sexta-feira, 30 de abril de 2010

SELO COMEMORATIVO DA VISITA DO PAPA BENTO XVI A PORTUGAL
Os CTT vão lançar a 10 de Maio uma emissão de selos alusivos à visita de Bento XVI a Portugal, que decorre de 11 a 14 de Maio, com passagens por Lisboa, Fátima e Porto. A série é constituída por três selos com os três Papas que visitaram ou vão visitar Portugal: Paulo VI em 1967, João Paulo II, em 1982, 1991 e 2000, e agora Bento XVI. Um quarto selo é dedicado especificamente à visita de Bento XVI.A emissão é acompanhada de um texto do Cardeal Patriarca de Lisboa, em que D. José Policarpo traça o perfil de Bento XVI, um Papa que nasceu na Alemanha, viveu o drama da Segunda Guerra Mundial e é «um dos maiores teólogos do século XX, com a particularidade de ter exercido a sua missão académica numa Universidade do Estado», o que lhe proporcionou a «experiência de confrontar a Teologia enquanto reflexão sobre a fé, com todas as outras ciências e saberes». «A racionalidade da fé e o lugar da razão na experiência religiosa são, ainda hoje, dimensões permanentes do seu Magistério», assinala D. José Policarpo, acrescentando que o Cardeal Joseph Ratzinger é um bom conhecedor da Escolástica, mas «não ficou prisioneiro dela, certamente devido ao estudo aprofundado de Santo Agostinho, que situa a busca da verdade na compreensão da existência humana». «A sua sensibilidade de artista, fá-lo antever esta busca da compreensão da existência como abertura à beleza. Afinal, o que encontramos na Igreja é, sobretudo, uma experiência de beleza», conclui. O texto completo do Cardeal Patriarca:
Sua Santidade o Papa Bento XVI visita Portugal. Não é a primeira vez que um Papa está entre nós: pessoas diferentes, o mesmo ministério. Somos, assim, convidados a considerar a missão de um Papa, a mesma ininterruptamente afirmada desde há 2000 anos, e a personalidade daquele a quem foi entregue essa missão.
O que é que define a missão de um Papa? Certamente também por influência da história, a opinião pública tem tendência a defini-la como o poder supremo na Igreja, a suprema autoridade. Aliás foi assim que a tradição escolástica a definiu: "Suprema Potestas". O Concílio Vaticano II abandonou esta linguagem, falando de "consagração para a missão". A comunhão de amor é o princípio dinâmico que preside à organização da Igreja. Todos os baptizados fazem uma comunhão; os Bispos, sucessores dos Apóstolos, constituem um Colégio, fazem uma comunhão; cada Bispo comunica o sacerdócio apostólico aos presbíteros, constitui com eles um Colégio, eles são uma comunhão.
A comunhão dos Bispos, no Colégio Episcopal, sucessor do Colégio dos Apóstolos, é o princípio da unidade de toda a Igreja, na fé e no amor. Jesus deu a Pedro a missão de ser o elo dessa comunhão, o último ponto de referência das exigências da fé e do amor. O Papa é o Bispo de Roma, a primeira entre as Igrejas, porque fundada sobre os alicerces de Pedro e Paulo. Este ministério de Pedro esteve, desde o início, atribuído ao Bispo de Roma. Ele é, assim, o garante da unidade e da comunhão de amor com todos os Bispos e com as Igrejas a que eles presidem. A Igreja é universal porque procura a universalidade da comunhão.
Mas este Papa tem um nome e uma história pessoal. Chama-se Joseph Ratzinger, é alemão e viveu o drama da Segunda Guerra Mundial, é um dos maiores teólogos do século XX, com a particularidade de ter exercido a sua missão académica numa Universidade do Estado, particularidade organizativa da Alemanha, que lhe proporcionou a experiência de confrontar a Teologia enquanto reflexão sobre a fé, com todas as outras ciências e saberes. A racionalidade da fé e o lugar da razão na experiência religiosa são, ainda hoje, dimensões permanentes do seu Magistério. Bom conhecedor da Escolástica, não ficou prisioneiro dela, certamente devido ao estudo aprofundado de Santo Agostinho, que situa a busca da verdade na compreensão da existência humana. A busca da verdade e a sua relação com a caridade, nunca é apenas uma reflexão filosófico-teológica, mas a abertura à densidade da existência humana, diria mesmo ao drama da existência humana, que encontra na existência de Jesus Cristo a sua fonte inspiradora. A sua sensibilidade de artista, fá-lo antever esta busca da compreensão da existência como abertura à beleza. Afinal, o que encontramos na Igreja é, sobretudo, uma experiência de beleza. † JOSÉ, Cardeal-Patriarca.

