quinta-feira, 23 de setembro de 2010

CHEGOU A HORA!
A Causa Real promove no próximo dia 5 de Outubro no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães pelas às 15,00 horas, uma Proclamação de Lealdade para com S.A.R. O Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, que juntará membros de todas as Reais Associações existentes no território nacional, simpatizantes da Causa Monárquica e cidadãos que não se revêem na actual forma de regime.
Apela-se à participação e presença de todos nesta acção em que terão ocasião de escutar uma relevante alocução ao país do Chefe da Casa Real. Para tanto, a Real Associação de Lisboa disponibiliza transporte em autocarro com
preços especiais, incluindo para jovens com 50% de desconto.
BLOGUE REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA
EXPOSIÇÃO - DE 04 A 15 DE OUTUBRO DE 2010, NO PALÁCIO DA INDEPENDÊNCIA
(Clique na imagem para ampliar)
Estará patente no Palácio da Independência, ente o dia 04 e o dia 15 de Outubro a exposição “A Repressão da Imprensa na 1ª República”, organizada pela Plataforma do Centenário da República e com o apoio da Causa Real.
Esta exposição é feita à margem das comemorações oficiais dos cem anos da república portuguesa e também, o que é mais penoso, à margem da investigação oficial sobre os primórdios do regime republicano.
Trata-se da exibição dum conjunto de várias dezenas de quadros que evidenciam existência de um sistema repressivo regular e duradouro, mantido ao longo da primeira república. Durante esse período o regime estabeleceu formas imaginativas, directas e eficazes, de impedir o acesso do público aos textos perniciosos ou nefastos ao regime: o uso o assalto, a apreensão, a suspensão, e até a censura sem fundamento legal de jornais ou artigos foi tão frequente e continuado, que no seu conjunto constituiu um sistema repressivo sólido e consistente. A estratégia era a sustentação de um regime que não aceitava a contestação dos seus fundamentos, e uma classe política que não punha em jogo a sua permanência no poder. É esta a tese da presente exposição que assim se opõe à ciência histórica em vigor.
Não falte, a entrada é gratuita com oferta do catálogo - de Segunda a Sexta!
Publicada por João Távora - Centenário da República

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

ARRUADA EM CASCAIS
No próximo sábado, 25 de Setembro, vai ter lugar uma acção de rua em Cascais. Local de reunião e início da acção, no Largo da Estação dos Combóios, às 10h30. Comapareça! Leve a sua bandeira!.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

5 DE OUTUBRO DE 2010 - TODOS A GUIMARÃES!
Decidiu a Direcção Nacional da Causa Real que a melhor maneira de relembrarmos o centenário da proclamação da república, será reunirmo-nos em torno do Chefe da Casa Real Portuguesa, S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, para lhe manifestarmos a nossa lealdade e a fidelidade à Monarquia, que Ele personifica, e que um golpe militar apoiado pelo minoritário partido republicano e pela carbonária, impuseram aos portugueses. Nesse sentido, foi entendido que o local mais adequado seria Guimarães, berço da nacionalidade e da Monarquia e o Paço dos Duques de Bragança, primeira residência da Família Real que, em 1640, assumiu a Chefia da Casa Real Portuguesa e deu início à Dinastia de Bragança. O Senhor Dom Duarte fará, na ocasião, uma alocução.

Com vista a promover presença significativa de monárquicos para a Proclamação de Lealdade para S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio no próximo dia 5 de Outubro no Paço dos Duques de Bragança em Guimarães, a Real Associação de Lisboa disponibiliza transporte em autocarro com preços especiais, incluindo para jovens com 50% de desconto. Podem reservar-se lugares tanto através da nossa loja online (Adultos aqui – Jovens aqui) ou presencialmente de 2ª a 6ª até dia 1 de Outubro das 15h00 às 18h00 na nossa sede no Largo Luís Camões. A partida far-se-á da Praça Marquez de Pombal, lado Sul às 9h00 da manhã estando o regresso previsto para as 17h00 hs.
Mais esclarecimentos no mesmo horário pelo telefone 21-342 81 15. -
REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA

ALVALADE DIGNIFICOU OS 500 ANOS DO FLORAL E A PRESENÇA DE S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA
Assinalaram-se ontem os 500 Anos do Foral Manuelino de Alvalade, atribuído pelo Rei Dom Manuel I em 20 de Setembro de 1510. Do programa, destacou-se o descerramento de um painel de azulejos alusivo à data, nos antigos paços dos concelho, e uma sessão solene evocativa no Salão de Festas da Casa do Povo. A presença de S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança, conferiu um brilho muito particular às cerimónias, que pela sua simplicidade e simpatia ficará eternamente no coração e na memória dos alvaladenses que estiveram à altura pela hospitalidade, o carinho e a forma respeitosa com que receberam o Herdeiro da Coroa Portuguesa. O dia 20 de Setembro de 2010, e especialmente a sessão evocativa dos 500 Anos do Foral Manuelino de Alvalade, figurará seguramente entre as datas e os momentos mais felizes da História da freguesia, valorizado não apenas com os representantes das principais instituições e colectividades locais mas também com a presença de algumas das mais altas individualidades concelhias e regionais e de vários amigos de Alvalade com uma ligação sentimental muito forte à freguesia, como foram os casos, entre outros, do Arqtº Francisco Lobo de Vasconcellos e do Prof. Doutor José António Falcão, Director do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, palestrante convidado, que destacou os pontos chave do processo histórico de Alvalade com a eloquência, o entusiasmo e a clareza que lhe são habituais.
Fonte:
Alvalade Info
FOTOS
S.A.R., O Senhor Dom Duarte com o Presidente da Junta de Freguesia e Presidente da Casa do Povo.

A fanfarra alemã de Oberzell, saúda S.A.R., O Senhor Dom Duarte
S.A.R.,  O Senhor Dom Duarte cumprimenta o escritor Prof. Dr Augusto Deodato Guerreiro
O restaurante medieval, onde decorreu o repasto comemorativo dos 500 anos do Floral Manuelino, com a presença de S.A.R., O Senhor Dom Duarte.

MONÁRQUICOS EM ACÇÃO! ARRUADA EM LISBOA - 20 DE SETEMBRO DE 2010

Fonte: Blog Causa Monárquica

FOTOS DA ARRUADA MONÁRQUICA EM LISBOA - 20 DE SETEMBRO DE 2010

Fotos: Rui Monteiro – Blogue Causa Monárquica

Ontem realizou-se com o apoio da Real Associação de Lisboa uma arruada, mais de duas dezenas de pessoas concentraram-se por volta das 15h no largo da Praça Luís de Camões. Agradecemos ao senhor Presidente João Mattos e Silva o apoio tanto de material de campanha como de divulgação da mesma arruada através da própria RAL.
Inicialmente começámos a distribuir mesmo ali bandeiras e panfletos da Juventude Monárquica, demos duas voltas também para as pessoas que não estão habituadas a campanhas políticas entrarem dentro da dinâmica. Pessoalmente não foi uma experiência nova, fazer campanha política em terreno não propício é complicado e envolve algum jogo de cintura com fair-play e sempre bom espírito para quem abordamos, nem todos que vinham connosco estavam habituados a estas coisas mas envolveram-se. A Causa Real apesar de não ser um partido tem de ter a sua componente política e como tal não pode prescindir das armas que a mesma luta tem ao nosso dispor.
Demos a cara, descemos o Chiado fomos até aos Ármazens Grandela, tivemos uma arma política em comum com os Homens da Luta ou seja o Megafone que nos permitiu divulgar de uma forma mais eficaz a nossa voz e a mensagem. Descemos até à Praça D.Pedro IV no Rossio, demos a volta pelo Teatro D.Maria II passando pelo café gelo, voltámos para baixo em direcção à Rua Augusta.
Com uma forte adesão da população não tivemos problemas, as pessoas pediam-nos bandeiras, falavam connosco, alguns pediram para se inscrever na Real Associação mais próxima. Houve uma adesão popular de todas as faixas etárias, mesmo os jovens que actualmente mostram-se na sua maioria alienados da vida política mostraram interesse e em alguns casos alegria por nos verem. Claro que como em todas campanhas há provocações mas neste caso não foram nada de especial tendo em conta que nem sequer um “Viva à república” foi dito, um pouco de fair-play é sempre bom.
No Terreiro do Paço virámos em direcção aos Passos dos Concelho, passámos em frente à Esquadra da PSP que logo mandou 3 agentes talvez com medo de que algo fosse feito na CML, se no ano passado o 31 da Armada gozou na cara deles ao colocar uma bandeira, desta vez passaram vinte e tal bandeiras em frente aos pobres agentes que tiveram de mostrar serviço feito, depois de fotos de grupo e alguma compreensão por parte dos agentes da PSP subimos e dirigimos-nos em direcção ao Chiado e posteriormente Praça Luís de Camões.
No fim ficámos com um soriso na cara da mesma forma que começámos o dia quando o nosso companheiro Ricardo Gomes da Silva deu duas bandeiras a duas crianças que estavam à janela a delirar com o colorido das nossas bandeiras …
Viva o REI !!!Viva PORTUGAL !!!
Causa Monárquica

