quinta-feira, 30 de abril de 2009

S.A.R., Dom Duarte, foi entronizado Confrade de Honra por Joaquim Faria
Cerimónia realizada no dia 18 de Abril 2009, conforme já anunciado abaixo neste blogue com recortes de imprensa. SS.AA.RR., Os Duques de Bragança
Na foto, os novos Confrades, de honra e efectivos, a lerem o juramento, no Salão Árabe do Palácio.
O momento em que os novos Confrades se dirigem para a Estátua do Infante D. Henrique para depositar flores.
Revista Caras

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S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA É A PATRONA DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE HEMOFILIA (APH)
Dia Mundial da Hemofilia - 17-04-2009



S.A.R., Dona Isabel de Bragança com o Presidente da APH, Sr. João Paulo Silva
S.A.R., Dona Isabel de Bragança com membros da Direcção da APH

Revista "Mariana"
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quarta-feira, 29 de abril de 2009

CANONIZAÇÃO: MISSA DE ACÇÃO DE GRAÇAS
O Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, presidiu esta tarde, em Roma, a uma missa de acção de graças pela canonização de D. Nuno Álvares Pereira.
A missa foi celebrada perante numerosos peregrinos portugueses, incluindo os Duques de Bragança. A Santidade implica sempre a radicalidade da Fé, que passa pelo encontro com Cristo, pela experiência pessoal e muita humildade. Foi o que aconteceu com São Paulo e com São Nuno de Santa Maria.O Cardeal Patriarca de Lisboa sublinhou, na homilia de hoje, estas duas dimensões inseparáveis na vida da Igreja em Portugal deste ano: O Ano Paulino e a Canonização de São Nuno.Vários grupos de peregrinos portugueses, algumas ordens e os Duques de Bragança participaram na Missa de Acção de Graças, concelebrada por vários bispos e dezenas de sacerdotes.D. José Policarpo interrogou-se diante dos peregrinos como seria o mundo se cada família, cada repartição, cada escola, anunciasse esta mesma certeza de Paulo e Nuno Álvares e como agora este Santo português interpela ainda mais a Igreja em Portugal.
RV/Aura Miguel - 27-05-2009
Fonte: Rádio Renascença
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terça-feira, 28 de abril de 2009

CANONIZAÇÃO: ENTREVISTA PELO TELEMÓVEL
Canonização: 'Oportunidade' para portugueses conhecerem Santo - Fundação Batalha de Aljubarrota. O presidente da Fundação Batalha de Aljubarrota (FBA), Alexandre Patrício Gouveia, considera que a canonização de D. Nuno Álvares Pereira é uma “oportunidade” para os portugueses conhecerem a vida do novo santo. Sublinhando que o conhecimento de D. Nuno Álvares Pereira não deve apenas cingir-se à carreira militar ou ao “seu amor por Portugal”, Alexandre Patrício Gouveia, em declarações à Agência Lusa, destacou o lado “social” do Beato Nuno, cuja canonização decorre domingo em Roma e onde o presidente da FBA vai estar.
(...) Entretanto, para D. Duarte Pio de Bragança, a canonização de D. Nuno Álvares Pereira é 'importantíssima' para o país, porque 'todas as qualidades que ele tinha são aquelas que hoje fazem falta a Portugal', nomeadamente 'a dedicação ao país, a coragem e a imaginação criativa'.'Realmente, tudo isto faz falta ao país', reforçou, acrescentando ainda 'a ética e o sentido de moralização', isto porque, D. Nuno Álvares Pereira 'moralizou bastante o nosso país na altura', disse D. Duarte Pio.Para D. Duarte, a canonização 'vem exactamente no momento oportuno, porque agora é que Portugal precisa que nos lembremos desses valores'.'Se fosse há 50 ou cem anos atrás, se calhar não faziam tanta falta', considerou, acrescentando 'providencial' que o beato Nuno só agora seja canonizado, porque se aproveitam 'muito mais as suas lições', como 'militar genial e como cristão'.'Há um livro do D. António Ferreira Gomes, antigo bispo do Porto, que foi agora reeditado, que mostra a política dele, de descentralização e de evitar sintomas de feudalismo que ainda havia na época', observou, acrescentando que marcará presença na cerimónia de canonização, no Vaticano, acompanhado da 'família toda'.
Fonte: Agência Lusa de Informação
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No dia 24, S.A.R., Dom Duarte Pio viajou connosco até Roma, integrado na peregrinação organizada pela "Agência Quinto Império". A Senhora Duquesa de Bragança e Infantes, embarcaram noutro vôo com as Ordens de Santa Isabel e do Santo Sepúlcuro. Esta entrevista foi dada à Agência Lusa pelo telemóvel, assim que chegámos ao aeroporto de Paris (Charles de Gaulle) enquanto aguardávamos as malas para outro avião da Air France que nos levou a Roma a seguir ao almoço.
CANONIZAÇÃO: DUQUE DE BRAGANÇA CRITICA AUSÊNCIA DO GOVERNO NA VIGÍLIA

