terça-feira, 30 de junho de 2009

PAIXÃO DISCRETA POR JÓIAS Revista "VIP Jóias"
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segunda-feira, 29 de junho de 2009

SÓ A TÍTULO DE CURIOSIDADE... - PARTE 1

Já em Novembro de 2005, a revista "EXAME" apresentou este estudo. Como estamos em 2009, "é uma questão de se fazer contas", já dizia o sr. Guterres para saber como é gasto o dinheiro na presidência e o que sai dos "bolsos" dos portugueses... e em 2010, então vai ser uma festa...

sábado, 27 de junho de 2009

S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA APADRINHA CANDIDATURA DE "CAVALO GARRANO" A PATRIMÓNIO NACIONAL
Candidatura do cavalo garrano a património nacional lançada na Feira do Cavalo em Ponte de Lima.
O Instituto Politécnico de Viana do Castelo coordena (por solicitação das diferentes autarquias do Minho, de Instituições de Ensino Superior do Norte, de Associações de Desenvolvimento Local, de Associações de Criadores da Raça, da Fundação Alter Real, de diferentes organismos públicos, entre outras instituições e organizações), uma intenção de candidatura do Garrano a Património Nacional.
O lançamento oficial será realizado no âmbito da Feira de Cavalo de Ponte de Lima, num dia particularmente dedicado a esta raça, o próximo dia 28 de Junho, pelas 16h, sendo que a candidatura do Garrano a Património Nacional tem a honra de ser apadrinhada por S.A.R. Dom Duarte Pio de Bragança.
“O Garrano, que vive em liberdade pelas serras todos os dias do ano, é a figura mais emblemática da biodiversidade milenária de algumas zonas do Noroeste de Portugal, constituindo a salvaguarda do património genético da população do Garrano, mais do que um imperativo nacional e comunitário, um imperativo civilizacional”, disse abordando o tema, o presidente do IPVC, Prof. Rui Teixeira.
“A Candidatura a Património Nacional irá contribuir para a manutenção de um recurso biológico insubstituível integrando, num conceito holístico, perspectivas produtivas, genéticas, ambientais, sociais e culturais, evitando a tendência regressiva de uma raça autóctone e reforçando o orgulho e a identidade de um povo”, considerou por seu turno o Vice-Presidente do IPVC, Nuno Vieira e Brito. “Desta forma, o Município de Ponte de Lima, juntamente com o Instituto Politécnico de Viana do Castelo, pretende projectar a imagem do Garrano a nível internacional, promovendo a região, potenciando os seus recursos endógenos”, referiu por seu turno fonte da autarquia de Ponte de Lima.
Sendo uma raça autóctone utilizada desde há muitos séculos, hoje em dia o Garrano é uma raça protegida devido ao risco de extinção, encontrando-se por isso muito poucos no meio selvagem e na posse de muitos criadores que procuram valorizar e recuperar esta raça tão nobre. Com características únicas, o Garrano distingue-se pelo pequeno tamanho, sendo considerado por vezes um Pónei. É muito dócil com as crianças, inteligente, trabalhador e de fácil treino, e demonstra uma aptidão fora do vulgar para a aprendizagem e execução da corrida em passo travado.
“Tendo em conta a origem e história associadas à identidade da região e tendo presente as suas enormes potencialidades, a Feira do Cavalo de Ponte de Lima, um evento consagrado com prestígio a nível internacional, apresenta no programa da edição 2009 o I Festival de Garrano, com o objectivo de incentivar e promover esta raça junto dos amantes do mundo equestre e da população em geral. Como mais um ícone da história e tradições minhotas, o Garrano é já considerado um símbolo cultural, podendo por isso associar-se aos produtos típicos que a Feira do Cavalo promove igualmente”, salientou ainda a autarquia limiana.

