terça-feira, 22 de junho de 2010

RESUMO DO XVI CONGRESSO DA CAUSA REAL
Realizou-se em Viseu, no Teatro Viriato, o Congresso da Causa Real, que pela primeira vez aliou um período reservado aos seus associados, com a apresentação do Relatório e Contas e a eleição de novos membros para a Direcção, em substituição de elementos que saíram por razões pessoais e profissionais e que passou a integrar os Dr. Sérgio Rau Silva, Dr. Miguel Esperança Pina e João Távora, a apresentação de moções e declarações sobre a estratégia da Causa Real e um período aberto a todos os monárquicos, com a realização de palestras e a discussão dos temas apresentados, que foram muito participadas pelas cerca de 160 pessoas presentes. Foram oradores o Prof. Doutor Nuno Gonçalves da Cunha, sobre as razões da sua recente adesão ao ideal monárquico, Prof. Doutor José Adelino Maltês, sobre a Democracia e Monarquia, Dr. Carlos Bobone e João Távora, sobre a Violência política no advento da proclamação da República e Dr. Rui Monteiro, sobre a Esquerda e a Monarquia.
No segundo dia interveio o Dr. José Valle de Figueiredo, que falou sobre a Monarquia e o Municipalismo.
Na sessão de encerramento, usaram da palavra o Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto e Sua Alteza Real, O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, que fez um apelo à intervenção dos monárquicos junto de todos os portugueses num trabalho no terreno para esclarecimento das virtualidades da Monarquia.
No fim do primeiro dia de trabalhos realizou-se uma marcha desde o Teatro Viriato até ao Rossio, com todos os participantes empunhando bandeiras nacionais azuis e brancas e distribuindo–as à população que assistiu à sua passagem, onde na Câmara Municipal, o seu Presidente, Dr. Fernando Ruas, recebeu em sessão solene Sua Alteza Real, O Duque de Bragança, acompanhado de vários Vereadores.
No domingo, dia 20, Sua Alteza Real, A Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, visitou a Confraria de Santo António, onde a convite da sua direcção foi admitida como confreira. A primeira confreira foi a Rainha Dona Amélia.
Seguiu-se um almoço na Casa da Ínsua, em Penalva do Castelo, presidido pelos Senhores Duques de Bragança, que reuniu duzentas pessoas.
REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA
ENTREVISTA A S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA À TVI24 - (21-06-2010)Para ouvir, clique aqui.
ENCERRAMENTO DO XVI CONGRESSO DA CAUSA REAL EM VISEU NO DIA 20-06-2010 Discurso de encerramento de S.A.R., O Senhor Dom Duarte
Discurso do Presidente da Causa Real, Dr. Paulo Teixeira Pinto
SS.AA.RR., Os Senhores Duques de Bragança.
SS.AA.RR., Os Duques de Bragança e Dr.Paulo Teixeira Pinto, Presidente da Causa Real
Quadro oferecido pela Real Associação de Viseu.
Quadro pintado por um pintor natural de Viseu.
Actuação do Coro Mozart
A Juventude: Mónica Calado Franco, representante da Juventude Monárquica da Real do Médio Tejo e Duarte Seabra Calado, Presidente da Juventude Monárquica de Lisboa.
"Municípios e a Monarquia" - José Valle de Figueiredo
XVI CONGRESSO DA CAUSA REAL: EXPOSIÇÕES - NO 2º DIA 20-06-2010 GRANDES CAUSAS DA MONARQUIA - A luta contra a tuberculose.
A CENSURA E PERSEGUIÇÃO À IMPRENSA NA 1ª REPÚBLICA

XVI CONGRESSO DA CAUSA REAL - (19-06-2010)A comitiva da Real Associação do Médio Tejo, composta por 12 pessoas. Foi a Real que levou ao Congresso mais elementos.
XVI CONGRESSO DA CAUSA REAL (19-06-2010): SESSÃO DE BOAS-VINDAS A S.A.R., DOM DUARTE NO SALÃO NOBRE DOS PAÇOS DO MUNICÍPIO
S.A.R., Dom Duarte e o Presidente da Câmara Municipal de Viseu