Cerca de 200 pessoas encheram a Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma, no sábado à noite, para assistir à Vigília de oração integrada nas cerimónias de Canonização do Beato Nuno, o Condestável. Só este Domingo é que o Governo vai estar representado em Roma pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, a AR por Guilherme Silva e pelo Chefe da Casa Civil. Dom Duarte de Bragança, ouvido pela enviada especial da Antena 1 a Roma, jornalista Rosário Lira, critica fortemente os altos dignitários do Estado português pela falta de atenção à vigília.
Fonte: Antena 1
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Entrevista concedida à Renascença, no dia 25 à noite à saída da Vigília às 23h00. A Vigília teve início às 21h00 e celebrada por Sua Eminência, o Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo. Estavam bastantes jornalistas que cercaram S.A.R., O Senhor Dom Duarte assim que saíu da porta da Igreja. Tirei algumas fotos da cerimónia que depois irei colocá-las aqui no blogue. S.A.R., ainda estava no corredor da Igreja para sair, já estava a ser cercado por pessoas para o cumprimentarem. S.A.R., A Duquesa de Bragança não esteve presente porque ficou com os Infantes no Hotel no centro de Roma onde estiveram hospedados.
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Neste dia, logo às 9h00 da manhã fizemos uma excursão panorâmica pela cidade de Roma. Fomos buscar a Família Real ao Hotel, que se juntaram a nós com a excepção da Senhora Duquesa de Bragança e a Infanta Maria Francisca.
A excursão terminou às 13h00, ficámos com a tarde livre para que cada um visitasse o que quisesse.

video

A bandeira que a guia portuguesa levava ao príncipio da excursão, como se vê no vídeo, foi recolhida logo após os primeiros passos... e continuamos com uma bandeira linda toda bordada à mão do Santo Condestável que pertencia a uma das pessoas que ía connosco. Tirei várias fotos desta excursão mas ainda não arranjei tempo para as colocar no computador. Espero que tenham ficado boas.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

NO VATICANO, JUNTO DO SANTO CONDESTÁVEL
Caros amigos e visitantes deste blogue,
De 24 a 28 de Abril, estarei em Roma/Vaticano onde irei estar presente nas cerimónias da Canonização do nosso Santo Nuno de Santa Maria. Finalmente o Santo Condestável vai ter uma festa, apesar de já ser Santo há muito tempo, vai ter a festa da Canonização.
No dia 26, a Ele irei juntar-me neste dia celestial. Será também um momento para agradecer!
-Agradecer a Deus as maravilhas que operou e opera através do Beato Nuno;
-Agradecer o dom que é para a Igreja a figura do Santo Condestável;
-Agradecer ao Santo Padre, o Papa Bento XVI e aos seus colaboradores mais directos o reconhecimento da Santidade do Beato Nuno como modelo para todos os cristãos e homens de boa vontade;
-Agradecer a todos aqueles que, ao longo dos anos, acreditaram e lutaram por esta causa. Temos o exemplo de S.A.R., O Senhor Dom Duarte Pio de Bragança que muito trabalhou juntamente com o Patriarcado, para a abertura do processo da Canonização.
Este grande acontecimento vai chegar no momento certo que nos tem marcado muito pela actual situação de crise económica, social e política em que se encontra Portugal. Por isso, deixo-vos aqui um desafio:
Preparem-se intensamente para celebrar o dia solene desta Canonização! Já estão agendadas muitas cerimónias que se realizarão de Norte a Sul de Portugal.
Para aqueles que irão juntar-se a nós, levem bandeiras monárquicas! Será uma boa oportunidade mostrarmos ao mundo inteiro que a Monarquia ainda está bem viva nos nossos corações. A bandeira actual nada representa... mostramos assim que as azuis e brancas são uma continuação do passado e não um começar do zero... nelas se reflectem os valores da Nação e as cores de Portugal.
Fiquem todos bem por cá e até ao meu regresso!
S.A.R., DOM DUARTE DE BRAGANÇA NO PROGRAMA "SOCIEDADE CIVIL"