Fonte: IPVC - Instituto Politécnico de Viana do Castelo
Jornal "Público" de 25-06-2009
Diário do Minho de 27-06-2009
Diário de Notícias de 28-06-2009

sexta-feira, 26 de junho de 2009

LANÇAMENTO DO LIVRO "NUNO ÁLVARES PEREIRA" NO QUARTEL DO CARMO
Jornal "24horas" de 26-06-2009
No dia 24 de Junho, às 18h30, realizou-se no Comando-Geral da Guarda Nacional, no Quartel do Carmo, em Lisboa, o lançamento formal e a apresentação da biografia de Nuno Álvares Pereira, de Jaime Nogueira Pinto, editada pela Esfera dos Livros.
A apresentação da obra esteve a cargo do Professor Doutor Martim de Albuquerque.
NUNO ÁLVARES PEREIRA
Sinopse:
Foi graças à vontade política de Nuno Álvares Pereira, ao seu génio militar e à sua integridade que os portugueses, na grande crise do século XIV, conseguiram derrotar as forças de D. João de Castela. E foi ele quem guardou a nação independente, preparando-a para o novo tempo português de navegação e expansão além-mar. Mas o que sabemos desta grande figura da nossa História que nas últimas décadas caiu no esquecimento? Quase 600 anos após a sua morte, a canonização solene em Roma do Santo Condestável de Portugal não deixou de causar espanto e de levantar velhas questões. Pode um chefe de guerra chegar aos altares? Pode um santo ser guerreiro e um guerreiro ser santo? Nuno Álvares Pereira mostra-nos que sim. E não por um qualquer arrependimento tardio, por uma troca aparentemente súbita e em fim de vida da cota de malha pelo hábito de monge: entre as intrigas da corrupta corte fernandina e o poder e a glória da Casa de Avis, nas horas difíceis da revolução de Lisboa e nas batalhas de Aljubarrota, Atoleiros e Valverde que marcaram a Guerra da Independência, S. Nuno de Santa Maria sempre procurou ser, no espírito e na letra, o cavaleiro perfeito, indo contra muito daquilo que, na guerra e na paz, era regra no tempo.
REALEZA VISITA ESCOLA EM ALMANCIL

O Príncipe Eduardo de Inglaterra e Dom Duarte, Duque de Bragança, visitam a International School São Lourenço, em Almancil, dia 27 de Junho, pelas 10:30 horas .
O Príncipe assiste à entrega de medalhas aos alunos da International School São Lourenço do Prémio Infante D. Henrique 2009, medalhas que serão entregues pelo Duque de Bragança.
A International School São Lourenço participa anualmente neste Prémio desde 1999, sendo que já foram premiados cerca de 80 alunos com os galardões Bronze e Prata.
O programa conta com quatro áreas de participação obrigatória para os níveis Bronze e Prata: serviço à comunidade, actividades recreativas, talentos e aventura. Existe ainda uma outra área designada projecto residencial, que deverá ser desenvolvida pelos jovens que desejam atingir o nível Ouro.
25-09-2009


PRÍNCIPE EDUARDO DE INGLATERRA E DOM DUARTE PIO ENTREGAM PRÉMIOS NA INTERNATIONAL SCHOLL SÃO LOURENÇO
O Príncipe Eduardo de Inglaterra, Conde de Wessex, e D. Duarte Pio, Duque de Bragança, visitam no Sábado a International School São Lourenço, para presidirem à entrega de medalhas aos alunos que concorreram ao Prémio Infante D. Henrique 2009.
Esta visita insere-se no âmbito do Duke of Edinburgh's Award, cujo homónimo em Portugal é o Prémio Infante Dom Henrique, prémio no qual a International School São Lourenço participa desde 1999.
A visita está marcada para as 10h30 de Sábado.
25-06-2009

quinta-feira, 25 de junho de 2009

CRISE ECONÓMICA CHEGA AOS BOLSOS DAS FAMÍLIAS REAIS
"Jornal i " de 25-06-2009
(Clique nas imagens para ampliar)
E A ESPANHA AQUI TÃO LONGE
(...) Há um espírito colectivo que não se consegue só com dinheiro. Em Espanha, têm um rei como chefe de um Estado democrático. Em Portugal, colocámos o chefe da nossa Casa Real fora do protocolo de Estado, quando temos um país com vários séculos de monarquia e episódios tão ou mais honrosos do que a Espanha e outras monarquias europeias.
24 de Junho de 2009 - Jornal OJE

