quinta-feira, 22 de abril de 2010

PASC-PLATAFORMA ACTIVA DA SOCIEDADE CIVIL
Um conjunto de Associações da Sociedade Civil decidiu organizar-se numa Plataforma Activa da Sociedade Civil (PASC) e fomentar um relacionamento em rede, para se assumir, independentemente de partidos políticos e de políticas estabelecidas, como parceiro da mudança necessária do nosso país e dar contributos efectivos à sociedade portuguesa. Com a sua actividade, a Plataforma pretende mobilizar a Sociedade Civil, seja a nível nacional, regional ou local. É nossa intenção que essa mobilização se faça em torno de questões e acções concretas e que a Sociedade Civil possa contribuir com soluções de qualidade e encontrar oportunidades que revigorem o país em que vivemos. Na quarta-feira, dia 21 de Abril, às 18:00, no Anfiteatro da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, Praça das Amoreiras nº58, foi apresentada publicamente a PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil. São Associações promotoras desta iniciativa e as personalidades que a ela pertencem:
· IDP – Instituto da Democracia Portuguesa, representado na PASC por Mendo Castro Henriques e Frederico Brotas de Carvalho.
· SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social, representada na PASC por João Salgueiro e Luís Campos e Cunha.
· APE – Associação dos Antigos Alunos dos Pupilos do Exército, representada na PASC por Américo Abreu Ferreira.
· APE – Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar, representada na PASC por Manuel Rio de Carvalho.
· “Centro de Estudos EuroDefense –Portugal” - representada na PASC por António Figueiredo Lopes e Augusto de Melo Correia.
· DECIDE – Associação de Jovens Auditores para a Defesa, Segurança e Cidadania, representada na PASC por Ana Isabel Xavier.
· IHD – Instituto de Humanismo e Desenvolvimento, representado na PASC por Eduardo Mateus da Silva.
Para além da apresentação da PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil, será também promovido o seu 1.º ENCONTRO PÚBLICO- PASC que ficará a cargo da SEDES, uma das Associações Fundadoras, através de um debate subordinado ao tema:
PORTUGAL 2014 – É preciso mudar já!
São participantes nesse debate João Salgueiro, Luís Campos e Cunha e Henrique Neto.O evento é público. Para mais informações e/ou esclarecimentos contactar: Maria Perpétua Rocha (91 7892772) ou Ana Isabel Xavier (96 1146046). Estamos também contactáveis por e-mail (pasc.plataformaactiva@gmail.com).
EXPOSIÇÃO - LEQUES DA ÁSIA E DA EUROPA NO SÉC. XVIII COLECÇÃO DE MARIONELA DE GUSMÃO - 14 de Abril a 23 de Maio 2010
A transmissão, divulgação e preservação das artes e ofícios tradicionais tem sido a razão de existir da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva que através das suas escolas, oficinas e museu tem cumprido a sua missão assegurando diariamente a continuidade desse saber-fazer. No âmbito dessa missão o Museu de Artes Decorativas Portuguesas, criado a partir da colecção pessoal de Ricardo do Espírito Santo Silva, apresenta uma exposição temática sobre leques do século XVIII pertencentes à colecção privada de Marionela de Gusmão. Estes delicados e raros objectos, esculpidos, bordados, pintados, cinzelados, gravados em materiais tão variados como ouro, prata, madrepérola, papel, seda, marfim, contam-nos histórias de família, de viagens e de momentos inesquecíveis. Remetem-nos não só para um ambiente de festa e de gala, que a eles está intimamente ligado, mas também para as mãos sábias dos mestres que em oficinas especializadíssimas realizaram estes trabalhos. Ricardo do Espírito Santo Silva também coleccionou leques. Tinha-os expostos na sua casa ao lado dos seus objectos favoritos. Não será demais imaginar que teria gostado de conhecer e apreciar estes que aqui apresentamos e que se mostram ao público pela primeira vez.
Museu de Artes Decorativas Portuguesas – Palácio Azurara Todos os dias (excepto 3ª feira) das 10h00 às 17h00.
Fonte: Fundação Espírito Santo (FRSS)

ESTÁ NA HORA! É TEMPO DE VONTADE E SACRIFÍCIO!