Ontem à tarde, na RTP2, no programa “Sociedade Civil”, Dom Duarte de Bragança foi um dos convidados. O tema da discussão era a Canonização de D. Nuno Álvares Pereira, o nosso Santo Condestável.
Poderá ver o programa
aqui
Fonte e foto: PDR-Projecto Democracia Real - http://pdr21.wordpress.com/

quarta-feira, 22 de abril de 2009

S.A.R., DOM DUARTE ASSISTE A ESTREIA DE DOM CARLOS - 21 DE ABRIL 2009
S.A.R., Dom Duarte Pio foi um dos convidados VIP que assistiram à estreia da peça apresentada pelo Teatro Experimental de Cascais, "D. Carlos” de Teixeira de Pascoaes, numa adaptação de Fernanda Neves com supervisão do Professor António Cândido Franco.
Fonte: Cyberjornal.
O SIGNIFICADO DA CANONIZAÇÃO DE NUNO ÁLVARES PEREIRA (Clique na imagem para ampliar)

terça-feira, 21 de abril de 2009

S.A.R., A SENHORA DONA ISABEL FALA À RFM E RENASCENÇA - HISTÓRIA AO ALCANCE DOS MAIS PEQUENINOS
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http://www.rfm.pt/p_news_details.aspx?tab=0&noticia=284285


"Panfleto de D. Nuno Álvares Pereira para crianças"
"Faltam livros que contem a vida do Beato Nuno às crianças"


