domingo, 28 de fevereiro de 2010

S.A.R., DOM DUARTE PIO NO EVENTO INTERNACIONAL DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM
Movimento Cívico de Cidadãos Independentes organizou dia 25 de Fevereiro, às 20 horas, um evento Internacional no âmbito da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Ramos Horta e personalidades internacionais falam sobre a abolição da escravatura e os Direitos Humanos.
Todos os cidadãos do mundo poderão acompanhar o programa radiofónico, através do site da internet www.radiobotareufm.com ou através do site da internet www.radioiberica.com será feita a retransmissão de todo o directo para cerca de 170 países do mundo e para vários órgãos de informação espalhados pelos cinco continentes.
Mais de sete dezenas de convidados aceitaram integrar este evento internacional sobre os Direitos Humanos. Entre as personalidades internacionais e nacionais que vão fazer declarações hoje, estão o Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos-Horta, o Presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), Fernando Nobre, e Dom Duarte Pio de Bragança.(...)

Fonte: http://noticias.sapo.cv/info/artigo/1048748.html
"É PRECISO UMA REVOLUÇÃO CULTURAL" (Clique na imagem para ampliar)

sábado, 27 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O MARQUÊS DE SOVERAL
Realizou-se-se na quarta-feira, dia 24, às 18H30, no Turf Club (R. Garrett, 74, 1.º), em Lisboa, a sessão de lançamento do livro O Marquês de Soveral, da autoria de Paulo Lowndes Marques, editado pela Texto Editores. A obra, foi apresentada pelo Embaixador Leonardo Mathias, dá a conhecer a vida e a intensa carreira de Luiz Pinto Soveral (1852-1922), o diplomata português que, em 1899, obteve dos ingleses a reafirmação escrita da velha aliança - o chamado Tratado de Windsor - que garantiria a Portugal a integridade do seu império colonial, então cobiçado pelas novas potências europeias. Escrita por Paulo Lowndes Marques, Presidente da British Historical Society of Portugal e da World Monumental Fund Portugal, esta biografia proporciona-nos uma viagem no tempo pelos 70 anos de vida de Luiz Pinto de Soveral, um dos mais notáveis diplomatas portugueses de sempre, que defendeu tenazmente, com brilho e inteligência, os interesses de Portugal na transição do século XIX para o século XX. O seu feito mais importante foi ter compreendido a oportunidade colocada pela iminente Guerra dos Boers e ter obtido dos ingleses a assinatura do Tratado de Windsor de 1899, gorando, por essa forma, o então recente Acordo Anglo-Alemão sobre a partilha do império colonial português. Um grande servidor do Estado e de seu Rei, que assistiu ao declínio da Monarquia e à implantação da república em Portugal, Luiz Pinto de Soveral destacou-se na defesa das colónias portuguesas em África, tendo tido um papel determinante no período do Ultimatum. Foi igualmente uma figura brilhante na corte do Rei Eduardo VII de Inglaterra, de quem foi grande amigo e conselheiro. Soveral notabilizou-se na sociedade inglesa de então como uma figura grada, popular e celebrada pelo seu tacto e “talent to amuse”.
Fontes: Fórum Segredo dos Livros e GUARDA-MOR, Livraria - Livraria

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA PARTICIPA NUMA INICIATIVA DE SOLIDARIEDADE PROMOVIDA PELA CONFRARIA DO ARROZ E DO MAR.(Clique na imagem para ampliar)
S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA NA TERTÚLIA DE ABRIL NO CASINO DA FIGUEIRA DA FOZ (Clique na imagem pra ampliar)
EL-REI DOM CARLOS E A ESGRIMA
(...)«Sua Majestade El-Rei D. Carlos cultiva desde os sete anos a esgrima, tendo sido seus professores, primeiro o célebre professor francês Henri Petit, seguindo-se-lhe Luís Monteiro e António Martins. Tem sido com este último professor com quem durante maior lapso de tempo tem trabalhado Sua Majestade e o mestre não se cansa de tecer elogios às excelentes qualidades que Sua Majestade possui como esgrimista. Mais de uma vez temos ouvido a Martins que Sua Majestade é um habilíssimo atirador de espada e sabre, dificílimo pelo jogo inteligente e metódico. Aproveitando maravilhosamente o seu coup d´oeil, prepara o ataque com grande prudência e precisão, mas à primeira falta do adversário precipita-se com uma rapidez pouco vulgar em homens da sua estatura e toca fatalmente. É sobretudo ao sabre, arma da sua predilecção, em que melhor revela o seu temperamento de atirador forte que é. Adversário franco e leal, acusa com bonomia todos os golpes que recebe e devolve com presteza fora do vulgar. São notáveis os seus golpes ao braço e a finta de ventre que Sua Majestade executa com rara perfeição, sendo poucos os adversários que têm conseguido parar estes golpes. Possuindo Sua Majestade qualidade de esgrimista em tão elevado grau, eis porque o vemos sempre entusiasta, seguindo todas as peripécias dos assaltos a que assiste, indicando com prontidão e rapidez admiráveis os toques dos contendores».

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

VISITAS AO COMBOIO REAL NO ENTRONCAMENTO
Até 5 de Março, a Fundação Museu Nacional Ferroviário Armando Ginestal Machado organiza um ciclo de visitas especiais ao Comboio Real em restauro.
O Comboio Real, Locomotiva D. Luís, Salão D. Maria Pia e Carruagem do Príncipe, encontra-se em restauro nas oficinas da EMEF, no Entroncamento e figurará na exposição Royal Class Regal Journeys, entre 14 de Abril e 10 de Setembro de 2010, no Spoorwegmuseum, em Utrecht, na Holanda.