CONGRESSISTAS A CAMINHO DOS PAÇOS DO MUNICÍPIO PARA A RECEPÇÃO DE S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA
2ª PARTE - XVI CONGRESSO DA CAUSA REAL - MESAS REDONDAS
"A imagem de marca de Portugal como produto da economia global"- António Filipe Pimentel
"As vantagens da Monarquia para a Democracia do século XXI" - Prof. José Adelino Maltês
Foi um momento inesquecivel, o da intervenção do Prof. José Adelino Maltez, ontem, no Congresso da Causa Real em Viseu. Em tudo e por tudo: pelas memórias pessoais que invocou, pela sua análise histórica, pela sua liberdade de pensamento, pelo futuro no qual frisou acreditar sempre.Por quantos mitos foram sucessivamente caindo, enquanto falava e dizia claramente que a res publica é nossa, pertence à Monarquia em que Portugal nasceu, cresceu e decerto sobreviverá e recuperará dos seus males actuais.O seu primeiro contacto com a realidade monárquica: o casual conhecimento desse velhinho simpático, conversador, humilde - afinal o Senhor D. Duarte Nuno, residindo em Coimbra, nos seus pacatos passeios na cidade.J. Adelino Maltez defeniu-se como um tradicionalista - logo adverso ao reacionarismo; conservador - por oposição a revolucionário ou contra-revolucionário. Um homem livre e, só por isso, monárquico. Porque já nas apócrifas Cortes de Lamego se gritou: «nós somos livres e o nosso Rei é livre». Esse o brado que os portugueses deverão sempre trazer na sua alma.Em traços breves mas precisos sublinhou os grandes mestres do pensamento monárquico e da oposição à II República - Almeida Braga (entre os integralistas), João Camossa, Ribeiro Teles, Henrique Barrilaro Ruas com quem tanto aprendeu. Homens depois copiados, mas silenciados, adaptados, logo adulterados. "Onde houvesse um movimento oposicionista ao estado Novo, estava sempre lá um monárquico".Ao longo da sua intervenção, o enaltecimento dos momentos altos da afirmação da nossa identidade nacional: a Dinastia de Avis, o Príncipe Perfeito, 1640, a Constituição ou a Carta Constitucional, 1820 ou 1826, a Maria da Fonte, a Patuleia, o travão colocado ao "devorismo". E o repto: sobrevivamos a este regime, remodelemo-lo, "reelejamos o Rei".Ficaria bem clara, a finalizar, o conselho - estudem. Estudemos.Porque, evidentemente, só assim conheceremos o logro enorme com que a República insiste em vendar os olhos aos portugueses. Esse logro que não traz para as parangonas dos jornais o incómodo pensamento de José Adelino Maltez.
" O terrorismo político e o advento da República" - João Távora e Carlos Bobone
"A dinâmica política e a Monarquia" - Rui Monteiro
1ª PARTE DO XVI CONGRESSO DA CAUSA REAL - ASSEMBLEIA GERAL Mesa do Congresso
Intervenção do Dr. Luís Queiroz Valério da Real Associação do Médio Tejo
Fotos: Mónica Calado Franco da Real Associação do Médio Tejo