Folheto de divulgação infantil da vida de São Nuno Álvares Pereira
Dona Isabel de Bragança explica "estória" aos Seus Filhos
UMA CURA MILAGROSA
Guilhermina de Jesus foi curada por intercessão do Beato Nuno Alvares Pereira, milagre que teve o reconhecimento da Igreja. Esta católica, de 65 anos, vai estar presente no Vaticano, no dia 26 de Abril, quando Bento XVI canonizar o Condestável.
Frei Francisco José Rodrigues, vice-postulador da causa da canonização do Beato Nuno de Santa Maria, aguarda confirmação da audiência com o Papa.
Originalmente da diocese de Lisboa, Guilhermina de Jesus estava na diocese de Leiria quando o milagre aconteceu. A sexagenária natural de Vila Franca de Xira, que sofreu lesões no olho esquerdo por ter sido atingida com salpicos de óleo a ferver quando estava a fritar peixe. Depois de ter pedido a intervenção do Santo Condestável, foi observada por diversos médicos em Portugal e foi analisada por uma equipa de cinco médicos e teólogos em Roma, que a consideraram a sua cura miraculosa.
Actualmente, com 65 anos, encontra-se num “lugar incerto”. “Desde o dia 7 em que fui curada, senti uma paz muito grande que não quero perder por nada”, explica.
Ao saber que foi a sua cura que permitiu a canonização do Beato Nuno, esta portuguesa confessa: “Fiquei muito contente porque o Beato Nuno será mais conhecido e poderá ajudar mais pessoas como me ajudou a mim”.
Segundo a entrevista divulgada pela postulação da causa de canonização à Agência ECCLESIA, a devoção ao Beato Nuno existe “desde pequena, desde a escola primária, com a minha professora Dona Branca, comecei a gostar dele e a ter confiança nele”.
“Quando comecei a trabalhar em Ourém, mais o conheci e mais gostei dele. É um santo português muito perto de Deus e que nos pode ajudar muito”, acrescenta.
O Condestável é, para Guilhermina de Jesus, “o Santo em quem confio muito e que me ajuda muito”. “Ele bem merece que façam como ele fez. Ele ajudou muito os pobres”, conclui.
Missão de vida
O Pe. Francisco Rodrigues teve desde 2001 a missão de recolher, analisar e enviar para Roma os documentos e o relato miraculoso que foram fundamentar o pedido de canonização. Agora, fica com “a alegria do dever cumprido”.
O trabalho em favor desta canonização, “uma experiência ímpar”, é visto como uma missão de vida. Em declarações à Agência ECCLESIA, o sacerdote carmelita sublinha a fama de santidade de que goza o futuro Santo, em vários pontos do mundo, e fala da “humildade” e da atenção aos mais desfavorecido como as grandes lições do Condestável para os nossos dias.
O trabalho foi “muito, longo, persistente” e o maior reconhecimento é ver o Beato Nuno no “catálogo universal” dos Santos da Igreja, no dia 26 de Abril.
A celebração é particularmente simbólica para os Carmelitas, família religiosa a que aderiu o futuro Santo, reconhecido como o primeiro a criar uma “confraria do Escapulário”, à qual pertenceram o Rei, os príncipes e os irmãos de armas do Condestável. Depois de 100 anos, essa confraria transformava-se em Ordem Terceira.
O vice-postulador não vê contradições entre a vida de militar e a fé do Condestável, considerando que “não podemos isolar”. “É uma vida toda, em que trabalho por Portugal, pelos valores”, assinala.
“Ele é um homem de palavra, de coerência, e torna-se conhecido por ser não só guerreiro, mas principalmente defensor. Nunca fez guerra, digamos assim, sempre defendeu”, acrescenta, respeitando a dignidade de todos, independentemente de serem adversários no campo de batalha.
O futuro Santo “não deixava que o exército desbaratasse, depois de ganhas as batalhas, respeitava as pessoas. Isso vai culminar nos nove anos de vida como carmelita, em Lisboa, trabalhando pelos pobres”.
“Este é um homem completo, religioso e santo, que será reconhecido como tal”, prossegue.
Para o Pe. Francisco Rodrigues, estamos na presença de “uma vida de muita fé, cimentada na Eucaristia e na devoção a Nossa Senhora”, fazendo do Beato Nuno um “modelo”.
A sua formação na doutrina da Cavalaria levou-o a “querer viver puro e virgem, para se consagrar a Nossa Senhora”. O casamento aconteceu “por obediência” ao pai, mas a presença de Maria é constante, visível na bandeira do Condestável. Já o cronista Carmelita José Pereira Sant’Anna dizia que Nuno Álvares Pereira chorava “copiosamente” diante da imagem de Nossa Senhora, pedindo por ele e por todos os que se lhe recomendavam, pedindo graças.
Uma tradição – que era repetida pela mãe da Irmã Lúcia – refere que quando o Condestável (que foi Conde de Ourém) passou pela Cova da Iria, os seus cavalos ajoelharam. “É uma história que se contava em Fátima, não se pode provar, mas fica como o registo de uma devoção particular”, indica o vice-postulador da causa da canonização.
Carmelitas em festa
O Padre Fernando Millán Romeral, Prior Geral da Ordem do Carmo, refere à ECCLESIA que a canonização é um “motivo de alegria”, porque implica “o reconhecimento oficial, por parte da Igreja, desta figura tão querida e tão importante na tradição carmelita”.