quarta-feira, 24 de junho de 2009

NOVA EMISSÃO FILATÉLICA RECORDA O FNDADOR DE PORTUGAL
Há 900 anos nasceu Afonso Henriques, fundador do reino de Portugal. Os CTT celebram a data com a emissão de um selo e um bloco filatélico, dedicados ao primeiro rei português. O lançamento é feito em simultâneo no próximo dia 24 de Junho em Guimarães, Viseu, Coimbra, Lisboa, Porto, Funchal e Ponta Delgada. O selo, com emissão de 330 mil exemplares, tem o valor de 32 cêntimos. Mostra uma efígie do séc. XII atribuída a D. Afonso Henriques pertencente ao Museu do Carmo. O selo tem ainda inscrita a palavra-sinal Portugal de uma Carta de Doação de 1129, patente na Torre do Tombo.
O bloco filatélico reproduz uma carta de Couto doada ao Mosteiro de Tibães em 1140 e uma ilustração retirada do Apocalipse do Lorvão, manuscrito iluminado que está guardado na Torre do Tombo. O bloco, com emissão de 60 mil exemplares, tem o valor de 3,07 euros. Afonso Henriques nasceu em 1109 do casamento de D. Henrique, filho do duque da Borgonha, que descendia do rei de França, e de D. Teresa, filha de Afonso VI, rei e de Leão e Castela. Corria-lhe assim nas veias sangue real. Herdeiro do Condado Portucalense que seu pai recebera como recompensa pelos feitos de armas contra os mouros Almorávidas e sua mãe conservou ao enviuvar, no ano de 1112. Também deles recebeu o legado da aspiração à autonomia.
O primeiro grande assomo de afirmação expressou-o gestualmente na catedral de Zamora, no ano de 1125 ou 1126, ao tomar do altar as armas de cavaleiro, recusando mãos superiores que o subalternizassem. Era infante e príncipe. A aproximação de D. Teresa à família condal galega dos Travas, a quem se uniu por dois matrimónios consecutivos, descontentou o jovem e seu círculo aristocrático, expresso no afastamento da corte da “rainha”. O Condado Portucalense formara-se com territórios desmembrados da Galiza e corriam o risco de uma reintegração que era preciso atalhar. As forças revoltosas congregaram-se em torno de D. Afonso e passaram à ofensiva militar que se objectivou na Batalha de S. Mamede, perto de Guimarães, em 24 de Junho de 1128, dando a vitória às armas defensoras da identidade autonómica. Foi “A Primeira Tarde Portuguesa”, na expressão de um historiador contemporâneo. A partir de então, D. Afonso Henriques assume a chefia do Condado Portucalense. A partir de 1140, depois da Batalha de Ourique, em que bateu os mouros, D. Afonso Henriques passa a subscrever os documentos exarados pela sua chancelaria com o título de rex.
A habilidade “no manejo das armas” impusera-o como rei Conquistador que importava ser reconhecido. A oportunidade surge na conferência realizada em Zamora, em Outubro de 1143, na qual celebra com Afonso VII um acordo definitivo de paz, o“Tratado de Zamora”, segundo o qual o rei de Leão e Castela reconhece tacitamente a realeza do primo.
Passou a maior parte dos últimos anos de vida em Coimbra, dedicando-se à administração do reino em co-regência com o filho D. Sancho I, nascido do casamento com Matilde de Maurienne e Sabóia. Aí fez o testamento (1179) e veio acabar os seus dias, em 6 de Dezembro de 1185. Elegeu para sepultura o mosteiro de Santa Cruz, onde teve grandes amigos e conselheiros. Deixava como legado o Reino de Portugal politicamente emancipado.
A emissão dedicada aos 900 anos de D. Afonso Henriques completa-se com sobrescritos, aos preços de 55 e 74 cêntimos. A pagela, com o valor de 70 cêntimos, é ilustrada com uma imagem da estátua de D. Afonso Henriques, em Guimarães.
VAMOS REFLECTIR!(Clique na imagem para ampliar)

