domingo, 11 de abril de 2010

HOSPITAL DE DONA ESTEFÂNEA Frontispício original do Hospital
A história do Hospital de Dona Estefânia pode, como qualquer outra, ser contada sob vários aspectos: evidenciando a história da Pediatria em Portugal, a de pediatras ilustres ou a história do edifício, a qual tem sido pouco divulgada. As fontes são escassas, dispersas ou escondem-se na poeira dos tempos e dos arquivos, de tal modo camufladas que, ao prazer e interesse do desafio se sobrepõe o árduo da tarefa. Como pediatras, na era da tecnologia e à beira do século XXI preferimos, orgulhosamente, prestar homenagem ao rigor técnico que presidiu à construção deste hospital, fundado há 136 anos. Dom Pedro V “O Esperançoso”, foi talvez dos reis mais amados.
Especialmente educado para reinar, homem culto e inteligente, por quem Alexandre Herculano chorou, Dom Pedro casou com uma princesa também culta, delicada e sensível, pertencente à casa de Hohenzollern, vinda de Sigmaringen, ducado da Germânia. Lisboa tinha nesta época, cerca de 200.000 habitantes. Era um período de epidemias de cólera e febre amarela e, o casal real, visitava frequentemente os doentes hospitalizados. Numa dessas visitas ao Hospital de S. José, impressionada com a promiscuidade com que na mesma enfermaria eram tratadas crianças e adultos, a Rainha ofereceu o seu dote de casamento para que aí fosse criada uma enfermaria para aquelas, e manifestou o desejo de construir um hospital para crianças pobres e enfermas.

A morte prematura da Rainha em 1859, não permitiu ver realizado este sonho mas, em sua memória, Dom Pedro V fundou o Hospital da Bemposta em 1860 e iniciou a sua construção. Também o malogrado rei não viria a conhecer o resultado do seu empenhamento. Falecido em 1861, o seu irmão o Rei Dom Luíz deu continuidade à obra e inaugurou o Hospital da Bemposta em 1877, a 17 de Julho, dia da morte da Rainha. Cinco anos antes cedeu o Hospital ao Estado, “com todos os direitos de propriedade e todas as suas pertenças“ – Diário do Governo de 23 de Junho de 1872. O povo encarregar-se-ia de prestar a própria homenagem à Rainha que tanto amara, denominando-o definitivamente Hospital de Dona Estefânia. A sua construção foi primorosamente planeada. Como se disse, Dom Pedro V era um rei moderno, viajado e muito culto.
Relacionado com as mais ilustres casas reais da Europa com as quais aliás, tinha laços familiares e com quem se corresponde assiduamente, o Rei solicitou pareceres sobre projectos e plantas hospitalares, elaboradas por técnicos competentes e autorizados sobre o assunto e remetidas dos mais variados locais, nomeadamente Londres, Berlim e Paris.
Em Lisboa, nomeou uma Comissão a que presidia, constituída por Bernardino António Gomes, médico da Real Câmara, lente da Escola Médico-Cirúrgica e presidente da Sociedade de Ciências Médicas, pelos médicos Barral, Kessler, Simas e, ainda, pelo Conde da Ponte, par do reino e vedor da casa real portuguesa e pelo General Filipe Folque, cientista e Director-geral dos Trabalhos Geodésicos. O projecto escolhido foi o desenhado por Humbert, arquitecto da casa real inglesa o que muito agradou a seu tio, o Príncipe Alberto.

Planta – Arquitecto Humbert

O edifício original estava dividido em quatro corpos principais, formando cruz e era constituído por dois pisos de enfermarias”… num total de quatro enfermarias, cada uma destinada a 32 camas. Cada enfermaria tinha cerca de 45m de comprimento, 12m de largura e 6m de altura. Estas dimensões proporcionavam a cada doente 60.3 m de espaço cúbico. Havia 20 janelas por enfermaria, 18 nas paredes laterais e 2 num dos topos, cabendo duas camas a cada janela. A ventilação, medida higiénica tão importante no século XIX, era complementada com a existência de aberturas colocadas na parte inferior e superior das paredes e pela aspiração de duas chaminés em cada enfermaria.