segunda-feira, 21 de junho de 2010

COMISSÃO DISCUTE...
Comissão de revisão constitucional analisa proposta que contesta a natureza republicana do governo. Alteração não é consensual. O PSD está a discutir uma alteração à Constituição que, a ser aprovada, permitiria que Portugal se tornasse uma monarquia. A proposta de alteração da alínea b do artigo 288 da Constituição Portuguesa, que impõe a forma republicana de governo, já foi posta a discussão na comissão de revisão constitucional do PSD, sabe o i. A iniciativa passa por substituir o artigo constitucional que limita a natureza do regime português a uma república por um outro que apenas imponha uma natureza democrática de governo. Com esta alteração, passaria a poder existir em Portugal qualquer regime político, desde que seja democrático. (...) "Era de prever que esta questão fosse levantada na comissão, tendo o grupo de trabalho como presidente Paulo Teixeira Pinto", refere fonte da comissão de revisão constitucional. "Foi uma escolha feita pelo presidente do partido, que está a ser respeitada por todos. Trata-se de uma pessoa que consideramos muito, mas que é presidente da Causa Real e já mostrou publicamente ser favorável a uma revisão constitucional que permita que Portugal se torne uma Monarquia", refere. Em 2008, quando assumiu a liderança da Causa Real - a convite de Dom Duarte - Paulo Teixeira Pinto demonstrou a vontade de suscitar numa próxima revisão constitucional a alteração do artigo respeitante à forma republicana de regime. Na altura, o antigo presidência executiva do Millennium BCP referiu, em entrevista ao "Diário de Notícias", que a imposição de um regime republica "nunca devia ter ficado escrito na Constituição". "Eu fui a primeira pessoa a levantar a questão há uns anos e pretendo voltar a fazê-lo. Quando há uns anos falei com vários deputados apercebi-me da receptividade deles para alterar o limite da natureza republicana de regime para natureza democrática de regime. Hoje há muitos mais adeptos desta solução", garantiu. Apesar das tentativas, não foi possível falar com Paulo Teixeira Pinto até ao fecho da edição.(...)
Jornal I - 21-06-2010 - http://www.ionline.pt/conteudo/65484-psd-dividido-comissao-discute-apagar-republica-da-constituicao
HOMENAGEAR UM HOMEM QUE É CONTRA PORTUGAL
Dom Duarte diz que Portugal homenageia "um homem que é contra" o país.
O Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, considerou hoje simbólico que Portugal “esteja a homenagear como um grande herói nacional um homem que é contra Portugal”.
Falando em Viseu, na sessão de encerramento do XVI Congresso da Causa Real, sem nunca referir o nome de José Saramago, Dom Duarte Pio, disse ser “simbólico que o país neste momento esteja a homenagear como um grande herói nacional um homem que é contra Portugal, que quis que Portugal deixasse de existir como país, que tem um certo ódio até à nossa raiz e que esse seja considerado o símbolo atual do nosso regime”. Na sua opinião, este momento ajuda “a perceber um pouco o que é que vai na cabeça de algumas pessoas que têm vergonha de ser portuguesas hoje em dia e que gostariam de ser outra coisa qualquer”. Dom Duarte Pio frisou que o Movimento Monárquico tem como objetivo “a Restauração de Portugal” e que pretende contribuir “para a análise do futuro político, social económico do país” e para que este tenha futuro. O Duque de Bragança mostrou-se hoje convicto de que existe na Europa um movimento de republicanos que queriam derrubar as monarquias mas depois concluíram que “os Reis defendem a coisa pública melhor do que os políticos”. A propósito lembrou um discurso feito por ocasião dos 60 anos do rei da Suécia, pelo primeiro ministro, que na altura era socialista: “Disse que o PS sueco sempre fora um partido republicano, que tinha no seu programa a implantação da República, e que tinham chegado à conclusão de que, afinal, tudo aquilo que eles queriam de uma República já tinham na Suécia e que o Rei era o melhor defensor da sua República”. Segundo o Duque de Bragança, “o mesmo foi dito mais recentemente pelo primeiro ministro holandês”. Neste âmbito, considerou que “hoje há todo um movimento na Europa de pessoas que julgavam que para ser republicanas precisavam de derrubar as monarquias e combater os Reis, mas que chegaram à conclusão de que, afinal de contas, os Reis defendem a coisa pública melhor do que os políticos”. Ressalvou que não põe em causa “o mérito e o valor” dos políticos, nomeadamente dos que foram Presidentes da República em Portugal, e garantiu ter “a maior consideração pelo patriotismo e pela dedicação” que têm tido. “O que os monárquicos põem em causa não são as pessoas, os presidentes, são a instituição em si. Os monárquicos consideram que, por razões políticas, de experiência, pela análise das realidades políticas actuais, o sistema republicano de chefia de Estado não funciona tão bem”, esclareceu. O Duque de Bragança considerou fundamental que os monárquicos aproveitem todas as ocasiões para passar a sua mensagem, “sobretudo numa época em que as instituições estão a ser postas em causa pela crise económica, que tem a sua base numa crise moral, de valores éticos, espiritual”. “Muita gente vai pôr em causa as instituições em que vivemos e corremos o risco, como dizem os ingleses, de deitar fora o bebé com a água do banho”, alertou, explicando que “as pessoas estão muito zangadas com a situação em que vivem e poderão um dia ter a tentação de deitar fora a própria democracia, porque não está a responder às angústias” actuais.
20-06-2010 -Lusa/AO online - http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/205172