S.M. DOM MANUEL II - ORDEM DA JARRETEIRA
1º foto - S.M., Dom Manuel II, com o manto e as insígnias completas da Ordem da Jarreteira, da qual era membro desde 16 de Novembros de 1909 - data em que fora empossado pelo Rei Eduardo VII, no Castelo de Windsor, sede da Ordem durante a Sua primeira visita oficial à Grã-Bretanha. Passou então a ser o mais jovem cavaleiro da que é a mais alta das Ordens Honoríficas britânicas e também a mais antiga, fundada por Eduardo III, em 1348.
Além da liga bordada, de que deriva o nome da Ordem e onde está inscrito o lema "Honi Son Qui Mal y Pense", e também visível o grande cordão de ouro e esmaltes com pendente de São Jorge.
2ª foto - S.M., Dom Manuel II de casaca e com calção e a liga da Ordem da Jarreteira. Foi com este traje que Dom Manuel se casou apenas diferindo as insígnias das Ordens Portuguesas que ostenta - no caso, a faixa com pendente e a placa da Torre e Espada* e, na lapela, uma belíssima insígnia da Ordem de Cristo. Sobre o peito, uma riquíssima insígnia, em ouro e pedras preciosas, do Tosão de Ouro. Esta Ordem tem na sua origem uma ligação a Portugal, dado que foi fundada pelo Duque de Borgonha, Filipe, o Bom, em 1430, por ocasião do seu casamento com a Infanta Dona Isabel, filha de El-Rei Dom João II.
* Esta insígnia da Torre e Espada, em ouro e diamantes, haviam pertencido ao Rei Dom Luís, estando contidas num estojo com o seu monograma coroado. Foram vendidas em 1991, na Suíça, pela casa Sotheby's, no primeiro dos diversos leilões que vêm dispersando, ao longo dos últimos doze anos, o espólio de Dom Manuel II e da Sua viúva, Dona Augusta Victória.
Livro: Casa Real Portuguesa

