direitos dinásticos no Brasil ou em Portugal seria, pela derrocada da Monarquia Brasileira, Rei Constitucional de Portugal de facto e de direito. Mas em Dezembro de 1889, muito poucos sabiam deste detalhe Constitucional, (o Ministro Barão do Rio Branco tentou questionar o Imperador sobre a questão porém, foi proibido pelo mesmo, para não atrapalhar a ascenção ao Trono do sobrinho neto Dom Carlos I em Portugal, abandonando o mais rapido possível o território português exilando-se em França, e lá falecendo em 5 de Dezembro de 1891. Sua Filha e Herdeira reivindicou sempre as Suas pretenções ao Trono Brasileiro até à sua morte em 14 de Novembro de 1920, porém Seu Filho mais velho Príncipe do Grã-Pará tendo abdicado em 30 de Outubro de 1908 ao Trono Brasileiro a favor de seu irmão Dom Luis, torna-se o Herdeiro do Trono Português, principalmente após a morte no exílio de Dom Manuel II em Londres. Ainda que respeitassem a renúncia do Pai Príncipe do Grão-Pará colocaram em carta de 1938 a intenção "de colocar nas mãos da Nação a escolha do futuro Monarca Brasileiro" dizendo assim "O Herdeiro do Trono é nosso sobrinho Pedro Henrique mas se o povo brasileiro chamar, estaremos pronptos". Tal carta por si só já impediria qualquer pretenção ao Trono Português dos Príncipes Dom Pedro Gastão, Dom João Maria (este em 1956 ainda em processo cartorial registou o Filho Dom João Henrique como Príncipe Imperial do Brasil) e Suas Irmãs Dona Isabel casada com o Herdeiro francês Conde de Paris, Dona Thereza casada com o espanhol Marquês de Martorel estavam automaticamente excluídas dos Tronos Luso e Brasileiro. Restou porém uma Filha, Dona Maria Francisca de Orleans e Bragança, que formalizou sua condição de cidadã portuguesa em 13 de Outubro de 1942, transformando-se automaticamente na Herdeira do trono de Portugal. Seria ela de direito Dona Maria III, e seu futuro Marido Rei consorte de Portugal. Assim secretamente a idosa Rainha Dona Amélia em Seu exílio em Portugal arquitectou este casamento que seria a salvação dos monárquicos portugueses. O casamento ocorreu em 13 de Outubro na Embaixada de Portugal no Rio de Janeiro e a cerimónia religiosa na Catedral de Petrópolis em 15 de Outubro, porém em 20 de Outubro o Presidente Getúlio Vargas a pedido do Proprietário dos Diários Associados, Assis Chateaubriant, reconheceu o casamento civil dos Duques de Bragança, uma vez, por ser positivista não reconhecia casamentos religiosos (ele próprio casado somente no civil com a Primeira Dama D. Darcy Vargas) achou conveniente reconhecer o casamento civil em território brasileiro sendo encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, para que no processo de reconhecimento da cidadania portuguesa de Dona Maria Francisca de Orleans e Bragança Seu futuro Marido fosse reconhecido também cidadão português. Para isso, D. Francisca Viana Nedehf Marquesa de Viana, cidadã portuguesa naturalizada brasileira, mãe de Jorge Viana Nedehf, Marquês de Viana funcionário jornalista dos Diários Associados na Radio Tupí e amigo de Assis Chateaubriant, seria nomeada bastante procuradora do Presidente da República para testemunhar o evento religioso para constar no Alvará presidencial de 20 de Outubro de 1942.
Tudo estaria perfeito se mais tarde no encontro do Casal Real com o Ministro Dr. António Oliveira Salazar, ao chegar ao jantar saudou este a Dona Maria Francisca de Orleans e Bragança como "Vossa Majestade Fidelíssima", causando um grande desconforto ao Duque de Bragança. Seguiu-se um mau estar entre as duas grandes personalidades Dom Duarte Nuno e Dr. António de Oliveira Salazar, segundo Assis Chateaubriant presente também ao jantar que oferecia disse; "... este regabofe parece o Titanic depois de bater no Iceberg....!!!!", e de facto ao se despedir, o Mandatário de Portugal de Dona Amélia e de Dona Maria Francisca se quer dirigiu alguma palavra ao Duque de Bragança, saindo imediatamente do recinto. Foram testemunhas do jantar os representantes portugueses e brasileiros que colaboraram nesta iniciativa frustrada da Rainha Dona Amélia. O desentendimento dos dois titans foi bastante para destruir os sonhos de Dona Amélia da Restauração do Trono Português, que se tivesse dado certo, teria a sua Restauração antes da Restauração Monarquia Constitucional espanhola que ocorreu em 1975, pois Salazar tendo sofrido um grave acidente vascular cerebral em 1968, hoje teriamos de facto o Filho do Casal Real, Dom Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança como Rei de facto de Portugal. Neste ponto de vista histórico podemos observar que a Monarquia Portuguesa teria evitado a sangria e a morte de patriotas lusitanos tanto no continente como nas colónias que desmoronaram após os acontecimentos de 25 de Abril de 1974. Ter-se-iam evitado tantas dores e tristezas do povo português. O mais incrivel é que hoje, bilontras e tratantes ainda tentam dizer-se herdeiros do trono de Portugal, seja um italiano, trambiqueiro ao um parente bem...bem distante dos Bragança. Neste sentido, a murcha e fria comemoração do centenário da república portuguesa em 5 de Outubro deste ano poderiamos estar em verdade dando Vivas a El-Rey de Portugal... !!! - Eduardo André Chaves Nedehf - Marquês de Viana
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Marcelo Roberto Ferreira - Directório Monárquico do Brasil