25-04-2010
Fonte:Povo

quinta-feira, 29 de abril de 2010

CASA REAL EXIBE ESTANDARTES DA PAZ (Clique na imagem para ampliar)
ESTANDARTES DA PAZ
FAMÍLIA REAL SERÁ RECEBIDA PELO PAPA BENTO XVI
Fátima. Depois da missa que celebrará no Santuário de Fátima no dia 13 de Maio, Bento XVI deverá reunir-se em privado com com Dom Duarte de Bragança e outros elementos da Família Real. Segundo apurou o DN, neste encontro, cujos contornos ainda não estão definidos, estarão também presentes representantes de uma família católica.
Nas celebrações em Lisboa e no Porto, haverá também momentos específicos para Bento XVI se encontrar particularmente com alguns católicos, representativos de grupos específicos dentro da Igreja. No Terreiro do Paço, antes de a missa começar, o Papa receberá uma imagem de Nossa Senhora das mãos de uma família católica. Dois presentes simbólicos - um estandarte e um quadro - serão ainda entregues ao Papa por alguns membros da comissão que acompanhou o processo de canonização de Nuno Álvares Pereira.
Os presentes oficiais serão entregues a Bento XVI pelos bispos e pelos representantes das dioceses. A conferência episcopal vai oferecer um conjunto de 20 aguarelas do pintor Avelino Leite sobre os mistérios do rosárioda autoria do pintor Avelino Leite. A oferta das obras do pintor de Santo Tirso será feita no encontro dos Bispos com o Papa, dia 13 de Maio, em Fátima. Avelino Leite ainda está a dar os retoques finais, mas adianta que os mistérios estão divididos em quatro grupos: gozosos, luminosos, dolorosos e gloriosos.
Na cerimónia de Fátima, no dia 12 ou 13 de Maio, Bento XVI poderá dizer algo sobre a beatificação de João Paulo II. Pelo menos é esta a expectativa dos bispos portugueses e das centenas de jornalistas. Apesar de o Vaticano já ter afirmado que a beatificação não deverá ocorrer este ano, até porque as datas de anúncio de novos beatos já foram conhecidas, há a expectativa de que Bento XVI antecipe o processo relativo ao seu antecessor num local que lhe era 'sagrado'. Bento XVI faz questão ainda de prestar homenagem aos três pastorinhos, visitando os seus túmulos.
Fonte: Diário de Notícias de 29-04-2010
"O REI É UM FAROL QUANDO TUDO SE MOVE"
O catedrático da História do Direito, Jose Antonio Escudero, publicou um estudo em três volumes sobre o papel da Monarquia na História de spanha.Uma análise sobre o papel especial da Coroa e o seu valor institucional como poder moderador. Um estudo que falta fazer em Portugal, onde à falta de uma visão estratégica do valor da Monarquia e da Família Real no percurso de Portugal desde a sua fundação, permanece a visão deturpada onde a História do mais antigo Estado da Europa é visto como fruto das particularidades de carácter de cada Rei que a Portugal coube ter como Chefe de Estado. Uma visão de beneficia a visão doutrinária da Republica e o valor relativo de uma pessoa que é eleita pelo seu valor pessoal. Uma visão que descura a importância da Coroa como Instituição e nega o peso desta no seio do Povo que a escolheu como referencial durante os bem sucedidos 800 anos de História de Portugal. O Rei é um farol num mar revolto, hoje Portugal é só mar. Esperemos que a tempestade não surja e a noite caia.(...). O Rei é "é a referência de todos e introduz um tipo de factor de unidade, um farol quando tudo o resto se move." (...) - 30 de Outubro de 2009