“É um impulso, um incentivo para toda a Ordem do Carmo, especialmente nesta terra tão querida de Portugal”, acrescentou.
Para este responsável, Nuno Álvares Pereira foi “uma figura importantíssima na história do Portugal medieval, um herói nacional, com muitos títulos e poder, que soube deixar tudo por ter encontrado o essencial da vida cristã”.
Nesse sentido, ainda hoje surge como “um símbolo”, trazendo uma mensagem “importante, viva, actual”.
Tal como no tempo do Condestável, hoje vive-se uma crise, “crise de valores, uma certa confusão, um período de convulsões”.
“São precisas figuras como o Beato Nuno, que nos ajudem a encontrar o Norte, a descobrir os valores”, defende o Pe. Millán Romeral, mesmo que tenhamos de os viver “de outra maneira, com outras formas”.
Para o sacerdote espanhol, não há qualquer tipo de ressentimento em relação à carreira militar do futuro Santo contra Castela. “É uma figura muito simpática, muito querida no Carmelo espanhol, embora não seja muito conhecida fora dos ambientes carmelitas”, admite.
“Não existe nenhum problema, fico muito feliz por ser espanhol e celebrar a Eucaristia em honra do Beato Nuno”, diz, lembrando que o Condestável sempre foi um homem religioso, tendo passado por uma “segunda conversão”, que o levou a “viver o Evangelho mais de perto” e a deixar todas as honras.
Se a nível popular, a canonização acontece desde o início, no Vaticano o processo foi muito longo, por diversos motivos. São Nuno de Santa Maria será, para o Prior Geral da Ordem do Carmo, um modelo “na devoção mariana, na devoção eucarística e no sentido da humildade”. A sua mudança radical “relativiza alguns dos ídolos que temos na nossa vida”.
O NOVO PRESIDENTE DA REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA
João Mattos e Silva é o novo Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa. Eleito no passado dia 18 de Abril, promete um novo rumo para a maior Real Associação de Portugal.Iniciou a sua militância política aos dezassete anos na Causa Monárquica, em 1961, onde foi presidente da Comissão de Juventude, vogal da Junta Distrital de Lisboa e membro da Comissão Doutrinária, presidida por Henrique Barrilaro Ruas. Coordenou no semanário monárquico o Debate a “Página de Juventude”. Foi um dos subscritores, a convite de Henrique Barrilaro Ruas, do manifesto “Renovação Portuguesa”, em 1969. Em 1987 foi candidato independente a deputado à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu pelo PPM, presidido então por Gonçalo Ribeiro Telles. Entre 1992 e 1995 foi presidente da Mesa da Assembleia - Geral da Real Associação de Lisboa. Em 1993 foi eleito como primeiro Presidente da Causa Real – Federação das Reais Associações. É membro do Conselho Monárquico, órgão da Causa Real.
Entrevista ao Jornal do PDR (Projecto Democracia Real)
1- Foi, no passado dia 18 de Abril, eleito Presidente da Real Associação de Lisboa. Que análise faz à História recente da Real Associação de Lisboa? A Real Associação de Lisboa passou por um período conturbado, fruto de desinteligências entre a direcção cessante, que resultou na total inactividade durante um ano. O que foi mau. Ultrapassada essa fase, pela qual muitas vezes passam as associações, em que amores próprios e vaidades se sobrepõem ao objectivo para que foram criadas, julgo que a minha direcção está suficientemente legitimada pela Assembleia – Geral, que nela votou expressivamente, para poder virar a página.
2- Enquanto Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa, quais são os seus objectivos para este mandato que agora inicia? Em primeiro lugar, arrumar a casa e em segundo lugar, mas em simultâneo, desenvolver uma série de acções que constam do programa que apresentámos, tendentes a alargar o âmbito de actuação junto dos monárquicos dos concelhos que compõem o Distrito de Lisboa, com relevo para formação e informação e para, usando todos os meios disponíveis de comunicação, marcar presença, tomando posições sobre todos os assuntos de interesse para os portugueses que vivem neste espaço geográfico, desde os políticos aos do ambiente ou aos de defesa do património.
3- Ao nível da Causa Real, acredita que, como muitos monárquicos, que é tempo da criação de uma nova dinâmica, passando naturalmente por melhorar os meios para aproximação aos Portugueses? Claro que acredito. E esse passo está em vias de ser dado.
4- Que análise faz ao trabalho dos Voluntários da Causa, nomeadamente no que toca à expansão do Ideal Monárquico na Blogosfera, em Sítios da Internet e Fóruns? Penso que a blogosfera é um espaço de informação e de diálogo muito importante que, não podendo ser desprezado, pelo contrário, tem de ser valorizado. São cada vez mais as pessoas que navegam na Net e frequentam sítios e Blogues em procura de informação, de esclarecimento ou de pura diversão e que podem ser sensibilizados pelos conteúdos. Por isso o trabalho que os monárquicos, a título individual ou em grupos mais restritos, têm vindo a fazer é importantíssimo e altamente louvável. Há que apoiá-los e criar sinergias, não só entre eles – o que já sucede – como com as estruturas do movimento monárquico.