Aspecto de uma das enfermarias

As paredes eram em cimento polido e de côr clara e o pavimento em carvalho bem unido, de modo a poder ser envernizado ou polido, tornando-se impermeável e de fácil limpeza. Havia casas de banho com banheiras de mármore,água canalizada e luz a gás de resíduos de petróleo. A preocupação do rigor e da higiene levou a que o primeiro piso fosse construído na sua totalidade sobre abóbadas, a fim de minimizar a humidade e a possibilidade de infecção a partir do solo.

As abóbadas sobre as quais o Hospital assenta
No centro da construção havia um espaçoso claustro, rodeado de 29 arcos de cantaria, no qual foi colocada uma bonita fonte, que ainda hoje se pode ver nos jardins do hospital. Na parte interna do piso superior, ladeando todo o claustro, corria uma galeria destinada ao passeio dos convalescentes. Por estas e outras razões, Florence Nightingale, à época considerada uma autoridade em construção hospitalar, escreveu: ” If children´s hospitals are to be built at all, this is the kind of plan that should be adopted“ (in “Notes on Hospitals”). Ainda, segundo a mesma autora, as enfermarias do Hospital da Bemposta serão das mais magníficas da Europa. Bernardino António Gomes explica que: ”esta magnificência não é a do luxo e sumptuosidade mas sim a magnificência da higiene” e considera que: “o hospital da Bemposta tem a elegância, não do fausto, mas a da singeleza e harmonia das formas“. O custo da obra foi avaliado, à época, para cima de 250.000$000 réis, 20.000$000 dos quais foram doados pelo pai da rainha, o príncipe de Hohenzollern.
Claustro com a fonte ao centro e capela no topo norte
O local escolhido era propriedade da Casa Real – a parte norte da quinta do paço real da Bemposta chamada da “Quinta Velha”, “encosta arejada nos arredores da cidade”, com vegetação abundante, pertencente ao parque real, e espaço suficiente para construções de apoio e jardins. Em mais de 300 anos da história da saúde em Portugal e até à data da inauguração, o Hospital da Bemposta foi a primeira construção hospitalar construída em Lisboa, planeada especificamente para esse efeito. E assim nasceu o Hospital de Dona Estefânia.
Fonte: Hospital de Dona Estefânia
Publicado por peregrino3 - PDR - PROJECTO DEMOCRACIA REAL -

sábado, 10 de abril de 2010

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA CONTRIBUIU COM UM TESTEMUNHO PARA O LIVRO "40 ANOS 40 OLHARES"
Para assinalar os 40 anos do Turismo do Algarve, 40 figuras públicas, nacionais e internacionais, contribuíram com um testemunho sobre a região para o livro "40 anos, 40 olhares". A livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa, contou com a presença de algumas figuras públicas que deram o seu testemunho para o livro "40 anos 40 olhares". A apresentação do livro efectuada no dia 23 de Março último, por Nuno Aires, do Turismo do Algarve e Eduardo Boavida, da Bertrand Editora, contou com a presença de S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança e outras individualidades.
Fonte: Destak

sexta-feira, 9 de abril de 2010

FIGUEIRA DA FOZ: 125 MINUTOS COM S.A.R., DOM DUARTE PIO DE BRAGANÇA
Depois do interregno da Páscoa, a programação do Casino Figueira regressa ao ritmo habitual, com novidades quase diárias. Assim, a 15 de Abril, Fátima Campos Ferreira passa “125 Minutos Com…” o Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte Pio de Bragança. É às 22h00, no Salão Caffé e, como sempre, com entrada livre. (...)
- 09-04-2010