terça-feira, 23 de junho de 2009

TRAÇAR AS ORIGENS DE COLOMBO
DURHAM, N.C. - Há dezoito anos, Manuel Rosa embarcou numa jornada que poderá mudar a história americana, da forma que é ensinada.
Rosa fez a sua missão pessoal de provar que Cristóvão Colombo, descobridor do continente americano, não era genovês, mas muito provavelmente português.
As suas pesquisas levaram-no a ler mais de 1.000 livros, analisar uma infinidade de documentos e a viajar à volta do mundo - desde a República Dominicana à Polónia - em busca do que ele entende ser a verdade.
"Chegou a altura de acabar com 500 anos de conceitos errados," adiantou Rosa a O Jornal. "O meu objectivo é que as pessoas não perguntem se ele era português, mas sim como é que ele poderia não ser português."
Rosa acredita que um elo crucial, mas frequentemente esquecido, na história do navegador é a sua vida passada em Portugal.
"Ao se ter passado por cima da vida portuguesa de Colombo e da sua esposa portuguesa, como isto sendo insignificante, uma parte importante da identidade de Colombo foi apagada e escrita de novo," alega Rosa.
O investigador mantém que ao ter pesquisado a componente portuguesa de Colomo não só conseguiu encontrar incoerências na "fantasia" do navegador ser um genovês pobre, como conseguiu encontrar os elos necessários para colocar em perspectiva toda a expedição de Colombo.
"Cristóvão Colombo era um agente duplo a trabalhar para o Rei João II, cujo objectivo era distrair a Espanha do seu monopólio da troca de ouro em África e da rota para a Índia, à volta de África, que dentro em breve iria ser usada."
Rosa sustenta que Cristóvão Colombo não foi o nome dado à nascença. Traduzido de várias maneiras, o nome escolhido foi Cristoval Colon ou Colom, mas o seu verdadeiro nome ainda é desconhecido.
Rosa mantém que o descobridor estava profundamente ligado ao estreito círculo do Rei João II, por matrimónio. Familiares de Filipa Moniz Perestrelo, esposa de Colombo, faziam parte da corte real e da residência real.
"Os historiados e documentos alegam que Cristobal Colon era meramente um tecelão pobre," adiantou Rosa. "Faltava-lhe a posição nobre exigida para casar com um membro da nobreza, como aconteceu muito antes da sua viagem histórica."
O investigador alega ainda que o navegador continuou a comunicar-se com o rei de Portugal durante as suas expedições, apesar da história declarar que ficou zangado e sentiu-se traído quando o rei se recusou a financiar a sua viagem.
"Ele mentiu continuamente aos reis de Espanha, ajudou os portugueses e navegou com mapas encomendados pelo rei português," salientou.
Rosa nasceu em Madalena do Pico, Açores, em 1961. Imigrou para os Estados Unidos, com a família em 1973, tendo se radicado em Somerville, Massachusetts. Presentemente trabalha como perito de informática na Duke University, na Carolina do Norte.
Ele adianta ser o único historiador luso envolvido com os testes ADN que estão a ser feitos aos ossos de Colombo, na Universidade de Granada, Espanha.
"Nem um dos 477 indivíduos Colombo da Itália, Espanha e França testados compartilhavam semelhanças com o ADN de Colombo," frisou.
Todavia, foi estabelecida uma ligação plausível às origens portuguesas.
O ADN de D. Duarte de Bragança - herdeiro do trono português se existisse presentemente monarquia em Portugal - mostrou ser semelhante ao do navegador.
"Embora os resultados não sejam decisivos, é algo que não deixa negar a linhagem portuguesa," realçou.
"É importante deixar as pessoas fazerem perguntas e responder se estão erradas ou certas," acrescentou. "Uma vez que as pessoas conhecem um bocadinho da história e factos, começa a fazer sentido."
Rosa salientou que foi o primeiro investigar a provar a falsidade do Testamento de Colombo, elaborado em 1498.