5- Especificamente falando do Projecto Democracia Real. Que ideia tem do nosso Projecto?Acho sinceramente que é muito interessante e muito importante porque, para além de outros aspectos relevantes, como a afirmação da legitimidade dinástica do Senhor Dom Duarte, duque de Bragança, revela a defesa de uma Monarquia democrática, que é o regime que a maioria dos monárquicos prefere e deseja para Portugal.
6- Foi lançado há dias o livro “Aqui D´El-Rei”, do qual é um dos autores. O que é que se tem que fazer mais para que, efectivamente a “divulgação seja a chave da restauração” ? O livro é uma colectânea de textos publicados na comunicação social, escrita e virtual, ao longo de nove anos, ininterruptamente. Foi publicado em livro porque um editor, por sinal monárquico, os descobriu a navegar na Net e por eles se interessou. É um contributo para divulgar a posição de monárquicos que, fazendo crónicas ao sabor dos acontecimentos, também fazem a divulgação da doutrina. A divulgação da posição dos monárquicos é, mesmo, a chave da restauração, como diz. Só chegando a cada vez mais portugueses poderemos criar um movimento da sociedade no sentido de “forçar” os políticos republicanos acantonados nos seus poderes a rever a Constituição que impede a escolha do regime.
7- Estamos a passos largos a chegar ao centenário da república. Que resposta deve a Causa Real e as Reais Associações, já para não falar também dos Voluntários, como o PDR, para mostrar que a chama monárquica continua ainda bem viva e que deve ser vista pelos Portugueses como uma esperança, tendo em consideração a crise que estamos a passar a todos os níveis? Acho o movimento monárquico irá dar uma prova de que está vivo e actuante, cada vez mais actuante, e que não se conforma com o regime mesmo que ele faça cem anos. A contribuição de todos é fundamental. Agora tenhamos em atenção que a Monarquia não é uma panaceia para todos os males do País, podendo sem dúvida contribuir mais fortemente, pela superioridade da Instituição Real, para criar um ambiente de coesão nacional que potencie a sua resolução por quem tem que o fazer: os governos e as forças políticas e sociais.
8- Acredita que algum dia a esquerda parlamentar irá aceitar alterar a alínea b) do artigo 288.º da Constituição, que nos impõe, a “forma republicana de governo”? Acho que não será toda, porque a mais radical sabe que só navega bem e consegue fazer-se ouvir, num clima conflitual que a república facilita. Mas creio que o ciclo geracional, que tem gerido o PS, eivado de preconceitos e herdeiro dos “valores” da I República, está a chegar ao fim e que entre as gerações mais novas, sobretudo, há já muitos militantes que são monárquicos e não vêem nenhuma incompatibilidade entre o socialismo e a social – democracia e a forma monárquica de regime. Os mais novos forçarão os mais velhos a perceber que até para o PS, a Monarquia é mais favorável.
9- Em 2011, chegaremos ao centenário do falecimento da Rainha Dona Maria Pia. Fala-se que está para breve (ou não) a sua transladação para Portugal. Acha que a Republica tem medo desta transladação, tendo em consideração que se pode tratar de uma Cerimónia de Estado, que implique a participação das Forças Armadas, tal como aconteceu com Dom Manuel II e a Rainha Dona Amélia? Acho que o regime tem vindo a protelar a transladação dos restos mortais da Rainha Dona Maria Pia porque tem receio de dar um sinal errado ao Pais, a pouco tempo do centenário da República. Em 2011, já passou esse período e não vejo porque não o fará, tendo sido afirmado pelos principais dirigentes actuais que considerava esse acto como desejável e possível, com dignidade, mas eventualmente sem tanto realce como o dos Rei Dom Manuel e Dona Amélia. Salazar achava que a II República estava de pedra e cal, por força do carácter autoritário do regime que inventou. A III República sabe, que mesmo com truques constitucionais, em democracia “ o povo é quem mais ordena”.
10- Que futuro deseja para Portugal? A Monarquia é a única solução e esperança para os Portugueses? Que Portugal ganhe confiança em si próprio, que saiba olhar para a sua História e orgulhando-se do que fizeram os nossos antepassados, saiba que pode ir mais longe, e de que perceba que, adptando Camões, “ um fraco regime faz fraca a forte gente”. Portugal só terá sucesso com a Instituição Real.
11- Deseja acrescentar algo? Sim. Fazer uma apelo aos monárquicos para que não temam dar a cara e lutem, nas estruturas da Causa Real e neste caso particular da Real Associação de Lisboa, ou informalmente por outros meios, pela Instituição Real, conscientes de que é essencial para Portugal e para a sua modernidade. Nenhum regime é eterno e os cem anos que a Republica vai comemorar, gastando milhões de euros dos nossos impostos, é perecível e quase nada quando comparada com os oitocentos anos de Monarquia. Se todos os que são monárquicos convictos a combaterem, democraticamente mas com firmeza, e se pela sua palavra e pela sua acção, trouxerem “mais cinco”!
Fonte: http://fdrojornal.wordpress.com/ - PDR: http://pdr21.wordpress.com/