domingo, 20 de junho de 2010

PRIMEIRA ACÇÃO DE RUA NO PORTO
No próximo dia 23 de Junho, junto ao Grande Hotel do Porto na Rua de Santa Catarina, a direcção do blog Monárquicos Nortenhos vai colaborar numa entrega de boletins do Movimento Arautos D'El-Rei (que apoia a Causa Real) juntamente com um dos seus colaboradores da Cidade do Porto, o jovem Diogo de Campos.
Venha até à Baixa e, aproveite para participar! Por um Portugal melhor! Por uma mudança!
Viva o Rei!
Monárquicos Nortenhos
FOTOS DO PRIMEIRO DIA DO XVI CONGRESSO DA CAUSA REAL: 19-06-2010
Uma panorâmica da sala onde decorre o XVI Congresso da Causa Real, antes do início das conferências.
Por estas cadeiras sentaram-se hoje 158 pessoas, para assistir às conferências como a anunciada "A imagem de marca de Portugal como produto da economia global".
Convém referir que grande parte deste público não era Congressista ou Observador, mas sim pessoas interessadas em ouvir e participar nos debates que este Congresso proporcionou.
Uma pequena amostra do desfile feito do Teatro Viriato até ao Rossio, para receber S.A.R., O Duque de Bragança, antes da recepção oficial a Sua Alteza pelo Presidente da Câmara de Viseu, Dr. Fernando Ruas, no salão nobre da Câmara Municipal de Viseu.
Real Associação da Beira Litoral

sábado, 19 de junho de 2010

SER MONÁRQUICO É SER MODERNO!

MonarquicosNortenhos — 16 de junho de 2010 — Fica um pequeno testemunho da actualidade do Regime Monárquico... Viva o Rei!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

ESPELHO?
Cientes da importância dos caminhos-de-ferro para o desenvolvimento do País, os antigos Reis promoveram fortemente as ligações ferroviárias. As linhas cresceram e propagaram-se a todo o Portugal. Havia, pode-se concluir, uma visão estratégica (encabeçada pela própria Coroa) que pretendia desenvolver a nação. Fizeram-se pontes e túneis (com as dificuldades inerentes à época) pois nada podia impedir a chegada do progresso.
Vou narrar o que me lembra do solene dia da inauguração que, enfim, chegou. Minha mãe não quis ir ao banquete do Carregado. Mas foi comigo para um cerro fronteiro à estação de Alhandra ver a passagem do comboio (….). Finalmente, avistámos ao longe um fumozinho branco, na frente de uma fita escura que lembrava uma serpente a avançar devagarinho. Era o comboio? (…) Vinha festivamente embandeirado o vagão em que viajava D.Pedro V. O comboio parou por um momento na estação, de onde se ergueram girândolas estrondosas de foguetes (…).
Livro de memórias da Marquesa de Rio Maior
Volvidos estes anos, a história é diferente. Com a desculpa de não serem rentáveis, fecham-se linhas ao invés de as modernizar (como Espanha fez). Chega-se mesmo à caricata situação de Viseu (capital de distrito, muito em voga nestes dias por acolher o Congresso da Causa Real) não possuir ligação ferroviária.
Enquanto isso o imenso património ferroviário vai-se acumulando, deixado ao abandono, numa situação que incomoda (para não dizer revolta) qualquer Português que se preze.
Será o estado do património é o espelho do estado do País?
E agora?
Agora Portugal precisa de um REI.