FIGUEIRA DA FOZ: INICIATIVAS CULTURAIS, SOCIAIS, MUSICAIS E DESPORTIVAS Mais notícias: S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA NA TERTÚLIA DE ABRI... - S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA PARTICIPA NUMA INIC...
PORTUGAL É UMA NAÇÃO. NÃO É UMA ASSOCIAÇÃO ANÓNIMA DO MERCADO GLOBAL
Portugal está afundado numa crise de valores.
Não encontra rumo político, porque não participam na política homens de cultura e de valor.
Não há homens e mulheres cultos na política, não há idealistas, não há historiadores, não há pensadores…apenas economistas, oportunistas e juristas.
Economistas sem imaginação, qualidade e experiência, que tentam apenas vender espaços para instalação de multinacionais, que não entendem a sociedade, nem conhecem os portugueses.
Oportunistas, que fazem carreiras políticas vertiginosas, são logo grandes gestores, enriquecem pelo uso e abuso dos privilégios, que o sistema lhes oferece.
Juristas, que se afirmam e são muito bem sucedidos, numa ânsia legislativa que suporta as incongruências e domestica a sociedade.
A política é assim apenas a gestão corrente, de uma sociedade que é encarada cada vez mais como uma Sociedade Anónima, de um mercado global.
Uma SA, dirigida por incompetentes e servidores, cuja formação foi consolidada através da premissa, de que estar na política é o aproveitamento das oportunidades.
Não há projecto nacional, nem pode haver com esta gente e com este sistema político.
A Alemanha, continua a ser Alemanha, a França, a Grã-Bretanha, a Suécia, também. Castela mantém a sua hegemonia em Espanha, reforçam-se as autonomias da Catalunha, do País Basco, da Galiza, da Andaluzia… mas em Portugal prevalece a propaganda da mentalidade, de que não fazem sentido as independências, nesta submissão à doutrina da globalização.
Enquanto todos os países estão numa União Europeia numa perspectiva de benefício, mas afirmam-se nos seus projectos, Portugal continua a olhar a União Europeia como a sua única hipótese, numa atitude de perda progressiva dos benefícios e de cedência de soberania.
Ignorantes estes políticos porque não conhecem a história, pacóvios porque não conhecem o mundo, apátridas porque não têm o respeito, nem sentimentos, como valores enraizados.
Sem visão política, porque apenas os preocupa a sua própria satisfação, a preservação do sistema e a sua visão é apenas de dar respostas imediatas. A solução redutora e dramática de gestão corrente.
Cedemos a todos os interesses e por isso estamos completamente dependentes.
Os objectivos políticos nacionais, passam por sermos o porto atlântico que serve o interesse histórico dos castelhanos, que sempre lhes negamos, por esse facto preservamos a nossa oportunidade e a nossa glória. Passam pelo sacrifício das gerações futuras cedendo a esta incrível falta de visão de Estado, de que é na Europa, que exclusivamente deveremos fixar os nossos objectivos políticos e económicos.
Gastamos mais do que produzimos, para manter uma ilusão e os privilégios de alguns, há custa de um endividamento externo, que já condiciona toda a nossa autonomia de decisão.
Teimamos em acreditar que estar na política é apenas gerir e preservamos um sistema, que promove os maus gestores e neutraliza a qualidade.
Portugal é assim desprezado nas suas potencialidades. Basta olhar para o desenvolvimento actual dos países que criamos, que emergem como grandes potências e então perceber, o que toda esta mediocridade promovida por este sistema, nos está a liquidar.
Portugal não é apenas Europa, nunca o foi e nunca o será.
Portugal é um país Atlântico, as nossas fronteiras num mundo global, não são apenas com Espanha, mas com toda a América e todo o Mundo, como o demonstramos há 500 anos, quando éramos um povo aventureiro e com desígnios.
Se isto foi a verdade que nos glorificou e nos preservou, cada vez esta verdade é mais verdadeira, num mundo cada vez mais aproximado, pela tecnologia.
A mais grave mentira política, que corroeu a nossa vontade colectiva, foi a mensagem de que os países independentes, já não fazem sentido na era da moderna comunicação.
Começou tudo e ainda se mantém, com o sonho de Estado Federado Europeu, projecto que entra em falência porque os povos não acreditam nele e porque as identidades das sociedades, ainda preservam em muitos países europeus a sua influência.
Em Portugal insistem estes políticos mal preparados e incultos, nesta mensagem que se reveste de uma intolerável propaganda diária, nesta mentira que apenas procura o declínio de uma sociedade, constituída por um nobre povo.
Povo em silêncio e aparentemente submisso e resignado, mas triste porque está a ser ofendido e desrespeitado.
Povo cujos filhos emigram e se continuam a afirmar-se com êxito no mundo.
Gente que no seu território vê as suas qualidades amordaçadas e o seu nobre carácter aventureiro, trabalhador, criativo e heróico, ser abafado e desprezado.
Povo que não merece esta traição à sua identidade, que não merece estar nesta prisão, neste bloqueio à sua qualidade.
Povo que saberá responder, quando se falar verdade e ouvir a mensagem de um projecto motivador.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