Esta exposição mostrará o mais importante património ferroviário real e imperial europeu e estará integrada na preparação da coroação do novo Rei Willem-Alexander dos Países Baixos.Assim, até ao dia 5 de Março, o Comboio Real estará aberto ao público. As visitas decorrem em grupos de 10 pessoas no máximo, às 11h, 14h, 15h, 16h e 17h.
Os bilhetes de ingresso podem ser adquiridos na recepção do Museu Nacional Ferroviário.
Texto: Jornal "O Ribatejo" de 21-02-2010 - Fotos: Real Associação do Ribatejo

O COMBÓIO REAL EM RESTAURO

O comboio real português está a ser restaurado no Entroncamento e pode ser visitado até dia 5 de Março no Museu Nacional Ferroviário. www.oribatejo.pt

O CAPITÃO JÚLIO DA COSTA PINTO VISTO PELO ESCRITOR CONTEMPORÂNEO JOAQUIM LEITÃO
« ...um rapaz, um simples tenente d'infantaria - Júlio da Costa Pinto.Logo no assentamento de praça, em Lanceiros d'El-Rei, apparece como voluntario a servir o Rei e a Patria. Tem dezasseis annos e os vinte e dois vae fazê-los a Africa. É por 1908. Governa Angola Paiva Couceiro. O alferes Júlio da Costa Pinto faz parte da colunna de operações que emprehendeu a occupação do Libollo.Em 5 de Outubro ( de 1908 ) o commandante da colunna, General Joaquim António Pereira, escrevia adeante do nome de Costa Pinto um louvor: ' Pela forma decisiva, valente e briosa, como se portou, e como executou as ordens que recebeu como commandante do 4º pelotão, com denodo e coragem ' pelo que apresentava uma ' proposta para medalha de bons serviços '
No inferno africano, cinco mêzes dêsses são cinco annos. Cinco mezes dessa jornada valem cinco guerras europêas. O subalterno sae d'alli um cabo de guerra. A mocidade volta encanecida de experiencia e de esgotamento. O moço alferes estava reconhecido um oficial resistente e energico (... )A comissão para que o requerem ás Obras Publicas não é uma sinecura. ( ... ) É outra carreira que vai começar, donde volta tão valorisado e louvado como do baptismo de fôgo com que abrira a sua folha de oficial. Em 1 de Fevereiro de 1911, talvez a unica misssa celebrada em territorio português por alma do Rei Senhor D. Carlos e de S. A. R. o Senhor D. Luiz Phillipe foi a que mandou resar na igreja da Mesericordia de Loanda o tenente Júlio da Costa Pinto, em cujos olhos ainda não tinham enxugado as lagrimas reçumadas durante aquele mudo monólogo com o retrato do Desventuroso, no palacio do governo no dia da proclamação da Republica. De retorno á metropole, pediu uma licença, e no dia em que a licença findava requeria a sua demissão. A raça recebia mais uma consoladora prova de que nem tudo, nesta epoca, era o mesmo lôdo. Quem o encontrar hoje (...) verá no seu olhar a sobranceria do homem integro, dêsses que honram uma Causa e a melancolia dos que teem a consciencia do que Portugal perdeu.»

Fonte: A Monarquia do Norte

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

PARTICIPAÇÃO DA CASA REAL PORTUGUESAS.A.I.R., A Arquiduquesa Regina de Habsburgo
S.A.S., O Principe Alexis de Windisch Graetz
Suas Altezas Reais os Duques de Bragança participam os recentes falecimentos de S.A.I.R., A Arquiduquesa Regina von Habsburg, e S.A.S., O Príncipe Alexis von Windisch Graetz. Celebra-se Missa em sufrágio no próximo dia 26 de Fevereiro, às 19H00, na Igreja da Encarnação (Chiado).
UMA FAMÍLIA "REAL E EXEMPLAR" (Clique na imagem para ampliar)
Tenho para mim que todos os modelos de adaptação da célula familiar que tenham como objectivo a solidariedade e transmissão de conhecimentos são legítimas, até porque a minha casa não constitui propriamente um modelo linear.
É dentro desta perspectiva que sou um acérrimo defensor da manutenção duma estrutura familiar sólida, que vai muito para além da fracção nuclear. É por um projecto assim que me bato, em que a liberdade é promovida em equilíbrio com a responsabilidade duns em relação aos outros e com a sua história. A família quando alicerçada em sólidos valores é o salutar bastião do livre arbítrio do individuo em relação aos grandes movimentos de massificação e de poder. Para a sociedade em geral, a família constitui o garante duma essencial diversidade estética e cultural: possuidora cada uma do seu legado de informação transgeracional, a família alargada é um insubstituível microcosmos, qual espelho e plataforma de mediação dos seus elementos com a comunidade alargada e com o Mundo. Este é factor extremamente útil para um privilegiado desenvolvimento das crianças: as estruturas familiares mais sólidas potenciam uma resistência inteligente à massificação e à submissão dos indivíduos aos grandes poderes como as avassaladoras modas impostas pelo Mercado e... pelos Estados demasiado intrusivos.
É fácil entender porque é que as mais cruéis ditaduras do século XX sempre combateram os modelos tradicionais de família, que de facto tendem a funcionar como autênticas bolhas de oxigénio numa sociedade sufocada pela pressão do controlo.
Finalmente considero uma causa algo obscura o extremo individualismo promovido pelas correntes liberais de costumes, hoje em dia patrocinadas pela generalidade dos poderes políticos. Sem consistentes referências sociológicas e culturais, as pessoas tornam-se vulneráveis, qual papel em branco fácil de ser preenchido e doutrinado por qualquer sinistro poder. Que até pode ser o Estado.
João Távora