terça-feira, 31 de agosto de 2010

NEWSWEEK DE AGOSTO
Em Agosto, a Newsweek qualificou nos primeiros lugares dos melhores países do mundo para viver, um bom número de Monarquias … e a república Portuguesa nem se vê... Dos 21 ficamos a saber que 11 são Monarquias.
1) Finland
2) Switzerland
3) Sweden
4) Australia
5) Luxembourg
6) Norway
7) Canada
8) Netherlands
9) Japan
10) Denmark
11) United States
12) Germany
13) New Zealand
14) United Kingdom
15) South Korea
16) France
17) Ireland
18) Áustria
19) Belgium
20) Singapore
21) Spain
SE A CONSTITUIÇÃO DEIXASSE... Jornal Expresso de 14-08-2010
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

S.A.R., DOM DUARTE, TORNOU-SE SÓCIO HONORÁRIO DO ROTARY CLUBE DE ESTÓI
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DOM DUARTE MOSTRA FÉ
Depois de meio século de interregno, a procissão de Nossa Senhora da Conceição, em Ferragudo, voltou ao mar, com a imagem da Virgem a ser transportada em barcos.
E quem testemunhou o recuperar desta tradição foi Dom Duarte Pio. O Duque de Bragança que costuma passar férias na localidade algarvia próxima de Portimão, esteve na procissão acompanhado da Família. - 21.08.2010
Vidas - Fotos - D. Duarte mostra fé

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

DE FÉRIAS!
Dentro de 15 dias, voltarei ao blog com força total e um até já para quem fica.

ENTREVISTA A S.A.R., DOM DUARTE AO NOTÍCIAS MAGAZINE Suplemento do Jornal de Notícias - Notícias Magazine de 05 de Março de 2006
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

AFINAL, QUE BANDEIRA É ESTA?
Afinal, que bandeira é esta?
A História está cheia de enganos. Uns propositados, outros por ignorância e outros simplesmente produtos de imaginação. Recordo que aqui há uns anos um Presidente da República que andou pelas escolas de norte a sul a distribuir um “kit patriótico” de que faziam parte uma cassete com a Portuguesa, uma bandeira da República e uma fantasiosa interpretação dos elementos que as compõem. Começo por achar a expressão “kit”, só por si, pouco patriótica. Mas o que na altura e hoje me parece chocante é o quanto tão pouco pode ser patriótico falar de símbolos nacionais com a ligeireza e falta de rigor com que o “kit” se referia às armas de Portugal. Desde a escola aos escuteiros, a explicação dada para a bandeira da República, que este ano comemora 100 anos, e cujo bom gosto acho discutível, é explicada escamoteando-se o facto de que a escolha das suas cores resultou de uma qualquer obscura loja maçónica. Se esta escolha de cores é já por si infeliz, querer atribuir-lhe algum significado dentro dos 800 anos da história que precederam a República, é um total absurdo. Também um absurdo é a interpretação “oficial” da República para o escudo, ou armas, de Portugal. Com a falta da coroa a encimá-las, substituída pela esfera armilar, estas são o único elemento que sobreviveu da monarquia. A “versão oficial” diz que os símbolos inseridos nas armas de Portugal representam as 5 chagas de Cristo – Cinco escudetes de azul; Os trinta dinheiros da traição de Judas – Cinco besantes contados em cruz (ridículo! Se os “círculos prateados” servem para ser 30 dinheiros, então bastaria colocar 6 dentro de cada escudete, em vez de se ter que contar 2 vezes as do centro); as 7 cidades conquistadas aos mouros por D. Afonso Henriques – os 7 castelos na orla (bordadura) do escudo. Não pretendo fazer doutrina com a descrição que dou das armas de Portugal, e muito melhores opiniões haverá que a minha, mas estou certo de que a forma como as descrevo está muito mais perto de uma verdade histórica, do que o ridículo da “versão oficial”. Na Idade Média, quando Portugal começou, não havia bandeiras. O que havia eram estandartes que representavam as armas, ou brasões, dos reis ou senhores de uma determinada região. Quando D. Afonso Henriques por direito se tornou Rei, adaptou armas próprias, mas não querendo romper com as de seu pai, utilizou as mesmas cores (metais e esmaltes) do brasão do Conde D. Henrique. Assim, encontramos na representação do brasão de armas de D. Afonso I, a cruz azul, agora delineada pela posição de 5 escudetes de azul, sobre um fundo branco (campo de prata). Os nossos primeiros Reis, pelo menos até D. Afonso III, parece que se esforçavam por preencher estes escudetes com o maior número possível de pequenos círculos brancos (besantes de prata). Interpretam isto, alguns historiadores, como os besantes representarem dinheiro, concluindo assim que estes são uma manifestação de fortuna por parte do Rei. Facto é que o numero destes besantes só é fixado em 5 com D. Dinis, que os colocou em X (em aspa) por uma simples questão de estética e harmonia heráldica. Os 7 castelos, nem sempre foram 7. O seu número sempre variou até ao reinado de D. Sebastião. Não representam cidades; são, por muito que me custe reconhecer, uma representação das armas de Castela. De acordo com a tradição heráldica, só ao primogénito é possível utilizar as “armas plenas” de seu pai. Os filhos segundos têm que usar as suas armas com “diferença”. D. Sancho II e D. Afonso III eram ambos filhos de D. Afonso II e de Dona Urraca, infanta de Castela. Ao primogénito couberam as armas “plenas” do seu pai. Ao Bolonhês, coube usar as armas de seu pai, acrescidas com as da casa de sua mãe. Estas foram representadas no seu brasão da orla (bordadura) do escudo. Quando D. Afonso III depõe D. Sancho II e se torna Rei de Portugal, o seu brasão converte-se nas armas do reino, com os castelos “incluídos”.
Durante os 300 anos seguintes, os Reis de Portugal, nunca se preocuparam em fixar este número de castelos. D. Sebastião foi o primeiro a ter essa preocupação, mas foi o seu tio e sucessor, D. Henrique, que de forma definitiva regulou fixando-os em 7. Dizem que o fez como manifestação de adesão às deliberações saídas do Concílio de Trento, pretendendo que os 7 castelos representassem as 7 virtudes cristãs ou os 7 sacramentos, não sei. Pessoalmente entendo que mais uma vez o seu número resulta essencialmente de uma questão de estética e harmonia heráldica. Um brasão é quase sempre o resultado da história de uma família e das suas alianças. As armas de Portugal, mesmo em República, são o brasão dos nossos Reis, e como tal são reflexo da nossa História. Mesmo numa República com 100 anos, há coisas que esta, ainda que o tente com as suas patranhas, não conseguirá apagar.
Tiago Beirão Belo in Diário Digital (11-Ago-2010)
Fonte: BLOGUE REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA

S.A.R, DOM DUARTE DE BRAGANÇA, NA ELEIÇÃO DAS "7 MARAVILHAS NATURAIS DE PORTUGAL"

Vídeo: leonidasreal

8 de Março de 2010 - Notícia e fotos aqui: http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/2010/03/s_10.html

PENSEM NISTO (III)
Um dos argumentos a favor da Monarquia ainda é o factor económico. Surpreendentemente (para mais nos dias que correm) há quem rebata essa ideia com frases do género ‘É só esse o vosso argumento?’. Será que para essas pessoas o factor económico (volto a repetir – para mais nos dias que correm) é algo de pouca importância? Curiosa ordem de pensamentos.
Hoje o País arde. Tudo se repete mais uma vez. Tantas localidades que se vêem cercadas pelo fogo. Tantas pessoas que perderam os seus bens. Tanto património natural destruído. Tanto desespero de tanta gente. Onde estão os meios aéreos (que nunca se admite serem escassos) essenciais para os locais de difícil ou impossível acesso com os meios terrestres? Onde estão as barragens ou reservatórios de água para que os meios de combate aos incêndios se possam abastecer sem demorar eternidades pois na luta contra as chamas cada minuto conta?
Pergunta-se: Onde está o investimento no património natural nacional, na sua defesa e manutenção? Afinal de contas é tudo uma questão de prioridades!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