"Mostrei 22 provas de falsificação do documento, o único que diz que ele nasceu em Génova," referiu. "O testamento foi falsificado por pessoas que estavam a tentar herdar o seu posto em Espanha."
Rosa acredita que o enigma da identidade de Colombo tem sido tão difícil de resolver porque o navegador não podia dizer quem era na realidade. O investigador formulou uma teoria que defende que Colombo pertencia à família de Vladislau III, rei da Polónia.
O reinado de Vladislau III foi difícil desde o início. Reza a história que foi morto na Batalha de Varna em 1444, quando o Império Otomano, sob a liderança do Sultão Murad II, derrotou as armadas da Polónia e Hungria.
No entanto, de acordo com uma lenda portuguesa, Vladislau III sobreviveu à batalha e radicou-se na Madeira, após uma viagem à Terra Santa. O Rei Afonso V de Portugal ofereceu-lhe algumas terras naquele arquipélago, onde era conhecido por Henrique Alemão e casou com Senhorinha Anes. O rei português foi seu padrinho e o casal teve dois filhos.
Rosa acredita que um desses filhos era Colombo, daí a estreita ligação do navegador à realeza portuguesa.
Os achados de Rosa foram compilados nos livros "Mistério Columbo Revelado" e "Colombo Português - Novas Revelações." O primeiro, editado em 2006, esgotou. O segundo, uma versão mais pequena do primeiro com algumas actualizações, foi lançado em Abril último em Portugal e está a vender muito bem, segundo o autor.
Os dois títulos foram recebidos com elogios e críticas favoráveis.
O Professor Joaquim Veríssimo Serrão, Catedrático da Universidade de Lisboa e ex-presidente da Academia Portuguesa de História, que redigiu o prefácio do segundo livro, adiantou que ficou convencido do argumento apresentado por Rosa, após ler e reler o seu primeiro livro.
"Posso dizer que estou 99 por cento de acordo com os pontos que oferece para o leitor contemplar," adiantou Serrão.
A historiadora portuguesa Fina D'Armada realçou que o trabalho de Rosa devia ter sido feito pelas universidades portuguesas.
"Acontece que as nossas universidades são conservadoras e para perseguimento de carreiras os mais novos são seguidistas dos mais velhos... vai dar muito trabalho aos historiadores daqui para a frente continuarem a afirmar que era um tecelão genovês sem demonstrarem má fé ou ignorância," escreveu a historiadora.
O Dr. Luciano da Silva, de Bristol, R.I., que há muitos anos que pesquisa as raízes portuguesas do navegador e também já escreveu um livro sobre o assunto, elogiou a investigação de Rosa.
"Ele tem feito um trabalho admirável para divulgar a verdade, que o navegador era 100 por cento português," salientou Silva. "Tem sido um lutador para trazer a lume a verdade. Só tenho que louvar com muito respeito e entusiasmo o trabalho que tem feito."
Por sua vez, o jornalista José Rodrigues dos Santos referiu que "A investigação de Manuel Rosa vem confirmar que, qualquer que seja o seu verdadeiro nome, é a origem nobre portuguesa que melhor explica as enigmáticas contradições em torna da vida de Colon."
Rosa sublinhou que é difícil contestar a sua teoria porque se baseia em inúmeros documentos.
"Sou muito realista," frisou. "Tento clarificar todas as dúvidas, levar cada problema o mais longe possível. Se analisar tudo de uma forma realista, só posso chegar a uma conclusão - ele era português. Espero que ao lerem o meu livro se apercebam que não têm outra opção senão dizer a história ainda está por resolver.
19-06-2009
O livro está à venda em amazon.com - http://www.amazon.com/gp/product/989809253X/sr=11-1/qid=1241828962/ref=olp_product_details?ie=UTF8&me=&qid=1241828962&sr=11-1&seller=
http://colombo-o-novo.blogspot.com/2009/05/colombo-genoves-trafulhice-do-mayorazgo.html
http://www.geneall.net/P/forum_msg.php?id=232455

