sábado, 22 de maio de 2010

MUSEU DA MARINHA EM RISCO DE PERDER ESPÓLIO PARA NOVO MUSEU (Clique na imagem para ampliar)

sexta-feira, 21 de maio de 2010

A HISTÓRIA DA MINHA VIDA Fonte: Arquivo de Ricardo Gomes da Silva
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quinta-feira, 20 de maio de 2010

O PECADO PROMULGADO
“ … A maior perseguição da Igreja não vem de inimigos externos, mas nasce do pecado na Igreja.”
Bento XVI, 11. 05. 2010
Não há nenhuma dúvida que quer a Doutrina Católica quer a Lei Moral Natural reconhecem e anunciam que os actos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são intrinsecamente perversos e depravados; e que a legalização do pseudo-casamento entre pessoas do mesmo sexo ou de “uniões civis”, como as que existem em França e em Inglaterra, por exemplo, constitui uma grave injustiça e uma cooperação formal com o pecado mortal praticado ao abrigo dessa “lei”, tornando a pessoa que legisla ou promulga tal absurdo, moralmente responsável de todo o mal que dela derivar.
Há preceitos que são absolutos morais e que por isso obrigam sempre, sem excepção alguma, em toda e qualquer circunstância, e que, por isso mesmo, não são negociáveis. Tal é o caso em apreço. E não é verdade que no caso de vetar a “lei” ela passaria de qualquer maneira, porque o presidente pode dissolver a AR e pode também renunciar ao mandato.
Ao promulgar a “lei” iníqua do falsamente denominado “casamento” entre pessoas do mesmo sexo o PR, que se proclama católico praticante, comete um gravíssimo pecado que gera uma “grande perseguição” à Igreja. Não só pelo seu pecado em si, mas também por todos os efeitos funestos que dessa “legislação” derivarão.
Talvez o político consiga enredar as multidões como Lenine, Hitler, Mussolini ou Obama mas um dia, brevemente, terá de responder diante do Supremo Juiz, prestando rigorosas contas dos imensos crimes por que foi responsável.
Nuno Serras Pereira - 17-05-2010
Fonte: Logos
CONFERÊNCIA
Inserido no Ciclo «Grandes Enigmas da História de Portugal», irá ter lugar amanhã, dia 21 de Maio pelas 19H30, nas instalações da Nova Acrópole, em Lisboa, a Conferência "As duas caras de Dom João III", proferida por António Vicente - Historiador. A iniciativa conta com o apoio da Editora Ésquilo. Entrada é livre.
Fonte: http://www.nova-acropole.pt/lisboa.html
UMA RELÍQUIA DE VALOR INCALCULÁVEL! E O TINTEIRO ONDE PÁRA? (Clique na imagem para ampliar)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

HOTEL DO SÉC. XIX RENOVADO
O histórico Hotel Lisbonense, das Caldas da Rainha, é um marco do termalismo em Portugal desde os finais do século XIX. Mas, depois de décadas ao abandono, foi reabilitado e vai abrir portas já daqui a dois meses. A recuperação do hotel implicou um investimento de 7 milhões de euros e vai permitir a criação de 80 postos de trabalho.
«O hotel está concluído em termos de construção civil e falta apenas a parte de decoração e obtenção de licenças para poder abrir ao público no máximo dentro de dois meses», disse à agência Lusa o administrador do Grupo FDO e proprietário do hotel, Paulo Vaz Ferreira.
Construído em 1870, este era o hotel onde o Rei D. Carlos I e a Família Real se hospedavam quando iam a banhos às Termas das Caldas da Rainha. Mas, a partir dos anos 70 do século passado, o espaço entrou em declínio. Chegou a receber cidadãos das ex-colónias, mas foi depois deixado ao abandono.
Agora, e depois de algumas tentativas falhadas de recuperação, o hotel está como novo. O grupo FDO tinha apresentado um projecto para a construção de um centro comercial. Mas a autarquia impôs uma condição: teriam de reabilitar primeiro o antigo hotel, mantendo a fachada original. O investimento de 7 milhões de euros resultou na construção de uma unidade com 88 quartos, entre os quais oito são suites. Hotel quer manter história com SPA termal
Galardoado com quatro estrelas, o Lisbonense tem vista para o parque D. Carlos I, um jardim que se encontra junto ao hospital termal. Integra ainda um restaurante, esplanadas abertas à população e um SPA termal.
«Esperamos que a entidade que tutela as águas nos possa conceder água termal, porque o hotel está completamente preparado o SPA e para ter todos os equipamentos termais», afirmou Paulo Ferreira.
Embora esta concessão de águas termais não seja «determinante», será um «factor diferenciador brutal», porque a «taxa de ocupação será completamente diferente». O hotel está a aguardar a decisão da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. (...)
Fonte: Agência Financeira