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

CONVITE: TOMADA DE POSSE DA DIRECÇÃO DO NÚCLEO DA COSTA DO ESTORIL

Estimados Associados
Temos a grata satisfação de anunciar que no próximo dia 29 de Outubro (6ª feira), pelas 19:30 horas terá lugar, a tomada de posse dos corpos directivos do Núcleo da Costa do Estoril (Oeiras e Cascais) da Real Associação de Lisboa, para a qual V. Ex.ª, Exm.ª Família e Amigos estão, desde já, convidados a participar, cerimónia à qual, se seguirá um jantar.
Este evento terá lugar nas instalações da CRUZ VERMELHA PORTUGUESA, a inaugurar brevemente, na freguesia de Parede, concelho de Cascais.
INSCRIÇÕES
As inscrições deverão ser efectuadas até 26 de Outubro, através de:
Telf.: 21 342 81 15 – 21 342 97 02
Fax.: 21 342 81 16
e-mail.: www.reallisboa.pt  – geral@reallisboa.pt
JANTAR
O jantar terá o custo simbólico de vinte euros por pessoa (20,00 €uros)
Edifício da Cruz Vermelha
Praceta Doutor Barbosa de Magalhães
2775-162 PAREDE
Fonte: Real Associação de Lisboa

CONVITE: LANÇAMENTO DO LIVRO "VENCER OU MORRER" DE MENDO CASTRO HENRIQUES

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INAUGURAÇÃO DO BUSTO DE EL-REI DOM LUÍS I NA PRAÇA DO MUNICÍPIO DA COVILHÃ

Mas não há partido que não lance a sua inépcia à conta da realeza. «Se não fosse o Rei!», é a desculpa invariável dos ministros que não governam, dos oradores que não falam, dos jornalistas que não escrevem, dos intrigantes que não alcançam. - In As Farpas, Maio 1871 - Eça de Queiroz - Biblioteca Nacional - D. Luís – década de 1860 - El-Rei o Senhor Dom Luiz I -Litografia, Silva - in Ilustração Popular, 1866-
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A cidade da Covilhã situa-se na vertente oriental da Serra da Estrela a cerca de 700 metros de altitude. Desde 1851 que é constituída por quatro freguesias urbanas: São Martinho, São Pedro, Santa Maria e Conceição. É Cidade desde 20 de Outubro de 1870, título atribuído por El-Rei Dom Luís I. A Covilhã está, este ano, a comemorar os seus 140 Anos de Elevação a Cidade e no dia 20 de Outubro de 2010, é inaugurada pelas 12h45, um  busto deste grande Monarca. - Programa