segunda-feira, 22 de junho de 2009

BANDEIRAS AZUIS EM GUIMARÃES
ACIG. Associação Comercial e Industrial de Guimarães está a «vestir» ruas da cidade com bandeiras que simbolizam a fundação do país. «Dia 24 de Junho» está aí à porta.
A 24 de Junho de 1128, decorreu a Batalha de S. Mamede entre D. Afonso Henriques e as tropas de sua mãe D. Teresa e do conde galego Fernão Peres de Trava, que tentava apoderar-se do governo do Condado Portucalense. Com esta batalha, D. Afonso Henriques marca os alicerces da nação portuguesa, tornando-se o 1º Rei de Portugal.
De acordo com a história, durante as primeiras lutas, El-Rei D. Afonso Henriques teria usado um escudo branco com uma cruz azul, a exemplo de seu pai, o conde D. Henrique, cujas armas eram simbolizadas pela cruz de prata.
881 anos depois da Independência de Portugal, a ACIG está a distribuir cinco mil bandeiras pelo comércio tradicional.

20-06-2009

domingo, 21 de junho de 2009

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DO 20º ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA (RAL) E HOMENAGEM AO SANTO CONDESTÁVEL - 20-06-2009
Início da viagem às 09h00. O Presidente da RAL com um semblante sério... e o caso não era para menos porque a responsabilidade de levar até à Aljubarrota um autocarro cheio de associados era imensa...
O autocarro que nos levou e um grupo de pessoas que iam saindo. Outras, foram ter connosco e juntaram-se a nós.
Dentro do CIBA, na cafetaria. As paredes são revestidas de painéis.
A Guia do CIBA - Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, explica o percurso da visita que iriamos fazer e que durou uma hora e meia.
Local onde possivelmente estaria El-Rei Dom João I na Real Batalha de Aljubarrota.
Retaguarda Portuguesa e Carriagem na Batalha Real
A Guia explica que neste lugar se posicionou o exército português e onde D. Nuno Álvares Pereira se encontrava.
Capela de São Jorge mandada construir por D. Nuno Álvares Pereira em 1393.
Interior da Capela - Altar-Mor e Imagem do Santo Nuno de Santa Maria com a bandeira erguida. Infelizmente a capela estava fechada mas entre as grades, ainda consegui com muito custo tirar estas duas fotos que ficaram um bocado "foscas"...
Discurso do Presidente da RAL, João Mattos e Silva no final do almoço.
Um aspecto da sala do restaurante do hotel.
13h30 - Almoço de confraternização no Restaurante do Hotel Mestre Afonso Domingues.
Ricardo Gomes da Silva, Tesoureiro da RAL e Nuno Pombo, Vice-Presidente.
Nuno Pombo, Vice-Presidente da RAL, foi escolhido para evocar o Santo Condestável, dando também um testemunho da sua presença e vivência durante a Canononização no Vaticano deste Santo e Herói. Depois da cerimónia, rezou-se um Pai Nosso. A seguir, entramos no Mosteiro de Santa Maria da Vitória ou Mosteiro da Batalha para uma curta visita e orarmos um pouco junto do Senhor.
Muita gente se concentrou junto ao Monumento.
15h30 - A coroa de flores foi depositada pelo Presidente da RAL, João Mattos e Silva e pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral da RAL, Dom Vasco Telles da Gama. A bandeira da RAL foi colocada na base e segurada por dois jovens da Juventude Monárquica de Lisboa.
Uma bonita coroa de flores em tons de azul e branco, como não podia deixar de ser, foram depositadas em baixo do Monumento do Santo Condestável que se encontra ao lado do Mosteiro da Batalha.
Por aqui passou a Real Associação de Lisboa no dia 20 de Junho de 2006... O local ficou bem assinalado pela nossa presença...
(Clique nas imagens para ampliar)
Fotos de Ricardo Gomes da Silva e de uma "amadora"...
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Visite o Site da Fundação de Aljubarrota: http://www.fundacao-aljubarrota.pt/
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Queria agradecer à Direcção da Real Associação de Lisboa pelo excelente dia que nos proporcionou, boa organização, um óptimo convívio entre os associados e a linda Homenagem que todos fizémos ao nosso Santo Nuno de Santa Maria. A sua bravura, heroicidade e fé livrou-nos dos Castelhanos naquela Batalha de Aljubarrota. Enfrentou aquele exército imenso e proporcionou-nos definitivamente a consolidação da identidade nacional. Heróis como Ele, é o que estamos a precisar hoje em dia!!!
Também quero fazer aqui um apêlo a todos os associados da RAL: para o número de associados que já constam e são muitos, deveriam ter ido no mínimo, 2 autocarros cheios de associados porque tratava-se do 20º aniversário da Real Associação de Lisboa.
O espírito associativo é muito importante entre nós monárquicos e juntos e inseridos numa associação, precisamos de estar organizados e coesos para a realização dos nossos objectivos em comum.
Daqui em diante, não deixem de participar e levem amigos em todas as actividades que a Real Associação nos venha a proporcionar.
Bem hajam!