terça-feira, 18 de maio de 2010

SACRIFÍCIOS ECONÓMICOS PODEM SER ENCARADOS COM UMA "DIMENSÃO ESPIRITUAL"
D. Duarte Pio considera que visita de Bento XVI é oportunidade para uma «revisão de vida».
S.A.R., O Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, recordou na Quinta-feira passada que “a penitência e o sacrifício foram pedidos por Nossa Senhora" e que o esforço para enfrentar a situação económica do país pode ser concretizado através de uma “dimensão espiritual”.
Em declarações à imprensa no fim da missa celebrada em Fátima, o Chefe da Casa Real Portuguesa considerou que a visita do Papa “é um momento importantíssimo para Portugal" e uma oportunidade para a "meditação" e "revisão de vida" de "muitos portugueses”.
“Pelo que percebi, o povo português, em geral, ficou muito feliz com a presença do Santo Padre” e “prestou muito mais atenção ao que ele disse do que quando fala em Roma ou no estrangeiro”, pelo que "aprendemos certamente muito".
Dom Duarte Pio sublinhou ainda que Bento XVI lembrou a missão de Portugal no mundo, “que não podemos esquecer”.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

UMA AUDIÊNCIA COM O PAPA FOI O MOMENTO MAIS MARCANTE PARA A FAMÍLIA REAL Revista FLASH de 18-05-2010

EM LISBOA, EM FÁTIMA E NO PORTO, A FAMÍLIA REAL REZOU COM O PAPA Revista VIP de 19-05-2010

15º ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO ABENÇOADO POR BENTO XVI

Revista CARAS de 22-05-2010
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VISITA A PORTUGAL DE SUA SANTIDADE O PAPA BENTO XVI Revista flash de 18-05-2010
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AS RELAÇÕES ENTRE PORTUGAL E OS PAPAS
Os primeiros contactos de Portugal com Roma dão-se no século XII. Neste segundo milénio, o relacionamento faz-se a partir da instituição papado que se foi construindo através dos tempos. O enquadramento cronológico e a acção singular de cada papa, a partir dessa instituição, muito nos ajudarão a compreender as intervenções pontifícias em Portugal.
O primeiro papa que se liga a nós foi Lúcio II (1144-1145). Responde a um pedido de D. Afonso Henriques. Para trás fica-nos uma lista de 165 bispos de Roma; e de Lúcio II até ao pontificado de Bento XVI temos mais 100 papas. Importa referir que a instituição papal, para além da compreensão exegética, patrística, teológica e histórica, teve muito a ver com estímulos exteriores à própria Igreja.
Circunstâncias históricas guindaram-na a um alto patamar de autoridade religiosa, política e moral, e que têm persistido até aos nossos dias. Circunstâncias históricas contribuíram para isso.
No início do segundo milénio, famílias influentes e forças políticas procuraram instrumentalizar a sede de Pedro. Uma reforma oportuna conseguiu libertar o papado dessas forças adversas.
Desse processo reformador resultará uma monarquia papal, centralizada, independente e forte que acabará por tutelar toda a Europa. Decorrente desse estatuto, tacitamente aceite por todos os reinos então constituídos, pôde depor reis e imperadores, desvincular súbditos de príncipes ou outras autoridades de vida cristã discutível. Esse dinamismo singularizou-o e o colocou numa posição de charneira, capaz de arbitrar os altos destinos da Europa.
Com naturalidade, os vários reinos do ocidente, consolidados ou emergentes, aceitaram ou demandaram reconhecimento político em ordem a uma sólida independência.
É neste contexto que D. Afonso Henriques, após o tratado de Samora (1143), pede reconhecimento papal que lhe garantisse independência entre reinos vizinhos belicosos. A anuência romana foi cautelosa e faseada. Lúcio II reconhece-lhe apenas o título de Dux (chefe) duma terra ainda pouco definida.
Posteriormente, já no pontificado de Alexandre III, em 1179, por documento bulado, é-lhe reconhecido o título de rei. Os monarcas da primeira dinastia tiveram sérios problemas com o clero.
O período mais tenso deu-se no reinado de D. Sancho II. Inocêncio IV, que convocara o concílio I de Lyon para o ano de 1245, em pleno concílio, com a anuência dos padres conciliares, depõe o imperador Frederico II e, já no fim do concílio, depois de ouvir o parecer dos bispos portugueses, depõe o rei D. Sancho II.
No século XV, com a epopeia marítima, vários foram os papas que se associaram aos empreendimentos portugueses. As bulas do século XV, dos papas Eugénio IV, Nicolau V, Calixto III e Alexandre VI, são prova do interesse pontifício pela política da expansão ultramarina portuguesa.
O recurso atempado a Roma para obter chancela pontifícia de garantia de posse dava segurança e legitimidade. Com D. Manuel I e D. João III Portugal “entra” decididamente na chancelaria pontifícia e no palácio papal.
Negociações difíceis se fizeram nesses dois reinados. Os papas Paulo III e Pio IV acreditaram ser possível mobilizar o reino de Portugal para as grandes causas que então moviam Roma: a luta contra a dissidência religiosa e a reforma da Igreja. D. João III e os seus dois irmãos cardeais, D. Afonso e D. Henrique, tiveram grande dificuldade em acompanhar a tenacidade e o dinamismo desses dois papas.
No século XVIII a relação com Roma será bastante instável. O racionalismo da Ilustração, sem eliminar o elemento religioso, pendia para uma compreensão secularizante do exercício do poder. Isso reflectiu-se nas relações com Roma.
O barroco imperante e transversal a várias retóricas teve particular impacto nas expressões de luxo e pompa, prestando-se por vezes à sacralização do ritual da corte e do poder. Vários papas foram pródigos na concessão de privilégios a Portugal.
A dignidade patriarcal e outros privilégios que a essa se seguiram, concedidos pelos papas Clemente XI e Clemente XII, prestigiaram de forma invulgar o reino de Portugal. Um pouco mais tarde, Clemente III, por convicções e temperamento, opor-se-á por anos seguidos às políticas do Marquês de Pombal; já o seu sucessor, Clemente XIV, contemporizou e se prestou a cedências que resultaram perniciosas para a Igreja.
O século XIX trouxe mudanças profundas. O papado teve sérias dificuldades em harmonizar-se com o mundo moderno. A partir dos anos trinta, vários papas conheceram por décadas desconforto e isolamento. As políticas liberais portuguesas também contribuíram para isso. Os papas deste período, mormente Gregório XVI, Pio IX e Leão XIII, embora discordando das políticas de Lisboa, demonstraram razoável apreço pelo povo português.
O início do século XX, com a vitória republicana em 1910, foi um período penoso para o papa Pio X. Os acontecimentos de Fátima chegaram ao Vaticano de forma demasiado lenta. A grande guerra em curso, o período turbulento que se seguiu, a ascensão de alguns regimes totalitários centrara os papas na problemática emergente. Pio XII, no fim da década de trinta, inicia um pontificado inteligente, organizado e atractivo.
Teve picos de proximidade a Portugal assinaláveis: estabeleceu uma concordata e um acordo missionário; enviou um legado “a latere” para a coroação de Nossa Senhora de Fátima em 1946 e canonizou S. João de Brito. Portugal anichava-se progressivamente na cidade de Roma, no Vaticano e no coração dos papas.
Os sucessores de Pio XII, praticamente todos com razoável conhecimento sobre Fátima, associar-se-ão aos acontecimentos mais marcantes da Cova da Iria e de Portugal. Paulo VI, que melindrara os políticos portugueses com a sua deslocação a Bombaim (1964), impávido e sereno, com dois gestos de deferência, demonstrou por Portugal estima e devoção à Virgem de Fátima. Em Novembro de 1964 concedeu ao Santuário de Fátima a Rosa de Ouro.
Em 1967, em voo directo de Roma a Monte Real, evitando os ruídos protocolares de Lisboa, deslocou-se como peregrino à Cova da Iria, num acto de devoção e de preito ao bom povo português. João Paulo II deslocou-se três vezes a Portugal, com mente e coração centrados em Fátima.
Com essas presenças pontifícias, o papado passou a colocar na sua agenda visitas habituais a Portugal e a Fátima. Dessas deslocações percepciona-se um alto apreço institucional e pessoal dos papas por Fátima e Portugal.
A viagem de Bento XVI que se aproxima insere-se já numa tradição e numa inovação que, certamente, surpreenderá a Igreja de Portugal e os horizontes inabarcáveis do mundo da cultura.
Pe. David Sampaio Barbosa,
Fonte
AQUI