quarta-feira, 21 de abril de 2010

RIO DE JANEIRO: REAL GABINETE PORTUGUÊS DE LEITURA

Real Gabinete Português de Leitura tem a maior colecção de literatura portuguesa fora do país
O Real Gabinete Português de Leitura no Rio de Janeiro é considerado uma das mais bonitas bibliotecas públicas da América Latina.
História
O Real Gabinete Português de Leitura, tradicional biblioteca e instituição cultural lusófona, localiza-se na rua Luís de Camões, número 30, no centro da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Encontra-se tombado pelo Instituto do Patrimônio Estadual.
O edifício da atual sede, projetado pelo arquiteto português Rafael da Silva e Castro, foi erguido entre 1880 e 1887 em estilo neomanuelino. Este estilo arquitetônico evoca o exuberante estilo gótico-renascentista vigente à época dos Descobrimentos portugueses, denominado como manuelino em Portugal por haver coincidido com o reinado de D. Manuel I (1495-1521).
O Imperador
D. Pedro II (1831-1889) lançou a pedra fundamental do edifício em 10 de junho de 1880, e sua filha, a Princesa Isabel, junto com seu marido, o Conde d'Eu, inauguraram-no em 10 de setembro de 1887.
A
fachada, inspirada no Mosteiro dos Jerónimos de Lisboa, foi trabalhada por Germano José Salle em pedra de lioz em Lisboa e trazida de navio para o Rio. As quatro estátuas que a adornam, retratam na seguinte ordem: Pedro Álvares Cabral, Luís de Camões, Infante D. Henrique e Vasco da Gama, e os medalhões, os escritores Fernão Lopes, Gil Vicente, Alexandre Herculano e Almeida Garrett.
O interior também segue o estilo neomanuelino nas portadas, estantes de madeira para os livros e monumentos comemorativos. O teto do Salão de Leitura tem um belo
candelabro e uma claraboia em estrutura de ferro, o primeiro exemplar desse tipo de arquitetura no Brasil. O salão possui também um belíssimo monumento de prata, marfim e mármore (o Altar da Pátria), de 1,7 metros de altura, que celebra a época dos descobrimentos, realizado na Casa Reis & Filhos no Porto pelo ourives António Maria Ribeiro, e adquirido em 1923 pelo Real Gabinete.
Aberta ao público desde
1900, a biblioteca do Real Gabinete possui a maior coleção de obras portuguesas fora de Portugal. Entre os cerca de 350.000 volumes, nacionais e estrangeiros, encontram-se obras raras como um exemplar da edição "princeps" de Os Lusíadas de Camões (1572), as Ordenações de D. Manuel (1521), os Capitolos de Cortes e Leys que sobre alguns delles fizeram (1539), a Verdadeira informaçam das terras do Preste Joam, segundo vio e escreveo ho padre Francisco Alvarez (1540), um manuscrito da comédia "Tu, só tu, puro amor" de Machado de Assis, e muitas outras. Anualmente, recebe cerca de seis mil títulos de Portugal. Há também uma importante coleção de pinturas de José Malhoa, Carlos Reis, Oswaldo Teixeira, Eduardo Malta e Henrique Medina. Diariamente, recebe, em média, cento e cinquenta visitantes. Entre os seus visitantes ilustres, do passado, encontram-se os nomes de Machado de Assis, Olavo Bilac e João do Rio.
O Real Gabinete edita a revista Convergência Lusíada (semestral) e promove cursos sobre
Literatura, Língua Portuguesa, História, Antropologia e Artes, destinados principalmente a estudantes universitários.
A história da
Academia Brasileira de Letras está ligada à do Real Gabinete, uma vez que as cinco primeiras sessões solenes da Academia, sob a presidência de Machado de Assis, foram aqui realizadas.
ACTUALIDADE DA HISTÓRIA, CRISTINA ROBALO CORDEIRO
Há uns dias, numa Tertúlia do Casino de Figueira da Foz, o Duque de Bragança colocava a questão do ensino da história denunciando as deformações às quais ela se vê submetida pela ideologia dominante, senão mesmo pelo regime vigente. É fácil dar-lhe razão. Churchill, com um misto de bonomia e de cinismo próprios ao humor britânico,não temia prever que a história lhe fosse favorável, pois que seria escrita por si nas suas Memórias. A ideia de uma “ciência da história” provoca tantas reservas que mais valeria reconduzir primeiro a história (quando ela é bem escrita) à literatura, ou seja, ao imaginário, para mostrar de seguida em que condições se poderia aproximar de um conhecimento objectivo. Quanto à nocividade política da história, trata-se de um facto mais rapidamente demonstrado do que a bondade das lições que dela se podem extrair. Quem não conhece a fórmula de Valéry: “A história é o produto mais perigoso que a química do intelecto produziu”? Basta examinarmos o conteúdo dos programas escolares em países como o Irão para nos lembrarmos de que a história é uma arma, cuja primeira vítima é a juventude juventude do próprio país e a segunda a juventude do país vizinho. Pois que a história cria a guerra ou, pelo menos, o espírito de guerra. Mas a crítica feita pelo nosso pretendente ao Trono à história tal como ela é exposta nos manuais reside, ao invés, no facto de não dedicar suficiente lugar e valor à ideia nacional. A seu ver, os historiadores ou, em todo o caso, os professores de história deveriam ensinar-nos a amar o nosso País e a dele nos orgulharmos. Grande e séria questão. Passámos sem dúvida de um excesso a outro, de uma história cronológica e explicitamente ideologizada, como a que era ensinada nos manuais inspirados pelo salazarismo, à história asséptica e temática de hoje. Tudo seria mais claro se a história escolar estivesse explicitamente ligada à instrução cívica e moral dos alunos. É certo que poderemos perguntar-nos se o objectivo é hoje formar jovens portugueses ou jovens europeus. Aliás, as tarefas poderiam ser repartidas: o ensino primário encarregar- se-ia de acordar a consciência nacional, o secundário a consciência europeia. Quanto ao ensino superior, cabe-lhe, defi nitivamente, desmistifiar os espíritos.
FRASES DO DIA (Clique na imagem para ampliar)
CRIADA A REAL CONCELHIA DE SANTA MARIA DA FEIRA
A Real Concelhia de Santa Maria da Feira é uma extensão da Real Associação da Beira Litoral estrutura regional da Causa Real para o Distrito de Aveiro. Defendemos a Restauração da Monarquia em Portugal na Real Pessoa do Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, e seus descendentes.
Desejamos todo o sucesso aos nossos associados agrupados nesse núcleo recém-criado. Vamos todos trabalhar juntos para Restaurar Portugal!
Brevemente daremos mais informações sobre essa Real Concelhia e suas actividades, mas podem já aderir ao seu Grupo no Facebook.
VIVA AS TERRAS DE SANTA MARIA!
VIVA O REI!
VIVA PORTUGAL!

