(Presidente da Causa Real)
http://www.angelfire.com/pq/unica/lal_ptp_2004_razoes_ser_monarquico.htm
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Num país de patos-bravos e outras espécies ainda mais selvagens, não há político que não vista a farda do patinho, bico amarelo na testa para dar um ar dinâmico e mostrar esta afronta de cimento armado de nacionalidade brasileira (parece que Portugal não tem bons arquitectos), sem estética e dum mau gosto que não lembra ao diabo! Entretanto, os patos-bravos escolheram o 1 de Fevereiro, Dia do Regicídio, para a cerimónia do lançamento da primeira pedra do Museu dos Coches. Um mau gosto a toda a prova! Provocação atrás de provocação e ainda têm a coragem de publicamente afirmar que ..."os republicanos nada tiveram que ver com o Regicídio"... Gabam-se e assumem-no abertamente! Mais gente que se vai governar com isto! É urgente? Faz muita falta? É prioritário? Sempre ouvi dizer que o que está bem não se muda. O Museu dos Coches com mais visitantes, vai mudar de sítio. Foi absolutamente lamentável o governo/desgoverno ter avançado com este projecto, contra a opinião unânime de todos e até de especialistas! É uma verdadeira "obra de regime"!!!!
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O presidente da AMI, Fernando Nobre, criticou hoje a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou "completamente intolerável" que exista quem viva "com pensões de 300 ou menos euros por mês", e questionou toda a plateia se "acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?"
Henrique Mitchell de Paiva Couceiro (Lisboa, 30 de Dezembro de 1861 — Lisboa, 11 de Fevereiro de 1944) foi um militar, administrador colonial e político português que se notabilizou nas campanhas de ocupação colonial em Angola e Moçambique e como inspirador das chamadas incursões monárquicas contra a Primeira República Portuguesa em 1911, 1912 e 1919. Presidiu ao governo da chamada Monarquia do Norte, de 19 de Janeiro a 13 de Fevereiro de 1919, na qual colaboraram activamente os mais notáveis integralistas lusitanos. A sua dedicação à causa monárquica e a sua proximidade aos princípios do Integralismo Lusitano, conduziu-o por diversas vezes ao exílio, antes e depois da instituição do regime do Estado Novo em Portugal.Henrique Paiva Couceiro (1861-1944).
Pronto! Finalmente descobrimos aquilo de que Portugal realmente precisa: uma nova frota de jactos executivos para transporte de governantes. Afinal, o que é preciso não são os 150 mil empregos que o PM (http://jornal.publico.clix.pt/noticia/08-02-2010/o-que-trabalha-de-graca-o-distribuidor-o-reformado--que-gosta-de-golfe-e-outras-nomeacoes-curiosas-18753979.htm) anda a tentar esgravatar nos desertos em que Portugal se vai transformando. Tão-pouco precisamos de leis claras que impeçam que propriedade pública transite directamente para o sector privado sem passar pela Partida no soturno jogo do Monopólio de pedintes e espoliadores em que Portugal se tornou. Não precisamos de nada disso.
Fotos de Foro Hispanico