domingo, 16 de maio de 2010

ENTREVISTA DE S.A.R., DOM DUARTE: "A REPÚBLICA VAI NUA"
Revista do Jornal DN de 15-05-2010
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sábado, 15 de maio de 2010

65th Birthday
Reaching the age of 65 usually indicates retirement. Today His Royal Highness, Dom Duarte, Duke of Braganza, can celebrate his 65th birthday, but anybody suggesting he should retire would be greeted with his laughter. The Head of the Portuguese Royal Family is far from retiring from his duty to his country and his right to become King of Portugal.

As the RadicalRoyalist has written before recent opinion polls demonstrated that up to 30 percent of the Portuguese people would not mind having a King instead of a president.On his own website His Royal Highness lays out his rights to succeed to the Portuguese throne:The Legal Assessment of the Department of Legal Affairs of the Portuguese Foreign Office, dated 17 April 2006, established the rules of succession according to Customary International Law and Portuguese Constitutional Law, namely the Constitutional Chart of 1826, which governed succession until the fall of the Monarchy in 1910.On the 13th of May 1995, Dom Duarte of Braganza married Dona Isabel Ines de Castro Curvelo de Heredia. The royal couple have three of a family; Dom Afonso of Braganza, Prince of Beira, Dona Maria Francisca, Infanta of Portugal and Dom Dinis, 4th Duke of Porto.

Happy birthday, Your Royal Highness!

Fonte: radical royalist