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ARRUADA DE LISBOA! FOMOS MUITOS! Uma das fotos do grupo.
(Clique na Imagem para ampliar)
Fotos de Rui Monteiro - Causa Monárquica

RESUMO DA ARRUADA EM LISBOA, NO DIA 20 DE SETEMBRO DE 2010

Decorreu sem qualquer problemas a arruada monárquica em Lisboa, na qual, mais uma vez, a população demonstrou que tem no seu ADN o sentimento monárquico, misturado, naturalmente, com uma certa nostalgia de um certo passado, mas também, olhando para a Bandeira da Monarquia Constitucional, como a “Bandeira da Esperança”. Foram distribuídos panfletos informativos e bandeiras de menor tamanho, seja a adultos, seja a crianças.
Não deixará de ser espantoso, a aceitação popular que a Bandeira da Monarquia tem na população. E encontrámos, apenas e só, um único republicano que, contudo, só soube dizer “Vivas à República” – naturalmente, os argumentos republicanos ficaram em casa….
Numa análise concreta, relativamente à participação monárquica, houve bastante entusiasmo em torno da divulgação da Monarquia aos Lisboetas.
Notou-se uma clara falta de experiência e de vitalidade na defesa da Monarquia; nada que não se possa corrigir com o tempo, naturalmente.
É fundamental lutar com vigor e espírito de sacrificio naquilo em que se acredita. Espero ver mais jovens no futuro, nestes eventos.
Relembro que desde o passado dia 4 de Outubro, os Monárquicos não apareciam em acções de militância nas ruas da Capital. -
Fonte: PDR - PROJECTO DEMOCRACIA REAL