quarta-feira, 28 de abril de 2010

INAUGURADO O MONUMENTO AOS RESTAURADORES
Situado no extremo sul da Avenida da Liberdade, em Lisboa, o monumento aos Restauradores foi inaugurado há 124 anos, numa quarta-feira - como hoje - e com uma festa a que acorreram milhares de pessoas. O acontecimento, a que assistiu o Rei Dom Luís I, "O Bom", bem como de "todas as autoridades eclesiásticas, civis e militares" da altura - como conta o "Diário de Notícias" (DN) da data -, foi bastante discutido na imprensa e levou, até, a que se questionasse a legitimidade de Portugal para erigir um monumento que celebra a expulsão dos espanhóis. Diz o DN que o monumento "não tem, nem pode ter, uma significação ofensiva para ninguém", sendo "apenas uma afirmação da nossa independência e da nossa autonomia, que veio de factos históricos", que qualquer nação pode "comemorar, sem ofensa das relações amigáveis". E o jornal garante ainda que ninguém que tenha participado na construção o fez com "ideia de malquerenças, de ódios, de inimizades". A ideia de construção do monumento já tinha surgido 25 anos antes, em 1861, com a criação da Comissão Central 1º de Dezembro. O projecto não vingou logo. Apenas dez anos depois ganhou forma, a partir de uma subscrição feita entre emigrantes portugueses no Rio de Janeiro. A primeira pedra foi lançada em 1875 e, 11 anos depois, o monumento era inaugurado. O Governo português e a Câmara de Lisboa ajudaram na construção, mas a iniciativa partiu de um grupo de cidadãos - todos portugueses, como sublinha, aliás, a imprensa da época. O trabalho escultórico é da autoria de António Tomás da Fonseca, Sérgio Augusto de Barros concebeu o grupo arquitectónico.A demora na construção do monumento foi objecto de crítica, visível em quase todas as publicações. Basta atentar no modo como começa a notícia do próprio DN de 28 de Abril de 1886: "É hoje finalmente inaugurado...". Na revista "Occidente", o jornalista Gervásio Lobato ironizava, escrevendo que "a descoberta da América levou muito menos tempo, e teve muito menos embaraços". 124 anos depois da inauguração do monumento, encontrámo-lo no meio de uma praça com quatro faixas de cada lado, ali entre a Loja do Cidadão e os Correios. A praça é enorme e tem dois bancos de pedra, no lado norte e no lado sul, a uma distância considerável do obelisco, quase que convidando a contemplá-lo. Num final de tarde de sexta-feira, a única pessoa ali sentada, está de costas para ele. Germano Aguiar, reformado, confessa que foi ali parar "por acaso". Foi, a um lado da praça, à Loja do Cidadão e a outro "pôr o Euromilhões". Acabou ali sentado "a fazer tempo". Sobre os Restauradores da Pátria, Aguiar não tem muito a dizer. Explica que não é de apreciar monumentos, apesar de notar que "hoje já não se fazem". E acrescenta: "Estou contente com a independência, mas... Agora, se calhar, o melhor era estarmos juntos com alguém". O monumento é composto por um obelisco, onde estão assinaladas algumas datas mais gloriosas da história portuguesa. Na base, do lado norte, está a estátua "Vitória", da autoria de Simões de Almeida, e, no lado sul, onde estava sentado o senhor Germano, está "O génio da Independência", com assinatura de Alberto Nunes. As outras faces estão ornadas com troféus de armas.
Teresa Abecassis
Fonte: http://www.rr.pt/

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S.A.R., DOM DUARTE PRESENTE NO ALMOÇO DE VINHOS DE COLARES : 20-04-2010

NECTARES RAROS AJUDAM TURISMO: VINHO DE COLARES(Clique nas imagens para ampliar)

FOTOS: 125 MINUTOS COM UM REI NO CASINO DA FIGUEIRA DA FOZ - 15.04.2010

Ouvintes na plateia Intervenções da Dra. Isabel da Veiga Cabral do Núcleo de Abrantes e Dr. Joaquim Costa e Nora, Presidente da Real Associação de Coimbra.