sábado, 20 de junho de 2009

OS EXEMPLOS HISTÓRICOS DO NORTE
Sou abertamente contra a ideia de que o lugar onde se nasce não tem qualquer significado para esse local.
Só quem não é, saudavelmente bairrista, amigo das origens e grato ao meio onde se abrem os olhos ao mundo, será insensível ao acto de nascer, aqui, ali, ou acolá. Quando se ouvem os hinos nacionais, em jogos olímpicos, ou em qualquer outra competição desportiva que façam içar a bandeira e entoar o hino, poucos são aqueles que não se arrepiam de emoção, de patriotismo, de orgulho. E será esse sentimento, uma manifestação pecaminosa, ridícula, saudosista? Há quem assim pense e assim proceda, mais por complexo pseudo-cultural, social e político.
Ocorre-me abordar este tema porque na porfiada campanha que tenho vindo a travar por causa do ano e do local de nascimento de Afonso Henriques, uma ou outra voz, me repele pelo facto de ser insistente em defender as origens Vimaranenses do nosso Primeiro Rei.
Ocorre-me relacionar este sentimento com dois actos recentes em que participei, no meu pátrio Barroso. O primeiro desses actos históricos decorreu em 31 de Maio na Vila de Salto. A Câmara Municipal através das suas estruturas como o ecomuseu, os Bombeiros e o Coral de Montalegre, em sintonia com a Junta de Freguesia e população periférica, conjugaram esforços e vontades para invocarem São Nuno Álvares Pereira, elevado aos altares em 26 de Abril passado. A organização aprumou-se naquilo que dela dependia para homenagear, com a dignidade possível um dos maiores Portugueses de todos os tempos: Nuno Álvares Pereira (1360-1431). Talvez nem todos os meus leitores saibam que este Português, nasceu em Cernache do Bom Jardim, mas casou com uma Senhora de Reboreda, uma das dezanove povoações da freguesia de Salto, das Terras de Barroso. Essas Terras de Barroso não estavam confinadas à divisão administrativa que hoje funciona. Porque se alongavam até Cabeceiras de Basto, até Ruivães, até ao concelho de Terras de Bouro, até à Ponte romana de Chaves e até Ribeira de Pena.
Essa ilustre Barrosã, de Reboreda, tinha casado (1376), em primeiras núpcias, com Vasco Gonçalves Barroso, alcaide do Castelo de Montalegre e Senhor dessas Terras, títulos e privilégios que obviamente reverteram a favor da sua formosíssima Mulher, rica e virgem, como dizem os cronistas. Era ela filha de João Pires Alvim (1320) e de Branca Pires Guiomar (1330). Álvaro Gonçalves Pereira, Prior do Crato e oriundo dos lados de Basto, espreitou nessa elegante Senhora, uma soberana ocasião para casar o seu 11º filho de uma prole de 32 que teve de três mulheres. O jovem Nuno não queria casar, preferindo a carreira das armas. Mas o Pai convenceu-o e o casamento fez-se. O solar de Alvim, de Pedraça, entre 1366 e 1388 foi uma espécie da Casa Real, porque o Mestre de Avis que viria a ser D. João I, tinha em Nuno Álvares o seu braço direito, o chefe supremo das Forças Armadas, o guerreiro que nunca perdeu uma batalha das muitas que travou, em Portugal (contra os Espanhóis) e no norte de África, na Tomada de Ceuta, em 1415.
Em Pedraça tiveram 3 filhos: dois rapazes que morreram cedo e uma filha, D. Brites que em 1401 casaria com D. Afonso, filho bastardo de D. João I. A fortuna de Leonor Alvim, os títulos honoríficos do marido (Conde de Barcelos), adicionados ao dote que o rei doou ao Filho, inspiraram Nuno Álvares Pereira a sugerir ao genro que formasse a Casa de Bragança que viria a ser mais rica do que a Coroa. A partir de 1640 foi essa poderosíssima Instituição que forneceu os monarcas, até 1910. Chaves foi o primeiro berço dessa Casa. E aí morreu a única filha de Nuno Álvares (em 1412). Mais tarde viria a tentar um paço em Barcelos, do qual desistiu para construir o de Guimarães (1422-1438). Atrás de um grande homem e de uma grande Causa teria de estar uma Transmontana de Barroso! Dia 31/5, Salto sentiu esse orgulho. E Reboreda entrou no roteiro dos caminhos da História de Portugal.
D. Duarte Pio e muitos elementos da Causa Real estiveram presentes e sentiram essa responsabilidade.
No próximo dia 24, Guimarães vai celebrar os 881 anos do nascimento de Portugal. O PR, vai estar presente. Se a sua vinda à primeira capital do reino, tiver apenas esse intuito, cumprirá o seu dever moral, porque representa a Nação. Será também uma excelente ocasião para celebrar os 830 ano da Independência de Portugal, concedida em 1179 pelo Papa. Não cometerá erro nenhum se receber a medalha de Ouro da cidade, atribuída, a título póstumo, a Afonso Henriques pelos 898 anos do seu nascimento. Se cá vier para outros fins, ou seja: para celebrar os 900 anos do nascimento de Afonso Henriques, repto da Câmara de Viseu, que se antecipou, com base na mais pura ficção, estará o caldo entornado. O PR oficializará uma fraude histórica. E esse erro nunca mais será reparado. Será o exemplo do presidiário que indultou por engano, aqui há uns anos.
Tenho um enorme orgulho em ser do Norte. Deste norte que acaba de homenagear (em Montalegre), João Rodrigues Cabrilho, o descobridor da Califórnia, com a dignidade com que, em 31 de Maio, homenageou Leonor Alvim. Bom seria que o PR viesse a Guimarães e cumprisse um dever histórico-Cultural: oficializar - isso sim - o dia 24 de Junho como o verdadeiro DIA UM DE PORTUGAL. Porque foi nesse dia que Portugal nasceu.