REAL FRASE DO DIA Jornal Expresso de 14-08-2010

domingo, 19 de setembro de 2010

ALGUNS "GOSTOS" DE S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA

Um livro imprescindível - Gostei muito de vários que li recentemente, como "Salazar e o Rei (Que Não Foi)", de Fernando Amaro Monteiro, pela análise histórica; ou "Arquitectura.  Escolha ou Fatalidade", de Léon Krier, que dá uma resposta clara aos defensores do "pensamento obrigatório" que só aceitam a arquitetura "modernista" e recusam a memória e a tradição.
Um filme inesquecível -  "Inês de Portugal", Muito bem realizado e mostra os dois lados do drama de Inês de Castro e D. Pedro. "Kaguemusha", de Kurosava, que aborda a influência portuguesa no Japão. E "Até ao Fim do Mundo", de Wim Wenders.
Um refúgio -  Açores, uma belíssima paisagem geralmente preservada. Mas também a Madeira, São Tomé e Príncipe e, claro, Sintra.
Um luxo de que não prescinde -  Dormir tranquilamente, sem ruídos violentos e abusivos que costumam acontecer no verão do Minho ao Algarve! São bem-vindos os galos, os sinos das igrejas sem altifalantes e os sons da natureza.
A viagem da sua vida - A que fizemos depois do casamento a Moçambique e a várias ilhas de Cabo Verde, especialmente Boavista.
Actividade preferida nos tempos livres -  As actividades com os meus filhos, bicicleta, canoagem, etc. E bons filmes e bons livros com os quais se aprenda alguma coisa. Ou que sejam divertidos...
Qual o rei de Portugal de que mais gosta? - Talvez D. Dinis... Ou D. João I, que soube aproveitar o génio de D. Nuno Álvares Pereira e, com D. Filipa de Lencastre, preparou os filhos, a Ínclita Geração.
Programa de TV preferido -  Prefiro não ver, mas alguns debates são indispensáveis, particularmente com o Professor Medina Carreira. Os magníficos programas de história de José Hermano Saraiva.
Um vício -  Queijadas e requeijão de Serpa, pastéis de Belém (os autênticos, da antiga casa), pastelaria marroquina, ostras numa praia da Guiné, orchata de chufas e gaspacho de amêndoa em Sevilha...
Publicado na Revista Única do Expresso de 18 de Setembro de 2010

sábado, 18 de setembro de 2010

ENTREVISTA COM S.A.R., DONA ISABEL DE BRAGANÇA
É no domínio público, que Vossa Alteza tem sido ao longo destes três anos, uma acção social extremamente meritória. Quais são as causas e projectos que Vossa Alteza sente mais inclinação e maior vontade de se dedicar? - Apesar de ter pouco tempo disponível por causa dos meus filhos, tenho-me dedicado a várias instituições como: Ajuda de Mãe, Ajuda de Berço, Ajuda do Recém Nascido, Miastenia Gravis, Trissomia 21 e Aboim Ascenção. Há ainda alguns projectos em que gostaria de me envolver como os lares de 3ª idade, apoio e visitas a prisões e projectos ecológicos, mas como já tenho dito, há que ter cuidado para não me dispersar e prejudicar a família.
Quais poderão ser as principais funções de Vossa Alteza, se amanhã a Família Real for chamada pelos portugueses a Reinar? - Para além de tarefas necessariamente acrescidas ao serviço do País, teria funções idênticas às que hoje procuro desempenhar: ajudar o meu marido colaborando em obras assistênciais e culturais, para além da acção fundamental da educação dos nossos filhos.
Quais as qualidades mais importantes a desenvolver no Príncipe Dom Afonso de Santa Maria? - Uma educação baseada no sentido das responsabilidades para com Deus e para com Portugal e os portugueses, através do desenvolvimento do seu carácter e das suas capacidades intelectuais e físicas.
Nesta altura em que os valores da família são cada vez mais atacados, Vossa Alteza acha que a Instituição Real pode defender melhor esses valores? - Gostaría que a Família Real pudesse servir de exemplo a todas as famílias, dado a sua importância no seio da Instituição Real.
Qual a mensagem que Vossa Alteza gostaria de deixar àquelas famílias portuguesas que estão em profunda desagregação, sem terem onde se apoiar, e sem esperança num futuro melhor? - Tem havido um crescimento desiquilibrado em Portugal, no sentido em que se vê as pessoas ao serviço de desenvolvimento sem progresso humano. Tenho sempre chamado à atenção à importância de não nos desenraizarmos, para que não se percam os nossos valores e as nossas referências. As pessoas quando deixam as suas vilas ou aldeias e vêm para as grandes cidades, muitas vezes perdem as suas referências e ficam sozinhos. Há que pensar que a família é o núcleo mais importante na sociedade e temos que a proteger.
Entrevista concedida à Real Associação de Lisboa - Boletim "Real" Nº 37 de 1998.