CAFÉ GANHA CONFRARIA (Clique na imagem para ampliar)
S.A.R., O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA RECORDA OS TEMPOS DE "MENINO DA LUZ" Revista "Caras" de 10-04-2010
(Clique na imagem para ampliar)
S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA PRESENTE NO LANÇAMENTO DE JÓIAS NO PALÁCIO FOZ, EM LISBOA
Maria João Bahía apresentou na sala dos espelhos no Palácio Foz, em Lisboa, ao som da música jazz, 40 peças de jóias. A Senhora Duquesa de Bragança foi outra das figuras presentes e manifestou o seu apreço pelo trabalho de Maria João Bahía, que já acompanha há vários anos.
" Gosto de jóias e especialmente do trabalho da Maria João, que é uma grande artista. Para mim estar aqui presente é também uma maneira de a homenagear pelas coisas belas que ela faz."
Revista Caras de 10 de Abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A TRAIÇÃO DO "ESQUEMA"
Os órgãos de comunicação social, declaram continuar hasteada a bandeira espanhola na fortaleza de Valença. Monumento nacional, símbolo local da soberania portuguesa, foi profanado por gente que perdeu toda a legitimidade ao optar por este insultuoso tipo de contestação. Trata-se de subversão e de atentado à integridade do Estado. Do que está à espera a GNR? Que explicação dá a PSP? Porque não envia o exército um pelotão que ponha cobro ao dislate? O episódio da taurina coisa nas varandas, não passa de folclore a resolver no próximo embate futebolístico entre as duas "selecções", quando tudo voltará ao normal. Outra coisa, é o assalto estrangeiro a um edifício público. S. Bento não cora de vergonha?O que se estranha, é a total passividade das autoridades nacionais que se têm abstido de impor a Lei e a dignidade do Estado. São precisamente estas autoridades - e aqui incluímos o governo que tutela as policias e as Forças Armadas - que são muito lestas na resolução de outros casos que têm acontecido e que vão continuar a acontecer, queiram ou não queiram, gostem ou não gostem. O critério parece simples: se se trata de uma Bandeira Nacional azul e branca, deve ser de imediato apeada e entregue a um nebuloso "Ministério Público" - o que é isso? -, mas se o caso disser respeito a uma bandeira estrangeira, poderá então ficar ao vento durante o tempo que a subversão militante assim o entender.É o patrioteirismo dos senhores do Centenário da República, com o Palácio de Belém incluído no rol. Enfim, mais um episódio do "Esquema", porque nada deve ser por acaso. Entretanto, o "agente dorado" Saramago, continua a sua prédica. Só visto!
Publicado por Nuno Castelo-Branco em
Quarta-feira, Abril 07, 2010
A REPÚBLICA DOS CORVOS - MAIS UMA BANDEIRA HASTEADA(Clique na imagem para ampliar)
EU ENTENDO... A CARÊNCIA DO AZUL E BRANCO COMEÇA A SER URGENTE!
Desta vez não são intelectuais, pseudo-intelectuais ou afins. É o povo (que somos todos nós), o que torna muitíssimo mais grave o facto. Mutatis mutandis, o mesmo povo que nunca renegou o seu chefe de Estado, o Rei de Portugal e dos Algarves. É o povo que sente as dificuldades, é ele que se sente esquecido. Não acredito que nenhuma pessoa desta reportagem tenha passado a ser, de um momento para o outro, menos português ou menos (com)patriota que eu. O que difere é que lá, em Valença do Minho, eles estão a sentir-se já efectivamente abandonados pela república e melhor acolhidos pela (natureza da) monarquia espanhola.
O que temos em comum? Falta-nos a referência de um são patriotismo que nos estimule e fortaleça. Nada de nacionalismos aberrantes típicos da II república. Mas também nada de “esquecimentos” acerca das nossas origens…
Começa a ficar preocupante o que a república assassinou em 1908 e destruiu em 1910. A unidade! Os reflexos tão a sentir-se agora. Mas infelizmente pressinto que não irão ficar por aqui…
Recorde-se que Portugal nasceu, viveu e prosperou maioritariamente em Monarquia, foi assim que fomos concebidos para sobreviver e nos desenvolver. Desapareceremos como País em república, bem dizia Paiva Couceiro, é ver-se as imagens…
Vídeo e foto – SIC