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Fotos gentilmente enviadas pelo Presidente da R.A.C., Dr. Joaquim Costa e Nora

terça-feira, 27 de abril de 2010

S.A.R., A SENHORA DUQUESA DE BRAGANÇA ASSOCIA-SE À RECEPÇÃO AO PAPA (Clique na imagem para ampliar)
PRESENÇA DE S.A.R., DOM DUARTE NA 27º OVIBEJA
Como vem sucedendo de há uns anos a esta parte,também este ano, de 28 de Abril a 2 de Maio, durante a grande feira do sul, a OVIBEJA, a Real Assocciação de Beja, terá um stand no pavilhão insitucional, a partir do qual promovemos a divulgação das nossas ideias, dos nossos símbolos, a exposição e venda de livros e de produtos e símbolos Monárquicos. Também anualmente, neste concorridíssimo certame, reservamos o dia 1 de Maio para a visita de S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio, sempre convidado e que apenas por impossibilidade absoluta, ausente no estrangeiro, no passado ano não esteve presente.
Para além do convívio Monárquico e divulgação do nosso Ideário, que a presença da Família Real potencia, promovemos também, em cada ano, um colóquio de reputado interesse ideológico com a concumitante importancia social e regional, dado que é da nossa vontade e interesse que seja aberto ao público em geral.
Este ano, com as características dificuldades vividas, como eufemisticamente as podemos apelidar, o colóquio, a realizar a 1 de Maio, no Anfiteatro da OVIBEJA terá como tema: "As Misericórdias, uma Régia ideia assistencial/ A Monarquia, uma ideia de futuro ".
O programa será o seguinte:
Dia 1 de Maio 2010
13H30 - Chegada de Sua Alteza Real à porta principal do certame. Aguarda: Banda de Música que entoará os Hinos, Real Associação, Convidados, Directores da OVIBEJA.
14H00 - Almoço, em restaurante da feira, com associados, palestrantes e convidados;
(O preço habitual do almoço costuma ser cerca de 20,00€ - Inscrição até 29 de Abril);
Interlúdio com o Rancho de Farinho do Alentejo
15H30 - Anfiteatro da Ovibeja colóquio "As Misericórdias uma Régia ideia assistencial/a Monarquia, uma ideia de futuro";
17H30 - Visita ao stand da Real Associação de Beja - Contacto com a comunicação social, associados, simpatizantes - Interpretação de temas dedicados a Sua Alteza Real, pelas Tunas Universitárias de Beja.
18H30 - Visita ao Pavilhão Institucional.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

1º ANIVERSÁRIO DA CANONIZAÇÃO DE SÃO NUNO DE SANTA MARIA
Hoje, 26 de Abril de 2010, é DIA de ALEGRIA para PORTUGAL e para os PORTUGUESES por se comemorar O 1.º ANIVERSÁRIO DA CANONIZAÇÃO DE SÃO NUNO DE SANTA MARIA.
Rezemos por este nobre e enorme reconhecimento deste HERÓI NACIONAL.
Com os melhores cumprimentos,
Joaquim Costa e Nora
Presidente da Real Associação de Coimbra

A Família Real Portuguesa foi nesse dia recebida em audiência pelo Papa Bento XVI.
S.A.R., DOM DUARTE ESTEVE EM BRUXELAS
No fim de semana passado, S.A.R., deslocou-se a Bruxelas para estar presente nas comemorações do 50º aniversário do Príncipe Filipe da Bélgica que completou no dia 15 de Abril.

domingo, 25 de abril de 2010

FOI UM MONÁRQUICO, NO ABRIL
“Povo português, vivemos um momento histórico como desde os dias de 1640 não se vive: é a libertação da Pátria!”
Foi um Monárquico Democrata. No dia 25 de Abril de 1974 o país conheceu-o através de imagens que ficaram célebres: do alto de uma guarita e através de um megafone foi primeiro político a falar à população que no Largo do Carmo, acompanhando as operações militares comandadas por Salgueiro Maia . Seu nome Francisco Sousa Tavares.
Biografia Realistas para ler
AQUI
Fonte: Causa Monárquica