quarta-feira, 30 de junho de 2010

FOTOS DA INAUGURAÇÃO DA SEDE DA JUVENTUDE MONÁRQUICA DE LISBOA NO DIA 25-06-2010
Discurso de João Mattos e Silva, Presidente da Real Associação de Lisboa.
Discurso de Duarte Seabra Calado, Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa.
Aplaudindo o discurso de Duarte Seabra Calado.
É oferecido um ramo de rosas a S.A.R., A Senhora Dona Isabel de Bragança.
Presidente da Junta de Freguesia cumprimenta S.A.R., Dom Duarte e oferece o brasão da Freguesia de São José.
Dom Afonso inaugura a Sede com o descerramento da placa comemorativa.
Placa que foi descerrada por S.A.R., O Príncipe da Beira.
Sala de reuniões com um quadro de S.A.R., Dom Duarte Nuno de Bragança e onde se realizou a cerimónia da inauguração.
Mais um ângulo do corredor que vai ter à sala de reuniões, com fotos de SS.AA.RR., Os Duques de Bragança.
Um dos ambientes de trabalho. A carteira está a mais...
Decoração da entrada com fotos da Família Real.
Família Real descendo a Rua do Carrião até à Sede.
Edifício da Sede da JML, na Rua do Carrião, Nº9
Pessoas aguardando pela chegada da Família Real à Sede da Juventude Monárquica de Lisboa.
Fotos de Nuno Gaspar e de uma "amadora"
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FOTOS DO JANTAR NO JARDIM DO TOREL APÓS A INAUGURAÇÃO DA SEDE DA JUVENTUDE MONÁRQUICA DE LISBOA (JML), NO DIA 25-06-2010
Jardim originário de uma quinta do inicio do século XVIII, que possui um magnifico tanque ornamental de forma oval, rodeado por dois lanços de escadaria, e uma grande varanda miradouro, cuja grade é sustentada por dez pilares de cantaria. E mais bonito fica, ornamentado com a nossa bandeira.
Isabel da Veiga, explicando a história do Jardim do Torel. Está situado no alto de uma das sete colinas de Lisboa, junto do elevador do Lavra, de onde se vislumbra uma magnificente panorâmica da Freguesia e da cidade de Lisboa. O seu nome deriva do desembargador Cunha Thorel, o mais rico proprietário da zona, que habitava um palácio no actual espaço do jardim.
Da esquerda para a direita: uma amiga, S.A.R., A Duquesa de Bragança, João Mattos e Silva, Presidente da R.A.L. e Isabel da Veiga Cabral.
S.A.R., O Príncipe da Beira com um grupo de jovens.
Há sempre uma camera a tentar tirar fotos a S.A.R., O Príncipe da Beira.
Chegada ao Jardim do Torel.
A banca onde se pagava o jantar.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte e Presidente da Junta da Freguesia de São José
S.A.R., Dom Duarte aproximou-se para apreciar de perto a actuação do Rancho Folclórico.
O Rancho convidou S.A.R., A Senhora Dona Isabel para dançar.
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Fotos de: Nuno de Albuquerque Gaspar e de uma amadora

terça-feira, 29 de junho de 2010

MENSAGEM DE S.A.R., DOM DUARTE AO PROFESSOR CARLOS QUEIROZ
(Por ocasião do Campeonato Mundial de Futebol na África do Sul)
Senhor Prof. Carlos Queiroz,
Em vésperas de exigências ainda maiores, queria saudá-lo, e a todos os Jogadores e Dirigentes pelo desempenho que tiveram desde a fase de apuramento até à recente qualificação para os oitavos de final. Foi difícil, mas o empenho, a vontade e a qualidade que já evidenciaram, são estimulo e confiança para tudo o que virá. Com fé, coragem e a alegria de bem cumprir, estou certo de que estaremos aptos para enfrentar os obstáculos que se nos depararem. A começar já amanhã, assim acredito.
Lisboa, 28 de Junho de 2010
Dom Duarte de Bragança
Fonte: Casa Real Portuguesa
UM "REAL" E FELIZ DIA DE SÃO PEDRO
Pedro (século I a.C., Betsaida, Galiléia — cerca de 67 d.C., Roma)[1] foi um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, como está escrito no Novo Testamento e, mais especificamente, nos quatro Evangelhos. São Pedro foi o primeiro Bispo de Roma[2][3], sendo por isso o primeiro Papa da Igreja Católica. Segundo a Bíblia, seu nome original não era Pedro, mas Simão. Nos livros dos Atos dos Apóstolos e na Segunda Epístola de Pedro, aparece ainda uma variante do seu nome original, Simeão. Cristo mudou seu nome para כיפא, Kepha, que em aramaico significa "pedra", "rocha", nome este que foi traduzido para o grego como Πέτρος, Petros, através da palavra πέτρα, petra, que também significa "pedra" ou "rocha", e posteriormente passou para o latim como Petrus, também através da palavra petra, de mesmo significado.
A mudança de seu nome por Jesus Cristo, bem como seu significado, ganham importância de acordo com a
Igreja Católica em Mt 16, 18, quando Jesus diz: "E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela." Jesus comparava Simão à rocha.[4] Pedro foi o fundador, junto com São Paulo, da Igreja de Roma (a Santa Sé), sendo-lhe concedido o título de Príncipe dos Apóstolos e primeiro Papa. Esse título é um tanto tardio, visto que tal designação só começaria a ser usada cerca de um século mais tarde, suplementando o de Patriarca (agora destinado a outro uso). Pedro foi o primeiro Bispo de Roma. Essa circunstância é importante, pois daí provém a primazia do Papa e da diocese de Roma sobre toda a Igreja Católica; posteriormente esse evento originaria os títulos "Apostólica" e "Romana".(...)