terça-feira, 6 de abril de 2010

ANIVERSÁRIO E TROFÉU PRÍNCIPE DA BEIRA NA COMPORTA NO DIA 27 DE MARÇO DE 2010 (3ª E ÚLTIMA SÉRIE DE FOTOS) Momentos a sós, entre Mãe e Filho.
António Homem Cardoso oferece um presente a S.A.R., A Senhora Dona Isabel de Bragança. Qualquer coisa que espantou Dom Afonso...
Outro ângulo da sala de jantar. S.A.R., Dom Duarte de conversa com 2 irmãos fotógrafos e gémeos. Chegada de S.A.R., O Senhor Dom Duarte e foi recebido por João Mattos e Silva.
Um dos recantos da sala onde foi servido o almoço.
Maria João Homem Cardoso, S.A.R., O Senhor Dom Duarte e João Mattos e Silva, Presidente da Real Associação de Lisboa, conversando antes do almoço. S.A.R., Dom Afonso aguarda a vez para se servir enquanto S.A., Dom Dinis inspecciona primeiro os diferentes pratos que constavam do menu.
S.A., Dona Maria Francisca, deu-me um sorriso antes de se servir...
S.A., Dom Dinis e as compotas... huumm
S.A., O Infante Dom Dinis sempre envergando com muito orgulho a t-shirt " EU QUERO UM REI E TU?"
O quê que eu faço com a vela? Guardo?
Partindo o bolo e a 1ª fatia foi para Seu Pai.
S.A.R., Dom Afonso, apaga a vela do bolo de aniversário.
Todos cantam os parabens a você...
O "bolo real" e o bolo de chocolate do Duarte Seabra Calado que também completava 22 anos no dia 27 de Março.
Um quadro a óleo do Rei Dom Afonso Henriques, também foi um presente que S.A.R., Dom Afonso recebeu.
Desembrulhando a moldura digital.
O começo da abertura dos presentes. S.A., O Infante Dom Dinis está mais atento a outro pormenor...
S.A.R., O Príncipe da Beira com a moldura digital oferecida pela Juventude Monárquica de Lisboa.
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ENTREGA DO TROFÉU PRÍNCIPE DA BEIRA AO CAVALEIRO OLIMPICO PORTUGUÊS, DANIEL PINTO Os "paparazzis" ao ataque...
Entrega do prémio Príncipe da Beira ao vencedor da prova.
Família Real depois da prova do concurso hípico da 4ª edição do Atlantic Tour na Comporta.

Um momento de descontração de S.A.R., Dom Afonso.
(Clique nas fotos para ampliar)