segunda-feira, 20 de abril de 2009

S.A.R., DOM DUARTE, É O "REAL CONFRADE DE HONRA" DA CONFRARIA DAS TRIPAS À MODA DO PORTO


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CONFRADE REAL

Confrade Real - Hora:13:00:00 - Duração:00:00:24 - A Confraria das Tripas à Moda do Porto entronizou Dom Duarte Pio como confrade. A distinção realça o "trabalho em termos humanos" do herdeiro do trono português. D. Duarte disse que "não é um comedor de tripas, mas se forem bem feitas até gosta".

SIC - Primeiro Jornal , 19-04-2009

domingo, 19 de abril de 2009

S.A.R., DOM DUARTE PIO RECEBEU A DISTINÇAO DE CONFRADE DE HONRA DA CONFRARIA DAS TRIPAS - PORTO
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D. Duarte homenageado pela Confraria Tripas à Moda do Porto

D. Duarte Pio de Bragança tornou-se sexta-feira membro de honra da Confraria Gastronómica Tripas à Moda do Porto, numa cerimónia realizada no Palácio da Bolsa, no Porto, em homenagem ao seu "trabalho em termos humanos".
"Se são feitas pelo chefe Hélio Loureiro, gosto certamente", disse o homem que reivindica ser o herdeiro do trono de Portugal, referindo-se a este prato típico portuense.
D. Duarte, acompanhado pela mulher, Isabel Herédia, foi entronizado confrade no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, ao mesmo tempo que Hernâni Gonçalves, comentador residente do programa Liga dos Últimos, da RTP, e António Oliveira, antigo seleccionador nacional de futebol.
Logo aí, já com o escapulário (conjunto formado por um fita e uma medalha alusiva) pendurado ao pescoço, provou tripas, cumprindo assim um ritual instituído por esta confraria desde a sua fundação, em 2001.
Depois, associou-se à homenagem que a Confraria prestou ao seu patrono, o Infante D. Henrique, na praça fronteira ao Palácio da Bolsa, e ouviu a Banda Filarmónica de Cête interpretar o Hino da Maria da Fonte.
D. Duarte declarou não ter contacto regular com tripas, mas disse que gosta delas "quando são bem feitas" e que "ser entronizado é muito bonito".
Hélio Loureiro, que preside a esta Confraria e é um simpatizante da causa monárquica, explicou que D. Duarte foi convidado para ser confrade pelo seu "trabalho em termos humanos".
Apreciador convicto de tripas é Hernâni Gonçalves, que confessou comê-las habitualmente ao domingo "num restaurante do Molhe", na Foz do Douro, no Porto.
A Confraria das Tripas à Moda do Porto tem como objectivo central divulgar este prato e foi criada em 2001, ano em que o Porto foi Capital Europeia da Cultura, mas a sua origem remonta a 1998, no auge da crise da doença das "vacas loucas".
Nesse ano, as tripas passaram um mau bocado e o seu consumo regrediu, mas hoje a situação voltou ao normal, as tripas recuperaram o seu prestígio e são fáceis de encontrar, tanto em restaurantes humildes como nos mais sofisticados.
"É um prato que não é apenas um estufado de dobrada", salientou Hélio Loureiro, conhecido "chef" e cozinheiro da selecção nacional de futebol há 12 anos, durante a cerimónia de entronização dos novos confrades.
O jantar que se seguiu à entronização, que incluiu tripas confeccionadas sob a supervisão de Hélio Loureiro, reuniu mais de meio milhar de pessoas, mas já sem a participação de D. Duarte.(...)