Por Barroso da Fonte, Dr.
18-06-2009

sexta-feira, 19 de junho de 2009

quinta-feira, 18 de junho de 2009

S.A.I.R., A PRINCESA DONA TERESA DE ORELANS E BRAGANÇA
De seu nome completo, Dona Teresa Teodora de Orleans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz, faz hoje 90 anos a Princesa Teresa de Orleans e Bragança, irmã de S.A.R., Dona Maria Francisca de Orleans e Bragança, Mãe de S.A.R., Dom Duarte Pio, Duque de Bragança.
Desejo as maiores felicidades a S.A.I.R., A Princesa Dona Teresa, com muita saúde e paz.
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Dona Teresa Teodora de Orléans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz (Boulogne-sur-Seine, 18 de Junho de 1919 –), Princesa de Orléans e Bragança. É a última filha de D. Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança e de sua esposa, a Condessa Elisabeth Dobrzensky de Dobrzenicz. Sua avó paterna foi a Princesa D. Isabel do Brasil.
No dia 7 de Outubro de 1957, em Sintra, Portugal, casou com Ernesto António Maria Martorell y Calderó (1921-1985). Tiveram duas filhas, Elisabeth (1959) e Nuria (1960).
S.A.R., O DUQUE DE BRAGANÇA É O EMBAIXADOR DA APICER-ASSOCIAÇÃO DE EMPRESAS CERÂMICAS DE PORTUGALRevista "Olá Semanário" de 26-06-2009
(Clique nas imgaens para ampliar)
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Industria Cerâmica Portuguesa lança campanha internacional com o alto patrocínio de S.A.R., O Senhor Duque de Bragança.
S.A.R., Senhor Dom Duarte Pio de Bragança no dia 24 de Junho, tornou-se Embaixador da Associação Portuguesa da Industria de Cerâmica (APICER). A cerimónia realizou-se na Cruz Vermelha em Lisboa. Uma campanha de marketing internacional do sector, dirigida aos países árabes e PALOP.