Fonte: Wikipédia
REAL FRASE DO DIA Entrevista ao "Correio de Lagos" em Dezembro de 2009.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

DOM DUARTE PIO DE BRAGANÇA, O REI DE PORTUGAL!
Revista "Elite Negócios & Lifestyle Nº 46" de Maio de 2010
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domingo, 27 de junho de 2010

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DA 1ª ACÇÃO DE RUA NO PORTO: 23-06-2010Bandeiras nos vasos de cimento e ao vento... boa ideia!
Diogo Campos abordando um transeunte...
António Baião Pinto, mais uma explicação...
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O HERDEIRO LUSO Revista "Contrabando" Nº 3 de Junho de 2010 - Revista Rayana Multilingue
http://www.contrabando.org/jornais/Contrabando_Junho2010.pdf
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sábado, 26 de junho de 2010

FILHO DE DOM DUARTE VAI ESTUDAR PARA INGLATERRA - Imprensa
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JUVENTUDE MONÁRQUICA PORTUGUESA - CAUSA REAL
O novo LOGO da Juventude Monárquica Portuguesa. Uma nova cara para uma nova atitude, uma nova ambição, um novo trabalho na restauração do nosso ideal. Vamos para diante! Viva o Rei!
Fonte: Causa Real

sexta-feira, 25 de junho de 2010

LANÇAMENTO DO LIVRO "EU, MARIA PIA"
«Eu, Maria Pia - A tragédia de uma Princesa italiana, Rainha de Portugal», de Diana do Cadaval, foi apresentado ontem por Marcelo Rebelo de Sousa, na Embaixada de Itália, num evento que reuniu figuras de renome e que contou coma presença de S.A.R., Dom Duarte de Bragança.
Fotos da revista "Lux"
DEMOCRACIA REAL
A Democracia Real é um movimento que se dirige a todo o Povo Português, a todos os partidos que pretendem defendê-lo e em especial a todos os verdadeiros Democratas defensores da autêntica Liberdade em Democracia. Chegou a hora de fazer em Portugal uma verdadeira Democracia. É necessário chamar a atenção de todo o Povo Português para os outros Povos em que a democracia é uma realidade e um exemplo. Quais os países que têm os Povos mais livres, de mais alto nível de vida e de maior justiça social? Quais os que na realidade se governam a si mesmos? Esses países situam-se na Europa, onde Portugal existe há mais de oito séculos. Esses Povos verdadeiramente livres escolhem o governo que entendem e que o seu chefe aceita. Esse chefe não vota. Não está comprometido com nenhum partido e limita-se a aceitar as decisões do Povo a que pertence, representa e defende. O chefe desses Povos é o Rei, que não se comprometendo com qualquer partido, somente pertence ao Povo. Nessas Monarquias, as democracias evoluíram e traduzem realmente a vontade e a força do Povo. Esse Rei-Povo é a união de todos os cidadãos, união sem a qual não é possível uma Democracia feita de Paz, Liberdade e Progresso. Que todos os Portugueses meditem nessas Nações e as comparem com as democracias das Repúblicas. Comparem esses Povos monárquicos e democráticos com tantos Povos republicanos, tão pouco livres. Os Reis dignos e honestos representantes do Povo, com os Presidentes da República, eleitos pelo partido a que pertencem, uns tantas vezes metidos em escandalosas desonestidades e injustiças para com o Povo que oprimem. Outros bem intencionados, mas impossibilitados de agir porque são o resultado da divisão do Povo e não da sua união.Os muitos milhares de emigrantes fugidos à República Portuguesa, assim como os refugiados políticos portugueses e de todo o mundo, que escolheram essas Monarquias europeias para viver livremente, nos mais civilizados e democráticos Povos da Terra, são as melhores testemunhas do que aqui afirmamos e estamos dispostos a defender, não pela força, mas pela razão. O Movimento da Democracia Real não defende um partido, defende todos. Não defende um Rei, defende um Povo. Defende a igualdade dos seres humanos. Defende a inteligência que há em todos, para que a ignorância diminua. Defende o Amor – lamenta o ódio, fruto da República. Defende a Paz, não a guerra. O Movimento da Democracia Real exige que seja contada ao Povo toda a verdade acerca da História de Portugal. Exige que seja desmascarada toda a República, e não só os últimos 48 anos. O Povo tem de ser esclarecido, em vez de lhe explorarem a ignorância e a boa-fé. Só assim se poderá chamar “política da verdade”. Que sabe o Povo de há 64 anos para cá? Que lhe ensinou a República?