domingo, 17 de outubro de 2010

DOM DUARTE PIO DE BRAGANÇA - 24 HORAS EM SINTRA

Na companhia do Chefe da Casa Real Portuguesa, perca-se de amores pelas vielas, jardins, praias e palácios de Sintra, lugar a que Lord Byron chamou “novo paraíso”.
Dom Duarte Pio de Bragança é primo em sexto grau do último Monarca Português, Dom Manuel II. Não fosse a implantação da república em Portugal, que aconteceu há justamente um século, e seria ele o detentor da coroa. O Chefe da Casa Real Portuguesa preside à Fundação Dom Manuel II, instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo. Dom Duarte é um acérrimo defensor da identidade cultural do país. - www.casarealportuguesa.org  
Mar à vista - “O cabo da roca é o ponto mais ocidental da Europa e um belíssimo miradouro do Atlântico. O concelho é servido por inúmeras praias e a da Adraga é uma das minhas predilectas. Está inserida na área do Parque Natural Sintra-Cascais e fica junto à aldeia de Almoçageme.”
Um eléctrico chamado tradição - "Uma das coisas que gosto de fazer é tomar o eléctrico para Colares. Sempre que tenho visitas levo-as neste passeio, que é um dos mais aprazíveis das redondezas. Ainda bem que a ligação foi restabelecida, pois Sintra tem de preservar o seu encanto do século XIX, é essa a sua imagem de marca”.
Sintra
+351 21 923 8789
Sexta a domingo
€2
Era uma vez…no reino da Pena - O Palácio Nacional da Pena foi residência de Verão da Família Real Portuguesa até 1910. Hoje é uma casa-museu, onde “a visita está organizada de tal maneira que parece que a Família Real saiu de lá ontem.” O edifício “é uma fantasia com sucesso, muito bem integrada na paisagem”. O “original” lugar data de 1839, quando o Rei consorte Dom Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou a sua adaptação a palacete, obra a cargo do Barão de Eschewege, que criou uma espécie de pastiche dos castelos da Baviera e polvilhou o lugar de motivos mouriscos, góticos e manuelinos. “O parque que envolve o palácio é o meu preferido dos muitos que há na serra. Dom Fernando mandou plantar árvores e plantas das sete partidas do mundo e até lá existe uma plantação de café.”
Estrada da Pena, Sintra
+351 21 910 5340
www.ipmuseus.pt
Almoços históricos - “O Lawrence’s é o hotel mais antigo da Península Ibérica, foi inaugurado em 1764 e já recebeu hóspedes tão famosos quanto os escritores Lord Byron ou Eça de Queirós, que dão nome a algumas das suites. Tem um ambiente romântico e um restaurante muito agradável, onde se come muitíssimo bem. O mesmo se diga do Palácio de Seteais, óptima escolha tanto para o almoço como para o chá da tarde”.
Lawrence’s Hotel
Rua Consigliéri Pedroso, 38 – 40, Sintra
+351 21 910 5500
www.lawrenceshotel.com
Tivoli Palácio de Seteais
Rua Barbosa du Bocage, 10, Sintra
+351 21 923 3200
www.tivolipalaciosteais.com
Os mistérios da serra de Sintra - Quinta da Regaleira é do início do século XVII. Entre os seus proprietários, destaca-se Carvalho Monteiro que, com a ajuda do arquitecto Luigi Manini – responsável também pelo Palace Hotel do Bussaco –, dela fez, no princípio do século XX, um espelho dos seus sentimentos patrióticos. Apesar de ser o estilo manuelino a dominar, a quinta está repleta de símbolos mitológicos e esotéricos, estátuas de deuses, poços iniciáticos, jardins e grutas. “O melhor a fazer é ir acompanhado de um guia, para entender os vários símbolos que se encontram pela quinta. Também é digna de nota a cafetaria que tem um rol de snacks ideais para o lanche”.
Quinta da Regaleira
+351 21 910 6656
www.regaleira.pt
Cultura oblige - “No segundo e quarto domingo de cada mês, o Largo Dom Fernando II em São Pedro de Sintra recebe feiras muito interessantes, algumas temáticas como a medieval ou a biológica. Gosto muito de me passear por lá”. Para outros programas vá até ao Centro Cultural Olga Cadaval onde, em Outubro, pode assistir aos espectáculos de dança Retrospectiva (8) e The Ultimate Tango Show (29).
Feira de S. Pedro de Penaferrim
Largo D. Fernando II – S. Pedro de Penaferrim
Centro Cultural Olga Cadaval
Praça Dr. Francisco Sá Carneiro, Sintra
+351 21 910 7110
www.ccolgacadaval.pt
Mesas fartas - “Para jantar, as escolhas oscilam entre os restaurantes Toca do Javali e Taberna dos Trovadores. O primeiro tem pratos de caça óptimos e um ambiente acolhedor, ideal para tempos mais frios. O segundo é um espaço de eleição de artistas como Joaquim de Almeida e vários músicos conhecidos. A cozinha é tradicional e caseira, sem pretensões, mas muito boa. Recomendo vivamente”.
Toca do Javali
Rua 1º de Dezembro, 16 B, São Pedro de Sintra
+351 21 923 3503
www.tocadojavali.com
Taberna dos Trovadores
Praça D. Fernando II, 18 – Porta 6, São Pedro de Sintra
+351 21 923 3548
www.taverna-trovadores.com
5 DELÍCIAS LOCAIS 
Queijadas de Sintra - Fazem parte da riquíssima doçaria da região e são o seu principal ex-libris. As melhores são das fábricas Sapa, Piriquita, Gregório e as da Casa do Preto. O principal ingrediente é o queijo fresco.
Travesseiros de Sintra - São, a par das queijadas, os doces mais afamados de Sintra. Feitos de massa folhada, recheados com doce de ovos com amêndoa e polvilhados de açúcar, são de comer e chorar por mais, especialmente os da Pastelaria Piriquita.
Vinho de Colares - Este néctar cor de rubi é uma espécie de tesouro nacional já que, além do sabor singular, o estágio a que é sujeito tornam-no uma raridade.
Leitão de Negrais - É quase tão famoso como o leitão da Mealhada, no Centro-Norte do país. A sua confecção dita que o porquinho pese entre os seis e os onze quilos e vá a forno de lenha aberto ao meio, espalmado e sem pés nem orelhas.
Carne de porco às Mercês - Petisco típico da região, nasceu nas feiras da Mercês que remontam à ocupação árabe. A carne é marinada com vinho, sumo de limão, sal, pimenta, louro e colorau.
Fonte: Up Magazine