Jornal Diário de Notícias de 19-04-2009

CONFRARIA GASTRONÓMICA DAS TRIPAS À MODA DO PORTO
Foi agendado no dia 18 de Abril, sábado, no Palácio da Bolsa, a VIII Entronização da Confraria Gastronómica Tripas à Moda do Porto. Durante esta cerimónia, com início marcado para as 18h00, foram entronizados novos confrades de honra e efectivos, após o que se seguiu um jantar. Entre várias personalidades convidadas, e que foram entronizadas nesta cerimónia, destacou-se a presença do Chefe da Casa Real Portuguesa, S.A.R. Dom Duarte de Bragança, a actriz Simone de Oliveira, Fernando Nobre, presidente da Assistência Médica Internacional, Cláudia d’Angelo, cônsul-geral do Brasil, Carlos Daniel, sub-director da RTP/Porto, e o médico Guimarães dos Santos. A cerimónia solene, decorreu no Salão Árabe do Palácio da Bolsa, contou com a actuação da cantora lírica Maria João Matos. Pelo palco passou ainda o coro clássico «Incógnitum», a tuna académica da Escola de Hotelaria e Turismo de Seia, da Banda Filarmónica de Cête, do grupo musical "Cristina e Luís Música ao vivo " e do músico Edgar Correia. No final da noite, a animação esteve a cargo do DJ Zé Sousa. A decoração do espaço esteve a cargo de Filomena Pires, da "Lirio"Criada em 2001, ano em que o Porto se orgulhou de ser a Capital Europeia da Cultura, a Confraria das Tripas à Moda do Porto tem como objectivo central a divulgação deste prato que, além de ter na sua receita um enorme valor como iguaria culinária nacional e local, dá o nome à população desta cidade.
Fonte: http://www.confrariadastripas.com/

sábado, 18 de abril de 2009

S.A.R., DOM DUARTE PIO ENTRE NÓS
Numa iniciativa do Jornal Veris realizou-se no Auditório da Escola Superior de Bio-Tecnologia da UCP, no dia 18 de Abril uma Sessão Comemorativa da canonização de Nun'Álvares Pereira.
Com início às 15 h iniciou com uma introdução video-gravada de Guilherme d'Oliveira Martins. Depois a mesa redonda orientada pelo Director do jornal paroquial Veris com S.A.R. o Senhor Dom Duarte Pio e o Prof. Padre José Cordeiro Reitor do Colégio Pontifício Português em Roma e correspondente do jornal Veris no Vaticano.
Após um ligeiro intervalo seguiu-se um Serão Musical a cargo do Grupo de Fados e Guitarradas da UCP.
Fonte: Paróquia de Paranhos - http://paroquiadeparanhos.net/

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA NO CONCERTO DO "DIA MUNDIAL DA VOZ" (Clique na imagem para ampliar)