REAL FRASE DO DIA
Entrevista à Magazine Cultural de Sintra, Março de 2003
LIVRO "MONARQUIA HOJE"?
«Há tempos pensara escrever um livro sobre uma personalidade que me fascinasse profundamente. Mas a escolha era difícil. Seduzia-me Luther King, o Papa João XXIII, Lech Walesa ou um daqueles mártires de quem quase ninguém ouviu falar, cuja vida se encontra nos panegíricos de um ou outro alfarrabista do Bairro Alto. A ideia ficou em gestação, mas a indecisão da escolha da personagem mantinha-se. Num processo mental escusado, personagens diferentes passaram por ritos de iniciação, até que as dúvidas se dissiparam, quando há anos conheci o Duque de Bragança. O homem alto, simpático quanto baste, com um bigode que quase ninguém usa, mas que indiscutivelmente o favorece, era exactamente o tipo de personagem que procurava.
Controversa, corajosa, e um espécime em vias de extinção, dado que apenas nele e nos seus irmãos se uniram decénios de disputas dinásticas entre liberais e miguelistas, graças ao casamento de S.A.R. o Senhor Dom Duarte Nuno com S.A.I.R. a Senhora Dona Maria Francisca.
O compromisso da escrita não surgiu pelo facto de a personagem ser o Herdeiro da Coroa de Portugal. Surgiu essencialmente porque à medida que o ia conhecendo nascia em mim uma curiosidade enorme pela sua personalidade pouco usual e uma admiração pelas suas ideias que transformavam a situação num desejo que devia ser cumprido.Para o leitor distraído que nunca o tenha visto, o Senhor Dom Duarte é um homem alto, bem constituído, com cabelo castanho arruivado e olhos esverdeados onde se lê tudo o que lhe vai na alma. Digamos que os olhos são o ponto fraco do Duque de Bragança. Quando fazem lembrar o sossego dos lagos irlandeses, podemos assegurar que está feliz. Quando tiverem lâmpadas acesas que recordam relâmpagos e trovoadas, alguma coisa o atormenta. Não há dúvida que o teste da sua disposição são os olhos. A sua tão apregoada simplicidade franciscana não é tão simples como aparenta. Ainda que pareça um paradoxo, é uma simplicidade complicada. Tem um trato afável seja com quem for, mas existem por vezes uns timbres de arrogância na voz, que têm qualquer coisa que ver com a coluna vertebral que mantém sempre muito direita e o faz parecer ainda mais alto. Sendo inteligente é forçosamente ecologista,preocupa-se profundamente com o futuro do seu país e não é minimamente consumista. Tem um sentido de humor que me atreveria a chamar de britânico. Sabe que é uma referência para muita gente (monárquicos ou não) e representa sem dúvida uma reserva moral da Nação, uma bandeira que luta por uma nova ordem internacional.O Senhor Dom Duarte Pio João é sem dúvida uma pessoa muito comentada (tantas vezes erradamente!) e fotografada como figura pública que é. Contudo, por isso mesmo, é ora elogiado ora agredido impunemente, confundindo mais ainda o público que o envolve em lendas sebastiânicas (e outras não tanto), deixando a verdade repousar num coma profundo, quase permanente.Confidenciei-lhe a minha pretensão e enviei-lhe o plano do livro que gostava de realizar. Quando nos encontrámos, olhou-me pensativo, concentrando em mim o cinza--verde indefinido dos olhos, e disse: "Podemos experimentar."E foi assim que combinámos a primeira entrevista em Sintra , ao meio-dia de um dezanove de Julho. Quem conhece o Senhor Dom Duarte sabe que uma das suas características é precisamente a abstracção casual do momento presente, quando surgem coisas mais importantes. Consegue ganhar-me nesse campo, o que é francamente difícil.Por experiência própria posso garantir que é tudo uma questão de economia mental. Quando cheguei a Sintra (amavelmente conduzida por um grande amigo, o economista Rodrigo de Moctezuma), alguém me fez subir uma série de escadas e me deixou num salão que me entusiasmou pelos magníficos óleos das paredes. Passado algum tempo surgiu Dom Duarte com a terrível dúvida: "Tinha combinado hoje consigo em Sintra?" Depois da dúvida esclarecida, voltámos a Lisboa no seu jeep verde-caça, deixando no Chiado o Senhor Dom Miguel, que partia nesse dia para Santar. Abro um parêntesis para dizer que o Infante, para além de um pintor francamente bom em qualquer parte do mundo, é uma pessoa superdivertida, o que tornou a nossa viagem para Lisboa numa constante gargalhada. Enquanto Dom Miguel seguia para Santar, Dom Duarte e eu escolhemos um lugar sossegado para iniciarmos a nossa primeira conversa, que iria dar origem ao primeiro capítulo do meu livro.»
"Diálogos com o Duque de Bragança", de Clara Picão Fernandes
Livro de 1995, ainda possivel de ser adquirido: http://www.wook.pt/authors/detail/id/11219
Fonte: http://monarquia.webnode.pt