terça-feira, 20 de abril de 2010

REVISTAS: CONFRARIA DO CAFÉ

O PALÁCIO DA AJUDA RECEBEU OS NOVOS CONFRADES DO CAFÉ Revista "Flash" de 20-04-2010 (Clique nas imagens para ampliar)
S.A.R., DOM DUARTE TROCA SKI POR ANGOLA
Dona Isabel de Bragança, os três filhos e demais família divertiram-se, recentemente, numas férias na neve. Dom Duarte optou por não ir.
"Não sei esquiar, por isso eles foram sem mim", avançou ao CM, acrescentando ter aproveitado para viajar sozinho. "Estive em Angola a trabalhar".
Fonte: Correio da Manhã - 20.04.2010
TEIXEIRA PINTO ABRE NOVA LIVRARIA BABEL
Paulo Teixeira Pinto vai inaugurar esta sexta-feira a nova livraria do Babel, situada na sede do grupo editorial, na avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa. O antigo presidente do BCP disse ao CM que este será um espaço revolucionário, com uma grande aposta em "informação tecnológica".
Fonte do grupo revelou ao CM que o espaço vai contar com uma área multimédia e um serviço de restauração gourmet. Na parte tecnológica destaque para o "cubo Babel", que vai disponibilizar "conteúdos em suporte digital no próprio espaço da livraria que serão, numa primeira fase, livros electrónicos". Simultaneamente será anunciada uma parceria com a Samsung na disponibilização do seu eBook Reader.
A livraria, com inauguração marcada para o Dia Mundial do Livro, tem cerca de 150 metros quadrados de área comercial útil e vai apostar "sobretudo na literatura infantil, na arte e gastronomia".
Com esta abertura o grupo Babel passa a ter três livrarias (tem já a Livraria Guimarães e um espaço na Biblioteca Nacional), sendo que em breve a ‘mini-rede’ pode aumentar. O CM sabe que está em estudo a abertura de um espaço no Porto e outro em Guimarães, onde o grupo de Paulo Teixeira Pinto foi escolhido como editor da Guimarães Capital Europeia da Cultura. "A estratégia para o retalho, a curto e médio prazos, passa por abrir mais algumas livrarias em pontos estratégicos do País", revela a mesma fonte.
Esta aposta na rede livreira surge num momento em que a Leya está a fazer acordos com livrarias como a Barata ou a Buchholz e a Porto Editora formalizou uma proposta de compra do Direct Group que engloba as 54 livrarias da Bertrand.
O grupo Babel, lançado em Fevereiro, conta com nove editoras (Verbo, Ulisseia, Guimarães, Athena, Ática, Arcádia, K4, Pi e Centauro) e tem como objectivo publicar cerca de 300 livros por ano.

20-04-2010 - Jornal Correio da Manhã
INTERESSANTE ASSUNTO PARA A CAUSA REAL
Apenas uma interpretação jurídica num Estado democrático: antes da implantação da república (1910), o Estado luso era juridicamente um Reino Unido: o Reino de Portugal e o Reino do ALGARVE. No famigerado dia de 05/10/1910 foi implantada, à força das armas e sem ouvir o povo, a República Portuguesa. Isto é, o Reino de Portugal passou a ser uma república (que ainda hoje existe…sem se ouvir o povo), mas naquela convulsão esqueceu-se o Reino do Algarve, cuja origem é anterior à Monarquia lusa. Ora, neste âmbito, e tomando as palavras do herdeiro ao trono de Portugal, o Senhor Duque de Bragança, bem como considerando a Constituição da República Portuguesa (CRP), a qual omite qualquer referência ao Reino do Algarve, importa salientar os seus seguintes artigos:
Artigo 4.º
(Cidadania Portuguesa)
São cidadãos PORTUGUESES todos aqueles que como tal sejam considerados pela lei ou por convenção internacional.
Artigo 5º
(Território)
1. Portugal abrange o território HISTORICAMENTE DEFINIDO (é a própria Lei que o diz formal e expressamente - acrescento nosso) no continente europeu e os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
2. (…)
3. O Estado não aliena qualquer parte do TERRITÓRIO PORTUGUÊS ou dos direitos de soberania que sobre ele exerce, sem prejuízo da rectificação de fronteiras.
Artigo 6.º
(Estado unitário)
1. O Estado é unitário e respeita na sua organização e funcionamento o regime autonómico insular e os princípios da subsidiariedade, da autonomia das autarquias locais e da descentralização democrática da administração pública.»
Face ao exposto, e antes que se lembrem de aplicar a parte final do n.º 3 do artigo 5.º («(…) sem prejuízo da rectificação de fronteiras.»), e em bom rigor jurídico, o (Reino do) Algarve é hoje “no man’s land”. É como se uma república se tivesse apropriado, de forma desmazelada, do Reino Unido e consagrasse efectivamente uma constituição sobre a Inglaterra, designando-a de Constituição da República Inglesa, e governasse sobre a Escócia. Ou seja … um absurdo!
Parece que em face da CRP, a relação entre Portugal e o Algarve, não devia ser regulada pelos artigos 3.º a 6.º, mas antes pelos artigos 7.º a 8.º (Relações internacionais e Direito internacional).
De um prisma estritamente técnico afigura-se que o Senhor Dom Duarte é de jure e de facto Rei dos Algarves, potencialmente o seu mais legítimo chefe de Estado, sem mais contestação ou argumento contra. Mas quem sou eu para dizer tal coisa…?!
Fonte:
Incúria da Loja