Há que dar as mãos. Há que trabalhar juntos para que, unidos, se produza o bem-estar de todos. Há que estar ao lado, e não acima. Há que ser igual, e não superior ou inferior. Há que respeitar e não impor respeito. Há que dar em vez de tirar. Há que fazer pensar todos em vez de pensar pelos outros. Há que ouvir para poder falar. Há que amar. Há que entender. Há que atingir um fim comum. Há que refazer Portugal. Há que definir um Povo. Há que realmente unir em vez de separar para enfraquecer.Unido assim é que jamais será vencido.O mal não está nos partidos, está no sistema. Os partidos servem a República servindo-se do Povo. A República serve os partidos usando o nome do Povo. Quem serve o Povo, seja qual for o partido? Quem serve o Povo sem nome? Quem serve os que só trabalham sem perceber os políticos? Quando se ouve falar o Povo em seu próprio nome? Qual o Movimento do Povo? Qual a sua ideia? Quem o ouve e une melhor que as Monarquias? Qual o sistema das verdadeiras Democracias? Qual o sistema da liberdade, da igualdade, do progresso e da justiça? É a República ou a Monarquia? Qual o sistema dos Povos livres? Qual o sistema dos Povos mais civilizados do Mundo? Quais as melhores Democracias? Já viram as Monarquias da Europa? Já viram os resultados das Repúblicas?
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Poupem-nos a sistemas falhados. Poupem-nos a ditaduras. Poupem-nos a fascismos. Poupem-nos a desigualdades. Poupem-nos a ódios. Poupem-nos a violências. Poupem-nos à República!
Não falem de fraternidade; façam-na.
Não falem de amor: amem!
Não falem de justiça; sejam justos!
Não falem de igualdade; sintam-se iguais!
Há que deixar o Povo fazer a História, para que seja honesta e pura.Os Povos monárquicos não temem o Rei. Desejam-no. Têm nele a sua união. Têm no Rei o respeito que merecem. Têm no Rei a sua liberdade.Quais os políticos que não querem o Rei? Os que querem o Povo? O Povo Unido? Como é possível unir o Povo com um Presidente pertencente a um partido? Quem melhor que o Rei pertence ao Povo? Quem melhor que o Rei deixa o Povo livre para tudo escolher e decidir?Senhores políticos, a República em Portugal é sistema falhado. Quem quer a República? Quem se usa dela? A quem é que ela favorece? Todos sabemos, honestamente, que nunca serviu o Povo. Todos sabemos, honestamente, que serve de capa a quem se quer servir do Povo em vez de o servir. O Povo sente isso porque é a vítima maior da República. Há que contar a verdade toda. É o Povo que está inocente em Portugal. O Povo muito mais que ninguém. Em tudo! Basta do egoísmo de não aceitar ideias diferentes das nossas. Todos somos diferentes, mas iguais nos direitos de liberdade e justiça. Somos todos do mesmo País, temos de ser todos a tê-lo, para que seja realmente nosso. O Movimento da Democracia Real é uma ideia, não é um partido. Uma ideia para todos os partidos democráticos. Não tem cargos para dar nem elites para defender. Só pretende fazer pensar quem forma soluções que sirvam a todos. Defende a Paz, a Igualdade, a Unidade e a Liberdade. É um movimento reaccionário à República, na medida em que achamos que o Povo português nada de bom lhe deve. Não pretendemos impor nada. A Monarquia só vale quando aceite, nunca por imposição. Só aceite seria de todos. Os Povos mais livres do Mundo são os que mais evoluíram e que ao mesmo tempo mais respeitam as tradições que livremente quiseram manter.
Porque não fazer como eles?
João Ferreira Rosa